29 de jan. de 2014

Evolução do espírito certeiro

Mesmo quando já se inicia erroneamente.Mas se estivermos convictos? de pelo menos ... quem somos em si, pequenos detalhes não afetam nossa integridade moral e social. Ou apenas, quem sabe, interfere no achismo de certeza absoluta advinda do ponto de vista.

Da esquerda para a direita. O pensamento comum dos ideais igualitários não são capazes de transformar o ser politicamente em um vínculo social, acaba-se como afinidade humana e aceitação de interesse. Claramente, esclareço por meio destas palavras, um ponto de vista contextualizado. No centro desta lambuja prosaica de literatura caseira, se dividem duas porções: a conservadora e o progresso. Os que interagem com a tecnologia e os que exigem moldes rígidos de produção. Ambos acabam por zelar seus bens que não saem do controle considerável. Os da direita podem se apegar ao bem estar do consumo e com suas visões empreendedoras se perdem ao prezar o que é simples. A não ser pelo dinheiro.

O porquê do texto é expor a inserção do ser social com a independência do geral. Mas sem dúvidas ou contra-argumento, sobre o fato de estar preparado para revelar honestamente o tal do comportamento antropológico; digo a família que a história da vida acumula. Não adianta buscar o conhecimento, se o quê você espera dos demais afeta o viés que te cerca no meio como um todo - as relações com seriedade, lazer e pessoas.

Ao mirar o que vem pela frente, deduzo o óbvio sobre mim e alimento o que de melhor pode ser conforto durante os passos de um escritor real, com vício mutável. Talvez como o eu íntimo sem vergonha que a poesia liberta com suas forças pecaminosas. O interior se esclarece a cada um.

O que o Horizonte Curvilíneo pede a mim. A linguagem do blog permanece e o centésimo texto se aproxima com o guia reflexivo da escrita ganhando a forma adequada e fiel do que foi proposto pelos meus dias consequentes. Se começa mal e tem força, sabedoria e alegria, só pode terminar bem.

Rubens Barizon
[Humano com recurso]

21 de nov. de 2013

Amor-prazer e Vida

Quem vive termina com a vida,
pois viver te mata!

Para que ter prazer de tudo sem amor?
Como te parece a vida que termina,
com o prazer do amor?

Ainda morrerei,
pela morte vivida
de amor e
prazer

R Barizon
[Leitura do drama poético]

26 de out. de 2013

Caução

Se o cosmo nos rege,
que isto, cosmo, faça pelo respeito.

Para a pureza da reprodução,
no momento em que a concórdia diferencia.

Pois temos caminhos e entendimento.
De calar e ouvir.
Do falar e intervir.

Mas também:
tem o de não calar.
O de não intervir e apenas concordar.

Crescem os argumentos e nas palavras, rumos.
Extensão do papel verbal.
Aumentam as palavras,
as temerárias.

R Barizon
"Filosofia poética"

29 de set. de 2013

Autorização

A retórica da massa

Os argumentos vão e voltam para a sua zona de conforto. A narrativa conhecida pelo mundanismo, se desdobra com o cuidado fiel dos personagens reféns do interesse social e profissional, que induzidos pelos próprios atributos e requisitos de um imaculado coração rentável, oferecem um troco pela indulgência humana, através de certos 'números' que inserem o vínculo das convenções no grupo fechado pela atitude repetitiva.

O caráter por uma campanha

A busca pelo ideal atropela a liderança e cai na idolatria comercial. O constante retorno até o "eu" de mercado, como aceitação dos padrões que cegam a interpretação, carrega consigo o instinto criado pelas facilidades do gosto coletivo, marcando uma geração que busca resposta na estética da imagem roteirizada. A transformação dos delírios coloridos traz uma defasagem ética e moral de respeito.

Comodidade do convívio popular

O sentido que dá voz às formigas adere o perfil tecnológico da indústria humana no meio digital. A voracidade desse fardo inclui, o dinheiro que compra as possibilidades de comunicação substancial e a acumulação de manias excludentes da comunidade maior. Logo, o poder de reduzir os elementos da escolha pessoal, limita a opção e disponibiliza pouca função para o resto.

Resultado do Ciclo

Como resposta a falácia da sociedade diversificada pelos diversos canais de emissão e expansão de costumes, retomo o argumento tendencioso do recomeço atemporal e das reproduções sem limites do estoque de personalidades, armazenadas no interior da postura de cada ser, apenas capazes de expor sentimentos, dotado de uma emoção não-fictícia, quando sob o percalço da dificuldade advindo da necessidade viciosa que nos contém, dentro do som dessa sanfona dançante e previsível, entretanto, ainda sem a função PARAR.

6 de set. de 2013

Em dependência política de boa fé

Aos passos curtos se constrói a estória desenvolvida do ativismo no Brasil. Desde o aumento da passagem em 20 centavos, alguns meses atrás, eclodiu um ciclo de manifestações que perduram até o dia da independência - feriado prolongado para muitos no nosso país.

Amanhã, dia 7 de setembro, vai ser um dia de revindicações. Caminhando pela cidade de Rio de Janeiro, já se pode ver banners colados nas esquinas, utilizando a plataforma online como um centro de convenção e acerto de horário e local das reuniões ao ar livre. Enfim, a rede social se mobiliza para os fins do progresso. O cantor tropicalista Caetano Veloso se uniu com a Mídia Ninja, coletivo jornalístico dos diversos segmentos de contestação pública, para falar sobre os mascarados e demonstrar seu apoio ao movimento semelhante ao de 1968, só que agora pelo meio digital.


Durante o período que compreende o início dos protestos, que teve como ápice a passeata de milhares de pessoas na Avenida Presidente Vargas no centro do Rio, o estado não parou de se mobilizar. Questionadores acampam na frente do apartamento do governador Sérgio Cabral, na parte nobre da zona sul; black bloc's e politizados promovem manifestos na frente do palácio da Guanabara e outros demais vêm participando via internet desse momento histórico para uma nova ótica política.

Mensaleiros com o risco iminente de serem presos, políticos cassados e com pressão de impeachment formam uma realidade ainda com base instável no país. No entanto, se os últimos meses de 2013 forem escutados em forma de relato histórico numa troca de ideias daqui a algum tempo, enxergaremos a importância de continuar acreditando. Antes o fim era certo, - pizza. Atualmente, com a disposição de alguns e apoio nacional de resistência, uma reunião de políticos hoje mesmo, pode ter companhia popular e pressão civil logo ali, concomitante, dentro de onde muitos papeis numerados já foram embolsados na surdina.

A polícia é aquela com o mesmo patamar dos serviços de atendimento público prestado ao cidadão, convenhamos que o privado presta o papelão idêntico.

O que não pode calar, no dia da independência é a voz do povo que pensa.

Por Rubens Barizon,
do meu diário de relatos.

5 de ago. de 2013

A fábrica de pessoas moduladas

Quando as pessoas com suas necessidades econômicas ilimitadas se padronizam para conseguir destaque:

Relatar os acontecimentos da minha vida em forma de texto surge como uma ficção. Quando releio os fatos reais, o qual conto à quem lê, assusto-me com tamanha conexão entre a verdade e o modelo de pessoa que o mundo padroniza por sua avareza pecaminosa. Fruto do planejamento constante que o amanhã e a reputação de poder bruto nos traz.

Jamais parece ser o suficiente o que a competição proporciona aos gananciosos. Para o tipo de pessoa que tento aqui decupar, o melhor é deixar claro o porquê esse mesmo se apresenta com a carapuça da maldade e a piada clichê de um jogador calculista maquiado com um semblante de bom moço - coitadinho, comentam os membros da mesma laia.

Parece um conto do início do século passado por João do Rio, que já evidenciava em meio ao rebuscado português, os atritos e percalços do relacionamento humano. A motivação deste discurso em grafia tende pelo pessimismo que o lucro e a vaidade quaisquer eleva no comportamento dos homens sem caráter que tentam inflar o ego sobre algum pedestal. Será um custo extra a honestidade?

Enquanto o comportamento sincero se apresenta como um risco interpessoal no mundo corporativo, ser humano está diretamente proporcional às mazelas do egoismo que consomem as relações de pureza entre as pessoas de boa fé.

Rubens Barizon



11 de jun. de 2013

Produto do merito

No proximo domingo, o estadio do Maracana dara inicio a Copa das Confederacoes aqui no Rio de Janeiro. Um classico diferente das tardes legitimas na cidade. A selecao da Italia e a selecao mexicana se enfrentam no gramado do Maraca. Ali perto de Vila Isabel e Tijuca. O Estadio da cidade sede das Olimpiadas.

" Nao deirarei de lado a sequencia intima do que proponho a quem le "

O que de dentro da producao de transmissao se ve, bem proximo do primeiro jogo da Copa, sao as arrumacoes que ainda estao a terminar. Deep Cleanning e detalhes que acontecerao durante a nova vida estadio produto - se acontecer. O servico estrangeiro oferece uma outra capacidade de administracao. Tem que fazer as coisas acontecer - Bem esta definicao.

O servico terciario depende de uma articulacao que se divide com a logistica da comunicacao. As funcoes efetivas por meio da palavra organizada no espaco onde acontece o projeto.

Rio de Janero, 11 de junho de 2013
FCC Rio 2013.

[produzindo pela HBS - Assistant Venue Logistics Manager]

Por Rubens Barizon - Esclarecendo aos criticos: uma empresa multinacional, nao fui capaz de ajustar a ortografia no teclado.







21 de mai. de 2013

Profissão: Estudo constante

"A fé no conhecimento empreende a humanidade cognitiva". É com o pensamento sobre aspas no primeiro período deste texto que eu afirmo as tendências de transformar a informação em conhecimento, nunca foi tão necessário nos dias que o povo brasileiro convive entre si.

As imposições da mídia de massa corroboram com o verdadeiro pensar da sociedade. A comunicação parece evoluir de imagética para robótica; não no mesmo sentido que o Vale do Silício propõe, no entanto, enxergando o desenvolvimento local, uma questão trivial dentro de uma posição econômica (de crédito). Algo perceptivelmente aceito nas grandes metrópoles desenvolvidas.

A falência da família brasileira, visse pelo boato de corte na Bolsa Família, que se a informação começa a ser conhecida no próprio lar, a provável reação é a expansão boca à boca inevitável nas comunidades que dependem da tradução das manchetes intencionadas pela subjetividade - jornalismo.

"Quando podemos negar o que acontece nas manchetes? Até aonde devemos concordar por democracia popular e sócio econômica?" - Eu perguntaria para o especialista.

O entrevistado para ilustrar o roteiro, dentro das outras entrevistas feitas para o Jornal de Teatro, foi por escolher o empreendedor cultural, Leandro Knopfholz. A entrevista fala de empreendimento cultural e investimento em arte cênica e tarefa de um profissional atento ao desenvolvimento local com política globalizada, pois advém de um anual em Edimburgo na Europa.

Por Rubens Barizon - na cobertura no Festival de Teatro de Curitiba 2013
"
Tinha que ser ali, em meio as tarefas do responsável pelo Festival de Curitiba, Leandro Knopfholz, que a entrevista deveria acontecer. Entre a sua dinâmica de articulação do evento no Memorial de Curitiba, base de comunicação e organização de impacto na cena que envolve a arte pela cidade, o disposto produtor e empreendedor cultural concedeu informações, enquanto falava no telefone em outros idiomas e mexia no computador.

Calendário fixo da cidade tri centenária, 320 anos, fazem 22a edições que o Festival de Teatro de Curitiba vem transformando sensivelmente (por ser arte) o cenário local e nacional. Leandro Knopfholz participa desde a primeira edição do Festival, o que transforma o personagem da entrevista em protagonista dos bastidores produtivo.

Para que este modelo de viabilização se desenvolva aqui no Brasil é necessário patrocínio e 80% do orçamento do projeto Festival de Curitiba advém dos investimentos, um capital de R$8 mi iniciais e de outros R$5 mi, que foram levantado para que a 22a edição pudesse acontecer com a estrutura correspondente à tradição da cidade curitiba, conhecida pelo gosto da arte cênica e música. Segundo Leandro Knopfholz, o turismo e o teatro movimentam nesta época de Festival um montante de R$25mi. Os patrocinadores endossam a cultura e divulgam suas marcas através de seu próprio setor cultural, da forma que acha mais coerente.

O modelo implementado no Festival de Curitiba segue os moldes do evento cênico da Escócia, que acontece desde a década de 40 do século passado no mês de agosto e consiste em uma série de festivais simultâneos de arte e cultura, o Festival de Edimburgo. Leandro diz que “a semelhança começa pelo evento paralelo aos grandes espetáculos, que carrega o mesmo nome do que o de Edimburgo, Fringe. Toda essa estrutura é um marco anual para a cidade. O intuito de toda a produção de ocupação dos espaços com a arte e o estreitamento do negócio cultural, proporciona entre os investidores do teatro novas realizações. Um mix criativo relevante para o tipo de economia nas sociedades”.

Leandro Knopfholz é administrador de empresas, com mestrado em Gestão das Artes pela City University, de Londres. Criou e dirigiu a primeira edição do Festival de Teatro de Curitiba em 1992 – com 19 anos (nasceu em 31 de agosto de 1973) –, função que exerceu até 2000, fazendo do evento um dos principais encontros da classe teatral do país. Assumiu então o setor de Ação Cultural da Fundação Cultural de Curitiba e, em 2006, tornou-se produtor da Cia de Dança Deborah Colker. Em 2009, retomou a direção do festival. "

Para a academia e banca disposta em analisar o conteúdo de produção jornalística.

Fonte
http://www.jornaldeteatro.com.br/noticias/destaques/2019-leandro-knopfholz-diretor-do-maior-festival-da-arte-cenica-nacional

20 de abr. de 2013

A consideração



Os compromissos fazem parte do tempo. O tempo não é apenas dinheiro como o princípio burguês sugere. O legado maior da vida (em conjunto) é a consideração que perdura durante todo o tempo afastado de alguém, que não foi algo durante o tempo vivido próximo em alguma fase; um contato antigo que permanece intacto, segundo a intimidade da ocasião.

Motivado pela conversa que tive com um ex camarada de trabalho, enquanto eu era recepcionista de uns flats tradicionais da Zona Sul do Rio, o Diego, percebi que a importância daquela ocupação de remuneração pontual, por qual nos conhecemos, era apenas o cenário para expandir conceitos de como entender a vida sem utilizar das necessidades, parâmetros de equilíbrio para se julgar o momento.

Percebo que os mesmos adjetivos continuam a me emplacar, no sentido de definição. Já incomodou mais. Entretanto, atualmente, eu adoto um comportamento emocional mais evoluído - não por querer. O tempo que não é o dinheiro, envelhece e traz experiência. Até porquê pode-se entender o rótulo como um prestígio. Isto, quando há sensibilidade e filosofia para não deixar a oportunidade de saber da vida por através dos sentidos: visão, tato, olfato e audição (fiz questão de dar os nomes).

As propostas midiáticas e as emendas de governo atribuem um caminho estreito de opções. Se o espírito crítico comum permanece inerte, a consciência egoísta procede conforme o projeto do mundo criado pelos sujeitos que praticam ação. Um domínio que a maioria entende como correto e faz destoar o que não segue o padrão decisivo.

A minha consideração é mútua quando encontro alguém que foi(é), ou melhor, permaneceu querida, mesmo quando a catacrese do ponteiro das horas, por incontáveis vezes, tenha girado e marcado o tempo afastado. Os sentidos, me tomariam muito tempo de vida a explicá-los, talvez em alguma outra parte do meu diário.


Rubens Barizon
Com sentimento de estar rumando na direção certa, ou do bem.

14 de abr. de 2013

Silhueta da imagem - o caminho em exposição


O texto deveria iniciar com qualquer palavra de negação. Pois, de certo, falaria melhor ao leitor o sentimento contrário ao 'não', que no decorrer das palavras deste confessionário (diário de bordo da vida), se esvai de bate papo. Resistente aos anos e qual aos temas, faz sostenir assuntos elaborados pela ocasião animada, o propósito deste espaço se mantém.

Considerando as balelas pessoais e a cronicidade do momento oportuno, a poesia prosaica do ser moral se acasala com a emoção. No caso, todas as possibilidades podem se resolver com os caminhos que surgem para o brilho do sucesso; turvo pela quantidade de direção a seguir e claro diante a coerência da vida equilibrada. O exemplo: a velha estrada e no fim dela, três caminhos. O do meio, o mal que alerta o errado e os outros dois, esquerdo e direito, os caminhos que conduzem ao apogeu de maneira diferente.

Habilidade de ouvir, o argumento que fecha com certeza, credos que resistem ao fundamento da emoção que Sartre tenta explicar, e no demais, o homem se amadurece para as responsabilidades múltiplas que a pós-modernidade aplica. O conjunto (convergência) demonstra-se como ironia do modelo de consumo infindável, já que para se obter uma estabilidade deve-se acumular.

As decisões a serem tomadas, inevitavelmente, passam por esses questionamentos. E com relação a audiência que decide o que será correto (lucrativo), os reality shows brincam como casinha de verdade com a publicidade da vida feliz.


No assunto com Rubens Barizon

1 de abr. de 2013

O valor do amor e o valor da paixão perante aos valores individuais (em sentimentos) e diante ao coletivo dos espécimens


A paixão se esvai quando um alguém for intitulado como sendo um personagem dos acontecimentos e fatos. Se estamos num bar, e tiverem aí, interagidos com uma emoção à tanta de se festejar, lá vamos expôr nossas maiores tendências. Os impactos vão para o linear que o bem estar se compromete, não resistem ao correto amor de respeitar o outro com uma justa dignidade de alma, carne e respeito familiar.

Se estamos na pureza de entender o outro com as suas indagações, o conceito vai além do coerente para os demais. As concepções devem ser pelo bem do ser humano sem disputa de ego: por meio de amor e justiça: A família dos amores em equilíbrio; Pelo menos com o caráter; Nada de devaneios com interação de consumo, somente em caso de paixão compulsiva.

- Controla aí, menina. Tuas afeições me cativaram, mas vamos com calma!

- Ah! Mas você hein; pensei que tu veio pra ficar bem comigo. E já tá assim agora?

- É porque tu desse jeito me faz acreditar demais nas coisas. E depois, apaixonante da melhor qualidade, voa como um pássaro.

- Diga-me, então. Somos um em uma forma de dois, e aí a paixão teria que vibrar o amor. Num é assim?

- Me parece pouco provável! Mas vamos lá até que a ressaca se aguente sem prejuízos.

- Se nos for comprometer com tais negativismo o amor não resistirá aos medos. Com todo o respeito de uma mulher real. Não vinda apenas das costelas.

- É uma ótima resposta a tua.

Num ato de descobertas próximas dá pra perceber o fluxo de cada um. A direção nem sempre condiz uma com a outra. Se nós sozinhos em formato cru, já é fácil de confundir, imagine quando a opinião alheia e permitida, ruma à outra direção que não seja a tua.

Um texto bom tem que ser contextualizado.


Por Rubens Barizon
(manuscrito guardado para a eternidade)

18 de fev. de 2013

Recomeço do ciclo anual

O carnaval acabou, mas a poeira demorou a assentar, muitos blocos ainda circularam nas ruas do Brasil todo no fim de semana após o término da festa no calendário. Em especial no Rio de Janeiro, de onde vos falo. Vai demorar um tempo para cair a ficha de que a folia deve ser deixada para trás e que hoje, segunda feira dia 18, é que o ano começa.

De certo que a cobertura sobre a multiplicidade étnica, cultural e social do evento em si, permitiu uma intervenção momentânea durante o período de folia veraneia do hemisfério sul. O vício de ser folião e todos os seus contrastes, a alegria e a simplicidade dos nada corriqueiros blocos de rua, a magnitude e deslumbre das poderosas escolas de samba, artistas e anônimos, o luxo e o lixo, a organização que sobrevive da desordem e tudo envolvido num mesmo espetáculo teatral, o maior do mundo, o Carnaval.

Menciono o sul, pois o Uruguai tem o carnaval mais longo do mundo com coreto e exibições teatrais - mesmo! a Colômbia, Venezuela e por aí vai. No cenário nacional, O Galo da Madrugada com seus milhões de componentes, a Vila Isabel com o enredo dos agricultores e a Mocidade Alegre em São Paulo com a sedução campeã. A partir daí pode se entender o tropicalismo no Brasil, a sociologia em desenvolvimento, bem como a economia em inflação quase máxima. A poupança, essa vale pouco durante o ano inteiro, não no carnaval que se gasta além da conta.

Ainda não havia começado a celebração dos dias que precedem a quarta feira de cinzas, que por aqui também é comemorada como carnaval, quando já pegou fogo na Boate em Santa Maria, o que acarretou uma série de cancelamentos na programação cultural de todo o país por falta de estrutura nos teatros; ainda era carnaval quando o papa, a entidade maior da igreja, renunciou ao cargo no vaticano e até meteoro caiu na Rússia, algo que não era esperado nem pelos especialistas nesse fim do carnaval.

O entrudo dá lugar a encenação da paixão de Cristo e aos chocolates da páscoa que tomam as vitrines, dando a sequência anual aos acontecimentos da agenda temática que a vida prega: com enredo, personagens e as variações conforme a moda que faz do espectador coadjuvante uma marionete, como um destaque ativo de lucro.

8 de fev. de 2013

Ao carnaval por querer

Aonde está a alegria haverá também, por perto, ou em algum lugar, para equilibrar.


Ah! deixe-me explicar qual a ideia eu quero utilizar aqui: o carnaval na folia e ali as situações mundanas.


As frases são curtas para soarem como conselhos de amigo. Para isso eu escrevo.


Dançaremos ao som do cavaquinho, mas olhemos com a malandragem sagaz do samba, o outro lado.


Os gastos, digo, segurança. O conforto, digo as férias, sabe evitar confusão e de pisar próximo à ela.


De resto, acredito até que o cara mal humorado o ano inteiro pode se divertir.


Por Rubens Barizon,
com respeito às pessoas.

2 de fev. de 2013

Crônica sem papo de jornal

Como é bom ser normal e livre para escrever o jargão sem culpa de nada. Salve! a independência do veículo próprio. - lar, doce lar. Até porque, como vou falar do que está na boca do povo sem usar esse termo tão bem definido?


Os adjetivos parecem vilões a serem combatidos o tempo todo, macacos me mordam. São tantas as convenções para comunicar bem tudo que vira notícia sem nem pedir licença aos modelos populares de construção simples de frase, que esquecem da máxima esportiva, em time que está ganhando não se mexe.


Ontem ao responder o garçom, surpreendi até a mim mesmo, ao confirmar o pedido com um beleza pura que substituiu na situação o tranquilo bastante usado pelos jovens ao concordarem com alguma decisão.


Resolvi com este texto, ministrar uma singela liberdade aos jornalistas que arrancam os cabelos para criar frases concisas como diz o mandamento do bom jornalista e blá blá blá. Convenção que seria de muita valia se realmente tivéssemos uma quantidade decente de leitores assíduos e uma postura de classe dos professores do curso de jornalismo que diminuem o nosso salário durante as aulas: se querem dinheiro, procurem outra profissão. O maior jargão a ser combatido deve ser este. Passível de CPI.


Por mim (opinativo mesmo), não seria preciso um diploma para escrever e ganhar pouco. Que balela idiota! refiro-me aos perdedores que diminuem o nosso salário e às regras impostas como um bom texto a se ler com toda aquela clareza, objetividade, informações, leads e outras convenções. Jesus.
Tenho dúvidas se para escrever um roteiro, existem tantas regrinhas também. Espero que não.

Os 100 anos de Rubem Braga é o que me motivou a erguer a bandeira que o texto pode ser incrível sem nem ter um tema pautado para redigir uma leitura como a do jornalista nota 10.


Até pra escrever número tem regra. Repito 1 ou 10.000 mil vezes o que me der na telha, da maneira que me vier na mão, quando estou a escrever.
Não estou no trabalho e dou-me permissão a isto, pondero ao meu próprio texto.

Soltem os cachorros e balancem a roseira, afinal das contas !É carnaval!


Por Rubens Barizon


7 anos de horizontecurvilineo. Parabéns para este aqui, que é o meu cantinho, o meu refúgio.

13 de jan. de 2013

A primeira data 13 no ano 13 do século vinte um. Imagino como será a primeira sexta feira 13 deste número 13 de muitas místicas.

Como o primeiro grande evento da programação brasileira de festivais esportivos internacionais, a Copa das Confederações chega para ser o primeiro desafio que o país precisa representar para todo o mundo.

Teremos a campeã Espanha participando - o país europeu que o Brasil menos se entende nas fronteiras, a não ser é claro, pela exportação de jogadores de futebol.

O 13 é também do Zagallo, o maior participante de Copas do Mundo. Ele faz engolir o número, se desafiarem a sua crença no trabalho dedicado. Jogada de mestre.

O Maraca só vai reinaugurar-se apenas a pouco dias da Copa das Confederações e as desconfianças circundam, inevitavelmente, entorno da infraestrutura para os eventos conseguintes. Torço, ingenuamente, para que não coincida com "the first friday thirteenth" do ano.- Não conferi!

A fórmula da crônica de Rubem Braga, parece ter contagiado as minhas palavras". Se o Capixaba tivesse vivo, completaria 100 anos por esses dias.

Uma representante do número 13 da mídia, seria... quem mesmo?

Rubens Barizon no ano de 2013, no primeiro dia 13 do ano.

3 de jan. de 2013

A sequência do homem

Lances para 2013 com hábitos desnecessários dando espaço aos votos de avanço.

Janeiro, o primeiro mês do ano. Com o maior número de dias possíveis. São apenas doze no conjunto que forma apenas um, com 365 capítulos. Já estamos no terceiro.

O ano progride a partir de já. Salvemos a esperança das crenças, da pura verdade do que prometemos. Daquilo que iremos cumprir conforme a expectativa de colheita do ano passado. O benefício do trabalho é uma constante sem o cansaço da comemoração.

Na melhor parte é que devemos anular o que foi feito de errado. Nortear o problema que serve como uma motivação a parte. Todos nós carregamos incertezas que delas só escaparemos se não houver reclamações ou entrega dos pontos que obtivemos com tamanha dificuldade. O conjunto se sucede periodicamente. Em forma de NÃO e com a meta do SIM.

.....
6, 7, 8, 9


Por Rubens Barizon

10 de dez. de 2012

Os 4 'Bros

A ideia clara dos irmão de fim de ano. Como vivemos à cada 365 dias e algumas horas, anualmente, percebemos os quatro Bros do fim do ano - pois bem: SetemBro, OutuBro, NovemBro e DezemBro - este último, um mês de comemoração e votos de prosperidade para o ano conseguinte.

Partindo dessa premissa, no hemisfério sul pelo menos, o fim de ano divide espaço com as estações de primavera e verão. O Rio de janeiro nessa escala, nos 'Bros (este texto) apresenta a flor antes de oferecer o sol, com as certas pancadas de chuva - perigo!

A proximidade com o espírito natalino, sempre resgatável, aliado com a fé de planejamento do novo ano !Reveillón! os últimos meses do ano não poderiam ser diferentes, irmãos. Daqueles que se preparam para apresentar o novo ano com a esperança de melhoras e de um término feliz para continuar a sorrir enquanto vivemos neste ciclo, que é a vida.

O registro é o natal, a certeza de um ano que se encerra e também se inicia como quem fossemos, irmão de calendário.


Por Rubens Barizon

4 de dez. de 2012

Resenha - MDNA, tour - Rio

No melhor estilo Madonna, o show do tour MDNA da diva, no Parque dos atletas - Rio, deixou aquele sentimento de pecado e crença que a Popstar de 54 anos transformou em marca registrada.

O terceiro compromisso da cantora 'performer' com o público brasileiro começou com o soar de um badalo, um defumador gigante sacudindo os maus olhados em ritmo de procissão. O que criou um suspense ainda maior, foi quando por tras de uma cortina, no cenário repleto de aparelhagem dirigido pelo produtor Jake Berry, Madonna apareceu ajoelhada erguendo um terço e fazendo o sinal da cruz, como quem antes de pecar, pedia licença a Deus para começar a sua apresentação. O atraso da entrada no palco incomodou grande parte do publico. E não podia ser diferente, era domingo e o local do show apresenta difícil acesso. A chuva pouco antes do show acalmou os ânimos.

Já sobre o palco, Madonna apresentou o CD da turnê e protagonizou cenas teatrais empunhando armas de fogo. Durante a musica "Gang Bang", ela acabava com os seus inimigos bailarinos com a provocação sexual de sempre. No cenário, um quarto de motel tinha uma cruz de ferro em foco, que servia para a musa escalar toda a estrutura e disparar todo o repertorio durante o 'hit'. Madonna caminhou sobre a corda bamba (slackline) e cantou suas cancões agarrada na guitarra, acompanhada pela banda. Rocco, um de seus filhos, que nao passa dos 12 anos de idade, também fez a sua parte ao lado da mãe, no mesmo momento que os bailarinos se apresentavam de maneira solo. A diva teve ousadia para mostrar o lado piriguete, com requebradas dignas do funk carioca.

A repercussão das quase 70 mil pessoas que estiveram presentes no evento foi a melhor possível. Basta saber, se o pique de trinta anos de carreira da Popstar ainda tem fôlego para estar em cena mais uma vez em terras brasileiras. A cantora tem mais 3 apresentações por aqui: São Paulo e Porto Alegre.

Por Rubens Barizon


["Don't try, Bitch" - frase repetida por Madonna diversas vezes durante o show]

24 de nov. de 2012

Propostas

Não se enxerga mais as calamidades que estão bem na sombra do nosso nariz. O

perfume não é o da fada, mas o cheiro azedo da farsa. Antes, o intuito deste

texto fosse a composição de uma poesia adulta como as de Fernando Pessoa e suas

impessoalidades. Entretanto, o contexto é o pós filme "Half nelson" do diretor e

roteirista Ryan Fleck, com o ator Ryan Gosling.


No longa metragem o ator canadense é um professor de história em uma escola

pública de um gueto norte americano. E na ocasião, ele não vai salvar os seus

alunos com as suas classes, que instigavam os seus estudantes a pensar de forma

crítica sobre as mudanças durante a história mundial e as oposições que o mundo

propõe como opção. A disciplina que o personagem ensinava durante as aulas não

era apenas a matéria didática da pedagogia de um professor e também não era

sobretudo, as suas tendências comunistas ou as suas experiências pessoais que

lideravam as aulas, mas a verdade estampada na realidade que o assombrava por

conta das drogas.


O filme desperta uma reflexão ambígua sobre como é ser correto de uma forma

tortuosa. Nada que os alunos não pudessem perceber, já que onde vivem, acaba por

ser comum o uso de drogas e consequentemente, esse comportamento mais largadão do

professor que em alguns momentos chega a nao se aguentar acordado durante as

aulas. Após uma aluna o ver completamente dopado em um dos vestuários da escola,

a intriga do filme entre o professor e a menina refém desse segredo começa. Mais

tarde, o professor descobre que a menina ajuda um dos seus fornecedores a vender

a droga que ele consome e o ciclo vicioso termina, com a preocupação da

adolescente com o adulto usuário de droga.


O diretor retratou a ficção comumente relacionada com a realidade, de maneira que

o texto da também roteirista Anna Boden encaixasse perfeitamente como exemplo de

um problema contemporâneo, não pontuando o que venha ser certo ou errado.


Por Rubens Barizon

10 de nov. de 2012

Resenha privilegiada pelo trabalho oficial


Lady Gaga's ministry

A Lady Gaga, ontem, 9/11, passou pelo palco carioca de modo arrebatador com os sucessos da turnê internacional Born this way ball. O show número sessenta e 8 da artista, rendeu uma ótima impressão no Parque dos atletas. Seguindo o propósito do show, a novaiorquina de vinte e seis anos de idade cativou. O agito das músicas embalaram o público.
- O que se espera de uma pessoa tão this way? Um show com tamanha satisfação. Na produção se comentou que é esse o número de shows que ela vem repetindo. Porém, você acompanha facilmente pela página oficial da cantora na rede. Os seus discursos impressionaram. A 'artista monstra' mencionou o dito do Rio ser o futuro potencial e também sobre os políticos da nossa terrinha. Além é claro, do show particular. Ela alegou não ter um gênero, e sim, ser uma humana: daquelas! Terminou essa sequência com o voto de "-traíram-me novamente", caindo para trás nos braços de um de seus bailarinos. Depois, ela passeou pelo seu castelo, por onde a banda se espalhou. Os espaços do cenário eram bem definidos. E no topo do castelo, o seu som junto à presença de palco, traduzia para o público as lembranças do show. Lá de cima ele dizia que podia ver todos. Falou sobre o amor e entre os quadros, figurinos pesados e sensualidade séria, ela implicava com fulgor para que as mãos da galera ficassem permanentemente ao alto, que estima-se ter sido de 40 mil pessoas. Toda a estrutura, traz ao nosso país um entretenimento que mistura diversos tipos de pessoas e sociabilizações. Histéricos, família, gays, héteros e muitos fãs animados.

Daí, é que foi um ótimo show. Falta ainda São Paulo e Porto Alegre aqui no Brasil. All Good Wishes, Stefani Gaga.



Resenha sobre a "Born this way ball" aqui no Rio de janeiro.
Por Rubens Barizon

7 de nov. de 2012

Tecnologia quente


A Microsoft planeja investir 200 milhões de reais no Brasil.// O projeto visa o desenvolvimento tecnológico no país//. A base será um prédio no centro histórico do Rio de janeiro. Nesta quarta feira o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações(MCTI), Antônio Raupp e o Ministro da Educação Aloizio Mercadantes, vão participar de uma cerimônia para as assinaturas do acordo com a gigante da informática. A companhia já conta com bases de pesquisa semelhantes na Alemanha, Israel e Egito. O modelo de pesquisa a ser instalado na cidade do Rio de janeiro vai ser o quarto pólo internacional de peso da multinacional.//

No modelo de radio. Rubens Barizon

5 de nov. de 2012

Palestra Munir Kanaan e Flavio Fachel


A Semana da Comunicação 2012 recebeu na terça-feira à noite, dia 23/10, no auditório do Campus Tom Jobim-Barra, o repórter da TV Globo Flávio Fachel e o ator, diretor e roteirista, Munir Kanaan. Ambos os convidados compartilharam das suas experiências profissionais com os alunos e professores da Universidade Estácio de Sá.

Flávio Fachel voltou o seu discurso para a mídia televisiva. O repórter gaúcho passeou pelo seus vinte anos de carreira, que vai desde o trabalho como correspondente internacional em Nova York, até a sua vivência na Amazônia como jornalista e militar. Como nota universitária, vale destacar a importância que o jornalista deu para as disciplinas determinantes para a formação de um profissional do segmento - Teoria da comunicação e Técnica de reportagem e apuração. Segundo Fachel, essas cadeiras resumem o perfil do curso de jornalismo. A ênfase dele pairou sobre a necessidade da apuração dos fatos e não na busca da verdade como notícia. Mencionou também, o clichê de que o jornalista primordialmente precisa conhecer quem sabe do assunto, ao invés de pensar que sabe de tudo. Nessa linha de pensamento, ele concluiu ser daí que as maiores barrigadas surgem.

A importância do diploma para o jornalismo foi um tema abordado pelo próprio convidado. E diante das suas ponderações, Fachel disse que o diploma apenas tem relevância por causa do baixo nível cultural do Brasil, o que satisfaz a hipótese de um acordo entre os jornalistas, as redações e os profissionais de outros cursos. Quando o mercado de trabalho entrou em questão, ele destacou os diversos caminhos que existem para os futuros jornalistas e se demonstrou otimista com a mídia alternativa. "A maioria dos estudantes almejam os grandes veículos, onde as vagas são limitadas, e perdem a oportunidade de buscar o mercado como um todo", completa Fachel.

Em uma citação de seu colega Marcelo Canelas, Flavio Fachel esclareceu o dever do jornalista de "jogar luz no fato", o que integra o seu ponto de vista com a apresentação de outras informações lembradas logo em seguida. Quando alertou que o jornalista de televisão é parte do meio e não o protagonista da notícia. Deste modo, associou as dicas com o estudo do canal, do ruído e da mensagem veiculada pelo meio. Para tal carreira na TV, ele recomendou o curso de teatro como um bom recurso para desinibir diante as câmeras. O trabalho em equipe no jornalismo é determinante e a edição deve ser pensada em todos os aspectos da produção de uma matéria: ao formular, informar se preocupando até com a entonação usada para atingir o público de massa e o impacto gerado com a informação.

Quando foi perguntado sobre o suicídio coletivo de uma tribo indígena, ele contestou com certa temerosidade e afirmou que o Brasil de verdade (grandes cidades) ignora os acontecimentos mais sensíveis.

Munir Kanaan contou sobre o papel principal estrelado por ele na Multishow, em "Os Figuras" onde ele viveu o personagem André. O artista multimídia, sócio diretor da agência Gengibre, apresentou a sua websérie chamada WC. Um divertido humor passado no banheiro, pelo personagem "Warderley Cardoso". O projeto que estava arquivado na memória do ator foi posto em prática, logo após o artista convencer toda a equipe de produção do programa. O bom astral do convidado deu o ar da trajetória que ele cativa. A convergência das mídias foi um assunto levantado por Munir, que alegou não produzir nenhum conteúdo focando somente em um tipo de mídia.

A convicção de que o futuro será a TV e o computador no mesmo monitor, anima as produções de conteúdo autoral do criativo Munir, que confessou não ter um plano de mídia para veicular os seus produtos. Ele ainda considerou a nova geração de utilizadores da internet e alertou a sua preocupação com a linguagem dramaturgica em suas produções. Os estudantes de cinema eram os mais interessados em perguntar para o profissional multifacetado.

Os convidados ainda foram entrevistados no fim da palestra pelos colegas da Tv Estácio. Profissionais desse calibre são de extrema importância para os alunos gozarem de novos conhecimentos sobre mercado e ampliar a formação da carreira de comunicador social.

26 de out. de 2012

A mídia ideal para a receita de cidadania


Um fato deve encandear a curiosidade como uma notícia interessante. Atualmente, o que é considerado uma notícia, vem das matizes culturais e sociais em desenvolvimento confuso. Por expansão da tecnologia e da cidadania na contingência.

O Brasil evolui de forma similar aos demais acadêmicos do mundo, no entanto, peca no interesse coletivo. Quando a segmentação social homogeneiza em tentação à seus hábitos, uma série de fatores divergem sobre as opiniões. O foco será sempre o mesmo, a padronização de consumo e logo o cansaço - a parte ruim das grandes potências. A identidade cultural é uma das formas de dissolver o bombardeio da mass media, diante tamanha a interatividade do novo público, apenas consumidor. É aumentar a necessidade da sociedade de se criar com as próprias notícias, a sua direção.

Quando o questionamento por uma receita é mais do que por informação útil, o baixo consumo das mídias alternativas se apresenta. O gênero comunicador ainda é muito recente em nosso país. Definir uma interpretação com a pluralidade ideal de um formador de opinião. O propósito da notícia, da sua veiculação e da reação dos consumidores. A mídia brasileira noticia a sequência dos fatos para o leitor com um baixo entendimento da informação por esclarecimento trivial que ainda falta, tanto do noticiador como para quem procura o que interessa. A mídia didática deve auxiliar as grandes matérias. Esclarecer assuntos que parecem simples ao olhar de quem entende, um bem estar intrínseco. O meio da informação que chega até ele, leitor, concorda aos núcleos de formação de opinião. Não significa que os patamares intelectuais do Rio de janeiro estão afastados, ou se é por falta de sintonia ou história. A grande mídia não orienta se quer o uso dos seus produtos com rótulo de notícia útil e expõe a diferença definida para a gente destoar um do outro. O espírito comum e a publicidade de massa.

["O meio é a mensagem", Marshall McLuhan]

Enquanto houver pouca família feliz com as tradições, poucos filhos sem prezar os pais por convenção e o cultuar do respeito de casa, mediante a qualificação das escolas, a comunicação comunitária esbarrará na ótica dos empreendedores desleais. A moralidade cívil, a boa fé, a cultura e a natureza no grupo segmentaria uma ética mais apurada àqueles que fomentam a riqueza oriunda da ganância. A receita do lucro material, sobrepuja a estratégia de atuação acadêmica com o estágio na comunicação comunitária/alternativa, em comum acordo com as oportunidades de mercado, e aos olhos nus, sem ideal.

Por, Rubens Barizon

11 de out. de 2012

O circo alegre

"Respeitável público"
Assim, como no circo, deveria ser anunciado o histórico julgamento do caso mensalão. Sem alusões as calhordas do palhaço traiçoeiro. Todavia, de uma forma a se considerar o avanço no setor judiciário Brasileiro.

O destaque que a mídia vem dando diariamente em seus veículos, envolve o reconhecimento, pelos leitores, do caso extraordinário nos tribunais de Brasília. A maioria da população ainda não acredita no que está acontecendo. Talvez pelo histórico dos nossos governantes, ou talvez pelo conceito cultural apolítico instalado na nossa sociedade. Mas sem dúvidas, o mensalão ganhará lembrança como o primeiro caso envolvendo políticos de calibre a irem para o tribunal, por crime sinônimo de política Brasileira: a corrupção. Tão pouco creio que esse escândalo de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção ativa tenha sido o único esquematizado(não isentando o passado), pelos corredores do planalto. Entretanto, foi o qual a União teve a competência de dar um basta! e julgar os parlamentares envolvidos, anteriormente intocáveis e hoje réus.

Não temos ainda a definição de nenhum encarceramento determinado pela cúpula julgadora do STF, porém, há expectativa de que toda a tenda armada não termine em chamas com um número mal executado pelo trapalhão. E que uma decisão para o bem do futuro, seja permitida aos malfeitores - condenados na cadeia - como exemplo para quem pensar em desviar dinheiro dos cofres públicos.

O mensalão e a repercussão de toda a patifaria política sobre corrupção no Brasil, pode deixar um legado importante tanto no congresso como também em nossa sociedade. O sentimento de impunidade se esvair. E que as pizzas servidas no final das plenárias do governo, sejam servidas na cadeia para os futuros cárceres.

[Afinal, no circo não se costuma comer pizza]

Mensalão,

Por Rubens Barizon

4 de set. de 2012

Resenha do curta "Mãe gentil", de Carlos Baliú


Com diversos personagens da nossa nação, o diretor do curta utiliza o conhecimento de diferentes tipos de pessoas sobre o hino nacional brasileiro para criar uma estética dinâmica de comparação. Eram analfabetos, intelectuais, jovens, velhos e crianças. Cada qual com uma interpretação distinta do hino.

Com um toque irônico, a linguagem se expande no decorrer da produção audiovisual em tom bem humorado. Os personagem são bastante contundentes, mesmo que ingenuamente os discursos revelam uma preocupação com a plataforma social como mensagem. Quando muitos perguntados sobre o significado das palavras do hino, incluindo os mais esclarecidos, acabavam se embolando durante o discurso. Outros erros comuns eram na melodia, nas frases semelhantes e no texto extenso. São tantas palavras rebuscadas, que para entendermos bem a nossa pátria mãe gentil através da música, deveríamos agarrar o dicionário e, ao menos saber o contexto em qual foi composto tamanha síntese de palavras para um país de tal dimensão como o nosso.

Um verso do hino em especial ganhou destaque em forma de calúnia: “deitado eternamente em berço esplêndido”, quando um personagem faz a comparação do verso com a preguiça do povo e o que seria realmente um berço esplêndido. Na sua opinião seria um berço de ouro, o que não condiz com a realidade, convenhamos. E ele ainda vai além, dizendo que se o verso tivesse sido extinto na época do governo Médici, o andamento das coisas talvez seria diferente – sarcástico, porque grande parte da população nem mesmo sabia cantar o hino - pra que mudar o que não se compreende? O entendimento para uma nova história se constrói na convergência de diversos fatores.

["A gente não quer só comida, a gente quer bebida" e também uma resenha. Né?

23 de ago. de 2012

Cariocinese

Por Rubens Barizon
O conforto das possibilidades bate a nossa porta. E é aí que vemos qual a real cultura de um povo. A facilidade de consumir com a ampliação do crédito brasileiro e a necessidade do desenvolvimento social de estrutura.

Os grandes veículos brasileiros perduram o absolutismo de controle de massa. Não que isso seja algo do qual nunca ouvimos falar. Entretanto, o momento da história é um outro. Tão perto, que esticando o braço, se pode alcançar o fim da série: país do futuro. Suavizo a ideia para não afrontar as novas tendências ou emocionar os lados, sejam lá qual forem.

Nosso avanço econômico remete muita enrascada para a educação financeira, condução familiar e relacionamento cidadão. Ao invés do interesse de privilégio e posse, devemos fazer com que a fase de ouro da economia global, para nós Brasil, deixe o legado de desenvolvimento humano interpretativo, já! E de pronto utilizar da tal febre de acesso local as informações instantâneas da internet, e quaisquer outras distrações da indústria hightech, para dar atenção exatamente para o que nos circunda efetivamente. O índice de analfabetismo no Brasil é maior ainda do que no Zimbábue, país africano com apenas 5% do PIB brasileiro. Não há condição de desenvolver uma democracia com tais números registrados pelo IBGE e IDEB. Porém, o preço sobe r todos continuam a usar os seus créditos para se comprometer com o que o sistema de consumo mais quer: a acomodação irresponsável. O esporro serve para, desde o estatuto até você, leitor. A atuação socioambiental e administrativa dos bens e do espaço, se incluem no assunto por direto de lambuja do escritor. Temos que tornar o nosso território em prosperidade, para evitar novos acontecimentos elusivos, facilmente abafados.

Atualmente, compreender a necessidades pós moderna de caráter político e de uma governabilidade avançada pela rede, já não faz da crítica uma oposição ao modelo capitalista regente. Todavia, vale o alerta para a necessidade de parcelamento dos ganhos. Planos e licitações de incentivo ao princípio de cidadania, concretizariam uma base sólida para a sociedade brasileira contemporânea. A crença de criatividade e extroversão do Brasil não aguenta mais parar ali diante ao futuro e morrer no domingo de praia. O espírito crítico comum pode e deve alimentar uma maior parcela da população, acabando com as estranhezas entre o vínculo de grupo no avante do amadorismo para um tipo de sociedade madura e responsável pelo controle dos atos essencialmente BRASILEIRO.

5 de ago. de 2012

O esperado ouro de agosto


A notícia da presidente Dilma na última quinta feira anunciou a entrada da Venezuela no Mercosul. O veículo foi o rádio e o programa que forneceu a informação foi "A voz do Brasil". O famoso horário político das 19h.

O presidente Hugo Chávez se entusiasmou com a parceria. Fazia 6 anos que nenhum novo país atingia os índices exigidos para o ingresso no bloco econômico latino americano. (último antes da venezuela) Parece gafe, mas o ditador venezuelano aceitou bem o acordo e estava até animado. O país detém um significante potencial energético mundial e a relação internacional com outros atores do continente também está por conta do projeto de desenvolvimento econômico e social, qual o país socialista se propôs. O projeto Simón Bolívar iniciou em 2007 e tem prazo de validade até 2013. Entre os principais tópicos estão a adequação dos limites do governo socialista, a matriz energética potencial e a necessidade de inclusão humanista com o avanço sistêmico dos rankings. Com a entrada da Venezuela no Mercosul, o Brasil é a 5ª economia global.

Diante ao cenário político efervescente e as mesmas más colocações nas olimpíadas, o Brasil avança na política internacional durante o segundo mandato do partido dos trabalhadores. As dúvidas ocorreriam se qualquer outra frente política estivesse na esplanada da alvorada. Não tivemos aqui um um libertador do império português, porém, a mistura de cultura de quem pode mais atinge diversas camadas e acaba de modo inédito no supremo tribunal federal com o julgamento dos acusados pelo caso mensalão - a corrupção. Nada ainda está decidido. Metidos no processo estão os seguintes nomes: José Dirceu (ex-ministro da fazenda), Roberto Jeferson (envolvido e denunciador) o ex tesoureiro do tribunal de contas da união. A preocupação é a seguinte. Quando as diferentes vertentes estarão enfim, sob as condições amenas de associação entre os movimentos sócioambientais e as outras matizes da nossa governabilidade?

A interconexão da modernidade custosa avança com um intuito estrutural de base sólida, e isso deve ser equilibrado fielmente às repercusões que geram resultados no comportamento dos que estão incluídos no esquema geral da realidade em nossa pátria gentil. Insisto no apoio linguístico e nos seus significados, na relação digna entre os participantes e então uma cidadania vinda de qualquer lado com destino em qualquer estação.

Rubens Barizon

29 de jul. de 2012

A do ser


A vida prega peças e disso, já não tenho mais aquelas dúvidas surpreendentes de, " - Por quê, isso? "

O que te acarreta um impacto, diante à você e seus respectivos, cada um em seus meios, marca na pele e na vida interna a conjuração parcial de margem errônea, assertiva ou de senso crítico comum. O fato que se conduziu por experiência cultural singular - modo que se vive, reproduz cenas parecidas com as já vividas, para que certos atos a partir de então, valha como comportamento ajustado pela razão. Ao invés, de se seduzir por efeitos maiores da interação desnecessária. Digo essa reflexão pelo fato de ter preparado um segmento de disciplina por (tentativa) que me deparo. Alguma semelhança da vida de outro ser,que acaba referindo-se a minha vida que segue. Tal percepção me faz auto vacinar e tornar o bem mais próximo ou se a dúvida persiste, o ciclo continua repetido.

A emoção basta estar no calibre.

["eu só precisava de uma frase para terminar", Verissimo]
Rubens Barizon

13 de jul. de 2012

Íris, a menina dos olhos

Íris, a menina dos olhos


Na fotografia, a íris funciona bem como uma aproximação da realidade com o que se estagna em dado momento pelo batedor. Com alguma técnica ela passa naturalmente dos teus olhos para a câmera. Essa sensibilidade, Íris, eu a deixarei para um outro. O sentido descreve a tal possibilidade do tato.

Com o intuito da verdade, aí sim a íris confirma o caráter. E, honestamente, te observando daqui, Íris, eu vejo bem essa dualidade romântica. Sabe...? um acordo prévio definido. Aquele caminho da poesia quando "os olhos como o espelho da realidade" descodificam os entrelaços que poderão surgir. E com essa formosura toda, só faz aumentar a amorosidade pelo o que é certo para você, minha clara ideia; caso essa mirada seja para o homem que por ti espera. Quizá, em pouco tempo.

Por meio do olhar, o amor se toca e o tato é uma ferramenta do sentido privilegiado. 'Espacificar', interpretar e entender quase se estivesse grudado ao outro, numa simples troca de sintonia.

- Ah! se você, das fotos que registro com a minha própria Íris, brilhasse em meu destino justo como nesse devaneio do coração em palavras.

9 de jul. de 2012

Tempo para conscientizar a economia
Serão inestimáveis os benefícios se as metas ambientais alcançarem seus objetivos. Do interior gerador de energia às metrópoles, todos contextualizados com uma norma pública engajada na economia verde.

Arelação política do Brasil com o meio ambiente teve início na era Collor. Essa oficialidade veio justamente no ano da Eco 92, quando foi instaurado o MMA – Ministério do meio ambiente. Na ocasião a luta era travada contra a potencialização do efeito estufa. O CO2 era o adversário. A partir de então, o ‘vilão’ de interesse político e econômico entra em cena, emite gás poluente e enriquece o estado e seus agentes - o petróleo.

Balões queimavam as matas, denunciavam os autores e assim os assuntos ambientais ganhavam destaque na mídia nos anos 90 - ameno, sem intervenção de uma política eficiente para regulamentar o cerne da emissão dos gases poluentes no ar. Com o transcorrer dos anos, não findando nos dias de hoje, o avanço econômico, de banda com o mercado gerador de energia e com o consumo incontrolável dos mais variados produtos, elevou o petróleo ao patamar especulativo internacional. As indústrias e a população consomem a todo vapor o hidrocarboneto como fonte de energia, já que as reservas encontradas pelo Brasil é realidade. Todavia, a diminuição da oferta natural preocupa os mandantes do ouro negro milenar. Ele não só pune o meio ambiente com as emissões tóxicas, mas também, com a necessidade de equilíbrio no uso da matriz energética. A natureza reage. Está aí o motivo da criação de projetos, reuniões e acordos das elites do globo que aquecem o planeta. Todos preocupados com as novas formas de consumo dos recursos naturais.

O crédito do carbono, tópico do protocolo de Kyoto, propõe com a seguinte condição geral uma solução:/

“Transformar em ativos financeiros os projetos direcionados para a redução dos gases nocivos ao ambiente. Os pregões tem o dever de captar verba de investimento para o desenvolvimento tecnológico apto a produzir energia sustentável. Tais como: eólica, solar, álcool, biodiesel, marés, ondas e hidrogênio.”
Em paralelo, o governo estadual gastou cerca R$1,4 mi em 2005 para fundar os Centros Tecnológicos Universitários de Energia Renovável da UERJ e da UENF (Universidade do estado do Rio de janeiro e Universidade Estadual do Norte Fluminense), pioneiros nesse gênero no país. Os leilões dos métodos energéticos menos poluentes podem ser encontrados por meio da agência nacional de petróleo (ANP).

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira participou no último dia 23 de maio, do lançamento da coletânea “Diretrizes para uma economia verde no Brasil”, que analisa os principais setores da nossa economia e traz sugestões de ações políticas nesta transição para uma economia sustentável. Representantes de grandes empresas patrocinadoras do evento, também se juntaram a ministra e ao presidente da Fundação brasileira de economia sustentável e dono de uma indústria gigantesca de papel e celulose, Israel Klabin. Aos 80 anos, o empresário afirma ser o melhor momento para a junção da economia com o meio ambiente e pondera que muitas empresas fazem de conta que agem em prol da natureza.

O setor financeiro é fundamental para essa transição verde. A nova esperança brasileira são os projetos acadêmicos de desenvolvimento tecnológico, como os citados acima. Que o MMA lute pela produção limpa e vença de nocaute a corrupção, sem desviar os investimentos destinados à preservação da biodiversidade. E dessa forma, tomar a mesma dimensão do esporte violento, intitulado da igualmente ao ministério do meio ambiente do nosso país tropical.

5 de jul. de 2012

Contextualização de ofício informativo e crítico


Com qual rapidez um fato histórico político (em momento oportuno) para mudanças socioambientais, se esvai na necessidade das notícias. Informação sobre respeito de nada útil, a não ser para o modelo informacional de competição, interatividade imagética e busca do dinheiro na pureza condenante; sobretudo, a doutrina social familiar que o sistema capitalista sobrepuja, quando desse modo, um modelo dependente surge. Antes mesmo de agirmos como seres demográficos capazes de discernir o quanto é transnacional, a mídia com suas pautas de importância preguiçosa diante escolhas sensatas.

No mês passado, o Rio de janeiro sediou a conferência Rio+20 com o propósito de melhorar a questão socioambiental. Isso abrange diversos tópicos de extrema importância e faz valer sobre onde se pisa, cultiva ou destrói. O curioso é o que os veículos de informação de massa pretendem fazer com toda essa informação que presta de verdade. Talvez, pode ser a tentativa de invalidação dos assuntos chaves para uma nova fase de lucidez social. Ou ainda, uma escancarada na liberdade política nacional, que juntamente com a administração privada do espaço e quantidade significativa dentre a população inerte, faz prevalecer o que as editorias e os leitores optam por gostar. Fácil entender as minorias nesse caso.

Admiro tanta ferramenta técnica e científica capazes de ser mais bem aproveitadas para o 'upgrade' dos valores de caráter moral do conjunto. Mas, o descaso reflete o povo e incita a perversidade institiva do cidadão sem espírito crítico comum. Somos mundialmente conhecidos por nossa criatividade, talentos e as boas intenções são encontradas com alguma garimpagem. O que leva a crer que o cerne apodrece e inflama a casca - se a situação política social estatal e cidadã digno do povo, seja entendida como uma metáfora entre uma ferida no corpo do progresso. Pois não é possível que uma amnésia coletiva do passado recente vigore de tal maneira. Deve-se ser como repercussão chamativo, os destaques apoiados na nossa colaboração, ainda sem que desperte a atenção de fato ao acontecimento. O esclarecimento do que se considera, chamam eles: melhora a largo prazo e monitoração das propostas, se o canal de informação prioriza outros temas previamente pautados e se perde no mar do bombardeio de coisas afim do lucro interativo e improdutivo.

Atualmente, o mais temerário seria o desdém das aulas nas universidades públicas. Pouco se sabe o que de verdade se passa na greve. Lembrando que eu, como leitor e produtor autônomo de ideias fundamentadas, gostaria de ter como informação primordial e de fácil acesso, os assuntos de capacitação sócio informativa em nível aceitável, se um paralelo com o desenvolvimento econômico vivido pelo país for parâmetro para o equilíbrio da norma pública. Desde meados de maio, a paralisação forçada dos alunos a darem férias mais cedo aos cadernos, se deu por conta da cobrança dos professores por um plano de carreira mais elaborado e reajuste salarial, para que transmitam o conhecimento ao futuro profissional qualificado gratuito. Outros danos no serviço público ligados ao interesse da informação privada, são facilmente lembrados se o caminho for a defasagem no patrimonialismo do conjunto federativo brasileiro.

São os hábitos que acabam terminando em vícios, que agora na fertilidade econômica que devem ser combatidos em um patamar justo de país em desenvolvimento, agora não mais suportada pelo contraste.
Rubens Barizon

16 de jan. de 2012

As relações de punição conjunta

É quando através de outro alguém, que sentimos a fragilidade do ser cauteloso com a alma. A independência dos outros aflige os amores contemporâneos. A capacidade de afastamento causado pela posse da sobrevivência mundana, ou causa a necessidade de afeição momentânea ou acaba com a pureza do que é real para a essência não préjulgadora. Há essa dualidade aqui presente.

Clarificando a ideia da necessidade

Com tantos apetrechos atrativos à nossa atenção, a solidariedade humana parece ser consumada pelo afeto, diremos, instantâneo. A palavra optante, remete o exato contexto. O reconhecimento das semelhanças é perspicaz ao desfrute do que se encerra em pouco tempo. A duração da simpatia pode ser determinante para a classificação de tal continuidade identificativa, interessante e até interesseiramente grosseira. A relação da globalização com a sociabilidade causa um primeiro impacto um tanto pitoresco. O que decide o primeiro ato deve ser a empatia diante as aceitações de quem se encontra adiante, senão são correspondentes, somente se algo catársico ocorrer para romper esse laço da necessidade instantânea. Complementa-se pela reação de que é resistente ao padrão em qual o ambiente dispõe as etiquetas de convivência, ainda mesmo não existentes. Adicionando também, vê-se a massividade da maioria pesando e classificando com as suas contínuas diplomacias de medo. Caminhando suavemente reparo os amores raros ocorrendo, a impossibilidade chegando aos céus pela escada do futuro anteriormente represado pelas políticas sociais. Como o amor é lindo!

O afastamento por objetivos

Quando o exposto acima não condiz com a relação de imediatismo, o préjulgamento se instala no umbigo das necessidades singulares. Com respeito as relações de racionalidade conjunta, talvez seja bem mais comportado e sociável evitar devidas atitudes para rumar em uma aceitável velocidade de sucesso. A tolerância está em cheque, bem como são multíplas as possibilidades para qualquer coisa. É interessante deixar a nota de que demoraríamos 6 anos para absorver todas as informações diárias(obsoletas) postadas na internet, segundo a matéria de um renomado telejornal. Não obstante, realmente, vem mesmo parecendo ser tão viável estar nesse bloco de esteriotipação do que absorver todos os sistemas de um dia, que íntrinseco adentro dessa totalidade assustada, impede um modo justo de se relacionar - mal podem se reconhecer nos estranhos classificados ao ar pelo equilíbrio inexistente. O resultado é a reflexão solitária de cada um. O que acaba acarretando o mesmo afastamento.

Da onde surge a associação entre as culturas pós-modernas? A estranha relação de consumir ao invés de respeitar e amar de verdade. Porque é mais fácil assim.

Rubens Barizon
[Deságue de tempo chuvoso]

13 de out. de 2011

Propagação em teste

"-Eu gosto das diferenças bem reportadas", balbucio.

O amigo nada menos esclarecido, diz: "- a grande mídia faz isso ficar mais difícil" retruncou, à espera do prolongamento.

"O que acontece é que, quando se confia demais em como o outro age, me vejo". Parecendo mais aliviado, suspiro com um certo olhar cansado.

"Se ver no próximo é como deveria ser feito. O respeito seria mais comunal. Sem alusões. Refiro a ideia para uma sociologia mais sanguínea. Não temos mais medo do que nos fere, mas sim, de como seremos apartir de uma falta de moral. Também não pense que essa dor é por esclarecimento humano. Talvez, pela interpretação do meio que os guia." -Foi muito? me pergunta. É por conta do excesso de palavras. Sorri.

"-Quer saber?" em meio a uma ligação, planejo um futuro próximo.

"-só mesmo o que se transforma em concreto. Fantasia, já basta com a minha mulher". Responde sagazmente.

"Vamos prolongar esse desempenho social em algum lugar de mais entretenimento. Conheço um lounge bar que costuma ser bom às quintas. O dinheiro e a continuação do papo(com elas) aguçará a questão".

Na mesma classe, o sujeito se demonstra tão disponível que junta as tralhas da monografia e topa se conduzir como eu propus.

Estaciono o carro num estacionamento, que dependendo do dia, até manobrista seria preciso. Confiro a cara do companheiro de fim de faculdade e vejo a tranquilidade de um amigo que se faz na rua.

30 de mai. de 2011

Decisão

Tem dias que eu não gosto de ninguém.
Outros dias, 
sou escravo desse mesmo alguém.

É diante do amém,
que sou forte o bastante para seguir como homem de bem.

E quando por ventura a felicidade se transforma em angústia
somos capazes de enxergar a vida pela adultice. 

Até que um limite se estabeleça.

4 de jun. de 2010

Seu irmão

"Não é meu objetivo contar nossas travessias, que foi longa e cheia de riscos. Nem meus amores e tão pouco confissão. Tudo o que pode ser dito, não passa de plenitude. Algumas vezes ficamos apavorados por tremendas tempestades e uma outra vez, o que foi pior, assustou-nos como um pirata abordo, roubou quase todas as nossas provisões e mesmo assim estavámos em amor. Quando por causa das súplicias, cedi e entendi sobre você. Depois de todas as controvérsias, desembarcamos em Chicago, Illinois. Nossa chegada tinha o setor agrário da iniciativa privada de ternura mil. Por parte do realismo, continuemos."

Vivemos o inverno como aprendizado.


A sociedade, faz o produto da família que quer em vida, o bem.

Rubens Barizon
Texto adaptado de Defoe.

30 de abr. de 2010

Primeira parte - comunicação sem essência

O avanço do meio informacional aparece quando menos se espera. Em algum lugar, onde menos se espera, pode-se criar uma intimidade rápida por diversos canais. Internet, mensagens de texto através do celular, casa, trabalho e amigos são fontes de comunicação rápida, se em contato com algum nicho de veículação estão. Nada passa se a vida gira entorno do essencial, pelo menos para a tecnologia da informação. Quebrar barreiras é a meta desse desenfreado conforto de estar por perto de alguém, via algo.

A vaidade por através da proximidade das pessoas contactadas é um elemento pequenino que se desvaira através das belezas sabidas de o longe - o melhor de si publicado. Quando a imagem de certa pessoa ou paisagem chega ao seu entendimento, isso faz com que imediatamente seja gerado um julgamento de aceitação para um possível contato no futuro. Usando como exemplo o email. Quando se planeja uma férias a primeira coisa que passa na cabeça de muitos é a saída para uma viagem calma e relaxante. Porém, se durante esse planejamento chega um email com imagens e notas sobre um dos possíveis destinos informando-lhe que não se encontra por lá os seus agrados, antes mesmo de ir ao tal lugar a conclusão se premedita e o passeio não se concluí por causa do email recebido.

12 de abr. de 2010

Cheiro de flor

Sabe o sentimento qual em alguns posts atrás foi exprimido por tal atualidade emocional? pois bem, nada se transformou muito se não fosse a inclusão de alguns "perros" inconvenientes latindo como uma fuga do desabamento no vizinho; logo na manhã deste dia de juízo, que por sequenciada dispersão do tempo produtivo e foco, motiva aqui desfazer-me do que mal faz.

Não pude ainda falar de arrependimento, até porque a questão abordada vai mais para o aproveitamento adequado de cada qual em seu tempo. Porém, quando mencionada a fuga em máscaras, tal insana, o arrempendimento torna-se uma questão de vergonha para com o tempo investido em nada mais do que prazer comprado, na maioria das vezes. Todavia, a volta para a simplicidade me parece a resolução adequada para o fortalecimento da conduta que dá como origem imposta, aquele ideal de regeneração interna vindo do caminho deambulado - formato do fruto de si - sem ainda analisar as novas estações de florecimento e colheita que por vir estarão. Sabe-se lá!

- "Tá certo, sinto-me culpado por não estar nem um pouco perto de ser as admirações declaradas por incentivadores de mim. Em contra-partida, mesmo que de uma visão contraditória sobre a emoção humana, ainda posso acreditar na maquinagem do meu comportamento para chegar em um enquadramento mais familiar e talvez até, convencional."

[Com certa crítica por quem eu sou]

Rubens Barizon, palpitando o coração.

11 de mar. de 2010

Ainda

- Hoje é dia! e isto é dito para quem passará um dia sem descordar da dualidade, qual nos motiva a prosearmos em tom de discursão em qualquer oportunidade.

O vegetariano me ofereceu um pratão, daqueles de todas as folhas e receitas nutritivas, que substituiria todas as minhas necessidades, se a mim não passasse a vontade de devorar um bezerro ou vaca já criada, por inteirinho. O outro dizia que depois de casado preferiria passar a vida inteira solteiro a esbanjar sobre o gozo das outras e da paz de somente estar. Enquanto eu, solteiríssimo, digno de passagem, planejo o encontro daquela mulher capaz de me fazer feliz a cada amanhecer. A importância de cada quem.

Um outro dia vinha um, sabido que de nada importaria se na onda estava ou se da moda ele curtia. Neste mesmo dia, um pouco mais tarde o conselho da mãe, a que sempre tem razão, esbarrou no caminho que eu encontrei por si só. Em seguida, por essa direção eu fiquei em dúvida; Se era um cheque-mate não pude saber por não ser um jogo de xadrez, aquilo era uma bifurcação com entrada para esquerda ou direita e que daria igualmente no meu destino. Quando lá, passaria um avião voando baixo e soando um estrondo comovente para uma mirada aos céus. Entretanto, lá estava ela de pé a me esperar. Distraído, permiti que o seu sorriso encantador no ar ficasse a saudar. Importaria bem mais se por algum tempo além, ela como um refrão voltasse a repetir os mesmos gestos que o avião me tomou por aquele instante.

A justificativa é lida pelo contexto singular. Quando argumentamos embasados no respeito ao que é proposto(quando merecido) conseguimos informar-nos sem repetir as mesmas discussões que te fizeram assim, tão conseguinte. Com o seguinte - "Tal e, ihh...tal."

27 de jan. de 2010

Victim letter

As you victim of my attention or words, I may have showed or, only you are not even into just a little. Yesterday you sent me a message which is saying "thinking of you" and it got me. But, I couldn't yet leave one, just one day behind without thinking someway of you.

When someone searches glory >

Na forma querida, você faz parte de mim.
Na forma esquecida faz-se ego, ismo ou somente,
o que da a semente para terras destratadas.

If Glory were one woman, I could become this poem, you.

On this hand, glory goes aside of understandable people.
These, so close as we glance and justify anyone.


O tempo que soubemos um do outro é bem legal e faria disso uma nova esperança. Conforme a vida e as condicionais que atuam. Poxa, é tão bom ter respeito pela simplicidade. As culpas são universalizadas e as desculpas são os frutos do semeador.


is there love, respect or what else?

Rubens Barizon
(La voluntad de la prosa poetica)

30 de dez. de 2009

The first Roman X year in the twenty first century. This definitive character of writing is to the paradigm break that the words gave me as retribution along time for life on. The string chosen has only to do with some periods passed to concluding which type of environment someone had often been to get improvement, straining till the mistakes celebrated by me. Such as, faithless or alternative gross samples, coming from where your disgusting oral barfs reached. Ears an tongues. Resembling words and no food or booze ingested yesterday.

O ano começará com rumores de fruto doce e tropical, talvez colhidos e plantados em terras frias. Nasce aqui as técnicas de meio, indo saber de dentro pra fora, ou vice-versa, se a referência faz importar-te. O que o circo tem aos palhaços da platéia? o dinheiro pago para um espetáculo ou de ter a chance de o palhaço do circo pintar o 7 e atear fogo na tenda, levar o calor entre deus sabe onde - segura a mulher que os palhaços vêm aí! Disseram os super-heróis, amigos de tanta ocupação.

Como é costumeiro de um início tão filosófico de alguns anos atrás, utilizo das curtas frases que ajudarão a interpretar o que eu mesmo não acredito estar tão evidente po vias comparativas. Esse é um plano de tempos começados com promessas de uma vida melhor. As lutas duras hão de estar presentes quando as realidades dão lugar a pessoalidade utópica. Calma e cuidado com isso aí, seu leitor ou dona leitora. - Tá, como prometido, espreguiçarei e talvez encontre nesse relaxamente tais palavras encaixadas que faz fixar o desejo de uma felicidade pura de consciência cidada singular que se transforma em grupo por si só.

"Não ponhas as suas pérolas em mãos de porcos que farão seus sonhos irem de pecados a baixo."

Rubens Barizon
(Por um desejo de um ano melhor - bom 2009, ou melhor 2010)

29 de dez. de 2009

Words and complication

No more complaining, some one said.
Maybe it was only the prior views on the action and direction of human analysis or more ahead on the range of it.

I leave it behind - see. Words are to whom understands them. One more, words don't lead complaining. A sense how it is used does.

Into a relationship between two, in this case, with the opposite gender, words are worthy when they know what is family and platonic sex or love have been.

Hey bees! The establishment of priority in my life is ongoing no missing honey in what had such lead before. Both, along newly, reason and love.

Rubens
(on importance)

31 de mar. de 2009

Demografia psicologica

A loucura esta introduzida nas acoes que aparentam descontrole. A incerteza pelo caminho oposto tomado, daquele que se faz sempre como uma linha de risco segura. O sentimento fulgoroso hipotetico, caso a forma escolhida se acaba bem. A frustracao de nao optar pelo tradicional raciocinio soa como uma traicao a si proprio com decisao inconcreta.

Muito dos bons momentos recordados, normalmente, partem da lembranca do que se exigiu algo mais do que o normal para atingir uma nova sensacao de adrenalina, a de suportar a ousadia para se creditar positivimamente as iniciativas e da coragem de romper a barreira por uma primeira vez. A analise pessoal e a conclusao como uma aparente falta de dominio da ocasiao parece insana e impensada. A ideia de nao saber inteiramente os feitos, ameniza o que se chamaria louco diante as regras impostas por grupos e aceitacoes populares. O mito do duplo caminho torna-se incoerente quando a situacao e analisada por entre os pequenos detalhes que poderiam ter em cada um deles uma solucao sem resultado previo.

As pessoas se questionam para ter respostas para algo ligado aos resultados de questoes com fundamento humano para alcancar o certo ou errado sem um disponivel manual de facilidades para isto. Um comum esquema de seguranca propria se instala no comportamento individual da maioria dos individuos, justo como um instinto intelectual de conducao e limites de navegacao dentre as diversas maneiras de resolver ou implantar uma nova serie de doutrinas para o caso que se direciona a atencao. Todavia, existem as influencias de orientacao externa que atribuem diferencas a pura natureza humana. Podem ser elas ciencias encontradas em livros e instituicoes de ensino, nos meios que nos submetemos estar e por admiracao a outros demais que conseguiram solucionar, em ocasiao parecida com a do tempo proprio de cada um.

Em tempo de decisao, a equivalencia do beneficio e postura ao topico principal pensado, capacita uma alienacao positiva de indagacao racional e efeitos que seriam tambem devidamente postos com suposto sucesso no foco de reacao ao exposto. Provavelmente temos espaco de armazenamento de casos e acoes anteriores quais instantaneamente sao ativados por funcionamento psicologico. A mudanca de rotina para se solucionar caso semelhante com um ja visto antes, requer uma definicao especulada por experiencia propria chamada: humildade cerebral. Obviamente clarificada com o uso de uma palavra local, que adjetiva o orgao mensageiro humano facilitando o entendimento de uma funcao complexa de evolucao desequilibrada. As mudancas vistas tambem como loucura a curto prazo e a olho nu, impedem o aparecimento de seres evoluidos.

Em percepcao da loucura para com as suas caracteristicas e atribuicoes pelo julgamento popular, retarda o desenvolvimento do ser humano em comparacao ao mundo moderno e suas gigantes estruturas informacionais. De alguma forma poderia ser mais inteligente o crescimento lucrativo e palpavel anexado ao poder das decisoes com imposicoes de uma sociedade sensata.

1 de mar. de 2009

O martirio faz-se uma causa de sofrimento diante a facilidade encontrada na atualidade. Sob a intuicao de uma vivencia negativa do passado, o amor que se move ao avante, se depara ao orgulho permanencente. Ao prolongar a sintese de viver, as mecanicas de pensar como um ideal se perdem ao interpretar o pensamento que se cabe a uma realidade possivel.

2 de fev. de 2009

Num sei

Chega a hora de reunir os documentos que tanto se demorou a emitir e acumular em algum sempre lugar esquecido. Momento de saber usa-los e o tanto que se foi feito com vigor da escolha por obte-los. A grande maioria diz sobre o foco. Tudo bom se fosse somente isso. O entendimento sao suas expectativas, controles e paciencias de esperar por alguem em algum tempo com as ferramentas de flexibilidade.
A hora vai chegar ou a estrela brilhara soa como vida ou morte; tornando-se vao e ignorante a opcao de reunir os itens de solucao para uma sequencia final, ainda que sendo suposto, o suficiente ao conforto pessoal e evolutivo do ser responsavel. Muitas das vezes se torna aspero os aprendizados para ensinar a si proprio. A confianca atribuida aos oficios espalhados por algum lado sera somente um passo dado por ainda passar as analises externas e determinantes, que atraves da pessoalidade estruturada - desfragmentacao, sob os parametros reguladores que vai como um sistema oportuno adiante das tendencias e mediacoes conseguidas pelo o espaco visto a olhos nus - os credores do prazer. Entretanto, nao foram impostas a fundo nesta prosa se quer alguma tendencia esmagadora atual e atuante (neoliberalismo, especulacao, globalizacionismo, etc), sugerindo a saida reflexiva. A obrigatoriedade e compromisso de interacao com a realidade e seu ciclo, faz-se o vicio das ocupacoes gratificantes.
Comunistas: Vivemos no capitalismo. Capitalistas: Acordem para sorrir naturalmente. Humanos: Esta na hora de se manifestar.

Rubens Barizon

22 de jan. de 2009

Receitas de voce no meio.

Expectorando ideias ou vomitos dos alimentos produtores das boas reacoes. Pode estar contido em qualquer ocasiao, alguma constante inesperada a qual se deve saber, na seriedade - excluindo aquela hipocrisia dos egocentrismos e isso sao dores ou pequenas doencas - e fazendo valer a uniao das melhores e aceitadas tendencias. No estudo pode ser conflituoso terminar o primeiro paragrafo com, vaidade. Na relacao da palavra que se pontua, deve-se ler.

" A cronologia se perde bastante nas fantasias de fuga, a maneira real. "

O diabo do ingles. Perturbador dos sonos transitivos. Desperto, enquanto se dormiria em um sonho aonde nao se encontra a alameda responsavel pelo bom ar e visual. Dormido ao lado da mais linda cor no corpo, ou-e mente, nao podendo participar dos contos de travesseiro, mesmo que ainda com a parceira escolhida celebre a dormir. Acredito no salto de um mundo para o outro no mover da retina. Encaretar o pesadelo. Acordar sem brigas ou carinhos: umas caricias. E, voltar aos lencois conseguindo a carne, para com isso chegar aos ideiais entre homem e mulher por onde o progresso faz parte dos olhares sob necessidade do alimento, das mares salgadas. Em voto de nao sabermos o que. Humanizar a gente, seres. O arrepio faz parte, a rigidez faz parte da condicional. Por aqui, cada um no seu direito de navegar direcoes. Bem calmo com as diversidades e deslumbradas estabelecidas: por favor, justo em tempo real. Perdendo-se um detalhe, o sentido a tanto buscado se desfaz em poucos piscares de desatencao. A falta de juizo que te forca regredir, estacoes que passarao e com a possibilidade de render alguma indagacao conceituosa para os costumes de voce. Por vias conjuntas se vive esgueirando os afoitamentos e dando o tempo necessario de ser percebido o que a ti nao interessa ver. Pode utilizar tambem algo do espaco que dominas. Por Deus ou outra melhor canalizacao, sabemos sobre o pessimismo e a boa ventura.

Rubens Barizon
[Reestruturacao demandada]

Sem televisao em titulo.

19 de jan. de 2009

Informado

" Continuo a
ver-te
mesmo com
olhos cegos sob.

Com o coracao
fomeio seu amanha.

Em custodia,
nossos reflexos
tomam direcao e depois, vai.

Anseio conclusoes - curto o tempo.

As medidas
hao de ser justas e
conforme as notoriedades - meu amor!

Amargo sera inventar.
Ter-te ao longe,
com a consciencia
do desespero,
depois."



Rubens Barizon
.Em espera da resposta, se posso.

6 de jan. de 2009

Iniciacao

A criacao da modernidade. Os espelhos agora ja nao mais d'alma poetica. Trata-se da estrutura concreta de um possivel recanto de palavras tal quanto cientificas e que, nos dias atuais vivera obrigatoriamente aliada a frases ou verbos intransitivos da maquina que nao para ai, em arquiteturas.
Admito admirado o tanto que evolui o pensamento de um atualizado candito as obras.
Ao pensar em capacidade, nao descartaria se quer os poucos centavos da carteira cheia de notas palpaveis, pois, diante a uma insurpreendivel conducao singular quaisquer, faria do terreno congelado, agua de beber. Reguladora das temperaturas que hiper aquecem por apenas darem respeito aos oficios de grande porte interativo.

R.Lopes [Pai]

27 de nov. de 2008

Redacionalização

A partida de um lar e o conforto ignorante visto à grosso modo pelos desinformados. Fluências animadas pela busca da oportunizada imperial. Espécie de fuga das Europas para o lar dos futebolzinhos e beira-mar.

Amores, reais e daquelas situações de sozinho acompanhado de lealdades sexuais diretas. E já! Ferro e fogo do positivismo. Aquilo que se daí entendais posicionamentos debatidos. Atitude ficará faltando pela lógica de mitos urbanóides da roça.

Ah! porque pesares em balanças da emoção, prejudica o andamento da distribuição do teus milhares de seres-células vitais. Grámaticas literárias fazem frente a competição do cada quais são primeira e terceira pessoas - compreensão.

Organização do romance ensaiado por sabinagem front'seca.

R. Barizon

21 de out. de 2008

sempre uma noite escura para cada amanhecer.


Em pequena-grande aventura de nascer, existir e morrer quanto licoes de vida que ainda devo aprender - o amigo - aquele que busca os melhores que somos. Que nos ajuda a enfrentar situacoes difíceis e não nos faz desperdiçar oportunidades, finda vida. males que se transformam em bem enquanto o rolar do tempo, não mais que o bem. Adversidades de ontem frutificando felicidade e sorte, hoje. Tormentos do passado convertendo-se a bencão e vitoria n'alguma volta do caminho.

-Infelizmente, sempre se tira proveito para usar no caminho do bem o que foi maquinado em linhas do mal, se pode brilhar com a luz interior. Lembrando que indivíduos de sensatez na criatividade estão onde querem ou - se-lo: melhor.

Clodoaldo Nunes Santos.

3 de set. de 2008

A ideia do outro

A produção do nada é conseguir ler o que se passa, através das classes de palavras ordenadas diante detalhe criativo e tema subjetivo; o 'desperte' da emoção que nem mesmo o emissor - escritor- pensou em dar-lhe gratuitamente. Entendimentos.
Na onda dos jovens, seria parecido com o dia do corte de cabelo, bolso, gola nova e os primeiros indícios da gatinha. A leitura induz a uma interpretação de razão parecida com a do frio na barriga que se segue pelo contexto. Por seguinte, não se pode saber se o que ocorrerá, terá o saldo esperado pelas suas ansiedades - não seja por isso. Estando realmente dentro do caso, o que se tem a fazer é reler os parágrafos da dúvida e encontrar a maneira correta de cercá-la em alguma forma. Sob o caso de não ser ela a certa, passe adiante as páginas de sentimento violento; pronto para uma nova leitura!
A mulher e a interpretação, seria como entender o beijo dela, só que dado em outro raparigo, com mais ignorância e, quem sabe, menos competência. Por que não tentou antes?

Rubens Barizon,
a id
éia de ler por gosto. quem é essa ?

2 de set. de 2008

Uma homenagem

A duvida de ser, por ou com você, faz do aprendizado repercutido sobre determinado acontecimento, ao redor de si, o despertar que o choque recebido por alguém que esteja envolvido na trama - não diferente da intensidade, relevando a força - faz-se, em condiçoes de isolamento clássico; o prazer que a tara proporciona como causa do reflexo.
Diversos momentos, o questionamento sobre o quê discernir sobre o fato que te pega em cheio como numa estratégia criada por você. Transforma a doutrina padrão estabelecida em esquiva de um golpe que poderia ser decidisivo. - A violência bastarda dos pensantes que se desenvolvem com pouca subjetividade. Empirizar as pregadas, no toco de madeira, não são mais atitudes desta era. A, inspiração, conotada com diversos significados, lineados corretamente, suspiram o alivio de um sorriso confiante.
Nada de guerra, enquanto a necessidade, for apenas, o gabarito para fazê-la em algum momento moderno. O curioso é distinguir as alegorias do mais belo que existe no próximo. Definir em qual linha de pensamento estão instaladas o equilíbrio das suas ciências e sentimentos. Indeterminar os maus sujeitos. Encontrar a maneira de se diferenciar, a soberba da confiança.

Rubens Barizon

27 de ago. de 2008

redacionalização

A partida de um lar e o conforto ignorante visto à grosso modo pelos desinformados. Fluências animadas pela busca da oportunizada imperial. Espécie de fuga das Europas para o lar dos futebolzinhos e beira-mar.

Amores, reais e daquelas situações de sozinho acompanhado de lealdades sexuais diretas. E já! Ferro e fogo do positivismo. Aquilo que se daí entendais posicionamentos debatidos. Atitude ficará faltando pela lógica de mitos urbanóides da roça.

Ah! porque pesares em balanças da emoção, prejudica o andamento da distribuição do teus milhares de seres-células vitais. Grámaticas literárias fazem frente a competição do cada quais são primeira e terceira pessoas - compreensão.

Organização do romance ensaiado por sabinagem front'seca.

R. Barizon

29 de jul. de 2008

Grudado em parede

Escutei da companhia que anulava o desespero de contra as paredes. As lacunas seriam preenchidas com saltos, treinados e atenciosos.
O embargo ocorrente, ao auxiliar do poder que, querendo também atingir seus luxos, atrapalha por somente pensar à vista baixa como seu superior; não tem a eficiente maudade para equiparar, ao paradoxo do nosso ser. Se atinge tamanha podridão, 'a barca do inferno' levará-lo a um passeio de muitos anseios.
Ansiedade doentia a nossa, adquirida diante evoluções. Afirmativas para vontades não tão aceitas por risadas grupais de margem alienada, diferente da primeira pessoa e das mimesis criadas para um pouco mais de união.

Rubens Barizon

17 de mai. de 2008

Arquitetura moderna

Fonte seca de moeda, e cheia de pedidos.
Sem procurar o que fazer, decido sentar com a companhia da boréstia e da interpretação conjugal e coloquial das histórias pensativas que conto-me nessas ocasiões.
Vi uns montes com a cara limpa e corpo cansado sem saber por onde; à esmo. Chuva e sol, mesclaram o céu no dia. Parecia tudo equilibrado, clima e clímax dos indivíduos. A fonte apenas oferecia o suporte. Esperando dos mesmos, o mesmo que todos, que com seus longínquos ares, poderiam dá-la como recompensa.
Caminhando pelo centro da cidade, deparei-me com alguns - digo, com tranquilidade e sorriso em toda imagem. Indagações me surgiram sobre como se constituíram daquele gozo. Na chegada em casa, após dia e interação, senti-me tão só quanto realmente estava. Achava que transferindo tudo aos ouvidos, passaria a angústia que refugiava meu pessímismo. Tomo-me coragem e vou em dia vazio ao encontro do chafariz. Faria em alguns outros momentos o caminho. E, em minha última ida sustentei a tradição. De coroa rasteira ao chão e cara brilhante, foi o lance que reluzente e molhado adentro do antigo confessionário popular, revalorizou os ânimos. Com a ponta do dedo estico minha última lágrima e sigo ao encontro de alguém da família.
Pessoas me encantam como as antigas construções.
Rubens Barizon

24 de abr. de 2008

Com forma e idade

A arrogância da honestidade parece verdadeira mesmo. Justo agora, "não penso" mais, em racionalizar à longo prazo. - Justa injustiça.

Os suspiros ofegam e amançam em constantes piques e trotes. O maquinário pulmonar afeta diretamente a navegação do projeto, piloto-pivô que de retardatário, acelera quando percebe passar, a cada volta sorrindo, os modernos minutos canibais. Hemoglobinas inflamáveis e inflamadas, fortalecidas pelo doce calor carioca, sustentam-se por uma forte coluna antepassada e presente, explodidas em gerúndio, fogueando o mundo deambulado sem xadrez ao final. Sangue.

Caminhada, visto ao prazer da apresentação e equivalência.

Rubens Barizon
[ Ufffffa. ]

18 de jul. de 2007

Humo concreto

El deseo se averguenza con la, quizás, esperada acción acobardada por el miedo de la incerteza, que en este caso no se perderá por comportamiento tarado.

La continuación, la supuesta mujer ideal y la guita perdida junto a los sueños, comprueban el poco tiempo que tenemos pra construir nubes y paredes. Pensar, pasa a ser una actitud rara. La decisión de los temas compartidos, han de ser resueltos con besos o trompadas. La apuesta más buscada son las conocidas peleas sin respuesta. Los sentimientos desubican la confianza. El momento egoísta, hace que la verdad no sea vista como verdad. Peligro.

Necesito crear más fuerzas. Así sabré, en vida, cómo resolver mis problemas.

Rubens Barizon

30 de jun. de 2007

Quiero encontrarte y besar.

Quiero ponerme loco con placer y deseos.

Tengo ganas,

Voy a encontrar.


Rubens Barizon

Nada

No necesito más ponerme empedo en todas las salidas melancolicas.
Basta!

Tengo miedo sí. Tengo ganas también.
Tengo culo y palo.

Entonces,
Busco.

La felicitad en las cosas que no controlo.
Equilíbrio en la cuerda caminada.

Busco.

Rubens Barizon

19 de jun. de 2007

Uma observaçao

Creio que nao aprenderei a viver. Continuarei a vida como um passatempo do bem-estar. Esbarrarei com suas filosofias. Terei a oportunidade de entender tudo isso quando estiver à beira dos pesadelos sufocantes. Nao perderei tempo com o fechar dos olhos.

As surpresas surpreendem de maneira perigosa, as expectativas aflitantes decepcionam outra vez. Entender é coisa de mae. Respeitar e conformar nao é uma má idéia. Os pensamentos nao estao dispostos na vitrine da atençao. Você está aí e eu alí, quando estivermos aqui sintonizados, passamos ao plural. Enquanto isso, somos macacos; contamos piadas e coçamos alguma parte do corpo. Seu chefe nao irá gostar de passar por isso.

- Essa sua cara... Esse seu comportamento...

Rubens Barizon
[ É assim mesmo. ]

27 de mai. de 2007

Achados e perdidos

Não passa pela cabeça, escrever ou falar o interpretado. Não é o jogo, de adivinhações previsíveis que tenta fantasiar. Muito menos, tendências conspiratórias ou maquiavélicas. É a certeza, da razão emotiva.

Não dá mais para achar com ouvidos fechados, a situação. Tão quanto achar moedas perdidas, para a compra do pão, supostamente compartilhado. Basta! Explicar, o achado em circunstâncias naturais. Já não existe mais a gana de se apresentar a todos, com as variadas regras encontradas. Ilusão.

Precisamos de gente-Pessoa; concordo. Maneira e contestação.

Rubens Barizon
[o que acha?]

14 de mai. de 2007

Labirinto

Inesperar. Por quilômetros, a bagagem não estava pesada. Pertences vivos que pareciam vir de casa. Crer e acreditar, no esperado, em caminhos inesperados.

Barreiras esperadas e pessoas encontradas. Sim, deixa no ar a estranheza, em certas situações. Confiar em ti, é o suficiente. Há um plano, concreto e bem definido a ser seguido. Acompanhado, de perto por novas palavras, não deixará o futuro chegar perto do presente real; que sustentado pelo entusiasmado sorriso, busca a felicidade, reservada à um tempo antes. Seguimento.

Viver caminhando e interpretando ocasiões. Ao lado da responsável alegria. O personagem coadjuvante, agora precisa ser o principal; na tão flexível decisão particular. Escolhas.

Rubens Barizon
[construção de novos conceitos, novas imagens]

26 de abr. de 2007

Fría edad

La comunicación del momento se tropieza con el padre, nuestro, qué nos ayuda en la extensión, que por la voluntad, renuncia la gota y el armario. Bendición!

Personas. Ocasión de elección. Frialdad. Entendible. El tiempo habla. Nosostros también. Decisión, no tan helada como mis pies y manos. La grasa de las primeras palabras, calientan. Así como mantas alérgicas de afligirse.

Conducir los verbos en tiempo real. Cosa mínima, todavía. Oído protegido, por un diferente gorro. Nuevas informaciones.

Rubens Barizon - BRA/ARG

6 de dez. de 2006

Particular e coletivo

Maré baixa. Fundo de pedras. Sentimento, sangrento e salgado. O barco está próximo. A determinação, supera os afobamentos e decisões, misturadas à covardia. Há de acontecer.

Impedir o momento, fortalece o combustível das guerras individuais, planejada pelo o orgulho. Que seja posto em prática. Somente assim, reconheceremos a cor do céu. Diferenciaremos falsas interpretações, do real "eu". Veremos o olhar. Cederemos. Somos flexíveis, como a interpretação da palavra. O frio virá, apronte a manta.

Faltam heróis. Faltam espelhos. Faltam reflexos e imagens reais. Faltam seres, com sede de saber, quem realmente somos. Identificar cópias. Verificar, quando e como, podemos nos manifestar.

Rubens Barizon

29 de nov. de 2006

Síntese

Entender coisa simples, é complexo. Complicar coisa simples, é simples. Ser simples, não é tão simples.

Preferências existem, com a decorrência de novas tendências. É bom também entender que, cantada, é realmente cantar. Saber distinguir e transformar códigos cotidianos, em linguagens que as situações entendam a posição do quase certo. Momento: Olhos, boca, ouvidos, nariz.

Piruetas e aviões. Manutenção de peças quentes. Úmidas ou secas, transando acontecimentos de prazer, em tensão. Sensibilidade de poucos. Ousadia de muitos. Desespero geral, no fundo. Simples.

Oi. Bom dia! Boa tarde! Boa noite. Novamente.

Rubens Barizon
[Não há de que. Muito obrigado!]

3 de out. de 2006

L'ETERNITÉ

-Aprender?
Desejo.

-Vontade?
Existe.

-Poder?
Construir,
com o
querer.

-Fazer?
Um gesto,uma
palavra.
“Talvez”.

[Eterna meta]

Rubens Barizon

20 de set. de 2006

Desjejum de Dionísio

No entender da
realidade bacanal,racionalizando,
em emoção, momentânea e
intensa.

Risos, completam e
contemplam a satisfação do
prazer.

Tarado e vagabundo,
momentâneamente,
oculto o caráter
verdadeiro.

Batalha da carne.
Honesta e séria.
Justa.


Rubens Barizon [Pois é!]