5 de nov. de 2012

Palestra Munir Kanaan e Flavio Fachel


A Semana da Comunicação 2012 recebeu na terça-feira à noite, dia 23/10, no auditório do Campus Tom Jobim-Barra, o repórter da TV Globo Flávio Fachel e o ator, diretor e roteirista, Munir Kanaan. Ambos os convidados compartilharam das suas experiências profissionais com os alunos e professores da Universidade Estácio de Sá.

Flávio Fachel voltou o seu discurso para a mídia televisiva. O repórter gaúcho passeou pelo seus vinte anos de carreira, que vai desde o trabalho como correspondente internacional em Nova York, até a sua vivência na Amazônia como jornalista e militar. Como nota universitária, vale destacar a importância que o jornalista deu para as disciplinas determinantes para a formação de um profissional do segmento - Teoria da comunicação e Técnica de reportagem e apuração. Segundo Fachel, essas cadeiras resumem o perfil do curso de jornalismo. A ênfase dele pairou sobre a necessidade da apuração dos fatos e não na busca da verdade como notícia. Mencionou também, o clichê de que o jornalista primordialmente precisa conhecer quem sabe do assunto, ao invés de pensar que sabe de tudo. Nessa linha de pensamento, ele concluiu ser daí que as maiores barrigadas surgem.

A importância do diploma para o jornalismo foi um tema abordado pelo próprio convidado. E diante das suas ponderações, Fachel disse que o diploma apenas tem relevância por causa do baixo nível cultural do Brasil, o que satisfaz a hipótese de um acordo entre os jornalistas, as redações e os profissionais de outros cursos. Quando o mercado de trabalho entrou em questão, ele destacou os diversos caminhos que existem para os futuros jornalistas e se demonstrou otimista com a mídia alternativa. "A maioria dos estudantes almejam os grandes veículos, onde as vagas são limitadas, e perdem a oportunidade de buscar o mercado como um todo", completa Fachel.

Em uma citação de seu colega Marcelo Canelas, Flavio Fachel esclareceu o dever do jornalista de "jogar luz no fato", o que integra o seu ponto de vista com a apresentação de outras informações lembradas logo em seguida. Quando alertou que o jornalista de televisão é parte do meio e não o protagonista da notícia. Deste modo, associou as dicas com o estudo do canal, do ruído e da mensagem veiculada pelo meio. Para tal carreira na TV, ele recomendou o curso de teatro como um bom recurso para desinibir diante as câmeras. O trabalho em equipe no jornalismo é determinante e a edição deve ser pensada em todos os aspectos da produção de uma matéria: ao formular, informar se preocupando até com a entonação usada para atingir o público de massa e o impacto gerado com a informação.

Quando foi perguntado sobre o suicídio coletivo de uma tribo indígena, ele contestou com certa temerosidade e afirmou que o Brasil de verdade (grandes cidades) ignora os acontecimentos mais sensíveis.

Munir Kanaan contou sobre o papel principal estrelado por ele na Multishow, em "Os Figuras" onde ele viveu o personagem André. O artista multimídia, sócio diretor da agência Gengibre, apresentou a sua websérie chamada WC. Um divertido humor passado no banheiro, pelo personagem "Warderley Cardoso". O projeto que estava arquivado na memória do ator foi posto em prática, logo após o artista convencer toda a equipe de produção do programa. O bom astral do convidado deu o ar da trajetória que ele cativa. A convergência das mídias foi um assunto levantado por Munir, que alegou não produzir nenhum conteúdo focando somente em um tipo de mídia.

A convicção de que o futuro será a TV e o computador no mesmo monitor, anima as produções de conteúdo autoral do criativo Munir, que confessou não ter um plano de mídia para veicular os seus produtos. Ele ainda considerou a nova geração de utilizadores da internet e alertou a sua preocupação com a linguagem dramaturgica em suas produções. Os estudantes de cinema eram os mais interessados em perguntar para o profissional multifacetado.

Os convidados ainda foram entrevistados no fim da palestra pelos colegas da Tv Estácio. Profissionais desse calibre são de extrema importância para os alunos gozarem de novos conhecimentos sobre mercado e ampliar a formação da carreira de comunicador social.

26 de out. de 2012

A mídia ideal para a receita de cidadania


Um fato deve encandear a curiosidade como uma notícia interessante. Atualmente, o que é considerado uma notícia, vem das matizes culturais e sociais em desenvolvimento confuso. Por expansão da tecnologia e da cidadania na contingência.

O Brasil evolui de forma similar aos demais acadêmicos do mundo, no entanto, peca no interesse coletivo. Quando a segmentação social homogeneiza em tentação à seus hábitos, uma série de fatores divergem sobre as opiniões. O foco será sempre o mesmo, a padronização de consumo e logo o cansaço - a parte ruim das grandes potências. A identidade cultural é uma das formas de dissolver o bombardeio da mass media, diante tamanha a interatividade do novo público, apenas consumidor. É aumentar a necessidade da sociedade de se criar com as próprias notícias, a sua direção.

Quando o questionamento por uma receita é mais do que por informação útil, o baixo consumo das mídias alternativas se apresenta. O gênero comunicador ainda é muito recente em nosso país. Definir uma interpretação com a pluralidade ideal de um formador de opinião. O propósito da notícia, da sua veiculação e da reação dos consumidores. A mídia brasileira noticia a sequência dos fatos para o leitor com um baixo entendimento da informação por esclarecimento trivial que ainda falta, tanto do noticiador como para quem procura o que interessa. A mídia didática deve auxiliar as grandes matérias. Esclarecer assuntos que parecem simples ao olhar de quem entende, um bem estar intrínseco. O meio da informação que chega até ele, leitor, concorda aos núcleos de formação de opinião. Não significa que os patamares intelectuais do Rio de janeiro estão afastados, ou se é por falta de sintonia ou história. A grande mídia não orienta se quer o uso dos seus produtos com rótulo de notícia útil e expõe a diferença definida para a gente destoar um do outro. O espírito comum e a publicidade de massa.

["O meio é a mensagem", Marshall McLuhan]

Enquanto houver pouca família feliz com as tradições, poucos filhos sem prezar os pais por convenção e o cultuar do respeito de casa, mediante a qualificação das escolas, a comunicação comunitária esbarrará na ótica dos empreendedores desleais. A moralidade cívil, a boa fé, a cultura e a natureza no grupo segmentaria uma ética mais apurada àqueles que fomentam a riqueza oriunda da ganância. A receita do lucro material, sobrepuja a estratégia de atuação acadêmica com o estágio na comunicação comunitária/alternativa, em comum acordo com as oportunidades de mercado, e aos olhos nus, sem ideal.

Por, Rubens Barizon

11 de out. de 2012

O circo alegre

"Respeitável público"
Assim, como no circo, deveria ser anunciado o histórico julgamento do caso mensalão. Sem alusões as calhordas do palhaço traiçoeiro. Todavia, de uma forma a se considerar o avanço no setor judiciário Brasileiro.

O destaque que a mídia vem dando diariamente em seus veículos, envolve o reconhecimento, pelos leitores, do caso extraordinário nos tribunais de Brasília. A maioria da população ainda não acredita no que está acontecendo. Talvez pelo histórico dos nossos governantes, ou talvez pelo conceito cultural apolítico instalado na nossa sociedade. Mas sem dúvidas, o mensalão ganhará lembrança como o primeiro caso envolvendo políticos de calibre a irem para o tribunal, por crime sinônimo de política Brasileira: a corrupção. Tão pouco creio que esse escândalo de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e corrupção ativa tenha sido o único esquematizado(não isentando o passado), pelos corredores do planalto. Entretanto, foi o qual a União teve a competência de dar um basta! e julgar os parlamentares envolvidos, anteriormente intocáveis e hoje réus.

Não temos ainda a definição de nenhum encarceramento determinado pela cúpula julgadora do STF, porém, há expectativa de que toda a tenda armada não termine em chamas com um número mal executado pelo trapalhão. E que uma decisão para o bem do futuro, seja permitida aos malfeitores - condenados na cadeia - como exemplo para quem pensar em desviar dinheiro dos cofres públicos.

O mensalão e a repercussão de toda a patifaria política sobre corrupção no Brasil, pode deixar um legado importante tanto no congresso como também em nossa sociedade. O sentimento de impunidade se esvair. E que as pizzas servidas no final das plenárias do governo, sejam servidas na cadeia para os futuros cárceres.

[Afinal, no circo não se costuma comer pizza]

Mensalão,

Por Rubens Barizon

4 de set. de 2012

Resenha do curta "Mãe gentil", de Carlos Baliú


Com diversos personagens da nossa nação, o diretor do curta utiliza o conhecimento de diferentes tipos de pessoas sobre o hino nacional brasileiro para criar uma estética dinâmica de comparação. Eram analfabetos, intelectuais, jovens, velhos e crianças. Cada qual com uma interpretação distinta do hino.

Com um toque irônico, a linguagem se expande no decorrer da produção audiovisual em tom bem humorado. Os personagem são bastante contundentes, mesmo que ingenuamente os discursos revelam uma preocupação com a plataforma social como mensagem. Quando muitos perguntados sobre o significado das palavras do hino, incluindo os mais esclarecidos, acabavam se embolando durante o discurso. Outros erros comuns eram na melodia, nas frases semelhantes e no texto extenso. São tantas palavras rebuscadas, que para entendermos bem a nossa pátria mãe gentil através da música, deveríamos agarrar o dicionário e, ao menos saber o contexto em qual foi composto tamanha síntese de palavras para um país de tal dimensão como o nosso.

Um verso do hino em especial ganhou destaque em forma de calúnia: “deitado eternamente em berço esplêndido”, quando um personagem faz a comparação do verso com a preguiça do povo e o que seria realmente um berço esplêndido. Na sua opinião seria um berço de ouro, o que não condiz com a realidade, convenhamos. E ele ainda vai além, dizendo que se o verso tivesse sido extinto na época do governo Médici, o andamento das coisas talvez seria diferente – sarcástico, porque grande parte da população nem mesmo sabia cantar o hino - pra que mudar o que não se compreende? O entendimento para uma nova história se constrói na convergência de diversos fatores.

["A gente não quer só comida, a gente quer bebida" e também uma resenha. Né?

23 de ago. de 2012

Cariocinese

Por Rubens Barizon
O conforto das possibilidades bate a nossa porta. E é aí que vemos qual a real cultura de um povo. A facilidade de consumir com a ampliação do crédito brasileiro e a necessidade do desenvolvimento social de estrutura.

Os grandes veículos brasileiros perduram o absolutismo de controle de massa. Não que isso seja algo do qual nunca ouvimos falar. Entretanto, o momento da história é um outro. Tão perto, que esticando o braço, se pode alcançar o fim da série: país do futuro. Suavizo a ideia para não afrontar as novas tendências ou emocionar os lados, sejam lá qual forem.

Nosso avanço econômico remete muita enrascada para a educação financeira, condução familiar e relacionamento cidadão. Ao invés do interesse de privilégio e posse, devemos fazer com que a fase de ouro da economia global, para nós Brasil, deixe o legado de desenvolvimento humano interpretativo, já! E de pronto utilizar da tal febre de acesso local as informações instantâneas da internet, e quaisquer outras distrações da indústria hightech, para dar atenção exatamente para o que nos circunda efetivamente. O índice de analfabetismo no Brasil é maior ainda do que no Zimbábue, país africano com apenas 5% do PIB brasileiro. Não há condição de desenvolver uma democracia com tais números registrados pelo IBGE e IDEB. Porém, o preço sobe r todos continuam a usar os seus créditos para se comprometer com o que o sistema de consumo mais quer: a acomodação irresponsável. O esporro serve para, desde o estatuto até você, leitor. A atuação socioambiental e administrativa dos bens e do espaço, se incluem no assunto por direto de lambuja do escritor. Temos que tornar o nosso território em prosperidade, para evitar novos acontecimentos elusivos, facilmente abafados.

Atualmente, compreender a necessidades pós moderna de caráter político e de uma governabilidade avançada pela rede, já não faz da crítica uma oposição ao modelo capitalista regente. Todavia, vale o alerta para a necessidade de parcelamento dos ganhos. Planos e licitações de incentivo ao princípio de cidadania, concretizariam uma base sólida para a sociedade brasileira contemporânea. A crença de criatividade e extroversão do Brasil não aguenta mais parar ali diante ao futuro e morrer no domingo de praia. O espírito crítico comum pode e deve alimentar uma maior parcela da população, acabando com as estranhezas entre o vínculo de grupo no avante do amadorismo para um tipo de sociedade madura e responsável pelo controle dos atos essencialmente BRASILEIRO.

5 de ago. de 2012

O esperado ouro de agosto


A notícia da presidente Dilma na última quinta feira anunciou a entrada da Venezuela no Mercosul. O veículo foi o rádio e o programa que forneceu a informação foi "A voz do Brasil". O famoso horário político das 19h.

O presidente Hugo Chávez se entusiasmou com a parceria. Fazia 6 anos que nenhum novo país atingia os índices exigidos para o ingresso no bloco econômico latino americano. (último antes da venezuela) Parece gafe, mas o ditador venezuelano aceitou bem o acordo e estava até animado. O país detém um significante potencial energético mundial e a relação internacional com outros atores do continente também está por conta do projeto de desenvolvimento econômico e social, qual o país socialista se propôs. O projeto Simón Bolívar iniciou em 2007 e tem prazo de validade até 2013. Entre os principais tópicos estão a adequação dos limites do governo socialista, a matriz energética potencial e a necessidade de inclusão humanista com o avanço sistêmico dos rankings. Com a entrada da Venezuela no Mercosul, o Brasil é a 5ª economia global.

Diante ao cenário político efervescente e as mesmas más colocações nas olimpíadas, o Brasil avança na política internacional durante o segundo mandato do partido dos trabalhadores. As dúvidas ocorreriam se qualquer outra frente política estivesse na esplanada da alvorada. Não tivemos aqui um um libertador do império português, porém, a mistura de cultura de quem pode mais atinge diversas camadas e acaba de modo inédito no supremo tribunal federal com o julgamento dos acusados pelo caso mensalão - a corrupção. Nada ainda está decidido. Metidos no processo estão os seguintes nomes: José Dirceu (ex-ministro da fazenda), Roberto Jeferson (envolvido e denunciador) o ex tesoureiro do tribunal de contas da união. A preocupação é a seguinte. Quando as diferentes vertentes estarão enfim, sob as condições amenas de associação entre os movimentos sócioambientais e as outras matizes da nossa governabilidade?

A interconexão da modernidade custosa avança com um intuito estrutural de base sólida, e isso deve ser equilibrado fielmente às repercusões que geram resultados no comportamento dos que estão incluídos no esquema geral da realidade em nossa pátria gentil. Insisto no apoio linguístico e nos seus significados, na relação digna entre os participantes e então uma cidadania vinda de qualquer lado com destino em qualquer estação.

Rubens Barizon

29 de jul. de 2012

A do ser


A vida prega peças e disso, já não tenho mais aquelas dúvidas surpreendentes de, " - Por quê, isso? "

O que te acarreta um impacto, diante à você e seus respectivos, cada um em seus meios, marca na pele e na vida interna a conjuração parcial de margem errônea, assertiva ou de senso crítico comum. O fato que se conduziu por experiência cultural singular - modo que se vive, reproduz cenas parecidas com as já vividas, para que certos atos a partir de então, valha como comportamento ajustado pela razão. Ao invés, de se seduzir por efeitos maiores da interação desnecessária. Digo essa reflexão pelo fato de ter preparado um segmento de disciplina por (tentativa) que me deparo. Alguma semelhança da vida de outro ser,que acaba referindo-se a minha vida que segue. Tal percepção me faz auto vacinar e tornar o bem mais próximo ou se a dúvida persiste, o ciclo continua repetido.

A emoção basta estar no calibre.

["eu só precisava de uma frase para terminar", Verissimo]
Rubens Barizon

13 de jul. de 2012

Íris, a menina dos olhos

Íris, a menina dos olhos


Na fotografia, a íris funciona bem como uma aproximação da realidade com o que se estagna em dado momento pelo batedor. Com alguma técnica ela passa naturalmente dos teus olhos para a câmera. Essa sensibilidade, Íris, eu a deixarei para um outro. O sentido descreve a tal possibilidade do tato.

Com o intuito da verdade, aí sim a íris confirma o caráter. E, honestamente, te observando daqui, Íris, eu vejo bem essa dualidade romântica. Sabe...? um acordo prévio definido. Aquele caminho da poesia quando "os olhos como o espelho da realidade" descodificam os entrelaços que poderão surgir. E com essa formosura toda, só faz aumentar a amorosidade pelo o que é certo para você, minha clara ideia; caso essa mirada seja para o homem que por ti espera. Quizá, em pouco tempo.

Por meio do olhar, o amor se toca e o tato é uma ferramenta do sentido privilegiado. 'Espacificar', interpretar e entender quase se estivesse grudado ao outro, numa simples troca de sintonia.

- Ah! se você, das fotos que registro com a minha própria Íris, brilhasse em meu destino justo como nesse devaneio do coração em palavras.

9 de jul. de 2012

Tempo para conscientizar a economia
Serão inestimáveis os benefícios se as metas ambientais alcançarem seus objetivos. Do interior gerador de energia às metrópoles, todos contextualizados com uma norma pública engajada na economia verde.

Arelação política do Brasil com o meio ambiente teve início na era Collor. Essa oficialidade veio justamente no ano da Eco 92, quando foi instaurado o MMA – Ministério do meio ambiente. Na ocasião a luta era travada contra a potencialização do efeito estufa. O CO2 era o adversário. A partir de então, o ‘vilão’ de interesse político e econômico entra em cena, emite gás poluente e enriquece o estado e seus agentes - o petróleo.

Balões queimavam as matas, denunciavam os autores e assim os assuntos ambientais ganhavam destaque na mídia nos anos 90 - ameno, sem intervenção de uma política eficiente para regulamentar o cerne da emissão dos gases poluentes no ar. Com o transcorrer dos anos, não findando nos dias de hoje, o avanço econômico, de banda com o mercado gerador de energia e com o consumo incontrolável dos mais variados produtos, elevou o petróleo ao patamar especulativo internacional. As indústrias e a população consomem a todo vapor o hidrocarboneto como fonte de energia, já que as reservas encontradas pelo Brasil é realidade. Todavia, a diminuição da oferta natural preocupa os mandantes do ouro negro milenar. Ele não só pune o meio ambiente com as emissões tóxicas, mas também, com a necessidade de equilíbrio no uso da matriz energética. A natureza reage. Está aí o motivo da criação de projetos, reuniões e acordos das elites do globo que aquecem o planeta. Todos preocupados com as novas formas de consumo dos recursos naturais.

O crédito do carbono, tópico do protocolo de Kyoto, propõe com a seguinte condição geral uma solução:/

“Transformar em ativos financeiros os projetos direcionados para a redução dos gases nocivos ao ambiente. Os pregões tem o dever de captar verba de investimento para o desenvolvimento tecnológico apto a produzir energia sustentável. Tais como: eólica, solar, álcool, biodiesel, marés, ondas e hidrogênio.”
Em paralelo, o governo estadual gastou cerca R$1,4 mi em 2005 para fundar os Centros Tecnológicos Universitários de Energia Renovável da UERJ e da UENF (Universidade do estado do Rio de janeiro e Universidade Estadual do Norte Fluminense), pioneiros nesse gênero no país. Os leilões dos métodos energéticos menos poluentes podem ser encontrados por meio da agência nacional de petróleo (ANP).

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira participou no último dia 23 de maio, do lançamento da coletânea “Diretrizes para uma economia verde no Brasil”, que analisa os principais setores da nossa economia e traz sugestões de ações políticas nesta transição para uma economia sustentável. Representantes de grandes empresas patrocinadoras do evento, também se juntaram a ministra e ao presidente da Fundação brasileira de economia sustentável e dono de uma indústria gigantesca de papel e celulose, Israel Klabin. Aos 80 anos, o empresário afirma ser o melhor momento para a junção da economia com o meio ambiente e pondera que muitas empresas fazem de conta que agem em prol da natureza.

O setor financeiro é fundamental para essa transição verde. A nova esperança brasileira são os projetos acadêmicos de desenvolvimento tecnológico, como os citados acima. Que o MMA lute pela produção limpa e vença de nocaute a corrupção, sem desviar os investimentos destinados à preservação da biodiversidade. E dessa forma, tomar a mesma dimensão do esporte violento, intitulado da igualmente ao ministério do meio ambiente do nosso país tropical.

5 de jul. de 2012

Contextualização de ofício informativo e crítico


Com qual rapidez um fato histórico político (em momento oportuno) para mudanças socioambientais, se esvai na necessidade das notícias. Informação sobre respeito de nada útil, a não ser para o modelo informacional de competição, interatividade imagética e busca do dinheiro na pureza condenante; sobretudo, a doutrina social familiar que o sistema capitalista sobrepuja, quando desse modo, um modelo dependente surge. Antes mesmo de agirmos como seres demográficos capazes de discernir o quanto é transnacional, a mídia com suas pautas de importância preguiçosa diante escolhas sensatas.

No mês passado, o Rio de janeiro sediou a conferência Rio+20 com o propósito de melhorar a questão socioambiental. Isso abrange diversos tópicos de extrema importância e faz valer sobre onde se pisa, cultiva ou destrói. O curioso é o que os veículos de informação de massa pretendem fazer com toda essa informação que presta de verdade. Talvez, pode ser a tentativa de invalidação dos assuntos chaves para uma nova fase de lucidez social. Ou ainda, uma escancarada na liberdade política nacional, que juntamente com a administração privada do espaço e quantidade significativa dentre a população inerte, faz prevalecer o que as editorias e os leitores optam por gostar. Fácil entender as minorias nesse caso.

Admiro tanta ferramenta técnica e científica capazes de ser mais bem aproveitadas para o 'upgrade' dos valores de caráter moral do conjunto. Mas, o descaso reflete o povo e incita a perversidade institiva do cidadão sem espírito crítico comum. Somos mundialmente conhecidos por nossa criatividade, talentos e as boas intenções são encontradas com alguma garimpagem. O que leva a crer que o cerne apodrece e inflama a casca - se a situação política social estatal e cidadã digno do povo, seja entendida como uma metáfora entre uma ferida no corpo do progresso. Pois não é possível que uma amnésia coletiva do passado recente vigore de tal maneira. Deve-se ser como repercussão chamativo, os destaques apoiados na nossa colaboração, ainda sem que desperte a atenção de fato ao acontecimento. O esclarecimento do que se considera, chamam eles: melhora a largo prazo e monitoração das propostas, se o canal de informação prioriza outros temas previamente pautados e se perde no mar do bombardeio de coisas afim do lucro interativo e improdutivo.

Atualmente, o mais temerário seria o desdém das aulas nas universidades públicas. Pouco se sabe o que de verdade se passa na greve. Lembrando que eu, como leitor e produtor autônomo de ideias fundamentadas, gostaria de ter como informação primordial e de fácil acesso, os assuntos de capacitação sócio informativa em nível aceitável, se um paralelo com o desenvolvimento econômico vivido pelo país for parâmetro para o equilíbrio da norma pública. Desde meados de maio, a paralisação forçada dos alunos a darem férias mais cedo aos cadernos, se deu por conta da cobrança dos professores por um plano de carreira mais elaborado e reajuste salarial, para que transmitam o conhecimento ao futuro profissional qualificado gratuito. Outros danos no serviço público ligados ao interesse da informação privada, são facilmente lembrados se o caminho for a defasagem no patrimonialismo do conjunto federativo brasileiro.

São os hábitos que acabam terminando em vícios, que agora na fertilidade econômica que devem ser combatidos em um patamar justo de país em desenvolvimento, agora não mais suportada pelo contraste.
Rubens Barizon

16 de jan. de 2012

As relações de punição conjunta

É quando através de outro alguém, que sentimos a fragilidade do ser cauteloso com a alma. A independência dos outros aflige os amores contemporâneos. A capacidade de afastamento causado pela posse da sobrevivência mundana, ou causa a necessidade de afeição momentânea ou acaba com a pureza do que é real para a essência não préjulgadora. Há essa dualidade aqui presente.

Clarificando a ideia da necessidade

Com tantos apetrechos atrativos à nossa atenção, a solidariedade humana parece ser consumada pelo afeto, diremos, instantâneo. A palavra optante, remete o exato contexto. O reconhecimento das semelhanças é perspicaz ao desfrute do que se encerra em pouco tempo. A duração da simpatia pode ser determinante para a classificação de tal continuidade identificativa, interessante e até interesseiramente grosseira. A relação da globalização com a sociabilidade causa um primeiro impacto um tanto pitoresco. O que decide o primeiro ato deve ser a empatia diante as aceitações de quem se encontra adiante, senão são correspondentes, somente se algo catársico ocorrer para romper esse laço da necessidade instantânea. Complementa-se pela reação de que é resistente ao padrão em qual o ambiente dispõe as etiquetas de convivência, ainda mesmo não existentes. Adicionando também, vê-se a massividade da maioria pesando e classificando com as suas contínuas diplomacias de medo. Caminhando suavemente reparo os amores raros ocorrendo, a impossibilidade chegando aos céus pela escada do futuro anteriormente represado pelas políticas sociais. Como o amor é lindo!

O afastamento por objetivos

Quando o exposto acima não condiz com a relação de imediatismo, o préjulgamento se instala no umbigo das necessidades singulares. Com respeito as relações de racionalidade conjunta, talvez seja bem mais comportado e sociável evitar devidas atitudes para rumar em uma aceitável velocidade de sucesso. A tolerância está em cheque, bem como são multíplas as possibilidades para qualquer coisa. É interessante deixar a nota de que demoraríamos 6 anos para absorver todas as informações diárias(obsoletas) postadas na internet, segundo a matéria de um renomado telejornal. Não obstante, realmente, vem mesmo parecendo ser tão viável estar nesse bloco de esteriotipação do que absorver todos os sistemas de um dia, que íntrinseco adentro dessa totalidade assustada, impede um modo justo de se relacionar - mal podem se reconhecer nos estranhos classificados ao ar pelo equilíbrio inexistente. O resultado é a reflexão solitária de cada um. O que acaba acarretando o mesmo afastamento.

Da onde surge a associação entre as culturas pós-modernas? A estranha relação de consumir ao invés de respeitar e amar de verdade. Porque é mais fácil assim.

Rubens Barizon
[Deságue de tempo chuvoso]

13 de out. de 2011

Propagação em teste

"-Eu gosto das diferenças bem reportadas", balbucio.

O amigo nada menos esclarecido, diz: "- a grande mídia faz isso ficar mais difícil" retruncou, à espera do prolongamento.

"O que acontece é que, quando se confia demais em como o outro age, me vejo". Parecendo mais aliviado, suspiro com um certo olhar cansado.

"Se ver no próximo é como deveria ser feito. O respeito seria mais comunal. Sem alusões. Refiro a ideia para uma sociologia mais sanguínea. Não temos mais medo do que nos fere, mas sim, de como seremos apartir de uma falta de moral. Também não pense que essa dor é por esclarecimento humano. Talvez, pela interpretação do meio que os guia." -Foi muito? me pergunta. É por conta do excesso de palavras. Sorri.

"-Quer saber?" em meio a uma ligação, planejo um futuro próximo.

"-só mesmo o que se transforma em concreto. Fantasia, já basta com a minha mulher". Responde sagazmente.

"Vamos prolongar esse desempenho social em algum lugar de mais entretenimento. Conheço um lounge bar que costuma ser bom às quintas. O dinheiro e a continuação do papo(com elas) aguçará a questão".

Na mesma classe, o sujeito se demonstra tão disponível que junta as tralhas da monografia e topa se conduzir como eu propus.

Estaciono o carro num estacionamento, que dependendo do dia, até manobrista seria preciso. Confiro a cara do companheiro de fim de faculdade e vejo a tranquilidade de um amigo que se faz na rua.

30 de mai. de 2011

Decisão

Tem dias que eu não gosto de ninguém.
Outros dias, 
sou escravo desse mesmo alguém.

É diante do amém,
que sou forte o bastante para seguir como homem de bem.

E quando por ventura a felicidade se transforma em angústia
somos capazes de enxergar a vida pela adultice. 

Até que um limite se estabeleça.

4 de jun. de 2010

Seu irmão

"Não é meu objetivo contar nossas travessias, que foi longa e cheia de riscos. Nem meus amores e tão pouco confissão. Tudo o que pode ser dito, não passa de plenitude. Algumas vezes ficamos apavorados por tremendas tempestades e uma outra vez, o que foi pior, assustou-nos como um pirata abordo, roubou quase todas as nossas provisões e mesmo assim estavámos em amor. Quando por causa das súplicias, cedi e entendi sobre você. Depois de todas as controvérsias, desembarcamos em Chicago, Illinois. Nossa chegada tinha o setor agrário da iniciativa privada de ternura mil. Por parte do realismo, continuemos."

Vivemos o inverno como aprendizado.


A sociedade, faz o produto da família que quer em vida, o bem.

Rubens Barizon
Texto adaptado de Defoe.

30 de abr. de 2010

Primeira parte - comunicação sem essência

O avanço do meio informacional aparece quando menos se espera. Em algum lugar, onde menos se espera, pode-se criar uma intimidade rápida por diversos canais. Internet, mensagens de texto através do celular, casa, trabalho e amigos são fontes de comunicação rápida, se em contato com algum nicho de veículação estão. Nada passa se a vida gira entorno do essencial, pelo menos para a tecnologia da informação. Quebrar barreiras é a meta desse desenfreado conforto de estar por perto de alguém, via algo.

A vaidade por através da proximidade das pessoas contactadas é um elemento pequenino que se desvaira através das belezas sabidas de o longe - o melhor de si publicado. Quando a imagem de certa pessoa ou paisagem chega ao seu entendimento, isso faz com que imediatamente seja gerado um julgamento de aceitação para um possível contato no futuro. Usando como exemplo o email. Quando se planeja uma férias a primeira coisa que passa na cabeça de muitos é a saída para uma viagem calma e relaxante. Porém, se durante esse planejamento chega um email com imagens e notas sobre um dos possíveis destinos informando-lhe que não se encontra por lá os seus agrados, antes mesmo de ir ao tal lugar a conclusão se premedita e o passeio não se concluí por causa do email recebido.

12 de abr. de 2010

Cheiro de flor

Sabe o sentimento qual em alguns posts atrás foi exprimido por tal atualidade emocional? pois bem, nada se transformou muito se não fosse a inclusão de alguns "perros" inconvenientes latindo como uma fuga do desabamento no vizinho; logo na manhã deste dia de juízo, que por sequenciada dispersão do tempo produtivo e foco, motiva aqui desfazer-me do que mal faz.

Não pude ainda falar de arrependimento, até porque a questão abordada vai mais para o aproveitamento adequado de cada qual em seu tempo. Porém, quando mencionada a fuga em máscaras, tal insana, o arrempendimento torna-se uma questão de vergonha para com o tempo investido em nada mais do que prazer comprado, na maioria das vezes. Todavia, a volta para a simplicidade me parece a resolução adequada para o fortalecimento da conduta que dá como origem imposta, aquele ideal de regeneração interna vindo do caminho deambulado - formato do fruto de si - sem ainda analisar as novas estações de florecimento e colheita que por vir estarão. Sabe-se lá!

- "Tá certo, sinto-me culpado por não estar nem um pouco perto de ser as admirações declaradas por incentivadores de mim. Em contra-partida, mesmo que de uma visão contraditória sobre a emoção humana, ainda posso acreditar na maquinagem do meu comportamento para chegar em um enquadramento mais familiar e talvez até, convencional."

[Com certa crítica por quem eu sou]

Rubens Barizon, palpitando o coração.

11 de mar. de 2010

Ainda

- Hoje é dia! e isto é dito para quem passará um dia sem descordar da dualidade, qual nos motiva a prosearmos em tom de discursão em qualquer oportunidade.

O vegetariano me ofereceu um pratão, daqueles de todas as folhas e receitas nutritivas, que substituiria todas as minhas necessidades, se a mim não passasse a vontade de devorar um bezerro ou vaca já criada, por inteirinho. O outro dizia que depois de casado preferiria passar a vida inteira solteiro a esbanjar sobre o gozo das outras e da paz de somente estar. Enquanto eu, solteiríssimo, digno de passagem, planejo o encontro daquela mulher capaz de me fazer feliz a cada amanhecer. A importância de cada quem.

Um outro dia vinha um, sabido que de nada importaria se na onda estava ou se da moda ele curtia. Neste mesmo dia, um pouco mais tarde o conselho da mãe, a que sempre tem razão, esbarrou no caminho que eu encontrei por si só. Em seguida, por essa direção eu fiquei em dúvida; Se era um cheque-mate não pude saber por não ser um jogo de xadrez, aquilo era uma bifurcação com entrada para esquerda ou direita e que daria igualmente no meu destino. Quando lá, passaria um avião voando baixo e soando um estrondo comovente para uma mirada aos céus. Entretanto, lá estava ela de pé a me esperar. Distraído, permiti que o seu sorriso encantador no ar ficasse a saudar. Importaria bem mais se por algum tempo além, ela como um refrão voltasse a repetir os mesmos gestos que o avião me tomou por aquele instante.

A justificativa é lida pelo contexto singular. Quando argumentamos embasados no respeito ao que é proposto(quando merecido) conseguimos informar-nos sem repetir as mesmas discussões que te fizeram assim, tão conseguinte. Com o seguinte - "Tal e, ihh...tal."

27 de jan. de 2010

Victim letter

As you victim of my attention or words, I may have showed or, only you are not even into just a little. Yesterday you sent me a message which is saying "thinking of you" and it got me. But, I couldn't yet leave one, just one day behind without thinking someway of you.

When someone searches glory >

Na forma querida, você faz parte de mim.
Na forma esquecida faz-se ego, ismo ou somente,
o que da a semente para terras destratadas.

If Glory were one woman, I could become this poem, you.

On this hand, glory goes aside of understandable people.
These, so close as we glance and justify anyone.


O tempo que soubemos um do outro é bem legal e faria disso uma nova esperança. Conforme a vida e as condicionais que atuam. Poxa, é tão bom ter respeito pela simplicidade. As culpas são universalizadas e as desculpas são os frutos do semeador.


is there love, respect or what else?

Rubens Barizon
(La voluntad de la prosa poetica)

30 de dez. de 2009

The first Roman X year in the twenty first century. This definitive character of writing is to the paradigm break that the words gave me as retribution along time for life on. The string chosen has only to do with some periods passed to concluding which type of environment someone had often been to get improvement, straining till the mistakes celebrated by me. Such as, faithless or alternative gross samples, coming from where your disgusting oral barfs reached. Ears an tongues. Resembling words and no food or booze ingested yesterday.

O ano começará com rumores de fruto doce e tropical, talvez colhidos e plantados em terras frias. Nasce aqui as técnicas de meio, indo saber de dentro pra fora, ou vice-versa, se a referência faz importar-te. O que o circo tem aos palhaços da platéia? o dinheiro pago para um espetáculo ou de ter a chance de o palhaço do circo pintar o 7 e atear fogo na tenda, levar o calor entre deus sabe onde - segura a mulher que os palhaços vêm aí! Disseram os super-heróis, amigos de tanta ocupação.

Como é costumeiro de um início tão filosófico de alguns anos atrás, utilizo das curtas frases que ajudarão a interpretar o que eu mesmo não acredito estar tão evidente po vias comparativas. Esse é um plano de tempos começados com promessas de uma vida melhor. As lutas duras hão de estar presentes quando as realidades dão lugar a pessoalidade utópica. Calma e cuidado com isso aí, seu leitor ou dona leitora. - Tá, como prometido, espreguiçarei e talvez encontre nesse relaxamente tais palavras encaixadas que faz fixar o desejo de uma felicidade pura de consciência cidada singular que se transforma em grupo por si só.

"Não ponhas as suas pérolas em mãos de porcos que farão seus sonhos irem de pecados a baixo."

Rubens Barizon
(Por um desejo de um ano melhor - bom 2009, ou melhor 2010)

29 de dez. de 2009

Words and complication

No more complaining, some one said.
Maybe it was only the prior views on the action and direction of human analysis or more ahead on the range of it.

I leave it behind - see. Words are to whom understands them. One more, words don't lead complaining. A sense how it is used does.

Into a relationship between two, in this case, with the opposite gender, words are worthy when they know what is family and platonic sex or love have been.

Hey bees! The establishment of priority in my life is ongoing no missing honey in what had such lead before. Both, along newly, reason and love.

Rubens
(on importance)