A estrutura coloquial com formalidade é quando por força maior, o leitor mostra um sorriso para o mistério da interpretação
17 de mar. de 2016
Gozo Político
As ações violentas, os argumentos com promessas heróicas e o meio condutor de informação, estes, em convívio, tendem a defender os interesses econômicos de uma liberdade exclusiva, provocando ao "cria" do desprazer, uma tamanha desigualdade meritocrática, que o céu dará - espera... Traduzindo: as realidades e a ganância cativam as partes, no mesmo barco, só que com interesses persuasivos.
As opiniões contrárias caminham para um avanço. Já, a contradição paranóica gera violência.
Rubens Barizon,
em nota política
25 de fev. de 2016
A rotina da pedagogia em texto
Costumo redizer o seguinte: quem faz errado, torna a fazer a mesma coisa outra vez. As reações talvez sejam um tipo de comportamento, sem confirmações psicológicas.
Não obstante, se isto fora em resposta ao mal trabalho da consciência do nosso "real" coletivo. O pensamento se traduz, mais ou menos em "rapaz me escute, deixa eu te dar uma ideia".
A rotina pungente que reproduz as constantes ações palpitaram os dedos a escrever. Nada tem a se comparar ao meu direito de " ponto de vista " - ou, "ao que eu acho".
Atualizado em veias de pensamento coletivo e mídia do acontecimento político.
RJ, março de 2016.
Rubens Barizon
14 de fev. de 2016
Range of Love
- (Silence)
- That way can be good: "If, I didn't hear any negative noise, It seems that everything keeps ongoing as the same"
- Classic and modern kind with the golden silence.
The options of answers - they change by themselves in the range of each interest.
Rubens
30 de jan. de 2016
Sensibilidade do carnaval 2016
Mas, porém, todavia (paro aqui, com as adversidades) o carnaval, além de toda a pompa desnecessária, ainda tem uma essência que traz esperança para um novo dia. Com alegria e mistura de todos os tipos.
Estes quatro dias (multiplicando-se), são ainda a forma mais agregadora. Aceito as ressalvas sobre os nossos setores, do público ao privado, como um retorno de tudo em uma cadeia de 'coisas' no mesmo barco de desespero econômico.
Todavia (por onde parei), o conjunto é bem melhor do que a segregação. Axé, alegria e paz no carnaval, de um Rio animado e que padece em muito viés.
Ainda assim,
insisto em acreditar no futuro sem fim, como um bom papo de Arlequim.
Rubens Barizon
20 de nov. de 2015
Proximidade
As dualidades provocam a propriedade deste autor. O destino e a casualidade enfeitiçam a contradição do diário, que não necessariamente é rotineiro. Aguçada, fica a crença na coincidência e, dualidade. Parece-me tudo dual, cheio de dois lados. Um meio perfilático em constante crítica estética. Talvez, seja o padrão da globalização digital que aterriça no quintal dos meus estudos.
O que for de teórico, vale pelo quê se expõe, no ao vivo e à cores, implicando no caráter dispositivo tecnológico, ou humano. Mas aí, quando eu entendo esse lado, a saudade da parte animalesca da argumentação intelectual, proibe os limites do: sim ou não. Parece cruel, se a vida não terminasse em morte.
Rubens Barizon
5 de nov. de 2015
A Nova Guia
La Rata é a nova guia da casa: "Por favor, por aqui", disse ela a nossa equipe de jornalismo que foi conhecer a casa.À criatividade e bom humor.
29 de out. de 2015
Racionalidade no Amor
Quase sempre. Estar com a razão pode ser algo contundente. Que dá o direito de alguma coisa.
No amor se acerta, em grande parte, o que vai acontecer, usando a racionalidade. Mas, emperra algumas visões de sentimentalismo material, no sentido de práxis - o esperado de uma relação e a impossível expectativa de quem idealiza o incansável.
Pode ser a força de tanto querer, ou a desconfiança de viver. A rotina de um amor passa pelo compasso das imaginações. A recriação do ser escolhido, o amor que completa o peito. E para reconhecimento, basta aceitar tudo como é. A contemplação do real, com o que poderia ser, ou com o que está.
A inquietude do equilíbrio poético, com a narrativa proposta pela seqüência moral da vida, transtorna as propriedades de sugestão, pois não haverá concordância, mesmo se em acordo estão, os dois amores.
Para viver sob as funções da razão, há completa necessidade de saber onde o sentimento interfere. A diferença do amor e dos elementos que ensejam o bem estar sentimental, que mexe com a carne, com a responsabilidade de fomentar o prazer.
A humildade da razão e o sentimento. Uma opção de réplica.
Rubens Barizon
[Corriqueiro]
7 de out. de 2015
A vida, o amor e o sustento
Como todo processo evolutivo natural da vida, precisamos perdurar as relações que propagam e disseminam prosperidade. Por exemplo o amor, a vida por suas linhas e a manutenção dessas junções filosoficamente conduzidas, pois a lógica aparece sob as construções mecânicas do sustento, um modo de vida, tão flexível e intimidante, como um bilhete romântico em época de crise sentimental das pequenas cobranças.
"O relógio toca, não há mais o cuco pendurado na estrutura da madeira que imita uma árvore, a casa de um passarinho despertador. Porém, tem o celular - fonte de luminosidade, informação, ligação, conexão, computador, ... e horário."
Rubens Barizon
[Acorda...Tá na hora]
1 de set. de 2015
Reflexão do Esporro na Rua
Muro Digital Urbano
Revela a síntese de reprodutibilidade das formas pessoais de cada quem; visto de tal forma, o que se mostra independe do julgamento moral, parâmetro de ego alheio, com um ponto de vista próprio.
Confuso como a informação de alguém sem paciência ou perdido no próprio ambiente, incapaz de explicar duas esquinas do nariz e se sente no direito de opinar, ou até pelo limite de conhecimento - a chamada, opinião comum de alienação. Rubens Barizon
Na vertente de entender e questionar o valor de super herois.
14 de ago. de 2015
O Meio e as Amizades
O padrão econômico, social e político da globalização cultural, aproveita o gancho da amizade para reiterar a teoria citada aqui nesta narrativa, que tem por objetivo encontrar os motivos das amizades e as redes, a justificativa do título dado a este texto, com tema bem cotidiano, só que numa linguagem mais despreocupa, diga-se de passagem.
Os interesses, numa visão lógica, admitem nos meios criados pelas relações sociais, a filosofia e a ética de cada indivíduo; flexibilizando toda e qualquer atitude, acompanhada com uma ação, sons, textos ou itens visuais. Pois e daí que parte o ponto de vista atribuído por tal mensagem num procesamento de memória afetiva. Se é amigo e está por perto, a potencialização de uma "razão" tende a prosperar. Seja por reação institiva (diferenças humanas), ou por valores contruídos sob padronização de um determinado meio - até por personalidade e educação própria, ou escolar - sem contar as atemporalidades emocionais, que o gênero feminino sabe bem.
As amizades fazem pensar que o meio também é uma rede, com valores pré-estabelecidos pelos ranços de aproximação e ouvido dado a quem é chegado, ou simplesmente é amigo. Hoje em dia, o afastamento e a opinião política das redes, transmitem um sentimento de constante aproximação de opiniões ausentes, que dizem alguma coisa para alguém, dentro do contexto de massa (opção ou opinião?). Tá aí a questão: como qualificar a opinião que escutamos? Como formar opinião com a imparcialidade, que é dito por aí que não existe...porém: a ética e a filosofia, a lógica e a razão perpetuam a incrível mística da justiça comum - a imparcialidade na hora de interpretar o meio e as amizades. There is no one size that fits all! O desafio de comunicar é este, atribuir aos nichos, potência e argumento, capazes de transitarem por um mesmo canal com ruído multidirecional.
Resumindo, interpretar e viver é coisa chata e é pra quem presta atenção nessas teorias, que acabam-me dizendo demais. Além da conta.
"- Psiu, hey!", solta o som!
"Queira cara, ou não queira. Tome a saideira, cara beba, agora! Pois demora hora, uma vida inteira. Para a vida leve revelar...relevar."
Rubens Barizon
No arrepio dos acontecimentos. Na busca constante pelo equilíbrio!
9 de ago. de 2015
Ao Seu Rui e Cabra Velho, com o olhar de um amor
A metáfora é para contextualizar a data do dia dos pais e a atenção, que venho dado ao meu coração, com a diretriz de questionamento à razão. Há muito, não dava ouvidos aos meus sentimentos profundos. Desta vez, decidi interpretar o amor de frente, sem deixar as influências externas interferirem no meu "eu lírico", de consciência instaurada, nada de choques momentâneos. Quem sabe, o adiantamento do inferno astral, pode ser uma desculpa interessante.
Em ótica, a reconquista de um amor, uma mulher. A (in) certeza? o aprendizado (amor) para toda a vida. Isso, se o peso da comunhão for compreendido como um todo. A maturidade sentimental faz parte do conjunto de originalidade do homem e pensar com o coração, liberta a alma e faz-me vulnerável à uma ilusão - um desafio. Pois, sob o ponto de vista de outrem, com tal história, o choque é inevitável. O medo não é uma palavra chave para conjugar este desfiladeiro de sentenças. Mas a saudade, o carinho, o respeito, companheirismo, prosperidade, negócios, amizade... a carne, a alimentação.
O que o seu Rui tem a ver com isso? uma história de superação por ter tido uma vida orfã de dificuldades. A construção de uma família e a derrota para o sentimento - o amor, que assolou toda a construção do improvável. Por fim, o papel prestado ao roteiro do pacote de doenças e cama do hospital. Ao admitir as complicações, por descaso com a saúde, um amor perdido, uma vida de esperanças... o sentimento de pai. Da conquista à resignação.
Por Rubens Barizon,
na exposição da catarse da data dos pais, com o amor que se interpreta por uma mulher.
4 de ago. de 2015
O caráter e um cara
"- A consciência vale um amor?"
- Ao meu ver, sim. Como podes achar que não, se dar nomes é praticamente o quê vivemos?
A antropologia do semelhante e a igualdade com a justiça comum - deixe-me clarear. Toda a exposição sob o olhar de um outro alguém caberá ações errôneas de interpretação e conceitos culturais, por se tratar de momentos, reações e relações sociais informais. Mas, sabemos que não funciona bem assim, como reflexão escrita. O erro é crucial para provar a certeza...
Previamente, em todavia de ação, existe um valor. A recusa nega um princípio. O que a filosofia diz nessa oportunidade é o que vale como amor. A consciência seria um parênteses da razão, que dependendo da força, não naufraga em desalinho.
A diretriz do homem é como o feminismo lhe cabe, no limite da consciência e dos amores. Os devaneios acontecem, mas não devem magoar, qualquer que sejam as partes. Cada quem deve conhecer a si.
Cabe um amor - uma consciência.
Rubens Barizon
"Nada tenho a temer. Exceto, as palavras", Rubem Fonseca
O meu irmão por SMS ao ler este texto replicou:
2 de ago. de 2015
Ao despertar do amor

9 de jul. de 2015
Noite na Taverna - Dia no Real
"A noite ia cada vez mais alta, a lua sumira-se no céu, e a chuva caía às gotas pesadas; apenas eu sentia nas faces caírem-me grossas lágrimas de água, como sobre um túmulo prantos de órfão."CONTEXtual:
O sentimento incontrolável visto na sociedade em sinergia com a mídia digital, garante a semelhança de iniciar um reporte pelo cunho de antítese, presente numa parte do Romantismo, que modificara de vez, a realidade de representação furiosa em meio às calmarias beira de mar da capital ( ... )
Alguns outros pontos característicos do período que despontava o escrito em texto, Álvares de Azevedo morreu cedo. E outra vez, me parece semelhante o que acontece nos dias de hoje. Citando a descrição do período romântico em que o livro se dimensiona, em comparação com os dias reais: "Valorização das emoções, liberdade de criação, idealismo e individualismo".
Mas o valor da escrita e leitura rebuscada, separa os leitores mais objetivos. No entanto, a prática da leitura vai além dos termos técnicos ... uma melhor opinião.
Nas correntes da comunicação coletiva e aproximação com o real.
A propriedade moral é cada interesse qualquer. Já a intelectual se perde em desafios contra as cópias. Consuma Boas Ideias.
1 de jul. de 2015
Televisão e Gastronomia. O Paladar na Mídia
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Quinta feira, 18/06/2015 POR: Rubens Barizon
Notícia Crônica Contextualizada

A combinação das histórias empíricas e ciência, dá um bom conhecimento, quando essa ideia não se perde no caminho do lucro e influência autônoma em demasia, ou se o narrador cair na tentação do espetáculo parcial... a habilidade de se comunicar por meio das palavras oralizadas ou escritas.
Uma coisa é interessante na democracia...as opiniões que se chocam pelo bem (ideal), não se entendem. As contradições são maiores do que as lógicas ideológicas em trâmite corriqueiro, de oposição e situação. Também não pode esquecer das interferências de capital privado, na política econômica em crise.
Trabalhar a mente consciente e oferecer o mínimo de retorno dos impostos cobrados em tudo no Rio de Janeiro, lugar de especulação olímpica e do mundo. Com todos os alimentos, transporte e qual queira, com preços exorbitantes. O jornalismo tem que cobrar por imparcialidade administrativa, ou se for chamado editorial, honrar ao menos, o público. O lucro deve vir pela qualidade da informação, por meio de reportagem narrativa do momento por ele só. Por si no valor informativo.Rubens Barizon
#contextualizar
15 de jun. de 2015
Rio de Medo
3 de jun. de 2015
Política virtual - a crônica do futebol
Coincidentemente, num típico dia de sol carioca, um grupo de amigos, que costuma reunir-se para momentos de esporte e socialização, estavam lá, à postos, vestindo os coletes que definiam os seus respectivos times.Pra rolar o futebol é preciso ter uma organização, ainda mais quando a pelada corre soltinha; campo bom, bola boa e cervejinha (isotônico) antes, durante e depois do esporte propriamente dito. Até porque, "todos", em sua grande maioria, treinam ou qualquer que seja o suor já está valendo. Pois então, reunir toda essa diversidade comportamental e temperamental, requer uma comunicação efetiva, ainda mais se misturar as peças erradas na equipe certa.
Num dos intervalos entre uma partida e outra, uma troca de ideia permitiu a construção de uma visão política dentro do futebol. O cara que estava muito bem durante as partidas - seu time não havia perdido ainda - admitiu que o seu melhor drible era para dentro, sendo ele destro (utiliza o lado direito do corpo) a sua melhor saída era mesmo cortar para a esquerda, mesmo sabendo que a sua melhor opção é abrir para a perna boa. Porém, vai saber qual era o seu real interesse. Não se pode nem indagar qual era a sua opção: mostrar a sua caída pela esquerda (melhor técnica), ou estar convicto do que poderia fazer, se fosse realmente bom, driblando para "o lado certo"?As comparações ficcionadas da realidade distorcida.
28 de mai. de 2015
O Brasil sacode a política e o mundo se liga na corrupção
“A principal finalidade do jornalismo é fornecer aos cidadãos as informações de que necessitam para serem livres e se autogovernar” (Kovach e Rosenstiel)
Não importa a classificação do veículo e sua tendência público-privado, todavia, no que diz respeito as intenções escancaradas que discutem os empresários, com essa forma de fazer campanha e logo governo político. A possibilidade de administrar a República Brasileira, sem a presença do capital de engrenagem das multinacionais é nítido que não, porém, ao pensar num povo que espera seriedade nos compromissos públicos, muito bem remunerados, não poderiam ser navegado em oceano tempestuoso da decisão autoritária e negociável, tudo dentro da lei, constituição, digamos que, no caminho da competição internacional de corrupção. O financeiro brasileiro, analisado friamente, conjuga deficiências da parte ordinária, por qual seja sua ótica, encontra-se incapaz de tributar tamanho investimento empresarial, no que faz garantir as eleições e os próximos 4 anos, ou mais de estabilidade do interesse da burguesia indomável - a opinião própria. Se existe votação, necessariamente se espera o retorno dos bens impostos com respeito e ética - a manipulação disso é desvirtuar uma política inteira para re estabelecer as correntes no horário que se bem entende como o melhor momento para decidir: "Ontem não era um bom dia". A atitude de adiamento e contorno (manobra) convencional do presidente da câmara, Eduardo Cunha, causou um mal estar àquelas entranhas do olhar público. A presidente de maneira discreta, ou apática, posicionou-se tímida com a mesma postura de durona. Afinal, seu vice, Michel Temer pertence ao mesmo partido que o tal presidente cheio de vontade da câmara.
A democracia brasileira sucumbe aos convênios com laços benéficos e em curto prazo, como sendo a maneira de intrigar as investigações, também em curto prazo, das ações políticas protocoladas. Já que está virando moda aos classe-médias de cima pra baixo do Brasil, aposentar-se na cadeia, deve ser a maneira de dar aquilo tudo o que os seus familiares - dos figurões como o ex-presidente da CBF e uma lista extensa - precisam para não serem como eles, homens que estram numa fria, vide alguns pela mídia, não há porque sensacionalizar além dos exemplos - não estou comparando futebol com política ... (?)
Com a segurança da opinião política e pública.Rubens Barizon
Os blogs como #fontedeinformação
17 de mai. de 2015
Poesia pragmática
Chorar.
Sorrir.
Viver.
Chorar, sorrir.
Viver!
Sorrir, chorar.
Sorrir
Chorar, sorrir, viver.
Viver, viver...
Viver.
Rubens Barizon




