A estrutura coloquial com formalidade é quando por força maior, o leitor mostra um sorriso para o mistério da interpretação
4 de set. de 2012
Resenha do curta "Mãe gentil", de Carlos Baliú
Com diversos personagens da nossa nação, o diretor do curta utiliza o conhecimento de diferentes tipos de pessoas sobre o hino nacional brasileiro para criar uma estética dinâmica de comparação. Eram analfabetos, intelectuais, jovens, velhos e crianças. Cada qual com uma interpretação distinta do hino.
Com um toque irônico, a linguagem se expande no decorrer da produção audiovisual em tom bem humorado. Os personagem são bastante contundentes, mesmo que ingenuamente os discursos revelam uma preocupação com a plataforma social como mensagem. Quando muitos perguntados sobre o significado das palavras do hino, incluindo os mais esclarecidos, acabavam se embolando durante o discurso. Outros erros comuns eram na melodia, nas frases semelhantes e no texto extenso. São tantas palavras rebuscadas, que para entendermos bem a nossa pátria mãe gentil através da música, deveríamos agarrar o dicionário e, ao menos saber o contexto em qual foi composto tamanha síntese de palavras para um país de tal dimensão como o nosso.
Um verso do hino em especial ganhou destaque em forma de calúnia: “deitado eternamente em berço esplêndido”, quando um personagem faz a comparação do verso com a preguiça do povo e o que seria realmente um berço esplêndido. Na sua opinião seria um berço de ouro, o que não condiz com a realidade, convenhamos. E ele ainda vai além, dizendo que se o verso tivesse sido extinto na época do governo Médici, o andamento das coisas talvez seria diferente – sarcástico, porque grande parte da população nem mesmo sabia cantar o hino - pra que mudar o que não se compreende? O entendimento para uma nova história se constrói na convergência de diversos fatores.
["A gente não quer só comida, a gente quer bebida" e também uma resenha. Né?
23 de ago. de 2012
Cariocinese
O conforto das possibilidades bate a nossa porta. E é aí que vemos qual a real cultura de um povo. A facilidade de consumir com a ampliação do crédito brasileiro e a necessidade do desenvolvimento social de estrutura.
Os grandes veículos brasileiros perduram o absolutismo de controle de massa. Não que isso seja algo do qual nunca ouvimos falar. Entretanto, o momento da história é um outro. Tão perto, que esticando o braço, se pode alcançar o fim da série: país do futuro. Suavizo a ideia para não afrontar as novas tendências ou emocionar os lados, sejam lá qual forem.
Nosso avanço econômico remete muita enrascada para a educação financeira, condução familiar e relacionamento cidadão. Ao invés do interesse de privilégio e posse, devemos fazer com que a fase de ouro da economia global, para nós Brasil, deixe o legado de desenvolvimento humano interpretativo, já! E de pronto utilizar da tal febre de acesso local as informações instantâneas da internet, e quaisquer outras distrações da indústria hightech, para dar atenção exatamente para o que nos circunda efetivamente. O índice de analfabetismo no Brasil é maior ainda do que no Zimbábue, país africano com apenas 5% do PIB brasileiro. Não há condição de desenvolver uma democracia com tais números registrados pelo IBGE e IDEB. Porém, o preço sobe r todos continuam a usar os seus créditos para se comprometer com o que o sistema de consumo mais quer: a acomodação irresponsável. O esporro serve para, desde o estatuto até você, leitor. A atuação socioambiental e administrativa dos bens e do espaço, se incluem no assunto por direto de lambuja do escritor. Temos que tornar o nosso território em prosperidade, para evitar novos acontecimentos elusivos, facilmente abafados.
Atualmente, compreender a necessidades pós moderna de caráter político e de uma governabilidade avançada pela rede, já não faz da crítica uma oposição ao modelo capitalista regente. Todavia, vale o alerta para a necessidade de parcelamento dos ganhos. Planos e licitações de incentivo ao princípio de cidadania, concretizariam uma base sólida para a sociedade brasileira contemporânea. A crença de criatividade e extroversão do Brasil não aguenta mais parar ali diante ao futuro e morrer no domingo de praia. O espírito crítico comum pode e deve alimentar uma maior parcela da população, acabando com as estranhezas entre o vínculo de grupo no avante do amadorismo para um tipo de sociedade madura e responsável pelo controle dos atos essencialmente BRASILEIRO.
5 de ago. de 2012
O esperado ouro de agosto
A notícia da presidente Dilma na última quinta feira anunciou a entrada da Venezuela no Mercosul. O veículo foi o rádio e o programa que forneceu a informação foi "A voz do Brasil". O famoso horário político das 19h.
O presidente Hugo Chávez se entusiasmou com a parceria. Fazia 6 anos que nenhum novo país atingia os índices exigidos para o ingresso no bloco econômico latino americano. (último antes da venezuela) Parece gafe, mas o ditador venezuelano aceitou bem o acordo e estava até animado. O país detém um significante potencial energético mundial e a relação internacional com outros atores do continente também está por conta do projeto de desenvolvimento econômico e social, qual o país socialista se propôs. O projeto Simón Bolívar iniciou em 2007 e tem prazo de validade até 2013. Entre os principais tópicos estão a adequação dos limites do governo socialista, a matriz energética potencial e a necessidade de inclusão humanista com o avanço sistêmico dos rankings. Com a entrada da Venezuela no Mercosul, o Brasil é a 5ª economia global.
Diante ao cenário político efervescente e as mesmas más colocações nas olimpíadas, o Brasil avança na política internacional durante o segundo mandato do partido dos trabalhadores. As dúvidas ocorreriam se qualquer outra frente política estivesse na esplanada da alvorada. Não tivemos aqui um um libertador do império português, porém, a mistura de cultura de quem pode mais atinge diversas camadas e acaba de modo inédito no supremo tribunal federal com o julgamento dos acusados pelo caso mensalão - a corrupção. Nada ainda está decidido. Metidos no processo estão os seguintes nomes: José Dirceu (ex-ministro da fazenda), Roberto Jeferson (envolvido e denunciador) o ex tesoureiro do tribunal de contas da união. A preocupação é a seguinte. Quando as diferentes vertentes estarão enfim, sob as condições amenas de associação entre os movimentos sócioambientais e as outras matizes da nossa governabilidade?
A interconexão da modernidade custosa avança com um intuito estrutural de base sólida, e isso deve ser equilibrado fielmente às repercusões que geram resultados no comportamento dos que estão incluídos no esquema geral da realidade em nossa pátria gentil. Insisto no apoio linguístico e nos seus significados, na relação digna entre os participantes e então uma cidadania vinda de qualquer lado com destino em qualquer estação.
Rubens Barizon
29 de jul. de 2012
A do ser
A vida prega peças e disso, já não tenho mais aquelas dúvidas surpreendentes de, " - Por quê, isso? "
O que te acarreta um impacto, diante à você e seus respectivos, cada um em seus meios, marca na pele e na vida interna a conjuração parcial de margem errônea, assertiva ou de senso crítico comum. O fato que se conduziu por experiência cultural singular - modo que se vive, reproduz cenas parecidas com as já vividas, para que certos atos a partir de então, valha como comportamento ajustado pela razão. Ao invés, de se seduzir por efeitos maiores da interação desnecessária. Digo essa reflexão pelo fato de ter preparado um segmento de disciplina por (tentativa) que me deparo. Alguma semelhança da vida de outro ser,que acaba referindo-se a minha vida que segue. Tal percepção me faz auto vacinar e tornar o bem mais próximo ou se a dúvida persiste, o ciclo continua repetido.
A emoção basta estar no calibre.
["eu só precisava de uma frase para terminar", Verissimo] Rubens Barizon
13 de jul. de 2012
Íris, a menina dos olhos
Íris, a menina dos olhos
Na fotografia, a íris funciona bem como uma aproximação da realidade com o que se estagna em dado momento pelo batedor. Com alguma técnica ela passa naturalmente dos teus olhos para a câmera. Essa sensibilidade, Íris, eu a deixarei para um outro. O sentido descreve a tal possibilidade do tato.
Com o intuito da verdade, aí sim a íris confirma o caráter. E, honestamente, te observando daqui, Íris, eu vejo bem essa dualidade romântica. Sabe...? um acordo prévio definido. Aquele caminho da poesia quando "os olhos como o espelho da realidade" descodificam os entrelaços que poderão surgir. E com essa formosura toda, só faz aumentar a amorosidade pelo o que é certo para você, minha clara ideia; caso essa mirada seja para o homem que por ti espera. Quizá, em pouco tempo.
Por meio do olhar, o amor se toca e o tato é uma ferramenta do sentido privilegiado. 'Espacificar', interpretar e entender quase se estivesse grudado ao outro, numa simples troca de sintonia.
- Ah! se você, das fotos que registro com a minha própria Íris, brilhasse em meu destino justo como nesse devaneio do coração em palavras.
9 de jul. de 2012
Serão inestimáveis os benefícios se as metas ambientais alcançarem seus objetivos. Do interior gerador de energia às metrópoles, todos contextualizados com uma norma pública engajada na economia verde.
Arelação política do Brasil com o meio ambiente teve início na era Collor. Essa oficialidade veio justamente no ano da Eco 92, quando foi instaurado o MMA – Ministério do meio ambiente. Na ocasião a luta era travada contra a potencialização do efeito estufa. O CO2 era o adversário. A partir de então, o ‘vilão’ de interesse político e econômico entra em cena, emite gás poluente e enriquece o estado e seus agentes - o petróleo.
Balões queimavam as matas, denunciavam os autores e assim os assuntos ambientais ganhavam destaque na mídia nos anos 90 - ameno, sem intervenção de uma política eficiente para regulamentar o cerne da emissão dos gases poluentes no ar. Com o transcorrer dos anos, não findando nos dias de hoje, o avanço econômico, de banda com o mercado gerador de energia e com o consumo incontrolável dos mais variados produtos, elevou o petróleo ao patamar especulativo internacional. As indústrias e a população consomem a todo vapor o hidrocarboneto como fonte de energia, já que as reservas encontradas pelo Brasil é realidade. Todavia, a diminuição da oferta natural preocupa os mandantes do ouro negro milenar. Ele não só pune o meio ambiente com as emissões tóxicas, mas também, com a necessidade de equilíbrio no uso da matriz energética. A natureza reage. Está aí o motivo da criação de projetos, reuniões e acordos das elites do globo que aquecem o planeta. Todos preocupados com as novas formas de consumo dos recursos naturais.
O crédito do carbono, tópico do protocolo de Kyoto, propõe com a seguinte condição geral uma solução:/
“Transformar em ativos financeiros os projetos direcionados para a redução dos gases nocivos ao ambiente. Os pregões tem o dever de captar verba de investimento
para o desenvolvimento tecnológico apto a produzir energia sustentável. Tais como: eólica, solar, álcool, biodiesel, marés, ondas e hidrogênio.”
Em paralelo, o governo estadual gastou cerca R$1,4 mi em 2005 para fundar os Centros Tecnológicos Universitários de Energia Renovável da UERJ e da UENF
(Universidade do estado do Rio de janeiro e Universidade Estadual do Norte Fluminense), pioneiros nesse gênero no país. Os leilões dos métodos energéticos menos
poluentes podem ser encontrados por meio da agência nacional de petróleo (ANP).
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira participou no último dia 23 de maio, do lançamento da coletânea “Diretrizes para uma economia verde no Brasil”, que
analisa os principais setores da nossa economia e traz sugestões de ações políticas nesta transição para uma economia sustentável. Representantes de grandes empresas
patrocinadoras do evento, também se juntaram a ministra e ao presidente da Fundação brasileira de economia sustentável e dono de uma indústria gigantesca de papel e
celulose, Israel Klabin. Aos 80 anos, o empresário afirma ser o melhor momento para a junção da economia com o meio ambiente e pondera que muitas empresas fazem de
conta que agem em prol da natureza.
O setor financeiro é fundamental para essa transição verde. A nova esperança brasileira são os projetos acadêmicos de desenvolvimento tecnológico, como os citados
acima. Que o MMA lute pela produção limpa e vença de nocaute a corrupção, sem desviar os investimentos destinados à preservação da biodiversidade. E dessa forma, tomar
a mesma dimensão do esporte violento, intitulado da igualmente ao ministério do meio ambiente do nosso país tropical.
5 de jul. de 2012
Contextualização de ofício informativo e crítico
Com qual rapidez um fato histórico político (em momento oportuno) para mudanças socioambientais, se esvai na necessidade das notícias. Informação sobre respeito de nada útil, a não ser para o modelo informacional de competição, interatividade imagética e busca do dinheiro na pureza condenante; sobretudo, a doutrina social familiar que o sistema capitalista sobrepuja, quando desse modo, um modelo dependente surge. Antes mesmo de agirmos como seres demográficos capazes de discernir o quanto é transnacional, a mídia com suas pautas de importância preguiçosa diante escolhas sensatas.
No mês passado, o Rio de janeiro sediou a conferência Rio+20 com o propósito de melhorar a questão socioambiental. Isso abrange diversos tópicos de extrema importância e faz valer sobre onde se pisa, cultiva ou destrói. O curioso é o que os veículos de informação de massa pretendem fazer com toda essa informação que presta de verdade. Talvez, pode ser a tentativa de invalidação dos assuntos chaves para uma nova fase de lucidez social. Ou ainda, uma escancarada na liberdade política nacional, que juntamente com a administração privada do espaço e quantidade significativa dentre a população inerte, faz prevalecer o que as editorias e os leitores optam por gostar. Fácil entender as minorias nesse caso.
Admiro tanta ferramenta técnica e científica capazes de ser mais bem aproveitadas para o 'upgrade' dos valores de caráter moral do conjunto. Mas, o descaso reflete o povo e incita a perversidade institiva do cidadão sem espírito crítico comum. Somos mundialmente conhecidos por nossa criatividade, talentos e as boas intenções são encontradas com alguma garimpagem. O que leva a crer que o cerne apodrece e inflama a casca - se a situação política social estatal e cidadã digno do povo, seja entendida como uma metáfora entre uma ferida no corpo do progresso. Pois não é possível que uma amnésia coletiva do passado recente vigore de tal maneira. Deve-se ser como repercussão chamativo, os destaques apoiados na nossa colaboração, ainda sem que desperte a atenção de fato ao acontecimento. O esclarecimento do que se considera, chamam eles: melhora a largo prazo e monitoração das propostas, se o canal de informação prioriza outros temas previamente pautados e se perde no mar do bombardeio de coisas afim do lucro interativo e improdutivo.
Atualmente, o mais temerário seria o desdém das aulas nas universidades públicas. Pouco se sabe o que de verdade se passa na greve. Lembrando que eu, como leitor e produtor autônomo de ideias fundamentadas, gostaria de ter como informação primordial e de fácil acesso, os assuntos de capacitação sócio informativa em nível aceitável, se um paralelo com o desenvolvimento econômico vivido pelo país for parâmetro para o equilíbrio da norma pública. Desde meados de maio, a paralisação forçada dos alunos a darem férias mais cedo aos cadernos, se deu por conta da cobrança dos professores por um plano de carreira mais elaborado e reajuste salarial, para que transmitam o conhecimento ao futuro profissional qualificado gratuito. Outros danos no serviço público ligados ao interesse da informação privada, são facilmente lembrados se o caminho for a defasagem no patrimonialismo do conjunto federativo brasileiro.
São os hábitos que acabam terminando em vícios, que agora na fertilidade econômica que devem ser combatidos em um patamar justo de país em desenvolvimento, agora não mais suportada pelo contraste. Rubens Barizon
16 de jan. de 2012
As relações de punição conjunta
Clarificando a ideia da necessidade
Com tantos apetrechos atrativos à nossa atenção, a solidariedade humana parece ser consumada pelo afeto, diremos, instantâneo. A palavra optante, remete o exato contexto. O reconhecimento das semelhanças é perspicaz ao desfrute do que se encerra em pouco tempo. A duração da simpatia pode ser determinante para a classificação de tal continuidade identificativa, interessante e até interesseiramente grosseira. A relação da globalização com a sociabilidade causa um primeiro impacto um tanto pitoresco. O que decide o primeiro ato deve ser a empatia diante as aceitações de quem se encontra adiante, senão são correspondentes, somente se algo catársico ocorrer para romper esse laço da necessidade instantânea. Complementa-se pela reação de que é resistente ao padrão em qual o ambiente dispõe as etiquetas de convivência, ainda mesmo não existentes. Adicionando também, vê-se a massividade da maioria pesando e classificando com as suas contínuas diplomacias de medo. Caminhando suavemente reparo os amores raros ocorrendo, a impossibilidade chegando aos céus pela escada do futuro anteriormente represado pelas políticas sociais. Como o amor é lindo!
O afastamento por objetivos
Quando o exposto acima não condiz com a relação de imediatismo, o préjulgamento se instala no umbigo das necessidades singulares. Com respeito as relações de racionalidade conjunta, talvez seja bem mais comportado e sociável evitar devidas atitudes para rumar em uma aceitável velocidade de sucesso. A tolerância está em cheque, bem como são multíplas as possibilidades para qualquer coisa. É interessante deixar a nota de que demoraríamos 6 anos para absorver todas as informações diárias(obsoletas) postadas na internet, segundo a matéria de um renomado telejornal. Não obstante, realmente, vem mesmo parecendo ser tão viável estar nesse bloco de esteriotipação do que absorver todos os sistemas de um dia, que íntrinseco adentro dessa totalidade assustada, impede um modo justo de se relacionar - mal podem se reconhecer nos estranhos classificados ao ar pelo equilíbrio inexistente. O resultado é a reflexão solitária de cada um. O que acaba acarretando o mesmo afastamento.
Da onde surge a associação entre as culturas pós-modernas? A estranha relação de consumir ao invés de respeitar e amar de verdade. Porque é mais fácil assim.
Rubens Barizon
[Deságue de tempo chuvoso]
13 de out. de 2011
Propagação em teste
O amigo nada menos esclarecido, diz: "- a grande mídia faz isso ficar mais difícil" retruncou, à espera do prolongamento.
"O que acontece é que, quando se confia demais em como o outro age, me vejo". Parecendo mais aliviado, suspiro com um certo olhar cansado.
"Se ver no próximo é como deveria ser feito. O respeito seria mais comunal. Sem alusões. Refiro a ideia para uma sociologia mais sanguínea. Não temos mais medo do que nos fere, mas sim, de como seremos apartir de uma falta de moral. Também não pense que essa dor é por esclarecimento humano. Talvez, pela interpretação do meio que os guia." -Foi muito? me pergunta. É por conta do excesso de palavras. Sorri.
"-Quer saber?" em meio a uma ligação, planejo um futuro próximo.
"-só mesmo o que se transforma em concreto. Fantasia, já basta com a minha mulher". Responde sagazmente.
"Vamos prolongar esse desempenho social em algum lugar de mais entretenimento. Conheço um lounge bar que costuma ser bom às quintas. O dinheiro e a continuação do papo(com elas) aguçará a questão".
Na mesma classe, o sujeito se demonstra tão disponível que junta as tralhas da monografia e topa se conduzir como eu propus.
Estaciono o carro num estacionamento, que dependendo do dia, até manobrista seria preciso. Confiro a cara do companheiro de fim de faculdade e vejo a tranquilidade de um amigo que se faz na rua.
30 de mai. de 2011
Decisão
Outros dias,
sou escravo desse mesmo alguém.
É diante do amém,
que sou forte o bastante para seguir como homem de bem.
E quando por ventura a felicidade se transforma em angústia
somos capazes de enxergar a vida pela adultice.
Até que um limite se estabeleça.
4 de jun. de 2010
Seu irmão
Vivemos o inverno como aprendizado.
A sociedade, faz o produto da família que quer em vida, o bem.
Rubens Barizon
Texto adaptado de Defoe.
30 de abr. de 2010
Primeira parte - comunicação sem essência
A vaidade por através da proximidade das pessoas contactadas é um elemento pequenino que se desvaira através das belezas sabidas de o longe - o melhor de si publicado. Quando a imagem de certa pessoa ou paisagem chega ao seu entendimento, isso faz com que imediatamente seja gerado um julgamento de aceitação para um possível contato no futuro. Usando como exemplo o email. Quando se planeja uma férias a primeira coisa que passa na cabeça de muitos é a saída para uma viagem calma e relaxante. Porém, se durante esse planejamento chega um email com imagens e notas sobre um dos possíveis destinos informando-lhe que não se encontra por lá os seus agrados, antes mesmo de ir ao tal lugar a conclusão se premedita e o passeio não se concluí por causa do email recebido.
12 de abr. de 2010
Cheiro de flor
Não pude ainda falar de arrependimento, até porque a questão abordada vai mais para o aproveitamento adequado de cada qual em seu tempo. Porém, quando mencionada a fuga em máscaras, tal insana, o arrempendimento torna-se uma questão de vergonha para com o tempo investido em nada mais do que prazer comprado, na maioria das vezes. Todavia, a volta para a simplicidade me parece a resolução adequada para o fortalecimento da conduta que dá como origem imposta, aquele ideal de regeneração interna vindo do caminho deambulado - formato do fruto de si - sem ainda analisar as novas estações de florecimento e colheita que por vir estarão. Sabe-se lá!
- "Tá certo, sinto-me culpado por não estar nem um pouco perto de ser as admirações declaradas por incentivadores de mim. Em contra-partida, mesmo que de uma visão contraditória sobre a emoção humana, ainda posso acreditar na maquinagem do meu comportamento para chegar em um enquadramento mais familiar e talvez até, convencional."
[Com certa crítica por quem eu sou]
Rubens Barizon, palpitando o coração.
11 de mar. de 2010
Ainda
O vegetariano me ofereceu um pratão, daqueles de todas as folhas e receitas nutritivas, que substituiria todas as minhas necessidades, se a mim não passasse a vontade de devorar um bezerro ou vaca já criada, por inteirinho. O outro dizia que depois de casado preferiria passar a vida inteira solteiro a esbanjar sobre o gozo das outras e da paz de somente estar. Enquanto eu, solteiríssimo, digno de passagem, planejo o encontro daquela mulher capaz de me fazer feliz a cada amanhecer. A importância de cada quem.
Um outro dia vinha um, sabido que de nada importaria se na onda estava ou se da moda ele curtia. Neste mesmo dia, um pouco mais tarde o conselho da mãe, a que sempre tem razão, esbarrou no caminho que eu encontrei por si só. Em seguida, por essa direção eu fiquei em dúvida; Se era um cheque-mate não pude saber por não ser um jogo de xadrez, aquilo era uma bifurcação com entrada para esquerda ou direita e que daria igualmente no meu destino. Quando lá, passaria um avião voando baixo e soando um estrondo comovente para uma mirada aos céus. Entretanto, lá estava ela de pé a me esperar. Distraído, permiti que o seu sorriso encantador no ar ficasse a saudar. Importaria bem mais se por algum tempo além, ela como um refrão voltasse a repetir os mesmos gestos que o avião me tomou por aquele instante.
A justificativa é lida pelo contexto singular. Quando argumentamos embasados no respeito ao que é proposto(quando merecido) conseguimos informar-nos sem repetir as mesmas discussões que te fizeram assim, tão conseguinte. Com o seguinte - "Tal e, ihh...tal."
27 de jan. de 2010
Victim letter
When someone searches glory >
Na forma querida, você faz parte de mim.
Na forma esquecida faz-se ego, ismo ou somente,
o que da a semente para terras destratadas.
If Glory were one woman, I could become this poem, you.
On this hand, glory goes aside of understandable people.
These, so close as we glance and justify anyone.
O tempo que soubemos um do outro é bem legal e faria disso uma nova esperança. Conforme a vida e as condicionais que atuam. Poxa, é tão bom ter respeito pela simplicidade. As culpas são universalizadas e as desculpas são os frutos do semeador.
is there love, respect or what else?
Rubens Barizon
(La voluntad de la prosa poetica)
30 de dez. de 2009
O ano começará com rumores de fruto doce e tropical, talvez colhidos e plantados em terras frias. Nasce aqui as técnicas de meio, indo saber de dentro pra fora, ou vice-versa, se a referência faz importar-te. O que o circo tem aos palhaços da platéia? o dinheiro pago para um espetáculo ou de ter a chance de o palhaço do circo pintar o 7 e atear fogo na tenda, levar o calor entre deus sabe onde - segura a mulher que os palhaços vêm aí! Disseram os super-heróis, amigos de tanta ocupação.
Como é costumeiro de um início tão filosófico de alguns anos atrás, utilizo das curtas frases que ajudarão a interpretar o que eu mesmo não acredito estar tão evidente po vias comparativas. Esse é um plano de tempos começados com promessas de uma vida melhor. As lutas duras hão de estar presentes quando as realidades dão lugar a pessoalidade utópica. Calma e cuidado com isso aí, seu leitor ou dona leitora. - Tá, como prometido, espreguiçarei e talvez encontre nesse relaxamente tais palavras encaixadas que faz fixar o desejo de uma felicidade pura de consciência cidada singular que se transforma em grupo por si só.
"Não ponhas as suas pérolas em mãos de porcos que farão seus sonhos irem de pecados a baixo."
Rubens Barizon
(Por um desejo de um ano melhor - bom 2009, ou melhor 2010)
29 de dez. de 2009
Words and complication
Maybe it was only the prior views on the action and direction of human analysis or more ahead on the range of it.
I leave it behind - see. Words are to whom understands them. One more, words don't lead complaining. A sense how it is used does.
Into a relationship between two, in this case, with the opposite gender, words are worthy when they know what is family and platonic sex or love have been.
Hey bees! The establishment of priority in my life is ongoing no missing honey in what had such lead before. Both, along newly, reason and love.
Rubens
(on importance)
31 de mar. de 2009
Demografia psicologica
Muito dos bons momentos recordados, normalmente, partem da lembranca do que se exigiu algo mais do que o normal para atingir uma nova sensacao de adrenalina, a de suportar a ousadia para se creditar positivimamente as iniciativas e da coragem de romper a barreira por uma primeira vez. A analise pessoal e a conclusao como uma aparente falta de dominio da ocasiao parece insana e impensada. A ideia de nao saber inteiramente os feitos, ameniza o que se chamaria louco diante as regras impostas por grupos e aceitacoes populares. O mito do duplo caminho torna-se incoerente quando a situacao e analisada por entre os pequenos detalhes que poderiam ter em cada um deles uma solucao sem resultado previo.
As pessoas se questionam para ter respostas para algo ligado aos resultados de questoes com fundamento humano para alcancar o certo ou errado sem um disponivel manual de facilidades para isto. Um comum esquema de seguranca propria se instala no comportamento individual da maioria dos individuos, justo como um instinto intelectual de conducao e limites de navegacao dentre as diversas maneiras de resolver ou implantar uma nova serie de doutrinas para o caso que se direciona a atencao. Todavia, existem as influencias de orientacao externa que atribuem diferencas a pura natureza humana. Podem ser elas ciencias encontradas em livros e instituicoes de ensino, nos meios que nos submetemos estar e por admiracao a outros demais que conseguiram solucionar, em ocasiao parecida com a do tempo proprio de cada um.
Em tempo de decisao, a equivalencia do beneficio e postura ao topico principal pensado, capacita uma alienacao positiva de indagacao racional e efeitos que seriam tambem devidamente postos com suposto sucesso no foco de reacao ao exposto. Provavelmente temos espaco de armazenamento de casos e acoes anteriores quais instantaneamente sao ativados por funcionamento psicologico. A mudanca de rotina para se solucionar caso semelhante com um ja visto antes, requer uma definicao especulada por experiencia propria chamada: humildade cerebral. Obviamente clarificada com o uso de uma palavra local, que adjetiva o orgao mensageiro humano facilitando o entendimento de uma funcao complexa de evolucao desequilibrada. As mudancas vistas tambem como loucura a curto prazo e a olho nu, impedem o aparecimento de seres evoluidos.
Em percepcao da loucura para com as suas caracteristicas e atribuicoes pelo julgamento popular, retarda o desenvolvimento do ser humano em comparacao ao mundo moderno e suas gigantes estruturas informacionais. De alguma forma poderia ser mais inteligente o crescimento lucrativo e palpavel anexado ao poder das decisoes com imposicoes de uma sociedade sensata.
1 de mar. de 2009
2 de fev. de 2009
Num sei
A hora vai chegar ou a estrela brilhara soa como vida ou morte; tornando-se vao e ignorante a opcao de reunir os itens de solucao para uma sequencia final, ainda que sendo suposto, o suficiente ao conforto pessoal e evolutivo do ser responsavel. Muitas das vezes se torna aspero os aprendizados para ensinar a si proprio. A confianca atribuida aos oficios espalhados por algum lado sera somente um passo dado por ainda passar as analises externas e determinantes, que atraves da pessoalidade estruturada - desfragmentacao, sob os parametros reguladores que vai como um sistema oportuno adiante das tendencias e mediacoes conseguidas pelo o espaco visto a olhos nus - os credores do prazer. Entretanto, nao foram impostas a fundo nesta prosa se quer alguma tendencia esmagadora atual e atuante (neoliberalismo, especulacao, globalizacionismo, etc), sugerindo a saida reflexiva. A obrigatoriedade e compromisso de interacao com a realidade e seu ciclo, faz-se o vicio das ocupacoes gratificantes.
Comunistas: Vivemos no capitalismo. Capitalistas: Acordem para sorrir naturalmente. Humanos: Esta na hora de se manifestar.
Rubens Barizon