Viver, sorrir e chorar.
Chorar.
Sorrir.
Viver.
Chorar, sorrir.
Viver!
Sorrir, chorar.
Sorrir
Chorar, sorrir, viver.
Viver, viver...
Viver.
Rubens Barizon
A estrutura coloquial com formalidade é quando por força maior, o leitor mostra um sorriso para o mistério da interpretação
17 de mai. de 2015
21 de abr. de 2015
X + Y
O escritor tem um lado espiritual. Seja ele enrustido em meio as palavras ordinárias, ou pleno sobre os temas mais ásperos. Ou ainda pelo lado desnudo, com as letras que se referem a qualquer fé, religião ou crença, bem estabelecidas, sem mais preocupação.
"
- Sabe aquele personagem do outro texto: é você. Sim, o mesmo que não gosta do próprio espelho. Mas fique tranquilo, pois outros o admiram.
- Por que o senhor fala assim? Seria um reflexo sobre aquilo que debatíamos?
[Lê-se a cena num grande casarão familiar, durante uma conversa em dia de feriado]
- Porque as coisas são ditas pra quem interessa saber. Os gostos e pontos de vista, começam e terminam. Se essa vontade esbarra no desejo de alcançar novos conhecimentos, não vai dar para entender nada e a vingança detona a autoética. Opinar apenas por uma opinião, muito das vezes, reflete contra si. O mesmo do que almejar o verde que não florece em teu jardim.
- Todo mundo quer ter opinião, é verdade. É um direito do cidadão a liberdade de ir e vir, de expressão de ter o quê comer. Não sei para que tanta preocupação com a opinião dos outros, afinal o senhor também tem a sua.
[ambos personagens em pé - a cena admite um pai e filho]
- Percebo que a sua voz está ativa, continue assim. Mas lembre dos percalços, não apenas a velhice cabe na desconjuntura. Você precisa conhecer bem as suas opiniões. Dois não se entendem, imagine um monte de gente?
- Se a opinião não me interessa, eu simplesmente ignoro.
- Você mal sabe que os acontecimentos tornam a repertir, dia após dia... "
A variável que eu estudei em matemática foi X, demora a digerir;
Y parece carne branca, rapidamente dá fome.
X tem algo a dizer. Y tem uma opinião.
Logo, qual o futuro da comunicação contemporânea?
Rubens Barizon
Abrindo Abril. Abraço abrupto. Abroquelar.
Abrindo Abril. Abraço abrupto. Abroquelar.
17 de mar. de 2015
Superfluidade, uma dose de mentira para curar
A verdade soa como equilíbrio ético nas relações humanas. A palavra que tantos vocalizam, tem a sua caça em diversas circunstâncias da vida.
O que seria a verdade então, se eu assisto a um certo caso e em seguida, conto a minha versão para você? A bendita palavra tem uma comissão no parlamento, com juízes para julgá-la; serve (ou pelo menos deveria) de fundamento para o jornalismo e sustenta inúmeros vínculos sociais entre as pessoas, que querem porque querem saber da verdade. Nós reproduzimos a verdade de modo a utilizar o nosso 'ponto de vista', termo bastante utilizado neste boom da liberdade de expressão na rede social.
A realidade cada vez mais se aproxima das opiniões próprias, de modo a ampliar o pensamento lógico que atém o homem ao interesse mágico da verdade, com tabela e códigos que desmascaram a falácia como uma aberração a ser combatida. A filosofia pondera as formas de se chegar no mesmo lugar, com variadas possibilidades de verdade e flexibilização das contradições, o que derruba as barreiras de limite do pensamento crítico, sem absolutismo. Decida a sua maneira de interpretação e permita-se tolerar a conclusão óbvia, que o fulano cisma em tratar como verdadeira.
Ficção, narrativa, opinião, lógica, história, subjetividade, produção, realidade, informação, propriedade, reproduzindo...
Acredite no que quiser, a verdade não depende de você.
Rubens Barizon
O que seria a verdade então, se eu assisto a um certo caso e em seguida, conto a minha versão para você? A bendita palavra tem uma comissão no parlamento, com juízes para julgá-la; serve (ou pelo menos deveria) de fundamento para o jornalismo e sustenta inúmeros vínculos sociais entre as pessoas, que querem porque querem saber da verdade. Nós reproduzimos a verdade de modo a utilizar o nosso 'ponto de vista', termo bastante utilizado neste boom da liberdade de expressão na rede social.
A realidade cada vez mais se aproxima das opiniões próprias, de modo a ampliar o pensamento lógico que atém o homem ao interesse mágico da verdade, com tabela e códigos que desmascaram a falácia como uma aberração a ser combatida. A filosofia pondera as formas de se chegar no mesmo lugar, com variadas possibilidades de verdade e flexibilização das contradições, o que derruba as barreiras de limite do pensamento crítico, sem absolutismo. Decida a sua maneira de interpretação e permita-se tolerar a conclusão óbvia, que o fulano cisma em tratar como verdadeira.Ficção, narrativa, opinião, lógica, história, subjetividade, produção, realidade, informação, propriedade, reproduzindo...
Acredite no que quiser, a verdade não depende de você.
Rubens Barizon
12 de mar. de 2015
Epopeia Poética
Quando um tempo da vida foi perdido.
Nao sobra um
amigo dessa entrega.
Perdas, exagero e problemas.
No mais,
dificuldades da vida desse homem.
Sozinho mesmo.
Não estava pronto ainda.
Desculpa... conscientização da necessidade,
vulnerável.
Os amigos para me abraçar?
de verdade, só os que estavam ocupados.
No então,
os doidos de bem.
Idas e vindas de um prazer oculto,
à rigor. No fim,
Torpor.
Poucos continuam.
Vi um caos de perto.
A bagunça,
o gosto pelo excesso.
O trânsito da prosa.
Com a narrativa própria,da poesia sem volta.
Interpretar
faz-se uma ação,
quando neste adianto,
o debate franco, some em emoção.
Rubens Barizon
''As letras seguem fazendo sentido¡! ''
3 de mar. de 2015
Roteiro da vida padrão. Sucesso garantido LTDA
Um dos questionamentos que encasquetam minha reflexão sobre a sociedade é o padrão comportamental alienatório que se transforma em cultura.
Diante a todas as possibilidades na era da informação, parece que a originalidade, criatividade e naturalidade, são características cada vez mais suprimidas pelo conceito de aceitação ao esteriótipo da imagem, que impulsiona o meio ditador com moldes e costumes superficiais.
Vivemos no mundo onde a ideia de que tudo é possível se especula em diversos formatos, planejados para estimular nossa expectativa de sucesso. Porém, como nem tudo é como aparenta, muito bom estar atento a cartilha do 'politicamente correto', que deve ser seguida conforme o padrão exigido. Bem do jeito: seja excêntrico! MAS, procure tempo para cair no gosto de quem faz valer a sua necessidade. Senão, engula à seco, diariamente, toda lucidez do convívio social e mercadológico. Já que é assim e não há para onde fugir, faça essa mistura e arredonde para a média cravada, sem risco de variação - Não vá sair do padrão, viu?
Numa entrevista da Martha Medeiros (jornalista, escritora) para o programa da Marília Gabriela, na GNT, a colunista confessou sentir falta de pessoas diferentes e ainda disse enxergar que a maioria das pessoas são semelhantes e as relações entre elas, repetidas. Foi de um conforto sem dimensão, saber que essa percepção está sendo compartilhada - ufa! O problema é que ela também admitiu ser uma representante da sociedade 'integrada' e que gostaria de ser mais alternativa. Com esperança, prefiro crer que isso tem a ver com a necessidade que aprisiona.
A resignação a este contexto, que eu vou chamar de 'loucura bem trajada', talvez seja mais complexa do que acreditar no potencial singular de cada pessoa. Em vias por onde o mínimo detalhe distorce a realidade e o transforma em sensacionalismo, prefiro fantasiar-me de eu mesmo, apostando no futuro do indicativo da boa fé.
Rubens Barizon
*Crônica do cotidiano*
24 de fev. de 2015
Ao rótulo dos prêmios do Oscar 2015
Birdman agradou com a história de reinvenção artística de Riggan
Thomsom - o Birdman, personagem interpretado por Michael Keaton.
O longa metragem tomou o gosto da academia hollywoodiana de cinema e levou as estatuetas de melhor Roteiro, Direção e Fotografia, que consagraram a de Melhor Filme, último prêmio da noite. Totalizando quatro para a equipe do projeto.
Alejandro Iñarritu dirigiu com ousadia, arquitetou o filme em plano sequência e soube conduzir o roteiro, com intuição visual, as cenas bem amarradas fertilizavam o lúdico, num ritmo capaz de extrair o melhor da fotografia e do elenco, que também conta com Edward Norton.
A história é sobre a aposta de Riggan Thomsom (Keaton), ator que investe numa peça de teatro na Broadway, para redirecionar sua carreira e se livrar do personagem, que carrega como carma.
A linguagem do filme entusiasma, assim como as quebradas de bateria em certas cenas. Os efeitos gráficos e sonoros merecem destaque.
Rubens Barizon,
sobre cinema.
Thomsom - o Birdman, personagem interpretado por Michael Keaton.
Alejandro Iñarritu dirigiu com ousadia, arquitetou o filme em plano sequência e soube conduzir o roteiro, com intuição visual, as cenas bem amarradas fertilizavam o lúdico, num ritmo capaz de extrair o melhor da fotografia e do elenco, que também conta com Edward Norton.
A história é sobre a aposta de Riggan Thomsom (Keaton), ator que investe numa peça de teatro na Broadway, para redirecionar sua carreira e se livrar do personagem, que carrega como carma.
A linguagem do filme entusiasma, assim como as quebradas de bateria em certas cenas. Os efeitos gráficos e sonoros merecem destaque.
Rubens Barizon,
sobre cinema.
12 de fev. de 2015
Logo no carnaval, Eike?
Deixa eu falar:
[Política]
A economia não vai bem. Talvez, por conta dos empresários, público e privado, alimentadores do pensamento ecônomico moderno. "Modernos"?
Não sou PTista! senão, um sonhador da justiça para todos. A igualdade dá prazer aos meus, conceito e preceito.
Ver os tantos executivos, políticos e empresários, neste caso, o Eike, serem confiscados pela federação, passa-me um sentimento de saciedade, pelo fato de em nenhum outro governo, os 'intocáveis' serem perturbados.
Pois é carnaval! Tempo de chacoalhar.
Rubens Barizon
''É o confisco! eu confisco, esse é o meu trabalho, eu confisco"
[Política]
A economia não vai bem. Talvez, por conta dos empresários, público e privado, alimentadores do pensamento ecônomico moderno. "Modernos"?
Não sou PTista! senão, um sonhador da justiça para todos. A igualdade dá prazer aos meus, conceito e preceito.
Ver os tantos executivos, políticos e empresários, neste caso, o Eike, serem confiscados pela federação, passa-me um sentimento de saciedade, pelo fato de em nenhum outro governo, os 'intocáveis' serem perturbados.
Pois é carnaval! Tempo de chacoalhar.
Rubens Barizon
''É o confisco! eu confisco, esse é o meu trabalho, eu confisco"
27 de jan. de 2015
Admitir
O coração vazio e a leveza das confissões. A cabeça não segura o corpo. A posse da carne não adianta, se a tentativa de dentro do peito não for de verdade. Daquilo que faz bem, prefiro a fortaleza. O devaneio serve para antes dos trinta. Além, é exagero. A não ser a poesia, a vontade de amor compartilhado, sem a doença de amar mais o outro do que a si próprio. Investir em ilusão é um duplo erro, o de acreditar numa outra verdade e o de achar que vai dar certo.
A omissão trata com respeito, a sinceridade alia-se ao realismo, a mentira é quando a solução está bem ao seu lado e não há outro caminho. Siga o da verdade em caso de mudança...essa opção é a que vai te engrandecer. Usar todos os erros como uma forma de aceitação, daquilo que não tem como escapar. Ou então, o desprazer de deixar como está - o passar do tempo.
A bagunça precisa ser admitida, o controle é aceitar o inevitável. Remadas ao sossego é seguir o modelo individual que o fato de ser humano concede a nós; seres, singulares e humanos. O quê os olhos veem, o coração (des)aprova com certeza.
Seria fácil, se os erros da vida pudessem ser editados com cortes e as cenas maravilhosas dominassem do início ao fim, o filme que conta a nossa história. Não vai ser assim...
A inversão métrica faz parte deste estado embaralhado. As frases curtas e o valor sentimental de envelhecer.
Rubens Barizon
A omissão trata com respeito, a sinceridade alia-se ao realismo, a mentira é quando a solução está bem ao seu lado e não há outro caminho. Siga o da verdade em caso de mudança...essa opção é a que vai te engrandecer. Usar todos os erros como uma forma de aceitação, daquilo que não tem como escapar. Ou então, o desprazer de deixar como está - o passar do tempo.
A bagunça precisa ser admitida, o controle é aceitar o inevitável. Remadas ao sossego é seguir o modelo individual que o fato de ser humano concede a nós; seres, singulares e humanos. O quê os olhos veem, o coração (des)aprova com certeza.
Seria fácil, se os erros da vida pudessem ser editados com cortes e as cenas maravilhosas dominassem do início ao fim, o filme que conta a nossa história. Não vai ser assim...
A inversão métrica faz parte deste estado embaralhado. As frases curtas e o valor sentimental de envelhecer.
Rubens Barizon
23 de jan. de 2015
Dicotomia
A comunicação passa na via de influência da opinião e arquiteta os tipos, cujo propósito da vida se decide em direção à zona de conforto da razão.
A natureza humana se contradiz quando tem o poder calculado pela quantidade exata, em variável X proporcional ao que os tipos acumulam e compram quando estão cansados da vida rotineira e amarga. Enumerar, omitindo a necessidade de sobra e falta do meio, que se retroalimenta com o argumento de poder e rejeição aos demais moldes, também inspirado pelo 'boom' informacional que o mundo globalizado desencadeia - separação ideológica, onde o potencial vem da métrica.
No entanto, quando o título deste texto propõe a oposição, a primeira voz busca o equilíbrio das admirações e qualidade individual. O exemplo é prático, na sexta-feira, a condição de bancar (o quê, quem) e/ou a prerrogativa do grupo, pouco admite a necessidade da sociedade plural, que emerge inúmeras propostas, revelações avessas ao conservadorismo e mantém o ciclo de tostões nas pequenas relações da estética; a originalidade, apenas como um respeito pelo todo.
A visão é a de informar discrepância provocada pelo desejo da vitrine, que causa ilusão. Não é apenas na aparência, mas nas palavras formuladas por sábios do mercado, que empurram as pessoas, uma contra as outras.
Rubens Barizon
[repertório ensaiado]
"- Quem seria Deus no mundo de hoje?"
A natureza humana se contradiz quando tem o poder calculado pela quantidade exata, em variável X proporcional ao que os tipos acumulam e compram quando estão cansados da vida rotineira e amarga. Enumerar, omitindo a necessidade de sobra e falta do meio, que se retroalimenta com o argumento de poder e rejeição aos demais moldes, também inspirado pelo 'boom' informacional que o mundo globalizado desencadeia - separação ideológica, onde o potencial vem da métrica.No entanto, quando o título deste texto propõe a oposição, a primeira voz busca o equilíbrio das admirações e qualidade individual. O exemplo é prático, na sexta-feira, a condição de bancar (o quê, quem) e/ou a prerrogativa do grupo, pouco admite a necessidade da sociedade plural, que emerge inúmeras propostas, revelações avessas ao conservadorismo e mantém o ciclo de tostões nas pequenas relações da estética; a originalidade, apenas como um respeito pelo todo.
A visão é a de informar discrepância provocada pelo desejo da vitrine, que causa ilusão. Não é apenas na aparência, mas nas palavras formuladas por sábios do mercado, que empurram as pessoas, uma contra as outras.
Rubens Barizon
[repertório ensaiado]
"- Quem seria Deus no mundo de hoje?"
19 de jan. de 2015
Máscara de amor
Quando vem do ciúmes, não pode dar certo.Nada se espera,
tudo bem perto.
Se o corpo esquenta,
a paixão flutua.
No que a cabeça tenta,
o interior indigesto,
tumultua.
O quê fere o amor,
não fica no ar.
Amor faz sentir,
o tempo que há,
na lacuna do olhar.
A boa fé do ciúmes
tem reação de gente má.
- "O que dizes para mim? "
- Com ciúmes, não dá.
O aroma fica, para os momentos lembrar.
Essa máscara de amor,
prefiro não usar.
Rubens Barizon
[a linguagem poética registra a plenitude]
12 de jan. de 2015
Turbidez

A linguagem da pressão em tempo de verão, agita o corpo e ebule o cerébro, que já em atraso com a estética da imagem, convenciona-se cujo movimento de sombra, água fresca e prazer.
Chegando no ponto de conduta, em banda com a associação e a vontade de conhecer, o caminho para uma conjuntura de histórias pessoais e leitura, que eu chamo: literatura de reporte. Seu estilo e forma, dentro de tal versão do fato, gera uma narrativa do particular até a mais plural e avessa possibilidade. A variação linguística é a diferença da expressão/absorção diante a comunicação que se estabelece entre os envolvidos numa ação. Se há valores (racionais, físicos) o fator emocional vai disparar uma reação, nem que seja à força.
O controle e o estapafúrdio oscilam entre os tantos que estão submetidos ao calor, nesta ilha que provoca uma sensação altíssima de descontrole térmico e aumento de uma série de facilidades; a questão é a crítica. O antônimo desta ideia não chega em nenhuma oposição barata. Até porque, a censura deveria partir das absurdas relações de transparência com o modelo de vida, às escuras do equilíbrio - "ao aceitar, aplique-se como tal".
A ocorrência seria o descompasso do desenvolvimento social e econômico. O de propriedade intelectual coletiva e histórica, deixemos com a França. Pois, terrorismo como o contra a redação do Charlie Hebdo, ainda não nos chegou o molde, mas de violência estamos bem(?).
[No quê o geral fomenta com a intromissão do individualismo]
9 de jan. de 2015
Do geral para o particular radical. Sociedade, conclusão e as diferenças
Decisão de canal para uma história sustentável. Estou pegando a mania de ser cada vez mais objetivo, diante a direção das frases sincronizadas, no foco do que sou por um todo. Equilíbrio não se taxa em encontro urbano.
A literatura e a poesia da entrelinha modela, na forma mutável das novas mídias, o cerne da interpretação até hoje. O deslumbre narrativo, a frase bem colocada para um determinado fim. O tema é aquele simples. A sinalização do ato direcionado àquilo, afeta logo o que existe a ser rechaçado; a postura do momento cultural de criação. Se te parece calúnia, analise antes a deixa. O esclarecimento opera melhor. Saber ler os códigos de visão interpretativa com a razão orgulhosa de valor. A pressão acaba com a absorção e digestão, por si só. A não ser, quando se trata de terrorismo e liberdade de expressão.
- "Não darei sequência a polêmica internacional destes dias, quando rebeldes ultraradicais ameaçam a segurança com avisos equilibrados ao ponto de vista criado pelos cartunistas assassinados com rajadas. Onde se faz de um jeito e o outro reage conforme suas convenções, com Deus metido na conversa, ou por simples revolta interpretativa dos desenhos e seus significados para as partes - fica a variável nesse problema."
Vejo a sociedade global nas dimensões a partir do trânsito local dos meus costumes espaciais e digitais. As relações sócioeconômicas atraem o olhar mútuo de interrelação de princípios, política e patamares. Lê-se por metrópoles globais, o impacto em cadeia das informações que navegam de clique, em clique.
A literatura não se virou como apenas um clichê mecenas da web, mas as formas elaboradas de furor e unidades de valor, da linguagem menos técnica até o acompanhar dos fatos sustentado pelo realismo útopico - o convívio do mundo e suas diferenças: do pilar ao dinheiro; interesses comerciais da cultura local. A realidade narrativa de esteriótipo, cada qual com sua correspondência e intenção. Contribuições e trocas de hegemonia (qual seja), nem sempre será amistosa quanto parece o cumprimento de uma lei.
Nem sempre tão explicada, na França ... no Brasil. As armas, as instituições, as conclusões sobre as interpretações e: bang! O pavil chega ao fim em qualquer tipo de ralação. As constantes sofrem o mesmo que as repentinas, rotineiras ou casuais. Se tem canal, vai chegar a mensagem e a reação abrupta acaba em tragédia.
"Salve-se quem puder"
Reduzindo as gorduras.
Rbarizon, em Rio de Janeiro.
- "Não darei sequência a polêmica internacional destes dias, quando rebeldes ultraradicais ameaçam a segurança com avisos equilibrados ao ponto de vista criado pelos cartunistas assassinados com rajadas. Onde se faz de um jeito e o outro reage conforme suas convenções, com Deus metido na conversa, ou por simples revolta interpretativa dos desenhos e seus significados para as partes - fica a variável nesse problema."
Vejo a sociedade global nas dimensões a partir do trânsito local dos meus costumes espaciais e digitais. As relações sócioeconômicas atraem o olhar mútuo de interrelação de princípios, política e patamares. Lê-se por metrópoles globais, o impacto em cadeia das informações que navegam de clique, em clique.
A literatura não se virou como apenas um clichê mecenas da web, mas as formas elaboradas de furor e unidades de valor, da linguagem menos técnica até o acompanhar dos fatos sustentado pelo realismo útopico - o convívio do mundo e suas diferenças: do pilar ao dinheiro; interesses comerciais da cultura local. A realidade narrativa de esteriótipo, cada qual com sua correspondência e intenção. Contribuições e trocas de hegemonia (qual seja), nem sempre será amistosa quanto parece o cumprimento de uma lei.
Nem sempre tão explicada, na França ... no Brasil. As armas, as instituições, as conclusões sobre as interpretações e: bang! O pavil chega ao fim em qualquer tipo de ralação. As constantes sofrem o mesmo que as repentinas, rotineiras ou casuais. Se tem canal, vai chegar a mensagem e a reação abrupta acaba em tragédia.
"Salve-se quem puder"
Reduzindo as gorduras.
Rbarizon, em Rio de Janeiro.
30 de dez. de 2014
Energia Boa
O caráter do diário digital e o propósito de confidência, conduz a contradição de pensar e escrever sobre este ciclo de doze meses que termina, com os votos e brinde ao novo ano. Um divã público na plataforma web.
Movimentado pela Copa do Mundo de futebol, e que deixou a decepção no ar, 2014 não consternou o meu propósito de desenvolvimento. Aonde a bola cair no mercado de comunicação, a posição vai ser a correta para empurrar para o gol, independente dos zagueiros que servem aqui, como pedras no caminho.
De certo que a idade vai passando, o vigor da maturidade chega para entender a vida e com clara evidência, nos cansa como antes não era sentido.
Pela motivação da vontade e desejo de prosperar, o ano de 2015, que soma 8, deixa o universo infinito de possibilidades - Oxalá!
No caminho,
Rubens Barizon
Movimentado pela Copa do Mundo de futebol, e que deixou a decepção no ar, 2014 não consternou o meu propósito de desenvolvimento. Aonde a bola cair no mercado de comunicação, a posição vai ser a correta para empurrar para o gol, independente dos zagueiros que servem aqui, como pedras no caminho.De certo que a idade vai passando, o vigor da maturidade chega para entender a vida e com clara evidência, nos cansa como antes não era sentido.
Pela motivação da vontade e desejo de prosperar, o ano de 2015, que soma 8, deixa o universo infinito de possibilidades - Oxalá!
No caminho,
Rubens Barizon
13 de dez. de 2014
Preciosismo
Um alguém que transita pelo erudito ao popular, naturalmente abre o caminho do julgamento.
Refiro-me então, sobre a afirmação inútil e o comportamento sem repertório. Escrever sobre a mudança de olhar repentino ajuda a interpretar os códigos e diferenciá-los da imposição do discurso.
Textos autobiográficos me incomodam. Não que eu seja inclinado à ficção, mas é que a verdade que já passou, narrada pelo mesmo que a vivenciou, já sofre uma série de modificações estruturais da linguagem histórica, emocional e convencional.
A versão original é a que vem da cumplicidade natural; a espontaneidade da informação parte da origem cultural do interlocutor - o conhecimento linguístico e a memória de transcrição para contar determinada história, à sua maneira mais pura e real, para que no entanto, a história não siga o interesse do locutor e a certeza perca o potencial de realidade
Manipulação e discurso de verdade
"- Quem fala do quê para quem", nos permite superficialmente cogitar direções. Outro sinal do discurso de autoridade é a referência do imediato - a resposta para o que é crucial em dado momento. A crença no que é falado por último em tom de afirmação do ponto de vista, retroalimentando paradigmas, do particular para o geral.
A ideia do outro é quase sempre pitaco! se for de "verdade", a compreensão vem à tona. Ao reforçar o óbvio, a máscara cai e as intenções dão a largada ao jogo, que é relacionar-se com os fatos e comportamentos narrados pelo molde social de cada indivíduo.
Rubens Barizon
3 de nov. de 2014
A modernidade e a filosofia da opinião
O mocinho faz o bem e não tem direito de errar senão o mal se instala. O vilão arma para conseguir os seus interesses egoístas e figura lapsos de consciência coletiva. É por meio destas frases a comparação do texto. O momento em que o extremo das ideias age.
A história parte da lógica vista nos pequenos círculos sociais. Quando a concórdia se instaura, supostamente, a aceitação ao plural dá um passo adiante. Seria simples assim, se a parcialidade das expressões fossem determinadas por um único ponto de análise. Partindo desta premissa, vê-se que uma ação coletiva de democracia envolve inúmeros elementos. O sim (vamos) e o de não (vamos de algum jeito) para que o conjunto faça sentido. Sem a sequência proposta, a oposição extrema se revela e o ser político rapidamente transforma suas ideias em atitudes radicais - sem coerência. Sobretudo no Brasil contemporâneo, de uma proposta midiática com razões econômicas e perfil resgatador de ideias perdidas, alimentando o conflito ético ao invés da discussão política.
A direção de governo, os questionamentos locais e o saneamento básico (conhecimento) ficam sempre para amanhã. As observações transformam-se em regras no quebra cabeça da administração pública brasileira. E as incontáveis opiniões ecoam como diretrizes a serem seguidas, sim ou sim.
A história parte da lógica vista nos pequenos círculos sociais. Quando a concórdia se instaura, supostamente, a aceitação ao plural dá um passo adiante. Seria simples assim, se a parcialidade das expressões fossem determinadas por um único ponto de análise. Partindo desta premissa, vê-se que uma ação coletiva de democracia envolve inúmeros elementos. O sim (vamos) e o de não (vamos de algum jeito) para que o conjunto faça sentido. Sem a sequência proposta, a oposição extrema se revela e o ser político rapidamente transforma suas ideias em atitudes radicais - sem coerência. Sobretudo no Brasil contemporâneo, de uma proposta midiática com razões econômicas e perfil resgatador de ideias perdidas, alimentando o conflito ético ao invés da discussão política.
A direção de governo, os questionamentos locais e o saneamento básico (conhecimento) ficam sempre para amanhã. As observações transformam-se em regras no quebra cabeça da administração pública brasileira. E as incontáveis opiniões ecoam como diretrizes a serem seguidas, sim ou sim.
20 de out. de 2014
A oportunidade de estar certo
Seja lá o meio de comunicação utilizado, a constatação do avanço da contradição vem diretamente das pessoas que tenho escutado por aí. Em maioria, parecem sofrer uma crise necessária de afirmação da verdade e somente a verdade.
Na narrativa da mesmice, em crise, não existe a possibilidade de erro, "pois esse é o meu ponto de vista e cada um tem o seu". Mesmo entre pessoas próximas, o tom das conversas parecem se polarizar em uma oposição desmotivante, que concorda com a moral esteriotipada criada pelo círculo de informações superficiais que lhes dão direito de opinião e pronto.
A influência da mídia de massa vislumbra o poder conservador e interfere na interpretação da sociedade com seus modelos de padronização do consumo e da ideia, que afeta a discussão saudável da opinião pública sobre um assunto; se considerado um patamar abrangente. A opinião contrária é uma forma de equilíbrio e soma de valor, o exercício do ego e da tolerância que gera conhecimento.
Se ter dinheiro na economia atual é para poucos. Por que não ter a razão (né mesmo)?
Rubens Barizon
- a contradizer as certezas.
8 de out. de 2014
O Oriente Médio da política no Brasil
O mulçumano segue o alcorão e seus cinco pilares. O brasileiro, segue o ciclo dos mesmos governantes. Seja lá ou cá, a roteirização parece estar pré-definida, cada um do seu jeito - pela guerra ou pela sobrevivência ao controle.
A votação mostrou uma grande contradição no resultado dos votos, nessa que é uma parte boa das eleições, a velocidade da apuração. A segurança da contagem rápida é outro assunto. A contradição capaz de dar um exemplo para o eleitor é no caso da corrida para o cargo máximo da república, entre Dilma Rousseff e Aécio Neves. Houve uma inversão de valores no histórico dos governo e partido, PT e PSDB, consecutivamente.
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Na região do ABC paulista, reduto do Partido dos Trabalhadores (PT), a atual presidenta Dilma não conseguiu a maioria dos votos. A insatisfação dos eleitores da região sede do partido, demonstra a rejeição. Em Minas Gerais, estado por onde Aécio Neves já ocupou o senado e o governo, mostra outra inversão e o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) perdeu onde deveria ser um eleitorado que apoiasse a candidatura do tucano à presidência.
" - Seria essa uma manifestação local do eleitorado democrático, tentando mostrar indicativos que devem ser levados em consideração no 2o turno? "
Acreditar na sequência coerente é ter esperança política. Se isso não funciona (e não funciona) continuaremos com a polarização das atitudes públicas. A governabilidade desse país plural, parece se caluniar e negociar, enquanto tudo segue.
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Já sobre o que compete acreditar numa comparação ao Oriente Médio, observo que se em uma constituição federal (país enorme deste) temos basicamente os mesmos partidos e antigos candidatos reeleitos, faz-me associar um tipo de fundamentalismo, o de falsidade ideológica entre as sociedades, que com pouca diversidade entre seus representantes, não conseguem dar uma nova direção à política nacional.
Por Rubens Barizon - produção independente.
[O fundamentalismo da polarização]
6 de out. de 2014
E o Brasil gira a máquina política
A engrenagem funcionou bem de acordo com o normal. O pluripartidarismo e as políticas de governabilidade passam seus bastões ao da vez e a mudança que se fala tanto, se perde em meio aos votos.
Voto de ida e resposta direta. Tudo como se trama. A sociedade da polarização, do medo de não participar da festa da democracia, manteve a antiga forma de pensar eleição. O conservadorismo interfere e novamente as mesmices - os candidatos desta eleição merecem um capítulo à parte. Até porque, seriam poucas as modificações possíveis com essa votação.
Nada de surpreendente. Está tudo em controle.
Voto de ida e resposta direta. Tudo como se trama. A sociedade da polarização, do medo de não participar da festa da democracia, manteve a antiga forma de pensar eleição. O conservadorismo interfere e novamente as mesmices - os candidatos desta eleição merecem um capítulo à parte. Até porque, seriam poucas as modificações possíveis com essa votação.
Nada de surpreendente. Está tudo em controle.
30 de set. de 2014
O navegar da comunicação e o espaço público
"Ao próximo, ofereça o conhecimento. A qualquer outra intenção de alguém, algo ligado ao dinheiro"
Acima, a frase que deslocou um pensamento sobre o valor da vida em pingue pongue. Sem assustar ou tomar muitas conclusões, pare e racionalize apenas a problemática do texto; não a sua.
- Um rapaz tem a sorte de encontrar em seus momentos no meio social, as pessoas que fazem do universo a extensão do lar. Logo, na maioria das vezes o conhecimento se transpassa com fluidez moral, capaz de cultivar as doutrinas da argumentação, no espaço público, diante ao discurso - círculo de verdade e poder.
Quando essa pessoa, no caso da breve sugestão, o rapaz propõe (exposição) outros modelos de comunicação, quase sempre se associa ao dinheiro. Em seguida, os formatos de comunicação e consumo prendem a atenção de quem seja, mesmo diante a qualquer alinhamento. Desconsidere por uma interpretação ampla, as atividades didáticas, aquelas feitas fora de contato com outra pessoa.
Permeando ao cenário proposto, ficam os costumes da sociedade pública em relação ao meio eletrônico, digital do mundo em interação. Ao redor, um meio ambiente em cronologia com os avanços bruscos na maneira de identificar a característica verdadeira ... a de conhecimento empírico, a do lado cognitivo da relação interpessoal no espaço público
Aos demais, ofereça algo ligado ao dinheiro ...
Rubens Barizon
[Modelos de comunicação]
Acima, a frase que deslocou um pensamento sobre o valor da vida em pingue pongue. Sem assustar ou tomar muitas conclusões, pare e racionalize apenas a problemática do texto; não a sua.
- Um rapaz tem a sorte de encontrar em seus momentos no meio social, as pessoas que fazem do universo a extensão do lar. Logo, na maioria das vezes o conhecimento se transpassa com fluidez moral, capaz de cultivar as doutrinas da argumentação, no espaço público, diante ao discurso - círculo de verdade e poder.
Quando essa pessoa, no caso da breve sugestão, o rapaz propõe (exposição) outros modelos de comunicação, quase sempre se associa ao dinheiro. Em seguida, os formatos de comunicação e consumo prendem a atenção de quem seja, mesmo diante a qualquer alinhamento. Desconsidere por uma interpretação ampla, as atividades didáticas, aquelas feitas fora de contato com outra pessoa.
Permeando ao cenário proposto, ficam os costumes da sociedade pública em relação ao meio eletrônico, digital do mundo em interação. Ao redor, um meio ambiente em cronologia com os avanços bruscos na maneira de identificar a característica verdadeira ... a de conhecimento empírico, a do lado cognitivo da relação interpessoal no espaço público
Aos demais, ofereça algo ligado ao dinheiro ...
Rubens Barizon
[Modelos de comunicação]
29 de set. de 2014
O tema é política
O mês de setembro vai dando tchau no ano da Copa. Digestão do evento quase feita e de pronto, voltam aqueles mesmos problemas de sempre. Ao invés da organização, as propagandas políticas.
Já para a próxima semana do segundo 'bro, temos eleição - para o dia 5 de outubro, parece existir um comitê especial para as inscrições de personagens pitorescos. E o melhor que se pode fazer,..., não sei bem. Para voto presidencial, podemos argumentar. Agora, para os outros cargos, admito um desprazer enorme com. A democracia dá preguiça quando temos o cenário de candidatos tão pobres de confiança como esses aí.
A mística de país do futuro transporta o meu olhar para uma unilateralidade de geração de políticos iguais aos de antes, como se houvesse que ser assim, uma manipulação ou modelo de gente. Ah! sim, a corrupção pode explicar. Mas, existe um percentual considerável de qualidade dos candidatos, atravanca e não vai pra frente. Nem são muitos anos de vida assim, mas essa me parece ser a eleição mais incompleta. Falta alguma coisa.
Temos alguns dias para decidir o que fazer com o destino político do Brasil para os próximos 4 anos.
Já para a próxima semana do segundo 'bro, temos eleição - para o dia 5 de outubro, parece existir um comitê especial para as inscrições de personagens pitorescos. E o melhor que se pode fazer,..., não sei bem. Para voto presidencial, podemos argumentar. Agora, para os outros cargos, admito um desprazer enorme com. A democracia dá preguiça quando temos o cenário de candidatos tão pobres de confiança como esses aí.
A mística de país do futuro transporta o meu olhar para uma unilateralidade de geração de políticos iguais aos de antes, como se houvesse que ser assim, uma manipulação ou modelo de gente. Ah! sim, a corrupção pode explicar. Mas, existe um percentual considerável de qualidade dos candidatos, atravanca e não vai pra frente. Nem são muitos anos de vida assim, mas essa me parece ser a eleição mais incompleta. Falta alguma coisa.
Temos alguns dias para decidir o que fazer com o destino político do Brasil para os próximos 4 anos.
26 de ago. de 2014
Outra vez
As segundas chances conotam, em primazia na minha vida, um ar de orgulho e rejeição sobre um assunto tratado com atenção, por uma procurada. O 'não', possibilidade do 'sim', ataca o centro do umbigo. Neste caso o ego. Logo, uma próxima página.
"Obedecer ao caráter não é um exercício. De certo, testa a tolerância"
Rubens
'Rubro'
"Obedecer ao caráter não é um exercício. De certo, testa a tolerância"
Rubens
'Rubro'
21 de ago. de 2014
Sociedade viral
Atualmente, o poder está relacionado ao consumo. Quanto o indivíduo está disposto a investir para a construção de uma imagem, visto, o perfil de determinado grupo social.
Dentro dos diferentes conjuntos de pessoas, avalia-se o estilo - a estética do capital. Há unânimidade direcionada, quase sempre visando interesses particulares, tendências e outras vaidades compartilhadas por meio das mídias de informação móvel, via plataforma digital, por onde surgem as novas facetas da indentidade humana descaracterizada de matéria e impulsionada também por uma hiper realidade.
O poder separa naturalmente os grupos com os esteriótipos assumidos por cada qual, enquanto analisados através da autogestão de cada ciclo/círculo social, que segue intenções estabelecidas pela capacidade do consumo sustentantável. Afinal, alguma vaidade é necessária para gabaritar e consequentemente obter a credencial de tal vínculo social. Podem ser indentificados nos vários moldes ligado à instituição formada.
Porventura, os negócios são conjunturais. A vida se pauta em grupos com intenções, interesses e vínculos. As dependências de cada objetivo provocam o endividamento de controle que amalgamam as necessidades e as ostentações imagéticas das atitudes adequadas para o público alvo. Com o multidirecionalismo do sistema digital, as propagações tomam dimensões globais e o leque de classificação dos grupos, transitam os níveis de comportamento diante à condição do poder.
Rubens Barizon
Dentro dos diferentes conjuntos de pessoas, avalia-se o estilo - a estética do capital. Há unânimidade direcionada, quase sempre visando interesses particulares, tendências e outras vaidades compartilhadas por meio das mídias de informação móvel, via plataforma digital, por onde surgem as novas facetas da indentidade humana descaracterizada de matéria e impulsionada também por uma hiper realidade.
O poder separa naturalmente os grupos com os esteriótipos assumidos por cada qual, enquanto analisados através da autogestão de cada ciclo/círculo social, que segue intenções estabelecidas pela capacidade do consumo sustentantável. Afinal, alguma vaidade é necessária para gabaritar e consequentemente obter a credencial de tal vínculo social. Podem ser indentificados nos vários moldes ligado à instituição formada.
Porventura, os negócios são conjunturais. A vida se pauta em grupos com intenções, interesses e vínculos. As dependências de cada objetivo provocam o endividamento de controle que amalgamam as necessidades e as ostentações imagéticas das atitudes adequadas para o público alvo. Com o multidirecionalismo do sistema digital, as propagações tomam dimensões globais e o leque de classificação dos grupos, transitam os níveis de comportamento diante à condição do poder.
Rubens Barizon
20 de ago. de 2014
International Hard News
Tecnologia metida na guerra do leste europeu. O mundo fervilha ao som dos disparos da guerra e dos dispositivos móveis.
A prática do autoretrato ameniza e enaltece, quem vê diante do problema real um modo de protestar e registrar aquilo numa prova real da imagem dentro de toda a situação de risco. Um ato curioso que chama a atenção para o radicalismo, os dispositivos móveis e o comércio bélico que espalha mortos pelo mundo.
A tecnologia é tanta, que o senhor Obama manda atacar os rebeldes iraquianos por meio da vídeo conferência, com o sinal, o clique de comando explode centenas de pessoas. São muitas mortes no mundo nesses últimos tempos. É guerra no leste europeu, guerra das UPPs, guerra no Oriente médio e guerra para comprar um celular e mantê-lo pronto para registrar a co-autoria da vida pessoal e histórica.
Contudo, a guerra globalizada do sistema programático da informação codificada e customizada pelas organizações transnacionais, deveria prestar atenção nas selfies tiradas por aí. Por exemplo, a do funeral do Eduardo Campos para avaliar o significado de respeito, o do edifício em Kremlin na Rússia (mostrado no link). E se puder, também avaliar as formas da ética política internacional, como o dever de casa da soberania disciplinar em controle, quase uma selfie dos problemas.
Atento ao mundo pelos subsídios mídiáticos.
Rio, 20/08/2014 - Rubens Barizon
Selfie ucraniano - imagem seguida da matéria do G1, que inspirou esta resenha com intenção de fazer uma paralelo entre a invasão selfie nos problemas sóciopolíticos globais.
A prática do autoretrato ameniza e enaltece, quem vê diante do problema real um modo de protestar e registrar aquilo numa prova real da imagem dentro de toda a situação de risco. Um ato curioso que chama a atenção para o radicalismo, os dispositivos móveis e o comércio bélico que espalha mortos pelo mundo.
A tecnologia é tanta, que o senhor Obama manda atacar os rebeldes iraquianos por meio da vídeo conferência, com o sinal, o clique de comando explode centenas de pessoas. São muitas mortes no mundo nesses últimos tempos. É guerra no leste europeu, guerra das UPPs, guerra no Oriente médio e guerra para comprar um celular e mantê-lo pronto para registrar a co-autoria da vida pessoal e histórica.
Contudo, a guerra globalizada do sistema programático da informação codificada e customizada pelas organizações transnacionais, deveria prestar atenção nas selfies tiradas por aí. Por exemplo, a do funeral do Eduardo Campos para avaliar o significado de respeito, o do edifício em Kremlin na Rússia (mostrado no link). E se puder, também avaliar as formas da ética política internacional, como o dever de casa da soberania disciplinar em controle, quase uma selfie dos problemas.
Atento ao mundo pelos subsídios mídiáticos.
Rio, 20/08/2014 - Rubens Barizon
Selfie ucraniano - imagem seguida da matéria do G1, que inspirou esta resenha com intenção de fazer uma paralelo entre a invasão selfie nos problemas sóciopolíticos globais.
15 de ago. de 2014
Conjunto segmentado - os impactos das novas mídias na maneira de agir
O resultado na prática de um padrão modular, servindo à classificação das pessoas espalhadas pela camada urbana e que por meio das novas mídias, pluralizam as suas intenções junto ao avanço tecnológico.
Não surpreendente, as metrópoles brasileiras aplicam o conceito world wide web. Há tempos seguimos os modelos importados e o aumento do acesso ao aparato digital causa impacto no âmbito social. Sobretudo, durante esta crise econômica do final dos quatro anos da presidente Dilma Rousseff à frente do país. A previsão comportamental se baseia no consumo que politiza os integrantes da engrenagem do dia-dia, que fragmenta o consciente do indivíduo hipotético e configura a sua vida em sub funções, de acordo com o próprio interesse pessoal, econômico e social.
A personalização da vida em comunicação etérea forma um embargo sistemático. O próximo lucro e a vida diante à capitalização do presente até o futuro - a segurança do curto ao longo prazo, tudo ao mesmo tempo. Ou senão, sinta-se apenas um afeto. A vida tem estado em ritmo volátil. Demais para a intenção e atual pane de padrão na comunidade social brasileira - qual seja. Tinha Estado. Agora tem poder ou não poder.
Não vos parece também que existe uma absência? a de discernir as evoluções técnicas e a transposição para o palpável. A introspecção do controle, autoestima e as oportunidades de conexão numa esquizofrenia de interesses. Um canal de informação e a produção digital que transforma a carência em uma razão espacial e afetiva, como se fosse uma constante psicologia de um conjunto segmentado.
Aproximação oportuna para uma série de constatações...
[Rubens Barizon]
Não surpreendente, as metrópoles brasileiras aplicam o conceito world wide web. Há tempos seguimos os modelos importados e o aumento do acesso ao aparato digital causa impacto no âmbito social. Sobretudo, durante esta crise econômica do final dos quatro anos da presidente Dilma Rousseff à frente do país. A previsão comportamental se baseia no consumo que politiza os integrantes da engrenagem do dia-dia, que fragmenta o consciente do indivíduo hipotético e configura a sua vida em sub funções, de acordo com o próprio interesse pessoal, econômico e social.
A personalização da vida em comunicação etérea forma um embargo sistemático. O próximo lucro e a vida diante à capitalização do presente até o futuro - a segurança do curto ao longo prazo, tudo ao mesmo tempo. Ou senão, sinta-se apenas um afeto. A vida tem estado em ritmo volátil. Demais para a intenção e atual pane de padrão na comunidade social brasileira - qual seja. Tinha Estado. Agora tem poder ou não poder.
Não vos parece também que existe uma absência? a de discernir as evoluções técnicas e a transposição para o palpável. A introspecção do controle, autoestima e as oportunidades de conexão numa esquizofrenia de interesses. Um canal de informação e a produção digital que transforma a carência em uma razão espacial e afetiva, como se fosse uma constante psicologia de um conjunto segmentado.
Aproximação oportuna para uma série de constatações...
[Rubens Barizon]
5 de ago. de 2014
Absorção de comunicação multidirecional com relação à natureza humana
As prateleiras e as marés. Esta combinação me conduziu a comparar por método associativo, o entendimento profundo e consciente das palavras: subjetivismo e empirismo.
O fato da comparação é para que a direção da análise faça valer metaforicamente o sentido que as prateleiras com o subjetivismo, significado de conhecimento desconhecido, como livros em prateleiras horizontamente perfiladas que sobem e descem, formassem a variação também encontrada no movimento das marés. O continuismo da natureza forçou-me a crer na semelhança do empirismo encontrado na ecologia, em contato com o experimento das ocasiões humanas que se transformam e objetivam um patamar limite. A natureza mais eficiente diminui os ciclos. O ser 'racional' cada vez se interconecta mais com o passado curto de tempo e a informação do presente (streaming) e passam a determinar por onde se ramifica o futuro programado da conivência, que interefere diretamente ao próximo passo de nós, atentos em 2014 e usuários dos novos meios de comunicação.
A subjetividade está inserida em qualquer informação. Desconfie da exatidão com respeito ao julgamento. "We are not always right" -
sobre os pontos de vistas supeficiais e sobre o olhar interpretativo do outro. As diferentes formas de conduta diante a pluralização globalizada se alinha com o fluxo de informação e seus significados formam elementos singulares dentro da massificação de perfis criados por um todo.
O fantasioso falsete desgovernado; a outra opção da subjetividade é a figura de linguagem, a mensagem que conota os significados da publicidade, a intenção pré estabelecida, o mesmo que a importância real impulsiona dentro da economia.
A sugestão acadêmica é verificar a complexidade das interações e reaçõs humanas dentro da Comunicação Social vigente. Ferramenta de mediação das estruturas de um sistema tecnológico informacional.
Com o espírito comum e caráter científico,
Rubens Barizon
O fato da comparação é para que a direção da análise faça valer metaforicamente o sentido que as prateleiras com o subjetivismo, significado de conhecimento desconhecido, como livros em prateleiras horizontamente perfiladas que sobem e descem, formassem a variação também encontrada no movimento das marés. O continuismo da natureza forçou-me a crer na semelhança do empirismo encontrado na ecologia, em contato com o experimento das ocasiões humanas que se transformam e objetivam um patamar limite. A natureza mais eficiente diminui os ciclos. O ser 'racional' cada vez se interconecta mais com o passado curto de tempo e a informação do presente (streaming) e passam a determinar por onde se ramifica o futuro programado da conivência, que interefere diretamente ao próximo passo de nós, atentos em 2014 e usuários dos novos meios de comunicação.
A subjetividade está inserida em qualquer informação. Desconfie da exatidão com respeito ao julgamento. "We are not always right" -
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| Desenvolvimento produtivo de varanda |
O fantasioso falsete desgovernado; a outra opção da subjetividade é a figura de linguagem, a mensagem que conota os significados da publicidade, a intenção pré estabelecida, o mesmo que a importância real impulsiona dentro da economia.
A sugestão acadêmica é verificar a complexidade das interações e reaçõs humanas dentro da Comunicação Social vigente. Ferramenta de mediação das estruturas de um sistema tecnológico informacional.
Com o espírito comum e caráter científico,
Rubens Barizon
30 de jul. de 2014
DNA do meu sorriso
Ao acordar, o único momento em que respeito as minhas bochechas, tanto de falar como de sorrir, é quando percebo como o passar das horas vão transcorrer. Se a possibilidade de me manter sério não existe, a alegria está transbordando.
Ter bom humor e alto astral requer muita energia. E é sério o que eu digo. As pessoas cobram sorriso já cedinho pela manhã. Geralmente, com o argumento: "Mas você sorri o dia todo. O que houve? você está bem?" Eu educadamente respondo que no início do dia eu sou daquele jeito mesmo, sério e com postura diferenciada. Alguns até certificam uma melhora no meu perfil, outros passam o dia querendo saber se algo sério me aconteceu. Começa aí o consumo de energia.
O lado pessoal responde às pressões externas: "Tento manter esse comportamento matinal diferente do meu ser essencial?"
9h 30 da manhã. Normalmente, é esse o horário que alguém cruza o meu caminho. Assim, fácil como a canção do Jota Quest, o primeiro sorriso voluntarioso e um desejo de bom dia. Logo em seguida, a minha configuração original desperta as associações com o passado e os pensamentos mais introspectivos transparecem o bom humor, que só para agora na hora de dormir.
Ah! quase esqueço. Nos dias em que eu acordo sorrindo, as pessoas acham que eu não sou normal. Pensando bem, nos outros dias também.
Rubens Barizon
[Deixa eu seguir a vida... rs]
Ter bom humor e alto astral requer muita energia. E é sério o que eu digo. As pessoas cobram sorriso já cedinho pela manhã. Geralmente, com o argumento: "Mas você sorri o dia todo. O que houve? você está bem?" Eu educadamente respondo que no início do dia eu sou daquele jeito mesmo, sério e com postura diferenciada. Alguns até certificam uma melhora no meu perfil, outros passam o dia querendo saber se algo sério me aconteceu. Começa aí o consumo de energia.
O lado pessoal responde às pressões externas: "Tento manter esse comportamento matinal diferente do meu ser essencial?"
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| Eu às 8h15 da manhã |
Ah! quase esqueço. Nos dias em que eu acordo sorrindo, as pessoas acham que eu não sou normal. Pensando bem, nos outros dias também.
Rubens Barizon
[Deixa eu seguir a vida... rs]
24 de jul. de 2014
Nossos escritores estão morrendo
O meio digital impulsiona a produção de conteúdo e não há contestação. No entanto, nesse modelo de bombardeio superficial de informação, eu amargamente não creio que haja uma substituição para os nossos tantos literários mortos.
O título do livro na imagem sintetiza bem o que eu friso em dizer com palavras. A literatura, assim como a pimenta, é capaz de provocar um incêndio em nossa imaginação.
Atrasado com a promessa de escrever uma obra literária,
Rubens Barizon
8 de jul. de 2014
" Brasil, assim...Brasil, pra mim..."
Uma semi final de Copa do Mundo no Brasil. Não consigo imaginar outro favorito, senão a nossa seleção.
O confronto é tenso, mas se for pensar no clube que escolhemos para torcer, essa superação é mole. Não falo somente do ilustre Flamengo, que vai de vilão no uniforme do adversário hoje, mas de todas as equipes brasileiras, com pouquíssimos representantes na Copa.
A Alemanha tem um time experimentado em Copas do Mundo, com peças que atuam no próprio futebol alemão - na mesma equipe (Bayern Munique), o que cria uma identidade e entrosamento, o ponto mais complicado de superar. Evidente que a ausência do Neymar dificultou nossa jornada, porém, o camisa 10 fica na torcida. Após a explosão no travessão do chute do atacante chileno na prorrogação das oitavas de final, o Brasil assumiu a sorte de campeão e a fama de que Deus é brasileiro.
A final é aqui no Rio de Janeiro e um sonho de criança está prestes a ser realizado. Uma disputa entre Brasil x Argentina no Maracanã, dia 13 de julho.
Rubens Barizon
(Com o coração verde e amarelo e a imparcialidade de lado)
O confronto é tenso, mas se for pensar no clube que escolhemos para torcer, essa superação é mole. Não falo somente do ilustre Flamengo, que vai de vilão no uniforme do adversário hoje, mas de todas as equipes brasileiras, com pouquíssimos representantes na Copa.A Alemanha tem um time experimentado em Copas do Mundo, com peças que atuam no próprio futebol alemão - na mesma equipe (Bayern Munique), o que cria uma identidade e entrosamento, o ponto mais complicado de superar. Evidente que a ausência do Neymar dificultou nossa jornada, porém, o camisa 10 fica na torcida. Após a explosão no travessão do chute do atacante chileno na prorrogação das oitavas de final, o Brasil assumiu a sorte de campeão e a fama de que Deus é brasileiro.
A final é aqui no Rio de Janeiro e um sonho de criança está prestes a ser realizado. Uma disputa entre Brasil x Argentina no Maracanã, dia 13 de julho.
Rubens Barizon
(Com o coração verde e amarelo e a imparcialidade de lado)
1 de mai. de 2014
Na mira da flecha
A personalidade do sagitariano como determinante é considerar o espírito de liberdade e desapego ao que os demais têm por sentimento ou matéria.Não precisarei falar de terceiros para ir à fundo e argumentar sobre o que é 'viver' na última casa do zodíaco. Isso significa completar um ano de vida depois de todos. Assoprar a vela por último é ser mais novo do que todos os nascidos no mesmo ano, o que nos faz entender bem o que significa a idade que estar por vir. É o signo que completa o ciclo de 12 meses. É comemorar o natal e mentalizar as expectativas para a chegada do novo calendário.
A condição de ser sagitariano é aceitar a intensidade como característica. É querer abraçar o mundo sem poder. É querer estar e partir ao mesmo tempo. Entender a contradição como uma unidade, pois a vontade é a de decidir positivamente por tudo e por todos. É aceitar a carência quando a opção for o isolamento necessário do ímpeto animal, que se mescla com a razão humana na figura que representa o signo. É sorrir enquanto todos enxergam problemas. É a busca da alegria nos momentos mais inesperados.
Descrever este signo de elemento fogo do horóscopo tem uma razão. A minha neste caso é a de querer estar próximo para sorrir e afastado, por interpretar os padrões e não concordar.
Rubens Barizon
Aos termos da exposição.
23 de abr. de 2014
Cálculo do X
Se é possível, está sujeito a acontecer. A condição moderna da vida contemporânea carrega consigo uma imensidão de variáveis capazes de modificar o rumo de um plano. São muitos os caminhos que chegam no mesmo lugar, só que um tanto deles são apenas ilusão, que nos conduzem até realizarmos que estamos parados.
A possibilidade circunda nossas opções. Se estamos 'certo', parece mesmo que demos um passo adiante. Sobretudo, quando a opinião pública decide como sucesso essa escolha. No entanto, se a impressão tida for a de vários sucessos consecutivos e ao olhar pessoal, ainda estiveres mergulhado no fracasso, é porque alguma parte da reta se rompeu e você caiu bem por aquela pequena fresta, que parecia minúscula às suas atitudes assertivas e opiniões populares.
O medo de errar, por si só é de um campo expansivo imensurável e eclode cada vez mais em uma multiplicidade de forma e direção. A concordância de uma outra pessoa, com uma análise feita sobre o solicitado, de pronto faz-se discordar da planificação previamente esperada pelo autor. Quase ninguém é capaz de falar o que realmente vê sobre o que se está fazendo. Se existir um laço de cumplicidade com o agente de opinião, aí mesmo que a conveniência dispara a superestima, reconfigurando a identidade real da atitude em sua essência moral.
O medo foi o sentimento que me motivou a escrever este texto. Ter coragem de perguntar sobre uma feitoria em produção é algo que enfraquece a vontade de construir algo original. Mas, o meu medo ultrapassa o autolançamento em território desconhecido e parece encruar as convicções simplórias do padrão exigido pela gordura social.
Rubens Barizon
(Rio de Janeiro nublado é dia para escrever)
A possibilidade circunda nossas opções. Se estamos 'certo', parece mesmo que demos um passo adiante. Sobretudo, quando a opinião pública decide como sucesso essa escolha. No entanto, se a impressão tida for a de vários sucessos consecutivos e ao olhar pessoal, ainda estiveres mergulhado no fracasso, é porque alguma parte da reta se rompeu e você caiu bem por aquela pequena fresta, que parecia minúscula às suas atitudes assertivas e opiniões populares.
O medo de errar, por si só é de um campo expansivo imensurável e eclode cada vez mais em uma multiplicidade de forma e direção. A concordância de uma outra pessoa, com uma análise feita sobre o solicitado, de pronto faz-se discordar da planificação previamente esperada pelo autor. Quase ninguém é capaz de falar o que realmente vê sobre o que se está fazendo. Se existir um laço de cumplicidade com o agente de opinião, aí mesmo que a conveniência dispara a superestima, reconfigurando a identidade real da atitude em sua essência moral.
O medo foi o sentimento que me motivou a escrever este texto. Ter coragem de perguntar sobre uma feitoria em produção é algo que enfraquece a vontade de construir algo original. Mas, o meu medo ultrapassa o autolançamento em território desconhecido e parece encruar as convicções simplórias do padrão exigido pela gordura social.
Rubens Barizon
(Rio de Janeiro nublado é dia para escrever)
15 de abr. de 2014
I don't want. We don't care
The silence fills enough, when what's spoken determines a subject. Patience comes along to the rythm of ideologies.
Each step foward demands a kind of behavior. Until, an enthusiasm forces us to act surrounded by our self inner, and social psycology. The contradiction integrates methods of thinking about unity. Aiming to find out my way to organise communication, It (diary reflection) clarifies to me people's relationship in favor of reaching control of reality. Also, the imperceptible hipocrisy of desires. Develop manners to not involve the core of who is matter. On this hand, the respectful living together takes over and, a simple conversation during the day, becomes more significant.

To politics progress toward the tendency of moral, one by one should think out the meaning of having things to satisfy the identity as brand of human standard.
Rubens Barizon -writing in a rainy day.
"O futuro do singular faz parte da pluralidade "
Each step foward demands a kind of behavior. Until, an enthusiasm forces us to act surrounded by our self inner, and social psycology. The contradiction integrates methods of thinking about unity. Aiming to find out my way to organise communication, It (diary reflection) clarifies to me people's relationship in favor of reaching control of reality. Also, the imperceptible hipocrisy of desires. Develop manners to not involve the core of who is matter. On this hand, the respectful living together takes over and, a simple conversation during the day, becomes more significant.
To politics progress toward the tendency of moral, one by one should think out the meaning of having things to satisfy the identity as brand of human standard.
Rubens Barizon -writing in a rainy day.
"O futuro do singular faz parte da pluralidade "
10 de abr. de 2014
Por meio e modernidade
Resolvido. Vou falar de doença moderna (ou pós) entre os adultos que estão no trânsito da definição pessoal e profissional. O cronograma segue à risca a teoria hipodérmica, se a massa permitir. Pensando tanto no científico como no empírico, ou ainda na imagem pública.
A moral do envelhecimento é perceptível. Todavia, inúmeros fatores nos fazem decidir racionalmente. A moral Kantiana é de fato uma observação coerente. Se contudo, abnegarmos do convívio no raio dos sentidos, e deixarmos de experienciar para agir racionalmente, a chance da emoção ética (família interna) saudar com a bondade feita ao próximo e de efeito contrário à contradição se anula pelo preceito ético. O orgulho se calcula nessa vasta possibilidade de interação e de sequência com a natureza ética de cada um. Prosperidade no coletivo, apenas quando é mútuo e visível, bem como se um medidor de respeito pairasse na figura de um termômetro imaginário, nos tirando a dúvida sobre as infinitas possibilidade em um determinado tempo, espaço e contexto. Neste atual mundo, a convergência dos meios produzem formatos mais rápidos, sem dar tempo de racionalizar.
Os passos adiante são inevitáveis e transmutam ao coletivo. A discussão inicia a cartilha dos propósitos. Entretanto, com o fator de inter relacionamento, a percepção é aguçada por poder expressar a identidade cultural por meioda comunicação e os caminhos comuns, à via de conectividade entre si; que unem ciclos pessoais dentre os sortidos grupos sociais, editados pelo mundo de cunho virtual em meio ao presencial/real (no sentido de tato). A tecnologia só não pode avançar ainda mais. O 'em busca' da conciliação por progresso de cada ser deve vigorar. Sociabilizar com o palpável do que os humanos ofertam. Aos erros de nós, agentes sociais? a técnica oficial e categórica que se aplique no contrato com o Estado, economia, nação, anarquia ou utopia - 'E que sirva de exemplo'.
Tentei contar sobre a doença que é passar os anos com um propósito a atingir, e continuar observando as modificações entre o fim dos anos 90s e os anos 2000. E também, como temos queimado a saúde vital (à toda) nesta competição de consumo e consternação do sistema de normas, regras e convenção. Biologia de um olho esquerdo.
Rubens Barizon
[acúmulo de reflexão]
A moral do envelhecimento é perceptível. Todavia, inúmeros fatores nos fazem decidir racionalmente. A moral Kantiana é de fato uma observação coerente. Se contudo, abnegarmos do convívio no raio dos sentidos, e deixarmos de experienciar para agir racionalmente, a chance da emoção ética (família interna) saudar com a bondade feita ao próximo e de efeito contrário à contradição se anula pelo preceito ético. O orgulho se calcula nessa vasta possibilidade de interação e de sequência com a natureza ética de cada um. Prosperidade no coletivo, apenas quando é mútuo e visível, bem como se um medidor de respeito pairasse na figura de um termômetro imaginário, nos tirando a dúvida sobre as infinitas possibilidade em um determinado tempo, espaço e contexto. Neste atual mundo, a convergência dos meios produzem formatos mais rápidos, sem dar tempo de racionalizar.
Os passos adiante são inevitáveis e transmutam ao coletivo. A discussão inicia a cartilha dos propósitos. Entretanto, com o fator de inter relacionamento, a percepção é aguçada por poder expressar a identidade cultural por meioda comunicação e os caminhos comuns, à via de conectividade entre si; que unem ciclos pessoais dentre os sortidos grupos sociais, editados pelo mundo de cunho virtual em meio ao presencial/real (no sentido de tato). A tecnologia só não pode avançar ainda mais. O 'em busca' da conciliação por progresso de cada ser deve vigorar. Sociabilizar com o palpável do que os humanos ofertam. Aos erros de nós, agentes sociais? a técnica oficial e categórica que se aplique no contrato com o Estado, economia, nação, anarquia ou utopia - 'E que sirva de exemplo'.
Tentei contar sobre a doença que é passar os anos com um propósito a atingir, e continuar observando as modificações entre o fim dos anos 90s e os anos 2000. E também, como temos queimado a saúde vital (à toda) nesta competição de consumo e consternação do sistema de normas, regras e convenção. Biologia de um olho esquerdo.
Rubens Barizon
[acúmulo de reflexão]
31 de mar. de 2014
Percepção do tempo
Ficar velho é ver os mais novos crescerem.
Ficar para trás é não fazer o que os mais velhos fazem.
A mente velha sem obstinação pensa como a de um novato.
A beleza dos jovens contornam a miopia do velho.
Sagacidade transformada em sabedoria.
Egos.
Ficar para trás é não fazer o que os mais velhos fazem.
A mente velha sem obstinação pensa como a de um novato.
A beleza dos jovens contornam a miopia do velho.
Sagacidade transformada em sabedoria.
Egos.
17 de mar. de 2014
Converse com o destino
Havia muito que eu não iniciava um texto com título premeditado. Leitura do pressuposto.
O lado sozinho. Aquela resignação ao plano de reconhecer o durante ( o tempo ) que temos para concluir coisas até a morte. Endossando - o singular. Uma pró ação intencionada.
Aí, estando mesmo diante desta composição, me toca um saxophone agradabilíssimo. Toda a correspondência que eu queria. Poder é inconsciente; todavia, não me refiro ao certo e errado. Até porque limitaria a moral perante aos outros cognitivos e afetivos. O equilíbrio da psicologia com o corpo sendo alma.
Embora, não satisfeito com o que vai suceder com o passar do verão, resta-me planejar. E verificar bem os caminhos, que por consequência (busco), traga uma construção legítima - carne, osso e verdade, esta última, não passando de carinho, respeito e amor.
Tá. Basta! sabe-se que o tal desenvolvimento sócio econômico seja a meta. Mas afinal, do que vale uma moral sem ética?
Que o travesseiro inquieto, seja apenas uma comparação ao que de bom for.
Rubens Barizon - em conversa com o destino.
O lado sozinho. Aquela resignação ao plano de reconhecer o durante ( o tempo ) que temos para concluir coisas até a morte. Endossando - o singular. Uma pró ação intencionada.
Aí, estando mesmo diante desta composição, me toca um saxophone agradabilíssimo. Toda a correspondência que eu queria. Poder é inconsciente; todavia, não me refiro ao certo e errado. Até porque limitaria a moral perante aos outros cognitivos e afetivos. O equilíbrio da psicologia com o corpo sendo alma.
Embora, não satisfeito com o que vai suceder com o passar do verão, resta-me planejar. E verificar bem os caminhos, que por consequência (busco), traga uma construção legítima - carne, osso e verdade, esta última, não passando de carinho, respeito e amor.
Tá. Basta! sabe-se que o tal desenvolvimento sócio econômico seja a meta. Mas afinal, do que vale uma moral sem ética?
Que o travesseiro inquieto, seja apenas uma comparação ao que de bom for.
Rubens Barizon - em conversa com o destino.
16 de mar. de 2014
Conclusão
Começa por ali, onde dói o direito de liberdade do próximo; do si próprio.
[As coisas sem matéria, as que não fazem parte do nosso planisfério]
Pretendo iniciar essa conversa de limites dos hábitos por essas duas linhas acima e discorrer pela convenção do olhar público sobre qualquer ponto de vista.
O uso da linguagem e os hábitos alimentares
Comer carne, ingerir álcool e outros afins, conflituam em diversas formas o humor e o espaço de zelo. Ao questionar, rume pelo estudo científico do que ingere e faça essa experiência. Além de te fazer respeitar o que diz, aumenta a espiritualidade. O outro agradece.
O amor leve como uma flor
Não se pesa a quantidade de amor. Irredutivelmente, afirmo essa medição. A matéria sim, ela corresponde ao palpável. Já os sentimentos, a fome, a dor de cabeça e a sensação de catarse ao ouvir uma cantiga, são formas de questionamento do amor.
Solicitação de pesos e medidas - ciúme e o querer
E é quando se chega no estapafúrdio da normalidade, que o leilão de certo e errado impera. O tom de voz, a pressa em escutar e falar o que convir para creditar mais uma batalha de argumentos vencida. Enquanto o que nos importa é o quanto de amizade ou contato e amores temos - como medidas do que se faz e entende.
(parece uma doença comum nos dias em que memória virtual tem preço e o apalpável também)
Parece que março é o mês que engrena o ano de verdade.
[Guardando em texto o sentimento bom do mês. Que sirva como uma releitura de diário]
RBarizon
[As coisas sem matéria, as que não fazem parte do nosso planisfério]
Pretendo iniciar essa conversa de limites dos hábitos por essas duas linhas acima e discorrer pela convenção do olhar público sobre qualquer ponto de vista.
O uso da linguagem e os hábitos alimentares
Comer carne, ingerir álcool e outros afins, conflituam em diversas formas o humor e o espaço de zelo. Ao questionar, rume pelo estudo científico do que ingere e faça essa experiência. Além de te fazer respeitar o que diz, aumenta a espiritualidade. O outro agradece.
O amor leve como uma flor
Não se pesa a quantidade de amor. Irredutivelmente, afirmo essa medição. A matéria sim, ela corresponde ao palpável. Já os sentimentos, a fome, a dor de cabeça e a sensação de catarse ao ouvir uma cantiga, são formas de questionamento do amor.
Solicitação de pesos e medidas - ciúme e o querer
E é quando se chega no estapafúrdio da normalidade, que o leilão de certo e errado impera. O tom de voz, a pressa em escutar e falar o que convir para creditar mais uma batalha de argumentos vencida. Enquanto o que nos importa é o quanto de amizade ou contato e amores temos - como medidas do que se faz e entende.
(parece uma doença comum nos dias em que memória virtual tem preço e o apalpável também)
Parece que março é o mês que engrena o ano de verdade.
[Guardando em texto o sentimento bom do mês. Que sirva como uma releitura de diário]
RBarizon
A dinâmica em proporção sólita das transformações
"O turbilhão de informação. É disso que quero falar. Ou sobre a constante corrida pela independência. Talvez pode ser que seja sobre os meus repentinos conceitos que traduzem o sistema econômico internacional e até mesmo quem sabe, sobre a psicolinguística, ética e comunicação".
Sem o compromisso de descoberta da substância que combate o câncer, as palavras, digo as minhas, servem para efervescer animosamente em mim a vontade de escrever. Quando as releio e o sentido consciente me espeta aos arrepios catárticos, aí sim entendo o porque escrevo. Admito que em alguns momentos, como este, não me dará o direito de sentir nada, até porque este texto não passa de uma prática corriqueira da escrita.
Li umas coisas do Freud sobre ID, Ego, Superego. E tudo o que pude perceber foi que as ações ocorrem através da intenção e que todas as teorias comportamentais e filosóficas se equilibram como as moléculas de um composto químico. O consciente e inconsciente me faz remeter a Justiça, que mesmo vedada, camba para o lado que pesar a sua balança, com a moral de uma decisão cega.
Quanto a comunicação, parece que os pensadores estão no caminho certo, sem comprometer a opinião "imparcial" do comichão que é o jornalismo e a apuração da verdade. A saturação dos negócios caminham na mesma calçada da opinião, seja editorial ou ética. Entretanto, a mistura da hegemonia cultural, jornalismo e a importância de contar uma história, vem alimentando o que já nos foi dito no passado estudantil sobre o que vem por aí - o padrão perfilado; agora também, no modo de quantificar o conteúdo da informação pelos veículos.
A repercussão de uma medida monetária tomada pelos EUA, o que afetaria o mundo dentro do controle de coerção econômica da Pax Americana, seria algo grandioso para os economistas, que nas bolsas especulariam quedas e aumentos cambiais como o blefe num jogo de pôquer . A doutrina do poder, Monroe ou qualquer outra, traduz de for realista que, vai ser potência quem possuir mais do que os outros. A ponto de ameaçar os demais com pujança inconsciente. Mas, esse não é apenas o Tio Sam - somos nós! absorvedores da indústria com produção de opinião em massa, nos fazendo crer que a falta de remédio é uma cura.
A ligação dos parágrafos se amalgama pelo leitor. Enquanto encontras a meada do que pensei em alertar, me satisfez a falta do que escrever. Eu li certo dia que o Rubem Braga se olhava no espelho e escrevia sobre o seu bigode, ou olhava pela janela e caia no poço de palavras e começa assim a lançar a grafia sobre o que lhe vinha na telha. A explosão de linguagem completou a lacuna deixada por um assunto íntimo.
Com o termômetro ligado,
Rubens Barizon
6 de mar. de 2014
Custo das Coisas
- O que é coisa?
Para mim são as contas que nos chegam após o desfrute em seus diferentes prazos de tempo.
- O que são as tarefas?
São aquelas que requerem uma atenção determinada. E normalmente, nos custam estresse.
- E os bens comuns?
O caso dos Garis em greve. Dá para associar, se o pensamento seguir o ponto de vista coletivo de cunho preguiçoso. Não digo deles, digo do todo cidadão. Like a Flag Progress.
- O que é a Copa do mundo?
O Maracanã lotado na final.
- Os políticos?
Alguém tem que estar lá. Todo mundo no fim das contas precisa marcar o nome nesta história. Senão, crave a própria vida em simplicidade ou falta de originalidade.
Enfim, não confio na política entre os homens do terceiro mundo, tão pouco em manipuladores de opinião.
Quem eu admiro não é candidato.
- Um número?
116.
- É esse mesmo?
O de agora. Quer outro?
]
Diálogo de alguém para o outro eu
[
17 de fev. de 2014
O diário e a liberdade - sobre o lado espiritual firme
Com tantos caminhos de convergência, a vida, como nosso bem maior e comum, passeia pelo diversos caminhos sobre as histórias que criamos. A simplicidade nos equilibra e o poder da necessidade te atrai. Digo, o que nos alimenta e te satisfaz.
[ Se olharmos com o lado espiritual, enxergar o quê é ruim, nos faz pensar na mesma direção, independente da crença regente. Um tipo de atribuição singular mais íntegra e somativa no grupo - vínculo social, econômico, caipira ou tribal ]
A falência é o descaso maior do recurso humano. Os cálculos da realidade e emoção. Também das inúmeras incertezas e significados plurais. Ao olhar público, o esteriótipo é o da falácia plantada em blocos, facilmente modificáveis. Ao estreitamento, os filtros se aplicam admitindo a verdade sucumbida pela pressão do que esperam de você. Justificável quando há força de sobrevivência patológica. Fora isso, as caspas voltam com o estresse de preocupação e assim alguns caem na depressão da vontade, capazes a chegar em surtos deliberados.
[ Quem cala escuta a vida toda ]
Esta segue uma sequência de reflexões sociais particulares, com a intenção de manifestar o modo mais coerente de se relacionar com o demais, identificando algumas doutrinas que se recriam com o estilo e a essência do ser plural em seus respectivos meios. O que é de bom se percebe, o ruim se critica e a conclusão gráfica do texto versus o meu desenvolvimento textual se estende em mais uma forma de se reescrever repentinamente.
Rubens Barizon
[Em mais um dia de cor cinza no Rio de Janeiro. Descanso mental]
[ Se olharmos com o lado espiritual, enxergar o quê é ruim, nos faz pensar na mesma direção, independente da crença regente. Um tipo de atribuição singular mais íntegra e somativa no grupo - vínculo social, econômico, caipira ou tribal ]
A falência é o descaso maior do recurso humano. Os cálculos da realidade e emoção. Também das inúmeras incertezas e significados plurais. Ao olhar público, o esteriótipo é o da falácia plantada em blocos, facilmente modificáveis. Ao estreitamento, os filtros se aplicam admitindo a verdade sucumbida pela pressão do que esperam de você. Justificável quando há força de sobrevivência patológica. Fora isso, as caspas voltam com o estresse de preocupação e assim alguns caem na depressão da vontade, capazes a chegar em surtos deliberados.
[ Quem cala escuta a vida toda ]
Esta segue uma sequência de reflexões sociais particulares, com a intenção de manifestar o modo mais coerente de se relacionar com o demais, identificando algumas doutrinas que se recriam com o estilo e a essência do ser plural em seus respectivos meios. O que é de bom se percebe, o ruim se critica e a conclusão gráfica do texto versus o meu desenvolvimento textual se estende em mais uma forma de se reescrever repentinamente.
Rubens Barizon
[Em mais um dia de cor cinza no Rio de Janeiro. Descanso mental]
15 de fev. de 2014
Hard News
O dia é o 15 de fevereiro. No Rio de Janeiro, o sol enfim deu-se às cobertas e a climatologia da cidade toma a cor de céu cinzento.
Já eram muitos dias sequenciais de sol forte na capital fluminense. Os miolos somavam as viroses com o ritmo alucinante da vida cotidiana. Uma leseira mental, desidratação e a necessidade de continuar. Em meio a todo esse grupo de fatores relativos a temperatura, o centro da copa do mundo 2014 sofreu com o aumento da violência urbana e os protestos voltaram a acontecer. As opiniões adversas começam a pipocar. Todos estão certos; agora, respeitar o ponto de vista do alheio e seguir em frente progressivamente é uma tarefa árdua. A sociedade carioca ainda é um adolescente birrento.
Prenderam pessoas em postes, no protesto morreu um cinegrafista, o povo continua sendo assaltado, roubado e furtado, a venda de drogas, com ou sem UPP continua e o Pizzolato ainda está na Itália - fato curioso do mensalão, que me pareceu ser o caso político mais acentuado do ano passado.
[As famílias são as que montam o poder]
Se nenhum dos tópicos houvesse acontecido, a economia continuaria a girar, com os mesmo barões alimentando-se das necessidades dos que assumem o lado fraco da corda - a perversidade sistêmica.
Já eram muitos dias sequenciais de sol forte na capital fluminense. Os miolos somavam as viroses com o ritmo alucinante da vida cotidiana. Uma leseira mental, desidratação e a necessidade de continuar. Em meio a todo esse grupo de fatores relativos a temperatura, o centro da copa do mundo 2014 sofreu com o aumento da violência urbana e os protestos voltaram a acontecer. As opiniões adversas começam a pipocar. Todos estão certos; agora, respeitar o ponto de vista do alheio e seguir em frente progressivamente é uma tarefa árdua. A sociedade carioca ainda é um adolescente birrento.
Prenderam pessoas em postes, no protesto morreu um cinegrafista, o povo continua sendo assaltado, roubado e furtado, a venda de drogas, com ou sem UPP continua e o Pizzolato ainda está na Itália - fato curioso do mensalão, que me pareceu ser o caso político mais acentuado do ano passado.
[As famílias são as que montam o poder]
Se nenhum dos tópicos houvesse acontecido, a economia continuaria a girar, com os mesmo barões alimentando-se das necessidades dos que assumem o lado fraco da corda - a perversidade sistêmica.
29 de jan. de 2014
Evolução do espírito certeiro
Mesmo quando já se inicia erroneamente.Mas se estivermos convictos? de pelo menos ... quem somos em si, pequenos detalhes não afetam nossa integridade moral e social. Ou apenas, quem sabe, interfere no achismo de certeza absoluta advinda do ponto de vista.
Da esquerda para a direita. O pensamento comum dos ideais igualitários não são capazes de transformar o ser politicamente em um vínculo social, acaba-se como afinidade humana e aceitação de interesse. Claramente, esclareço por meio destas palavras, um ponto de vista contextualizado. No centro desta lambuja prosaica de literatura caseira, se dividem duas porções: a conservadora e o progresso. Os que interagem com a tecnologia e os que exigem moldes rígidos de produção. Ambos acabam por zelar seus bens que não saem do controle considerável. Os da direita podem se apegar ao bem estar do consumo e com suas visões empreendedoras se perdem ao prezar o que é simples. A não ser pelo dinheiro.
O porquê do texto é expor a inserção do ser social com a independência do geral. Mas sem dúvidas ou contra-argumento, sobre o fato de estar preparado para revelar honestamente o tal do comportamento antropológico; digo a família que a história da vida acumula. Não adianta buscar o conhecimento, se o quê você espera dos demais afeta o viés que te cerca no meio como um todo - as relações com seriedade, lazer e pessoas.
Ao mirar o que vem pela frente, deduzo o óbvio sobre mim e alimento o que de melhor pode ser conforto durante os passos de um escritor real, com vício mutável. Talvez como o eu íntimo sem vergonha que a poesia liberta com suas forças pecaminosas. O interior se esclarece a cada um.
O que o Horizonte Curvilíneo pede a mim. A linguagem do blog permanece e o centésimo texto se aproxima com o guia reflexivo da escrita ganhando a forma adequada e fiel do que foi proposto pelos meus dias consequentes. Se começa mal e tem força, sabedoria e alegria, só pode terminar bem.
Rubens Barizon
[Humano com recurso]
Da esquerda para a direita. O pensamento comum dos ideais igualitários não são capazes de transformar o ser politicamente em um vínculo social, acaba-se como afinidade humana e aceitação de interesse. Claramente, esclareço por meio destas palavras, um ponto de vista contextualizado. No centro desta lambuja prosaica de literatura caseira, se dividem duas porções: a conservadora e o progresso. Os que interagem com a tecnologia e os que exigem moldes rígidos de produção. Ambos acabam por zelar seus bens que não saem do controle considerável. Os da direita podem se apegar ao bem estar do consumo e com suas visões empreendedoras se perdem ao prezar o que é simples. A não ser pelo dinheiro.
O porquê do texto é expor a inserção do ser social com a independência do geral. Mas sem dúvidas ou contra-argumento, sobre o fato de estar preparado para revelar honestamente o tal do comportamento antropológico; digo a família que a história da vida acumula. Não adianta buscar o conhecimento, se o quê você espera dos demais afeta o viés que te cerca no meio como um todo - as relações com seriedade, lazer e pessoas.
Ao mirar o que vem pela frente, deduzo o óbvio sobre mim e alimento o que de melhor pode ser conforto durante os passos de um escritor real, com vício mutável. Talvez como o eu íntimo sem vergonha que a poesia liberta com suas forças pecaminosas. O interior se esclarece a cada um.
O que o Horizonte Curvilíneo pede a mim. A linguagem do blog permanece e o centésimo texto se aproxima com o guia reflexivo da escrita ganhando a forma adequada e fiel do que foi proposto pelos meus dias consequentes. Se começa mal e tem força, sabedoria e alegria, só pode terminar bem.
Rubens Barizon
[Humano com recurso]
21 de nov. de 2013
Amor-prazer e Vida
Quem vive termina com a vida,
pois viver te mata!
Para que ter prazer de tudo sem amor?
Como te parece a vida que termina,
com o prazer do amor?
Ainda morrerei,
pela morte vivida
de amor e
prazer
R Barizon
[Leitura do drama poético]
pois viver te mata!
Para que ter prazer de tudo sem amor?
Como te parece a vida que termina,
com o prazer do amor?
Ainda morrerei,
pela morte vivida
de amor e
prazer
R Barizon
[Leitura do drama poético]
26 de out. de 2013
Caução
Se o cosmo nos rege,
que isto, cosmo, faça pelo respeito.
Para a pureza da reprodução,
no momento em que a concórdia diferencia.
Pois temos caminhos e entendimento.
De calar e ouvir.
Do falar e intervir.
Mas também:
tem o de não calar.
O de não intervir e apenas concordar.
Crescem os argumentos e nas palavras, rumos.
Extensão do papel verbal.
Aumentam as palavras,
as temerárias.
R Barizon
"Filosofia poética"
que isto, cosmo, faça pelo respeito.
Para a pureza da reprodução,
no momento em que a concórdia diferencia.
Pois temos caminhos e entendimento.
De calar e ouvir.
Do falar e intervir.
Mas também:
tem o de não calar.
O de não intervir e apenas concordar.
Crescem os argumentos e nas palavras, rumos.
Extensão do papel verbal.
Aumentam as palavras,
as temerárias.
R Barizon
"Filosofia poética"
29 de set. de 2013
Autorização
A retórica da massa
Os argumentos vão e voltam para a sua zona de conforto. A narrativa conhecida pelo mundanismo, se desdobra com o cuidado fiel dos personagens reféns do interesse social e profissional, que induzidos pelos próprios atributos e requisitos de um imaculado coração rentável, oferecem um troco pela indulgência humana, através de certos 'números' que inserem o vínculo das convenções no grupo fechado pela atitude repetitiva.
O caráter por uma campanha
A busca pelo ideal atropela a liderança e cai na idolatria comercial. O constante retorno até o "eu" de mercado, como aceitação dos padrões que cegam a interpretação, carrega consigo o instinto criado pelas facilidades do gosto coletivo, marcando uma geração que busca resposta na estética da imagem roteirizada. A transformação dos delírios coloridos traz uma defasagem ética e moral de respeito.
Comodidade do convívio popular
O sentido que dá voz às formigas adere o perfil tecnológico da indústria humana no meio digital. A voracidade desse fardo inclui, o dinheiro que compra as possibilidades de comunicação substancial e a acumulação de manias excludentes da comunidade maior. Logo, o poder de reduzir os elementos da escolha pessoal, limita a opção e disponibiliza pouca função para o resto.
Resultado do Ciclo
Como resposta a falácia da sociedade diversificada pelos diversos canais de emissão e expansão de costumes, retomo o argumento tendencioso do recomeço atemporal e das reproduções sem limites do estoque de personalidades, armazenadas no interior da postura de cada ser, apenas capazes de expor sentimentos, dotado de uma emoção não-fictícia, quando sob o percalço da dificuldade advindo da necessidade viciosa que nos contém, dentro do som dessa sanfona dançante e previsível, entretanto, ainda sem a função PARAR.
Os argumentos vão e voltam para a sua zona de conforto. A narrativa conhecida pelo mundanismo, se desdobra com o cuidado fiel dos personagens reféns do interesse social e profissional, que induzidos pelos próprios atributos e requisitos de um imaculado coração rentável, oferecem um troco pela indulgência humana, através de certos 'números' que inserem o vínculo das convenções no grupo fechado pela atitude repetitiva.
O caráter por uma campanha
A busca pelo ideal atropela a liderança e cai na idolatria comercial. O constante retorno até o "eu" de mercado, como aceitação dos padrões que cegam a interpretação, carrega consigo o instinto criado pelas facilidades do gosto coletivo, marcando uma geração que busca resposta na estética da imagem roteirizada. A transformação dos delírios coloridos traz uma defasagem ética e moral de respeito.
Comodidade do convívio popular
O sentido que dá voz às formigas adere o perfil tecnológico da indústria humana no meio digital. A voracidade desse fardo inclui, o dinheiro que compra as possibilidades de comunicação substancial e a acumulação de manias excludentes da comunidade maior. Logo, o poder de reduzir os elementos da escolha pessoal, limita a opção e disponibiliza pouca função para o resto.
Resultado do Ciclo
Como resposta a falácia da sociedade diversificada pelos diversos canais de emissão e expansão de costumes, retomo o argumento tendencioso do recomeço atemporal e das reproduções sem limites do estoque de personalidades, armazenadas no interior da postura de cada ser, apenas capazes de expor sentimentos, dotado de uma emoção não-fictícia, quando sob o percalço da dificuldade advindo da necessidade viciosa que nos contém, dentro do som dessa sanfona dançante e previsível, entretanto, ainda sem a função PARAR.
6 de set. de 2013
Em dependência política de boa fé
Aos passos curtos se constrói a estória desenvolvida do ativismo no Brasil. Desde o aumento da passagem em 20 centavos, alguns meses atrás, eclodiu um ciclo de manifestações que perduram até o dia da independência - feriado prolongado para muitos no nosso país.
Amanhã, dia 7 de setembro, vai ser um dia de revindicações. Caminhando pela cidade de Rio de Janeiro, já se pode ver banners colados nas esquinas, utilizando a plataforma online como um centro de convenção e acerto de horário e local das reuniões ao ar livre. Enfim, a rede social se mobiliza para os fins do progresso. O cantor tropicalista Caetano Veloso se uniu com a Mídia Ninja, coletivo jornalístico dos diversos segmentos de contestação pública, para falar sobre os mascarados e demonstrar seu apoio ao movimento semelhante ao de 1968, só que agora pelo meio digital.
Durante o período que compreende o início dos protestos, que teve como ápice a passeata de milhares de pessoas na Avenida Presidente Vargas no centro do Rio, o estado não parou de se mobilizar. Questionadores acampam na frente do apartamento do governador Sérgio Cabral, na parte nobre da zona sul; black bloc's e politizados promovem manifestos na frente do palácio da Guanabara e outros demais vêm participando via internet desse momento histórico para uma nova ótica política.
Mensaleiros com o risco iminente de serem presos, políticos cassados e com pressão de impeachment formam uma realidade ainda com base instável no país. No entanto, se os últimos meses de 2013 forem escutados em forma de relato histórico numa troca de ideias daqui a algum tempo, enxergaremos a importância de continuar acreditando. Antes o fim era certo, - pizza. Atualmente, com a disposição de alguns e apoio nacional de resistência, uma reunião de políticos hoje mesmo, pode ter companhia popular e pressão civil logo ali, concomitante, dentro de onde muitos papeis numerados já foram embolsados na surdina.
A polícia é aquela com o mesmo patamar dos serviços de atendimento público prestado ao cidadão, convenhamos que o privado presta o papelão idêntico.
O que não pode calar, no dia da independência é a voz do povo que pensa.
Por Rubens Barizon,
do meu diário de relatos.
Amanhã, dia 7 de setembro, vai ser um dia de revindicações. Caminhando pela cidade de Rio de Janeiro, já se pode ver banners colados nas esquinas, utilizando a plataforma online como um centro de convenção e acerto de horário e local das reuniões ao ar livre. Enfim, a rede social se mobiliza para os fins do progresso. O cantor tropicalista Caetano Veloso se uniu com a Mídia Ninja, coletivo jornalístico dos diversos segmentos de contestação pública, para falar sobre os mascarados e demonstrar seu apoio ao movimento semelhante ao de 1968, só que agora pelo meio digital.
Durante o período que compreende o início dos protestos, que teve como ápice a passeata de milhares de pessoas na Avenida Presidente Vargas no centro do Rio, o estado não parou de se mobilizar. Questionadores acampam na frente do apartamento do governador Sérgio Cabral, na parte nobre da zona sul; black bloc's e politizados promovem manifestos na frente do palácio da Guanabara e outros demais vêm participando via internet desse momento histórico para uma nova ótica política.
Mensaleiros com o risco iminente de serem presos, políticos cassados e com pressão de impeachment formam uma realidade ainda com base instável no país. No entanto, se os últimos meses de 2013 forem escutados em forma de relato histórico numa troca de ideias daqui a algum tempo, enxergaremos a importância de continuar acreditando. Antes o fim era certo, - pizza. Atualmente, com a disposição de alguns e apoio nacional de resistência, uma reunião de políticos hoje mesmo, pode ter companhia popular e pressão civil logo ali, concomitante, dentro de onde muitos papeis numerados já foram embolsados na surdina.
A polícia é aquela com o mesmo patamar dos serviços de atendimento público prestado ao cidadão, convenhamos que o privado presta o papelão idêntico.
O que não pode calar, no dia da independência é a voz do povo que pensa.
Por Rubens Barizon,
do meu diário de relatos.
5 de ago. de 2013
A fábrica de pessoas moduladas
Quando as pessoas com suas necessidades econômicas ilimitadas se padronizam para conseguir destaque:
Relatar os acontecimentos da minha vida em forma de texto surge como uma ficção. Quando releio os fatos reais, o qual conto à quem lê, assusto-me com tamanha conexão entre a verdade e o modelo de pessoa que o mundo padroniza por sua avareza pecaminosa. Fruto do planejamento constante que o amanhã e a reputação de poder bruto nos traz.
Jamais parece ser o suficiente o que a competição proporciona aos gananciosos. Para o tipo de pessoa que tento aqui decupar, o melhor é deixar claro o porquê esse mesmo se apresenta com a carapuça da maldade e a piada clichê de um jogador calculista maquiado com um semblante de bom moço - coitadinho, comentam os membros da mesma laia.
Parece um conto do início do século passado por João do Rio, que já evidenciava em meio ao rebuscado português, os atritos e percalços do relacionamento humano. A motivação deste discurso em grafia tende pelo pessimismo que o lucro e a vaidade quaisquer eleva no comportamento dos homens sem caráter que tentam inflar o ego sobre algum pedestal. Será um custo extra a honestidade?
Enquanto o comportamento sincero se apresenta como um risco interpessoal no mundo corporativo, ser humano está diretamente proporcional às mazelas do egoismo que consomem as relações de pureza entre as pessoas de boa fé.
Rubens Barizon
Relatar os acontecimentos da minha vida em forma de texto surge como uma ficção. Quando releio os fatos reais, o qual conto à quem lê, assusto-me com tamanha conexão entre a verdade e o modelo de pessoa que o mundo padroniza por sua avareza pecaminosa. Fruto do planejamento constante que o amanhã e a reputação de poder bruto nos traz.
Jamais parece ser o suficiente o que a competição proporciona aos gananciosos. Para o tipo de pessoa que tento aqui decupar, o melhor é deixar claro o porquê esse mesmo se apresenta com a carapuça da maldade e a piada clichê de um jogador calculista maquiado com um semblante de bom moço - coitadinho, comentam os membros da mesma laia.
Parece um conto do início do século passado por João do Rio, que já evidenciava em meio ao rebuscado português, os atritos e percalços do relacionamento humano. A motivação deste discurso em grafia tende pelo pessimismo que o lucro e a vaidade quaisquer eleva no comportamento dos homens sem caráter que tentam inflar o ego sobre algum pedestal. Será um custo extra a honestidade?
Enquanto o comportamento sincero se apresenta como um risco interpessoal no mundo corporativo, ser humano está diretamente proporcional às mazelas do egoismo que consomem as relações de pureza entre as pessoas de boa fé.
Rubens Barizon
11 de jun. de 2013
Produto do merito
No proximo domingo, o estadio do Maracana dara inicio a Copa das Confederacoes aqui no Rio de Janeiro. Um classico diferente das tardes legitimas na cidade. A selecao da Italia e a selecao mexicana se enfrentam no gramado do Maraca. Ali perto de Vila Isabel e Tijuca. O Estadio da cidade sede das Olimpiadas.
" Nao deirarei de lado a sequencia intima do que proponho a quem le "
O que de dentro da producao de transmissao se ve, bem proximo do primeiro jogo da Copa, sao as arrumacoes que ainda estao a terminar. Deep Cleanning e detalhes que acontecerao durante a nova vida estadio produto - se acontecer. O servico estrangeiro oferece uma outra capacidade de administracao. Tem que fazer as coisas acontecer - Bem esta definicao.
O servico terciario depende de uma articulacao que se divide com a logistica da comunicacao. As funcoes efetivas por meio da palavra organizada no espaco onde acontece o projeto.
Rio de Janero, 11 de junho de 2013
FCC Rio 2013.
[produzindo pela HBS - Assistant Venue Logistics Manager]
Por Rubens Barizon - Esclarecendo aos criticos: uma empresa multinacional, nao fui capaz de ajustar a ortografia no teclado.
" Nao deirarei de lado a sequencia intima do que proponho a quem le "
O que de dentro da producao de transmissao se ve, bem proximo do primeiro jogo da Copa, sao as arrumacoes que ainda estao a terminar. Deep Cleanning e detalhes que acontecerao durante a nova vida estadio produto - se acontecer. O servico estrangeiro oferece uma outra capacidade de administracao. Tem que fazer as coisas acontecer - Bem esta definicao.
O servico terciario depende de uma articulacao que se divide com a logistica da comunicacao. As funcoes efetivas por meio da palavra organizada no espaco onde acontece o projeto.
Rio de Janero, 11 de junho de 2013
FCC Rio 2013.
[produzindo pela HBS - Assistant Venue Logistics Manager]
Por Rubens Barizon - Esclarecendo aos criticos: uma empresa multinacional, nao fui capaz de ajustar a ortografia no teclado.
21 de mai. de 2013
Profissão: Estudo constante
"A fé no conhecimento empreende a humanidade cognitiva". É com o pensamento sobre aspas no primeiro período deste texto que eu afirmo as tendências de transformar a informação em conhecimento, nunca foi tão necessário nos dias que o povo brasileiro convive entre si.
As imposições da mídia de massa corroboram com o verdadeiro pensar da sociedade. A comunicação parece evoluir de imagética para robótica; não no mesmo sentido que o Vale do Silício propõe, no entanto, enxergando o desenvolvimento local, uma questão trivial dentro de uma posição econômica (de crédito). Algo perceptivelmente aceito nas grandes metrópoles desenvolvidas.
A falência da família brasileira, visse pelo boato de corte na Bolsa Família, que se a informação começa a ser conhecida no próprio lar, a provável reação é a expansão boca à boca inevitável nas comunidades que dependem da tradução das manchetes intencionadas pela subjetividade - jornalismo.
"Quando podemos negar o que acontece nas manchetes? Até aonde devemos concordar por democracia popular e sócio econômica?" - Eu perguntaria para o especialista.
O entrevistado para ilustrar o roteiro, dentro das outras entrevistas feitas para o Jornal de Teatro, foi por escolher o empreendedor cultural, Leandro Knopfholz. A entrevista fala de empreendimento cultural e investimento em arte cênica e tarefa de um profissional atento ao desenvolvimento local com política globalizada, pois advém de um anual em Edimburgo na Europa.
Por Rubens Barizon - na cobertura no Festival de Teatro de Curitiba 2013
"
Tinha que ser ali, em meio as tarefas do responsável pelo Festival de Curitiba, Leandro Knopfholz, que a entrevista deveria acontecer. Entre a sua dinâmica de articulação do evento no Memorial de Curitiba, base de comunicação e organização de impacto na cena que envolve a arte pela cidade, o disposto produtor e empreendedor cultural concedeu informações, enquanto falava no telefone em outros idiomas e mexia no computador.
Calendário fixo da cidade tri centenária, 320 anos, fazem 22a edições que o Festival de Teatro de Curitiba vem transformando sensivelmente (por ser arte) o cenário local e nacional. Leandro Knopfholz participa desde a primeira edição do Festival, o que transforma o personagem da entrevista em protagonista dos bastidores produtivo.
Para que este modelo de viabilização se desenvolva aqui no Brasil é necessário patrocínio e 80% do orçamento do projeto Festival de Curitiba advém dos investimentos, um capital de R$8 mi iniciais e de outros R$5 mi, que foram levantado para que a 22a edição pudesse acontecer com a estrutura correspondente à tradição da cidade curitiba, conhecida pelo gosto da arte cênica e música. Segundo Leandro Knopfholz, o turismo e o teatro movimentam nesta época de Festival um montante de R$25mi. Os patrocinadores endossam a cultura e divulgam suas marcas através de seu próprio setor cultural, da forma que acha mais coerente.
O modelo implementado no Festival de Curitiba segue os moldes do evento cênico da Escócia, que acontece desde a década de 40 do século passado no mês de agosto e consiste em uma série de festivais simultâneos de arte e cultura, o Festival de Edimburgo. Leandro diz que “a semelhança começa pelo evento paralelo aos grandes espetáculos, que carrega o mesmo nome do que o de Edimburgo, Fringe. Toda essa estrutura é um marco anual para a cidade. O intuito de toda a produção de ocupação dos espaços com a arte e o estreitamento do negócio cultural, proporciona entre os investidores do teatro novas realizações. Um mix criativo relevante para o tipo de economia nas sociedades”.
Leandro Knopfholz é administrador de empresas, com mestrado em Gestão das Artes pela City University, de Londres. Criou e dirigiu a primeira edição do Festival de Teatro de Curitiba em 1992 – com 19 anos (nasceu em 31 de agosto de 1973) –, função que exerceu até 2000, fazendo do evento um dos principais encontros da classe teatral do país. Assumiu então o setor de Ação Cultural da Fundação Cultural de Curitiba e, em 2006, tornou-se produtor da Cia de Dança Deborah Colker. Em 2009, retomou a direção do festival. "
Para a academia e banca disposta em analisar o conteúdo de produção jornalística.
Fonte
http://www.jornaldeteatro.com.br/noticias/destaques/2019-leandro-knopfholz-diretor-do-maior-festival-da-arte-cenica-nacional
As imposições da mídia de massa corroboram com o verdadeiro pensar da sociedade. A comunicação parece evoluir de imagética para robótica; não no mesmo sentido que o Vale do Silício propõe, no entanto, enxergando o desenvolvimento local, uma questão trivial dentro de uma posição econômica (de crédito). Algo perceptivelmente aceito nas grandes metrópoles desenvolvidas.
A falência da família brasileira, visse pelo boato de corte na Bolsa Família, que se a informação começa a ser conhecida no próprio lar, a provável reação é a expansão boca à boca inevitável nas comunidades que dependem da tradução das manchetes intencionadas pela subjetividade - jornalismo.
"Quando podemos negar o que acontece nas manchetes? Até aonde devemos concordar por democracia popular e sócio econômica?" - Eu perguntaria para o especialista.
O entrevistado para ilustrar o roteiro, dentro das outras entrevistas feitas para o Jornal de Teatro, foi por escolher o empreendedor cultural, Leandro Knopfholz. A entrevista fala de empreendimento cultural e investimento em arte cênica e tarefa de um profissional atento ao desenvolvimento local com política globalizada, pois advém de um anual em Edimburgo na Europa.
Por Rubens Barizon - na cobertura no Festival de Teatro de Curitiba 2013
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Tinha que ser ali, em meio as tarefas do responsável pelo Festival de Curitiba, Leandro Knopfholz, que a entrevista deveria acontecer. Entre a sua dinâmica de articulação do evento no Memorial de Curitiba, base de comunicação e organização de impacto na cena que envolve a arte pela cidade, o disposto produtor e empreendedor cultural concedeu informações, enquanto falava no telefone em outros idiomas e mexia no computador.
Calendário fixo da cidade tri centenária, 320 anos, fazem 22a edições que o Festival de Teatro de Curitiba vem transformando sensivelmente (por ser arte) o cenário local e nacional. Leandro Knopfholz participa desde a primeira edição do Festival, o que transforma o personagem da entrevista em protagonista dos bastidores produtivo.
Para que este modelo de viabilização se desenvolva aqui no Brasil é necessário patrocínio e 80% do orçamento do projeto Festival de Curitiba advém dos investimentos, um capital de R$8 mi iniciais e de outros R$5 mi, que foram levantado para que a 22a edição pudesse acontecer com a estrutura correspondente à tradição da cidade curitiba, conhecida pelo gosto da arte cênica e música. Segundo Leandro Knopfholz, o turismo e o teatro movimentam nesta época de Festival um montante de R$25mi. Os patrocinadores endossam a cultura e divulgam suas marcas através de seu próprio setor cultural, da forma que acha mais coerente.
O modelo implementado no Festival de Curitiba segue os moldes do evento cênico da Escócia, que acontece desde a década de 40 do século passado no mês de agosto e consiste em uma série de festivais simultâneos de arte e cultura, o Festival de Edimburgo. Leandro diz que “a semelhança começa pelo evento paralelo aos grandes espetáculos, que carrega o mesmo nome do que o de Edimburgo, Fringe. Toda essa estrutura é um marco anual para a cidade. O intuito de toda a produção de ocupação dos espaços com a arte e o estreitamento do negócio cultural, proporciona entre os investidores do teatro novas realizações. Um mix criativo relevante para o tipo de economia nas sociedades”.
Leandro Knopfholz é administrador de empresas, com mestrado em Gestão das Artes pela City University, de Londres. Criou e dirigiu a primeira edição do Festival de Teatro de Curitiba em 1992 – com 19 anos (nasceu em 31 de agosto de 1973) –, função que exerceu até 2000, fazendo do evento um dos principais encontros da classe teatral do país. Assumiu então o setor de Ação Cultural da Fundação Cultural de Curitiba e, em 2006, tornou-se produtor da Cia de Dança Deborah Colker. Em 2009, retomou a direção do festival. "
Para a academia e banca disposta em analisar o conteúdo de produção jornalística.
Fonte
http://www.jornaldeteatro.com.br/noticias/destaques/2019-leandro-knopfholz-diretor-do-maior-festival-da-arte-cenica-nacional
20 de abr. de 2013
A consideração

Os compromissos fazem parte do tempo. O tempo não é apenas dinheiro como o princípio burguês sugere. O legado maior da vida (em conjunto) é a consideração que perdura durante todo o tempo afastado de alguém, que não foi algo durante o tempo vivido próximo em alguma fase; um contato antigo que permanece intacto, segundo a intimidade da ocasião.
Motivado pela conversa que tive com um ex camarada de trabalho, enquanto eu era recepcionista de uns flats tradicionais da Zona Sul do Rio, o Diego, percebi que a importância daquela ocupação de remuneração pontual, por qual nos conhecemos, era apenas o cenário para expandir conceitos de como entender a vida sem utilizar das necessidades, parâmetros de equilíbrio para se julgar o momento.
Percebo que os mesmos adjetivos continuam a me emplacar, no sentido de definição. Já incomodou mais. Entretanto, atualmente, eu adoto um comportamento emocional mais evoluído - não por querer. O tempo que não é o dinheiro, envelhece e traz experiência. Até porquê pode-se entender o rótulo como um prestígio. Isto, quando há sensibilidade e filosofia para não deixar a oportunidade de saber da vida por através dos sentidos: visão, tato, olfato e audição (fiz questão de dar os nomes).
As propostas midiáticas e as emendas de governo atribuem um caminho estreito de opções. Se o espírito crítico comum permanece inerte, a consciência egoísta procede conforme o projeto do mundo criado pelos sujeitos que praticam ação. Um domínio que a maioria entende como correto e faz destoar o que não segue o padrão decisivo.
A minha consideração é mútua quando encontro alguém que foi(é), ou melhor, permaneceu querida, mesmo quando a catacrese do ponteiro das horas, por incontáveis vezes, tenha girado e marcado o tempo afastado. Os sentidos, me tomariam muito tempo de vida a explicá-los, talvez em alguma outra parte do meu diário.
Rubens Barizon
Com sentimento de estar rumando na direção certa, ou do bem.
14 de abr. de 2013
Silhueta da imagem - o caminho em exposição

O texto deveria iniciar com qualquer palavra de negação. Pois, de certo, falaria melhor ao leitor o sentimento contrário ao 'não', que no decorrer das palavras deste confessionário (diário de bordo da vida), se esvai de bate papo. Resistente aos anos e qual aos temas, faz sostenir assuntos elaborados pela ocasião animada, o propósito deste espaço se mantém.
Considerando as balelas pessoais e a cronicidade do momento oportuno, a poesia prosaica do ser moral se acasala com a emoção. No caso, todas as possibilidades podem se resolver com os caminhos que surgem para o brilho do sucesso; turvo pela quantidade de direção a seguir e claro diante a coerência da vida equilibrada. O exemplo: a velha estrada e no fim dela, três caminhos. O do meio, o mal que alerta o errado e os outros dois, esquerdo e direito, os caminhos que conduzem ao apogeu de maneira diferente.
Habilidade de ouvir, o argumento que fecha com certeza, credos que resistem ao fundamento da emoção que Sartre tenta explicar, e no demais, o homem se amadurece para as responsabilidades múltiplas que a pós-modernidade aplica. O conjunto (convergência) demonstra-se como ironia do modelo de consumo infindável, já que para se obter uma estabilidade deve-se acumular.
As decisões a serem tomadas, inevitavelmente, passam por esses questionamentos. E com relação a audiência que decide o que será correto (lucrativo), os reality shows brincam como casinha de verdade com a publicidade da vida feliz.
No assunto com Rubens Barizon
1 de abr. de 2013
O valor do amor e o valor da paixão perante aos valores individuais (em sentimentos) e diante ao coletivo dos espécimens
A paixão se esvai quando um alguém for intitulado como sendo um personagem dos acontecimentos e fatos. Se estamos num bar, e tiverem aí, interagidos com uma emoção à tanta de se festejar, lá vamos expôr nossas maiores tendências. Os impactos vão para o linear que o bem estar se compromete, não resistem ao correto amor de respeitar o outro com uma justa dignidade de alma, carne e respeito familiar.
Se estamos na pureza de entender o outro com as suas indagações, o conceito vai além do coerente para os demais. As concepções devem ser pelo bem do ser humano sem disputa de ego: por meio de amor e justiça: A família dos amores em equilíbrio; Pelo menos com o caráter; Nada de devaneios com interação de consumo, somente em caso de paixão compulsiva.
- Controla aí, menina. Tuas afeições me cativaram, mas vamos com calma!
- Ah! Mas você hein; pensei que tu veio pra ficar bem comigo. E já tá assim agora?
- É porque tu desse jeito me faz acreditar demais nas coisas. E depois, apaixonante da melhor qualidade, voa como um pássaro.
- Diga-me, então. Somos um em uma forma de dois, e aí a paixão teria que vibrar o amor. Num é assim?
- Me parece pouco provável! Mas vamos lá até que a ressaca se aguente sem prejuízos.
- Se nos for comprometer com tais negativismo o amor não resistirá aos medos. Com todo o respeito de uma mulher real. Não vinda apenas das costelas.
- É uma ótima resposta a tua.
Num ato de descobertas próximas dá pra perceber o fluxo de cada um. A direção nem sempre condiz uma com a outra. Se nós sozinhos em formato cru, já é fácil de confundir, imagine quando a opinião alheia e permitida, ruma à outra direção que não seja a tua.
Um texto bom tem que ser contextualizado.
Por Rubens Barizon
(manuscrito guardado para a eternidade)
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