29 de jul. de 2008

Grudado em parede

Escutei da companhia que anulava o desespero de contra as paredes. As lacunas seriam preenchidas com saltos, treinados e atenciosos.
O embargo ocorrente, ao auxiliar do poder que, querendo também atingir seus luxos, atrapalha por somente pensar à vista baixa como seu superior; não tem a eficiente maudade para equiparar, ao paradoxo do nosso ser. Se atinge tamanha podridão, 'a barca do inferno' levará-lo a um passeio de muitos anseios.
Ansiedade doentia a nossa, adquirida diante evoluções. Afirmativas para vontades não tão aceitas por risadas grupais de margem alienada, diferente da primeira pessoa e das mimesis criadas para um pouco mais de união.

Rubens Barizon

17 de mai. de 2008

Arquitetura moderna

Fonte seca de moeda, e cheia de pedidos.
Sem procurar o que fazer, decido sentar com a companhia da boréstia e da interpretação conjugal e coloquial das histórias pensativas que conto-me nessas ocasiões.
Vi uns montes com a cara limpa e corpo cansado sem saber por onde; à esmo. Chuva e sol, mesclaram o céu no dia. Parecia tudo equilibrado, clima e clímax dos indivíduos. A fonte apenas oferecia o suporte. Esperando dos mesmos, o mesmo que todos, que com seus longínquos ares, poderiam dá-la como recompensa.
Caminhando pelo centro da cidade, deparei-me com alguns - digo, com tranquilidade e sorriso em toda imagem. Indagações me surgiram sobre como se constituíram daquele gozo. Na chegada em casa, após dia e interação, senti-me tão só quanto realmente estava. Achava que transferindo tudo aos ouvidos, passaria a angústia que refugiava meu pessímismo. Tomo-me coragem e vou em dia vazio ao encontro do chafariz. Faria em alguns outros momentos o caminho. E, em minha última ida sustentei a tradição. De coroa rasteira ao chão e cara brilhante, foi o lance que reluzente e molhado adentro do antigo confessionário popular, revalorizou os ânimos. Com a ponta do dedo estico minha última lágrima e sigo ao encontro de alguém da família.
Pessoas me encantam como as antigas construções.
Rubens Barizon

24 de abr. de 2008

Com forma e idade

A arrogância da honestidade parece verdadeira mesmo. Justo agora, "não penso" mais, em racionalizar à longo prazo. - Justa injustiça.

Os suspiros ofegam e amançam em constantes piques e trotes. O maquinário pulmonar afeta diretamente a navegação do projeto, piloto-pivô que de retardatário, acelera quando percebe passar, a cada volta sorrindo, os modernos minutos canibais. Hemoglobinas inflamáveis e inflamadas, fortalecidas pelo doce calor carioca, sustentam-se por uma forte coluna antepassada e presente, explodidas em gerúndio, fogueando o mundo deambulado sem xadrez ao final. Sangue.

Caminhada, visto ao prazer da apresentação e equivalência.

Rubens Barizon
[ Ufffffa. ]

18 de jul. de 2007

Humo concreto

El deseo se averguenza con la, quizás, esperada acción acobardada por el miedo de la incerteza, que en este caso no se perderá por comportamiento tarado.

La continuación, la supuesta mujer ideal y la guita perdida junto a los sueños, comprueban el poco tiempo que tenemos pra construir nubes y paredes. Pensar, pasa a ser una actitud rara. La decisión de los temas compartidos, han de ser resueltos con besos o trompadas. La apuesta más buscada son las conocidas peleas sin respuesta. Los sentimientos desubican la confianza. El momento egoísta, hace que la verdad no sea vista como verdad. Peligro.

Necesito crear más fuerzas. Así sabré, en vida, cómo resolver mis problemas.

Rubens Barizon

30 de jun. de 2007

Quiero encontrarte y besar.

Quiero ponerme loco con placer y deseos.

Tengo ganas,

Voy a encontrar.


Rubens Barizon

Nada

No necesito más ponerme empedo en todas las salidas melancolicas.
Basta!

Tengo miedo sí. Tengo ganas también.
Tengo culo y palo.

Entonces,
Busco.

La felicitad en las cosas que no controlo.
Equilíbrio en la cuerda caminada.

Busco.

Rubens Barizon

19 de jun. de 2007

Uma observaçao

Creio que nao aprenderei a viver. Continuarei a vida como um passatempo do bem-estar. Esbarrarei com suas filosofias. Terei a oportunidade de entender tudo isso quando estiver à beira dos pesadelos sufocantes. Nao perderei tempo com o fechar dos olhos.

As surpresas surpreendem de maneira perigosa, as expectativas aflitantes decepcionam outra vez. Entender é coisa de mae. Respeitar e conformar nao é uma má idéia. Os pensamentos nao estao dispostos na vitrine da atençao. Você está aí e eu alí, quando estivermos aqui sintonizados, passamos ao plural. Enquanto isso, somos macacos; contamos piadas e coçamos alguma parte do corpo. Seu chefe nao irá gostar de passar por isso.

- Essa sua cara... Esse seu comportamento...

Rubens Barizon
[ É assim mesmo. ]

27 de mai. de 2007

Achados e perdidos

Não passa pela cabeça, escrever ou falar o interpretado. Não é o jogo, de adivinhações previsíveis que tenta fantasiar. Muito menos, tendências conspiratórias ou maquiavélicas. É a certeza, da razão emotiva.

Não dá mais para achar com ouvidos fechados, a situação. Tão quanto achar moedas perdidas, para a compra do pão, supostamente compartilhado. Basta! Explicar, o achado em circunstâncias naturais. Já não existe mais a gana de se apresentar a todos, com as variadas regras encontradas. Ilusão.

Precisamos de gente-Pessoa; concordo. Maneira e contestação.

Rubens Barizon
[o que acha?]

14 de mai. de 2007

Labirinto

Inesperar. Por quilômetros, a bagagem não estava pesada. Pertences vivos que pareciam vir de casa. Crer e acreditar, no esperado, em caminhos inesperados.

Barreiras esperadas e pessoas encontradas. Sim, deixa no ar a estranheza, em certas situações. Confiar em ti, é o suficiente. Há um plano, concreto e bem definido a ser seguido. Acompanhado, de perto por novas palavras, não deixará o futuro chegar perto do presente real; que sustentado pelo entusiasmado sorriso, busca a felicidade, reservada à um tempo antes. Seguimento.

Viver caminhando e interpretando ocasiões. Ao lado da responsável alegria. O personagem coadjuvante, agora precisa ser o principal; na tão flexível decisão particular. Escolhas.

Rubens Barizon
[construção de novos conceitos, novas imagens]

26 de abr. de 2007

Fría edad

La comunicación del momento se tropieza con el padre, nuestro, qué nos ayuda en la extensión, que por la voluntad, renuncia la gota y el armario. Bendición!

Personas. Ocasión de elección. Frialdad. Entendible. El tiempo habla. Nosostros también. Decisión, no tan helada como mis pies y manos. La grasa de las primeras palabras, calientan. Así como mantas alérgicas de afligirse.

Conducir los verbos en tiempo real. Cosa mínima, todavía. Oído protegido, por un diferente gorro. Nuevas informaciones.

Rubens Barizon - BRA/ARG

6 de dez. de 2006

Particular e coletivo

Maré baixa. Fundo de pedras. Sentimento, sangrento e salgado. O barco está próximo. A determinação, supera os afobamentos e decisões, misturadas à covardia. Há de acontecer.

Impedir o momento, fortalece o combustível das guerras individuais, planejada pelo o orgulho. Que seja posto em prática. Somente assim, reconheceremos a cor do céu. Diferenciaremos falsas interpretações, do real "eu". Veremos o olhar. Cederemos. Somos flexíveis, como a interpretação da palavra. O frio virá, apronte a manta.

Faltam heróis. Faltam espelhos. Faltam reflexos e imagens reais. Faltam seres, com sede de saber, quem realmente somos. Identificar cópias. Verificar, quando e como, podemos nos manifestar.

Rubens Barizon

29 de nov. de 2006

Síntese

Entender coisa simples, é complexo. Complicar coisa simples, é simples. Ser simples, não é tão simples.

Preferências existem, com a decorrência de novas tendências. É bom também entender que, cantada, é realmente cantar. Saber distinguir e transformar códigos cotidianos, em linguagens que as situações entendam a posição do quase certo. Momento: Olhos, boca, ouvidos, nariz.

Piruetas e aviões. Manutenção de peças quentes. Úmidas ou secas, transando acontecimentos de prazer, em tensão. Sensibilidade de poucos. Ousadia de muitos. Desespero geral, no fundo. Simples.

Oi. Bom dia! Boa tarde! Boa noite. Novamente.

Rubens Barizon
[Não há de que. Muito obrigado!]

3 de out. de 2006

L'ETERNITÉ

-Aprender?
Desejo.

-Vontade?
Existe.

-Poder?
Construir,
com o
querer.

-Fazer?
Um gesto,uma
palavra.
“Talvez”.

[Eterna meta]

Rubens Barizon

20 de set. de 2006

Desjejum de Dionísio

No entender da
realidade bacanal,racionalizando,
em emoção, momentânea e
intensa.

Risos, completam e
contemplam a satisfação do
prazer.

Tarado e vagabundo,
momentâneamente,
oculto o caráter
verdadeiro.

Batalha da carne.
Honesta e séria.
Justa.


Rubens Barizon [Pois é!]

31 de ago. de 2006

Eis a questão

Quaisquer que sejam as decisões, serão tomadas com a ponta do nariz banhada por sol "ou" lua. Honestidade do eu-lírico. Personagem de um filme do qual o diretor, o ator, o roteirista, o câmera e o caboman, fazem parte da mesma matéria. Reduzem-se a momentos e atitudes, fazendo com que, uma das duas extremidades, como de costume, saia, sorrindo e chorando, talvez, de alegria "ou" talvez, de ódio.

Corporação do sentimento. Ditadura de um amor doente e carregado; monopolizado, sempre, por um dos lados. Alimentado por consequências de problemas acumulados. O fim do túnel nos parece, por mais fraco que seja o feixe de luz, a saída para ali "ou" lá ... distante da realidade "ou" vontade. Acreditar num possível, faz bem para a auto-estima, porém, fere o ego, que enganado por se achar importante demais, tropeça em situações que nem mesmo, nós, os próprios, saberíamos explicar.

A vida, por vontade, entende a individual emoção, "ou" finge, bolar um esquema contínuo, para cada um. Seria sem graça crer ,que, a rotina constante de informações sentimentais parasse por cá -aí. Caia, afunde, entregue, levante e erga as mãos para o céu e acredite estar vivo.
Rubens Barizon [Por onde..?]

21 de ago. de 2006

Camaleão

Assumidamente, concordarei com as identidades provisórias e repentinas, que sempre fazem questão de dar lugar, umas às outras. Crises existenciais que nos fazem coçar as orelhas. Momentos e situações.

Como tudo tão claro, nos torna-se opaco demais, por diversas auto-interpretações. Doenças emocionais, que movem sentimentos guardados em qualquer órgão – questão de gosto. Coração, estômago...cérebro.

O castigo do julgamento, serve-nos para a análise, das fáceis mudanças à qual estamos, sim, sujeitos. Esquizofrenia popular e particular. Atitudes pensadas, porém, embreagadas por alguns pileques, ou simplesmente, por “stresses” do cotidiano que são impostos e conspirados, por não sei quem.

Calo e compreendo os chamados: doidos; não ficando clara a antítese da vida viável à poucos neurônios em funcionamento que restam dessa massa, composta de muito condimento, e pouca qualidade, e pouco sabor. Cadê o atrativo? Cadê o recheio? Cadê...? Soltos e desgovernados, num mundo fantasiado por alucinogênos que requerem um certo equilíbrio, eles vagam e continuam, e continuam achando que são os próprios. Mentira.

Importante nisso tudo é apenas compreender. Classificar, se quiser. Julgar-te, sim sim. Modificar, impossivel. Variações pessoais.

Rubens Barizon
[Certeza do desequilíbrio social, uma pena!]

15 de ago. de 2006

Interior

Quando vejo-me,
em situação
insana para muitos,
a [alma] enxerga.

Entendo, então,
a fissura e tensão...Uhfmmm,Ah!

Outrora perco-me,
em verdade
insana para mim, mesmo,
o [equilíbrio] domina.

Cantando, assim,
a sensibilidade do caráter. "..."

Rubens Barizon

4 de ago. de 2006

Alma errada

Há coisas que a minha alma, já tão mortificada, não
[admite:
assistir novelas de TV
ouvir música Pop
um filme apenas de corridas de automóvel
uma corrida de automóvel num filme
um livro de páginas ligadas
porque, sendo bom, a gente abre sofregamente a dedo:
espátulas não há...e quem é que hoje faz questão de
[virgindades...
E quando minha alma estraçalhada a todo instante pelos
[telefones
fugir desesperada
me deixará aqui,
ouvindo o que todos ouvem, bebendo o que todos bebem,
comendo o que todos comem.
A estes, a falta de alma não incomoda.(Desconfio até
que minha pobre alma fora destinada ao habitante de
[outro mundo).
E ligarei o rádio a todo volume,
gritarei como um possesso nas partidas de futebol,
seguirei, irresistivelmente, o desfilar das grandes paradas
[do Exército.
E apenas sentirei, uma vez que outra,
a vaga nostalgia de não sei que mundo perdido... (Mário Quintana)

2 de ago. de 2006

Patience

De braços abertos, o mundo aguarda, paciente, por "diferentes sorrisos".

Rubens Barizon

ção!

Cair em tentação ou apoiar-se em verdades sinceras e honestas. Apenas uma Op...

Rubens Barizon