Quiero encontrarte y besar.
Quiero ponerme loco con placer y deseos.
Tengo ganas,
Voy a encontrar.
Rubens Barizon
A estrutura coloquial com formalidade é quando por força maior, o leitor mostra um sorriso para o mistério da interpretação
30 de jun. de 2007
Nada
No necesito más ponerme empedo en todas las salidas melancolicas.
Basta!
Tengo miedo sí. Tengo ganas también.
Tengo culo y palo.
Entonces,
Busco.
La felicitad en las cosas que no controlo.
Equilíbrio en la cuerda caminada.
Busco.
Rubens Barizon
Basta!
Tengo miedo sí. Tengo ganas también.
Tengo culo y palo.
Entonces,
Busco.
La felicitad en las cosas que no controlo.
Equilíbrio en la cuerda caminada.
Busco.
Rubens Barizon
19 de jun. de 2007
Uma observaçao
Creio que nao aprenderei a viver. Continuarei a vida como um passatempo do bem-estar. Esbarrarei com suas filosofias. Terei a oportunidade de entender tudo isso quando estiver à beira dos pesadelos sufocantes. Nao perderei tempo com o fechar dos olhos.
As surpresas surpreendem de maneira perigosa, as expectativas aflitantes decepcionam outra vez. Entender é coisa de mae. Respeitar e conformar nao é uma má idéia. Os pensamentos nao estao dispostos na vitrine da atençao. Você está aí e eu alí, quando estivermos aqui sintonizados, passamos ao plural. Enquanto isso, somos macacos; contamos piadas e coçamos alguma parte do corpo. Seu chefe nao irá gostar de passar por isso.
- Essa sua cara... Esse seu comportamento...
Rubens Barizon
[ É assim mesmo. ]
As surpresas surpreendem de maneira perigosa, as expectativas aflitantes decepcionam outra vez. Entender é coisa de mae. Respeitar e conformar nao é uma má idéia. Os pensamentos nao estao dispostos na vitrine da atençao. Você está aí e eu alí, quando estivermos aqui sintonizados, passamos ao plural. Enquanto isso, somos macacos; contamos piadas e coçamos alguma parte do corpo. Seu chefe nao irá gostar de passar por isso.
- Essa sua cara... Esse seu comportamento...
Rubens Barizon
[ É assim mesmo. ]
27 de mai. de 2007
Achados e perdidos
Não passa pela cabeça, escrever ou falar o interpretado. Não é o jogo, de adivinhações previsíveis que tenta fantasiar. Muito menos, tendências conspiratórias ou maquiavélicas. É a certeza, da razão emotiva.
Não dá mais para achar com ouvidos fechados, a situação. Tão quanto achar moedas perdidas, para a compra do pão, supostamente compartilhado. Basta! Explicar, o achado em circunstâncias naturais. Já não existe mais a gana de se apresentar a todos, com as variadas regras encontradas. Ilusão.
Precisamos de gente-Pessoa; concordo. Maneira e contestação.
Rubens Barizon
[o que acha?]
Não dá mais para achar com ouvidos fechados, a situação. Tão quanto achar moedas perdidas, para a compra do pão, supostamente compartilhado. Basta! Explicar, o achado em circunstâncias naturais. Já não existe mais a gana de se apresentar a todos, com as variadas regras encontradas. Ilusão.
Precisamos de gente-Pessoa; concordo. Maneira e contestação.
Rubens Barizon
[o que acha?]
14 de mai. de 2007
Labirinto
Inesperar. Por quilômetros, a bagagem não estava pesada. Pertences vivos que pareciam vir de casa. Crer e acreditar, no esperado, em caminhos inesperados.
Barreiras esperadas e pessoas encontradas. Sim, deixa no ar a estranheza, em certas situações. Confiar em ti, é o suficiente. Há um plano, concreto e bem definido a ser seguido. Acompanhado, de perto por novas palavras, não deixará o futuro chegar perto do presente real; que sustentado pelo entusiasmado sorriso, busca a felicidade, reservada à um tempo antes. Seguimento.
Viver caminhando e interpretando ocasiões. Ao lado da responsável alegria. O personagem coadjuvante, agora precisa ser o principal; na tão flexível decisão particular. Escolhas.
Rubens Barizon
[construção de novos conceitos, novas imagens]
Barreiras esperadas e pessoas encontradas. Sim, deixa no ar a estranheza, em certas situações. Confiar em ti, é o suficiente. Há um plano, concreto e bem definido a ser seguido. Acompanhado, de perto por novas palavras, não deixará o futuro chegar perto do presente real; que sustentado pelo entusiasmado sorriso, busca a felicidade, reservada à um tempo antes. Seguimento.
Viver caminhando e interpretando ocasiões. Ao lado da responsável alegria. O personagem coadjuvante, agora precisa ser o principal; na tão flexível decisão particular. Escolhas.
Rubens Barizon
[construção de novos conceitos, novas imagens]
26 de abr. de 2007
Fría edad
La comunicación del momento se tropieza con el padre, nuestro, qué nos ayuda en la extensión, que por la voluntad, renuncia la gota y el armario. Bendición!
Personas. Ocasión de elección. Frialdad. Entendible. El tiempo habla. Nosostros también. Decisión, no tan helada como mis pies y manos. La grasa de las primeras palabras, calientan. Así como mantas alérgicas de afligirse.
Conducir los verbos en tiempo real. Cosa mínima, todavía. Oído protegido, por un diferente gorro. Nuevas informaciones.
Rubens Barizon - BRA/ARG
Personas. Ocasión de elección. Frialdad. Entendible. El tiempo habla. Nosostros también. Decisión, no tan helada como mis pies y manos. La grasa de las primeras palabras, calientan. Así como mantas alérgicas de afligirse.
Conducir los verbos en tiempo real. Cosa mínima, todavía. Oído protegido, por un diferente gorro. Nuevas informaciones.
Rubens Barizon - BRA/ARG
6 de dez. de 2006
Particular e coletivo
Maré baixa. Fundo de pedras. Sentimento, sangrento e salgado. O barco está próximo. A determinação, supera os afobamentos e decisões, misturadas à covardia. Há de acontecer.
Impedir o momento, fortalece o combustível das guerras individuais, planejada pelo o orgulho. Que seja posto em prática. Somente assim, reconheceremos a cor do céu. Diferenciaremos falsas interpretações, do real "eu". Veremos o olhar. Cederemos. Somos flexíveis, como a interpretação da palavra. O frio virá, apronte a manta.
Faltam heróis. Faltam espelhos. Faltam reflexos e imagens reais. Faltam seres, com sede de saber, quem realmente somos. Identificar cópias. Verificar, quando e como, podemos nos manifestar.
Rubens Barizon
Impedir o momento, fortalece o combustível das guerras individuais, planejada pelo o orgulho. Que seja posto em prática. Somente assim, reconheceremos a cor do céu. Diferenciaremos falsas interpretações, do real "eu". Veremos o olhar. Cederemos. Somos flexíveis, como a interpretação da palavra. O frio virá, apronte a manta.
Faltam heróis. Faltam espelhos. Faltam reflexos e imagens reais. Faltam seres, com sede de saber, quem realmente somos. Identificar cópias. Verificar, quando e como, podemos nos manifestar.
Rubens Barizon
29 de nov. de 2006
Síntese
Entender coisa simples, é complexo. Complicar coisa simples, é simples. Ser simples, não é tão simples.
Preferências existem, com a decorrência de novas tendências. É bom também entender que, cantada, é realmente cantar. Saber distinguir e transformar códigos cotidianos, em linguagens que as situações entendam a posição do quase certo. Momento: Olhos, boca, ouvidos, nariz.
Piruetas e aviões. Manutenção de peças quentes. Úmidas ou secas, transando acontecimentos de prazer, em tensão. Sensibilidade de poucos. Ousadia de muitos. Desespero geral, no fundo. Simples.
Oi. Bom dia! Boa tarde! Boa noite. Novamente.
Rubens Barizon
[Não há de que. Muito obrigado!]
Preferências existem, com a decorrência de novas tendências. É bom também entender que, cantada, é realmente cantar. Saber distinguir e transformar códigos cotidianos, em linguagens que as situações entendam a posição do quase certo. Momento: Olhos, boca, ouvidos, nariz.
Piruetas e aviões. Manutenção de peças quentes. Úmidas ou secas, transando acontecimentos de prazer, em tensão. Sensibilidade de poucos. Ousadia de muitos. Desespero geral, no fundo. Simples.
Oi. Bom dia! Boa tarde! Boa noite. Novamente.
Rubens Barizon
[Não há de que. Muito obrigado!]
3 de out. de 2006
L'ETERNITÉ
-Aprender?
Desejo.
-Vontade?
Existe.
-Poder?
Construir,
com o
querer.
-Fazer?
Um gesto,uma
palavra.
“Talvez”.
[Eterna meta]
Rubens Barizon
Desejo.
-Vontade?
Existe.
-Poder?
Construir,
com o
querer.
-Fazer?
Um gesto,uma
palavra.
“Talvez”.
[Eterna meta]
Rubens Barizon
20 de set. de 2006
Desjejum de Dionísio
No entender da
realidade bacanal,racionalizando,
em emoção, momentânea e
intensa.
Risos, completam e
contemplam a satisfação do
prazer.
Tarado e vagabundo,
momentâneamente,
oculto o caráter
verdadeiro.
Batalha da carne.
Honesta e séria.
Justa.
Rubens Barizon [Pois é!]
realidade bacanal,racionalizando,
em emoção, momentânea e
intensa.
Risos, completam e
contemplam a satisfação do
prazer.
Tarado e vagabundo,
momentâneamente,
oculto o caráter
verdadeiro.
Batalha da carne.
Honesta e séria.
Justa.
Rubens Barizon [Pois é!]
31 de ago. de 2006
Eis a questão
Quaisquer que sejam as decisões, serão tomadas com a ponta do nariz banhada por sol "ou" lua. Honestidade do eu-lírico. Personagem de um filme do qual o diretor, o ator, o roteirista, o câmera e o caboman, fazem parte da mesma matéria. Reduzem-se a momentos e atitudes, fazendo com que, uma das duas extremidades, como de costume, saia, sorrindo e chorando, talvez, de alegria "ou" talvez, de ódio.
Corporação do sentimento. Ditadura de um amor doente e carregado; monopolizado, sempre, por um dos lados. Alimentado por consequências de problemas acumulados. O fim do túnel nos parece, por mais fraco que seja o feixe de luz, a saída para ali "ou" lá ... distante da realidade "ou" vontade. Acreditar num possível, faz bem para a auto-estima, porém, fere o ego, que enganado por se achar importante demais, tropeça em situações que nem mesmo, nós, os próprios, saberíamos explicar.
A vida, por vontade, entende a individual emoção, "ou" finge, bolar um esquema contínuo, para cada um. Seria sem graça crer ,que, a rotina constante de informações sentimentais parasse por cá -aí. Caia, afunde, entregue, levante e erga as mãos para o céu e acredite estar vivo.
Rubens Barizon [Por onde..?]
Corporação do sentimento. Ditadura de um amor doente e carregado; monopolizado, sempre, por um dos lados. Alimentado por consequências de problemas acumulados. O fim do túnel nos parece, por mais fraco que seja o feixe de luz, a saída para ali "ou" lá ... distante da realidade "ou" vontade. Acreditar num possível, faz bem para a auto-estima, porém, fere o ego, que enganado por se achar importante demais, tropeça em situações que nem mesmo, nós, os próprios, saberíamos explicar.
A vida, por vontade, entende a individual emoção, "ou" finge, bolar um esquema contínuo, para cada um. Seria sem graça crer ,que, a rotina constante de informações sentimentais parasse por cá -aí. Caia, afunde, entregue, levante e erga as mãos para o céu e acredite estar vivo.
Rubens Barizon [Por onde..?]
21 de ago. de 2006
Camaleão
Assumidamente, concordarei com as identidades provisórias e repentinas, que sempre fazem questão de dar lugar, umas às outras. Crises existenciais que nos fazem coçar as orelhas. Momentos e situações.
Como tudo tão claro, nos torna-se opaco demais, por diversas auto-interpretações. Doenças emocionais, que movem sentimentos guardados em qualquer órgão – questão de gosto. Coração, estômago...cérebro.
O castigo do julgamento, serve-nos para a análise, das fáceis mudanças à qual estamos, sim, sujeitos. Esquizofrenia popular e particular. Atitudes pensadas, porém, embreagadas por alguns pileques, ou simplesmente, por “stresses” do cotidiano que são impostos e conspirados, por não sei quem.
Calo e compreendo os chamados: doidos; não ficando clara a antítese da vida viável à poucos neurônios em funcionamento que restam dessa massa, composta de muito condimento, e pouca qualidade, e pouco sabor. Cadê o atrativo? Cadê o recheio? Cadê...? Soltos e desgovernados, num mundo fantasiado por alucinogênos que requerem um certo equilíbrio, eles vagam e continuam, e continuam achando que são os próprios. Mentira.
Importante nisso tudo é apenas compreender. Classificar, se quiser. Julgar-te, sim sim. Modificar, impossivel. Variações pessoais.
Rubens Barizon
[Certeza do desequilíbrio social, uma pena!]
Como tudo tão claro, nos torna-se opaco demais, por diversas auto-interpretações. Doenças emocionais, que movem sentimentos guardados em qualquer órgão – questão de gosto. Coração, estômago...cérebro.
O castigo do julgamento, serve-nos para a análise, das fáceis mudanças à qual estamos, sim, sujeitos. Esquizofrenia popular e particular. Atitudes pensadas, porém, embreagadas por alguns pileques, ou simplesmente, por “stresses” do cotidiano que são impostos e conspirados, por não sei quem.
Calo e compreendo os chamados: doidos; não ficando clara a antítese da vida viável à poucos neurônios em funcionamento que restam dessa massa, composta de muito condimento, e pouca qualidade, e pouco sabor. Cadê o atrativo? Cadê o recheio? Cadê...? Soltos e desgovernados, num mundo fantasiado por alucinogênos que requerem um certo equilíbrio, eles vagam e continuam, e continuam achando que são os próprios. Mentira.
Importante nisso tudo é apenas compreender. Classificar, se quiser. Julgar-te, sim sim. Modificar, impossivel. Variações pessoais.
Rubens Barizon
[Certeza do desequilíbrio social, uma pena!]
15 de ago. de 2006
Interior
Quando vejo-me,
em situação
insana para muitos,
a [alma] enxerga.
Entendo, então,
a fissura e tensão...Uhfmmm,Ah!
Outrora perco-me,
em verdade
insana para mim, mesmo,
o [equilíbrio] domina.
Cantando, assim,
a sensibilidade do caráter. "..."
Rubens Barizon
em situação
insana para muitos,
a [alma] enxerga.
Entendo, então,
a fissura e tensão...Uhfmmm,Ah!
Outrora perco-me,
em verdade
insana para mim, mesmo,
o [equilíbrio] domina.
Cantando, assim,
a sensibilidade do caráter. "..."
Rubens Barizon
4 de ago. de 2006
Alma errada
Há coisas que a minha alma, já tão mortificada, não
[admite:
assistir novelas de TV
ouvir música Pop
um filme apenas de corridas de automóvel
uma corrida de automóvel num filme
um livro de páginas ligadas
porque, sendo bom, a gente abre sofregamente a dedo:
espátulas não há...e quem é que hoje faz questão de
[virgindades...
E quando minha alma estraçalhada a todo instante pelos
[telefones
fugir desesperada
me deixará aqui,
ouvindo o que todos ouvem, bebendo o que todos bebem,
comendo o que todos comem.
A estes, a falta de alma não incomoda.(Desconfio até
que minha pobre alma fora destinada ao habitante de
[outro mundo).
E ligarei o rádio a todo volume,
gritarei como um possesso nas partidas de futebol,
seguirei, irresistivelmente, o desfilar das grandes paradas
[do Exército.
E apenas sentirei, uma vez que outra,
a vaga nostalgia de não sei que mundo perdido... (Mário Quintana)
[admite:
assistir novelas de TV
ouvir música Pop
um filme apenas de corridas de automóvel
uma corrida de automóvel num filme
um livro de páginas ligadas
porque, sendo bom, a gente abre sofregamente a dedo:
espátulas não há...e quem é que hoje faz questão de
[virgindades...
E quando minha alma estraçalhada a todo instante pelos
[telefones
fugir desesperada
me deixará aqui,
ouvindo o que todos ouvem, bebendo o que todos bebem,
comendo o que todos comem.
A estes, a falta de alma não incomoda.(Desconfio até
que minha pobre alma fora destinada ao habitante de
[outro mundo).
E ligarei o rádio a todo volume,
gritarei como um possesso nas partidas de futebol,
seguirei, irresistivelmente, o desfilar das grandes paradas
[do Exército.
E apenas sentirei, uma vez que outra,
a vaga nostalgia de não sei que mundo perdido... (Mário Quintana)
2 de ago. de 2006
25 de jul. de 2006
Satisfação emocional
Goze da vida,
Goze pra vida,
Goze com a vida,
Goze, emcima.
Goze.
Oh vida!
Rubens Barizon
Goze pra vida,
Goze com a vida,
Goze, emcima.
Goze.
Oh vida!
Rubens Barizon
28 de jun. de 2006
Eu e eu. Mesmo.
_Pensei tanto.
_Chego a conclusão. Não é tão fácil, quanto penso.
_Será?
_Tive certeza. Tão complicado, como previsto.
_Consigo. Diante de esforços.
_Entenderás. Os tempos verbais, terão esse trabalho.
Entendia as coisas da vida. Agora "entendo". Amanhã, já não saberei. NADA.
Rubens Barizon
_Chego a conclusão. Não é tão fácil, quanto penso.
_Será?
_Tive certeza. Tão complicado, como previsto.
_Consigo. Diante de esforços.
_Entenderás. Os tempos verbais, terão esse trabalho.
Entendia as coisas da vida. Agora "entendo". Amanhã, já não saberei. NADA.
Rubens Barizon
28 de mai. de 2006
Indefinição
Quiseram ouvir, coisas, que esperavam.
Eu disse: "Não esperem coisas de costume".
Mágoas, sim sim.
Essa será o que, todos, temiam.
Encarar o "certo" de frente,
Não é tão simples como imagino.
Consequências, afrontarão-me.
Não espero, o que sentes.
Faço o que sou.
Ouça, e saiba o que és.
Rubens Barizon
Eu disse: "Não esperem coisas de costume".
Mágoas, sim sim.
Essa será o que, todos, temiam.
Encarar o "certo" de frente,
Não é tão simples como imagino.
Consequências, afrontarão-me.
Não espero, o que sentes.
Faço o que sou.
Ouça, e saiba o que és.
Rubens Barizon
22 de mai. de 2006
Estranha vida. Controversia particular.
Em momentos confusos e intrigantes, consigo expor sentimentos. Talvez, não tão bom quanto bem aceito.
Dia cinzento. Pensamentos orientados por simplicidade. Condução à mais uma prova de que realmente estou enlouquecendo. Insanidade comprovada, por não saber o que e como, entendem a vida, os demais amigos de mundo e pequenos espaços. Uma preocupação conjuntural. Um egoímo particular e preocupante que atinge em cheio, os pacatos cidadãos pensantes. Presos à vontades passageiras, os homens modernos adoecem aos poucos, deixando à definhar o dom do pensar.
Longe da maioria, venho apresentando-me. De maneira rústica, com a suavidade e sabedoria que os mais antigos ensinaram-me à distância. Talvez, tudo isto seja em vão...
[O tempo dirá]
Rubens Barizon
Dia cinzento. Pensamentos orientados por simplicidade. Condução à mais uma prova de que realmente estou enlouquecendo. Insanidade comprovada, por não saber o que e como, entendem a vida, os demais amigos de mundo e pequenos espaços. Uma preocupação conjuntural. Um egoímo particular e preocupante que atinge em cheio, os pacatos cidadãos pensantes. Presos à vontades passageiras, os homens modernos adoecem aos poucos, deixando à definhar o dom do pensar.
Longe da maioria, venho apresentando-me. De maneira rústica, com a suavidade e sabedoria que os mais antigos ensinaram-me à distância. Talvez, tudo isto seja em vão...
[O tempo dirá]
Rubens Barizon
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