Solteiro/Casado
Solteiro
Casado
Casado/Solteiro
Moradia, Costumes, Dinheiro,
Possibilidades, Limites, Exageros.
Liberdade, Família, Desapego,
Descanso, Agito, Inteiro.
Regra, Família, Apego,
Casal, Cumplicidade, Desejo.
Moradia, Gastos, Motivos.
Vida, Orgulho, Canseira.
Versões da prosa escolhidos por cada um.
R Barizon, in motion letters.
A estrutura coloquial com formalidade é quando por força maior, o leitor mostra um sorriso para o mistério da interpretação
25 de jan. de 2019
12 de nov. de 2018
Sem Vergonha
Quanto mais tentamos engendrar a nossa vontade, após certa experiência, mais os fatores que conduzem o finalmente são previsíveis.
Os acontecimentos se repetem e a vida torna-se um processo cíclico, um tanto vampiresco. A validade das decisões tem um vencimento, como se o produto fosse humano, fruto de uma aposta feita anteriormente e experimentada com sucesso. O otimismo de quem admira a sensibilidade de alguém resvala na liberdade que o belo propõe como resultado:
- Seria possível encontrar no pragmatismo do outro, um responsável poético capaz de superar a comodidade do nosso ponto de vista?
A proposta da pergunta é um exercício de alta dificuldade - a prática de rejeitar o que a imaginação constrói e a realidade contorce. A causa puramente qualificativa dispensa o julgamento da atitude alheia.
Talvez, o mais recomendável seja mesmo a consulta em nossa caixa de vivências para espantar a má vibração, resquícios egoístas que a coletividade por suposto estabelece.
Rubens Barizon,
[Internando o Brilho]
Os acontecimentos se repetem e a vida torna-se um processo cíclico, um tanto vampiresco. A validade das decisões tem um vencimento, como se o produto fosse humano, fruto de uma aposta feita anteriormente e experimentada com sucesso. O otimismo de quem admira a sensibilidade de alguém resvala na liberdade que o belo propõe como resultado:
- Seria possível encontrar no pragmatismo do outro, um responsável poético capaz de superar a comodidade do nosso ponto de vista?
A proposta da pergunta é um exercício de alta dificuldade - a prática de rejeitar o que a imaginação constrói e a realidade contorce. A causa puramente qualificativa dispensa o julgamento da atitude alheia.
Talvez, o mais recomendável seja mesmo a consulta em nossa caixa de vivências para espantar a má vibração, resquícios egoístas que a coletividade por suposto estabelece.
Rubens Barizon,
[Internando o Brilho]
13 de ago. de 2018
Passatempo da Minha Viagem
O pecado mundano e a sua força atraente, o lado emotivo e o partido racional em votação na assembleia do que serve para você.
"Ninguém agrada gregos e troianos" e é por aí, que diariamente faço questão de trocar as vestimentas e sair por aí como sou, com o quê da vida e descoberto do passado por certa ocasião, num exercício intenso do senso comum.
Vejo a política alheio às críticas públicas, particulares e ao norte que decidimos seguir. As decisões e as marcas causadas com a repercussão do eu, são outrora o seu reflexo - e lá está você, com a sua visão de mundo em convenção à mesma lógica de um grupo.
O todo supera a impressão, não se justifica como causa fundamental e nessa linha de diferenças repentinas, se encontram as deduções. A mímica, a tradução da mesma, o comportamento e as incompatibilidades brutas, que montam os tabuleiros abstratos com as regras da realidade.
No caminho do por que estar escrevendo sobre esse tanto filosófico... me perco na disciplina de algo maior do que precisava.
Rubens Barizon
"Ninguém agrada gregos e troianos" e é por aí, que diariamente faço questão de trocar as vestimentas e sair por aí como sou, com o quê da vida e descoberto do passado por certa ocasião, num exercício intenso do senso comum.
Vejo a política alheio às críticas públicas, particulares e ao norte que decidimos seguir. As decisões e as marcas causadas com a repercussão do eu, são outrora o seu reflexo - e lá está você, com a sua visão de mundo em convenção à mesma lógica de um grupo.
O todo supera a impressão, não se justifica como causa fundamental e nessa linha de diferenças repentinas, se encontram as deduções. A mímica, a tradução da mesma, o comportamento e as incompatibilidades brutas, que montam os tabuleiros abstratos com as regras da realidade.
No caminho do por que estar escrevendo sobre esse tanto filosófico... me perco na disciplina de algo maior do que precisava.
Rubens Barizon
11 de jul. de 2018
Só um pouco mais de mim
Com a onda da primeira pessoa conectada e originalidade copiada, o percurso do sucesso individual esbarra nas convenções exageradas do métier. Orações, que me levam a deduzir uma crítica à nós, por um passeio de códigos justificáveis.
- É possível pensar em uma crise de protagonismo?
Me senti tentado a prestar atenção em alguns desvios do que somos e em que meio nos encontramos. Os perfis são transpassados do real para a rede numa constante atualização do que tentamos ser ao olhar do outro.
Alimentar o ego é bom e permitir-se à sensação de potência quando você faz o que bem entende com o seu pacote de dados é como bater o martelo na função de juiz do seu próprio julgamento. E quando todos param para perceber nossa beleza e ouvir nossas histórias? Bom demais! Permita-me apenas contextualizar uma coisinha; ouvir não, visualizar e seguir a história da nossa vida - função essa, que permite até quantificar o quanto você está satisfeito consigo mesmo (mania de se rever), ou quanto o seu público está "interessado em você". As nossas personas estão seguindo tendências em blocos, o que permite se engajar em situações comportamentais distintas, dependendo do meio em que você narra tal ocorrência.
O papel do coadjuvante se torna essencial para que a minha crença nas pessoas continue. Estranho pensar no mundo de reproduções digitais sem a exposição do que fazemos de melhor. Mais difícil ainda é entender que dependendo das suas pretensões sociais, se torna quase impossível não entrar nesse "jogo do eu".
Deixa eu terminar o texto por aqui, porque eu já estou quase inserindo uma foto bem legalzona minha para ilustrar.
Rubens Barizon
- É possível pensar em uma crise de protagonismo?
Me senti tentado a prestar atenção em alguns desvios do que somos e em que meio nos encontramos. Os perfis são transpassados do real para a rede numa constante atualização do que tentamos ser ao olhar do outro.
Alimentar o ego é bom e permitir-se à sensação de potência quando você faz o que bem entende com o seu pacote de dados é como bater o martelo na função de juiz do seu próprio julgamento. E quando todos param para perceber nossa beleza e ouvir nossas histórias? Bom demais! Permita-me apenas contextualizar uma coisinha; ouvir não, visualizar e seguir a história da nossa vida - função essa, que permite até quantificar o quanto você está satisfeito consigo mesmo (mania de se rever), ou quanto o seu público está "interessado em você". As nossas personas estão seguindo tendências em blocos, o que permite se engajar em situações comportamentais distintas, dependendo do meio em que você narra tal ocorrência.
O papel do coadjuvante se torna essencial para que a minha crença nas pessoas continue. Estranho pensar no mundo de reproduções digitais sem a exposição do que fazemos de melhor. Mais difícil ainda é entender que dependendo das suas pretensões sociais, se torna quase impossível não entrar nesse "jogo do eu".
Deixa eu terminar o texto por aqui, porque eu já estou quase inserindo uma foto bem legalzona minha para ilustrar.
Rubens Barizon
3 de jul. de 2018
Amor, Apego e Paixão
Em ordem alfabética, as três palavras intitulam este texto a fim de atualizar meu parecer dos sentimentos, a partir de uma percepção contemporânea. Vale lembrar, que as definições durante o lazer da escrita, são observações meramente empíricas e não defendem teses.
Ah! o amor... tão folclórico quanto as datas comemorativas que nos forçam o ato de presentear. Ele, o amor, vem se camuflando e já faz algum tempo. Ainda sendo um crente do amor, a imagem concebida antes, como uma superestrutura inabalável, se modifica conforme as novas formas de interação, necessidade e obrigação. A confusão é iminente quando a felicidade se torna causa e ponto de partida para entender a formicação no peito à despeito da reciprocidade.
"Pega e não se apega" - Fácil, fácil! Mas, não é bem assim. O apego intercede o antagonismo sentimental, unindo as mãos do amor e da paixão. De fato, os dias atuais parecem estar passando mais rápido e com isso, as dúvidas sobre as oportunidades personificadas em outros. A liberdade é a via crucis do estado de apego e o caminho para o bem, ou mal. A distinção das diferenças está sob constante vigilância, facilmente capitaneada pelas redes cibernéticas, dosada com curiosidade, carência e uma constante infinita de possibilidades.
O por quê? a paixão. Se a felicidade confunde o amor e o apego desalinha cada vida, a saída é se apaixonar. Enfim, a parte doce da vida, que pode potencializar os outros dois elos acima e também, impulsionar seus objetivos diante às comparações feitas. Os prazos, as regras individuais e os limites supõem um amadurecimento para entender a esperança na paixão. A mobilização proposta ao tempo do outro, a particularidade e até onde isso pode levar.
Rubens Barizon
[Sobre temas onde as semelhanças são inevitáveis]
Ah! o amor... tão folclórico quanto as datas comemorativas que nos forçam o ato de presentear. Ele, o amor, vem se camuflando e já faz algum tempo. Ainda sendo um crente do amor, a imagem concebida antes, como uma superestrutura inabalável, se modifica conforme as novas formas de interação, necessidade e obrigação. A confusão é iminente quando a felicidade se torna causa e ponto de partida para entender a formicação no peito à despeito da reciprocidade.
"Pega e não se apega" - Fácil, fácil! Mas, não é bem assim. O apego intercede o antagonismo sentimental, unindo as mãos do amor e da paixão. De fato, os dias atuais parecem estar passando mais rápido e com isso, as dúvidas sobre as oportunidades personificadas em outros. A liberdade é a via crucis do estado de apego e o caminho para o bem, ou mal. A distinção das diferenças está sob constante vigilância, facilmente capitaneada pelas redes cibernéticas, dosada com curiosidade, carência e uma constante infinita de possibilidades.
O por quê? a paixão. Se a felicidade confunde o amor e o apego desalinha cada vida, a saída é se apaixonar. Enfim, a parte doce da vida, que pode potencializar os outros dois elos acima e também, impulsionar seus objetivos diante às comparações feitas. Os prazos, as regras individuais e os limites supõem um amadurecimento para entender a esperança na paixão. A mobilização proposta ao tempo do outro, a particularidade e até onde isso pode levar.
Rubens Barizon
[Sobre temas onde as semelhanças são inevitáveis]
24 de mar. de 2018
Aspectos
Da poesia à metáfora terapêutica para definir alguns traços da personalidade que o comportamento apresenta.O conquistador vive seus desafios como fonte de inspiração às diversas possibilidades de incursão ao inexplorado e a coragem não lhe falta para resumir as dificuldades. As suas investidas nutrem essa característica de exploração primária - o desbravamento do desconhecido pelo prazer. Entre a descoberta de novos mundos, o seu querer em determinado momento, pode se transformar em algo efêmero, quando sobre o território achado, nada além da novidade for encontrado. A pós-conquista desse indivíduo depende do despertar de sua curiosidade e da história a ser desenvolvida à partir do sentimento de troca com o agora conhecido. Senão, uma nova partida.
O colonizador é quem aproveita a terra já descoberta, de modo a construir sua estrutura, ampliar as formas de exploração do terreno e permanecer com seus emaranhados para uma tentativa de estabelecimento territorial. O motivo maior desse tipo é implantar o progresso conforme os mandamentos culturais trazidos de sua raiz versus as condições ambientais daquela região. Os métodos de organização podem ajudar ao desenvolvimento do local e à adaptação do novo administrador daquela terra. O procedimento de colonização sucede de acordo com a relação de dependência do espaço com o enquadramento proposto.
Os comparativos se encarregam de diferenciar as habilidades desses perfis, que não se anulam. O comportamento de quem é observado conduz a tal vertente, mas não impede que ambos possam desenvolver virtudes semelhantes de acordo com a ocasião e necessidade.
Rubens Barizon
[Assimilando as mensagens]
11 de mar. de 2018
Refém do Tempo - Poesia e Realidade
É preciso sentir
a verdade.
Senão,
vaidade.
Por uma decisão,
maturidade.
O que antes era doce,
apodrece com a saudade.
Se chega no ego,
esqueça a castidade.
Sem sabotagem,
fruto da realidade.
O frio na barriga
ignora a idade.
Nas retinas o brilho,
o tempo - ansiedade.
Rubens Barizon,
[Flanando em pensamentos]

a verdade.
Senão,
vaidade.
Por uma decisão,
maturidade.
O que antes era doce,
apodrece com a saudade.
Se chega no ego,
esqueça a castidade.
Sem sabotagem,
fruto da realidade.
O frio na barriga
ignora a idade.
Nas retinas o brilho,
o tempo - ansiedade.
Rubens Barizon,
[Flanando em pensamentos]

23 de fev. de 2018
O Beijo
O cativar, eu já não posso afirmar por outras bocas. Até porque não é justo eu me encaixar por aí em beijos que não me pertencem. No geral, o beijo é marca da consagração, que se iniciou bem e permitiu o decorrer até os finalmente.
Nem sempre é necessário algo mais do que o beijo. Aquele carinho molhado dos lábios navegantes, que encontra em meio aos sorrisos, o eldorado na boca de quem te dá prazer.
Rubens Barizon
8 de jan. de 2018
Literatura Corrida
Consequência e escolha, a resposta do que se prevê na teoria, como produto dos acontecimentos. O que se apresenta por lá, pode parecer agouro e fado daqui. A cegueira do ponto de vista.
Se comportar conforme os seus princípios não condena a sua forma de pensar, nem a propriedade do sentimento que impulsiona a sua conclusão. Fugir do que se configura é aceitar uma condição ilógica. Mas, todos nós vivemos nossas próprias convicções e involuntariamente estamos suscetíveis à uma visita na morada da saudade, que já havia sido deixada para trás. Natural pensar assim, se o básico estivesse em questão. Explicar, alertar e insistir, se tornam medidas em vão, mesmo sabendo o quê há por dentro de tal ação decisiva. A complexidade da relação humana e os julgamentos das partes distorcem o presente recente e transforma o passado em futuro num simples piscar de olhos.
O que seria mais importante considerar quando estamos diante à caminhos distintos:
" - o objeto de mudança, ou a segurança? o amor, ou a paixão? Se é verdade, ou mera ilusão? "
Cada um pensa no que é melhor para si. Os motivos passam pela experiência, personalidade e críticas. O arrependimento é o parceiro da comparação, quando a primeira insatisfação surge. As nossas escolhas abrem portas e fecham caminhos, como qualquer opção que determinamos para nós. Eu costumo chamar essa dúvida sobre o que ficou pra trás de "pecado da evolução". Aprendemos lições a partir da intimidade que temos com alguém e nos tornamos pessoas melhores para uma próxima oportunidade - Sad But True.
Quando escrevo algo, o processo de construção que me desafia é transformar o miolo da minha particularidade em uma interpretação com dimensão mais abrangente. Por exemplo, como eu contextualizo um fato para que o leitor possa se colocar na posição mais próxima de uma realidade construída e assim eu abordo as orientações que a vida costuma impor à grande maioria. A percepção do texto, eu absorvo durante os bate-papos que tenho por aí e observo que quase sempre as histórias fazem o mesmo percurso.
Repetir parece um erro.
Insistir é um erro.
A liberdade, uma condição.
O silêncio, a razão.
Rubens Barizon
O que seria mais importante considerar quando estamos diante à caminhos distintos:
" - o objeto de mudança, ou a segurança? o amor, ou a paixão? Se é verdade, ou mera ilusão? "
Cada um pensa no que é melhor para si. Os motivos passam pela experiência, personalidade e críticas. O arrependimento é o parceiro da comparação, quando a primeira insatisfação surge. As nossas escolhas abrem portas e fecham caminhos, como qualquer opção que determinamos para nós. Eu costumo chamar essa dúvida sobre o que ficou pra trás de "pecado da evolução". Aprendemos lições a partir da intimidade que temos com alguém e nos tornamos pessoas melhores para uma próxima oportunidade - Sad But True.
Quando escrevo algo, o processo de construção que me desafia é transformar o miolo da minha particularidade em uma interpretação com dimensão mais abrangente. Por exemplo, como eu contextualizo um fato para que o leitor possa se colocar na posição mais próxima de uma realidade construída e assim eu abordo as orientações que a vida costuma impor à grande maioria. A percepção do texto, eu absorvo durante os bate-papos que tenho por aí e observo que quase sempre as histórias fazem o mesmo percurso.
Repetir parece um erro.
Insistir é um erro.
A liberdade, uma condição.
O silêncio, a razão.
Rubens Barizon
31 de dez. de 2017
Balanço
Já poderia estar pensando na festa de Réveillon logo mais, é verdade. Mas, por ter sido um ano com certa relevância pessoal e profissional, construo esta memória no último dia de 2017, para fechar a temporada do blog.
O lado profissional foi testado até o limite nas produções que fiz parte. Resiliência, paciência e a capacidade de entender que nem todos estão ali para entender a sua percepção, ou sequer gostar de você. Algumas sensações de má fé foram estressantemente superadas com a postura que cabia naquela ocasião, mas, que sem dúvidas mexeram com os meus nervos, não posso negar. Por fim, o saldo das experiências foi positivo - Comida di Buteco, RIR e Natal Imperial. Em todas essas oportunidades, as produções foram compartilhadas com jornada dupla, de um prazer enorme que eu encontrei na publicidade, mesmo sendo jornalista.
Sobre o lado pessoal, além de todas as superações que remetem ao profissional, eu vivenciei alguns ciclos, que organicamente me fizeram chegar em uma autoavaliação sobre conduta emocional, mediante às condições do amor em mim e nos outros. Meus momentos são de pura intensidade (eu sei!) e normalmente o histórico costuma perpetuar para o resto da vida. As ideias de ruptura nunca são as melhores, todavia para um romântico de cunho forçadamente realista. Nada parece difícil demais para se contornar com o olhar verdadeiro sobre as situações, inclusive o que não se chega à um fim pontual, por aventura do ego, ou pela utilização da razão como um voto de minerva, numa superfície anestésica do afastamento.
Os votos são parecidos com o da maioria: a manutenção das pessoas que fazem bem por perto; dar continuidade na carreira profissional e acadêmica; se estressar menos, cuidar da saúde; amar e ser amado.
Rubens Barizon,
por caminhos no horizonte.
25 de dez. de 2017
O que temos pra hoje
Poderia ser mais um daqueles textos que antagonizam a expectativa e a realidade, mas o propósito é fragmentar a ansiedade que a vida reserva.
Tudo me leva a crer que cada um de nós temos uma cota de ansiedade a ser batida ao longo da nossa história, sendo as fontes mais comuns as relações com as pessoas, trabalho, ocupações e responsabilidade. A agitação da vida fragiliza a nossa condição emocional, transformando a razão em uma ferramenta superficial da psicologia de controle, para justificar possíveis julgamentos às "irracionalidades do coração" (amor, paixão, química), afeto, estresse, nossos próprios erros e a convenção do outro como a sua verdade.
Essa escala é uma variável ampla e pode ser aplicada em diferentes níveis de desgaste das ramificações da sua vida. Já não é mais o contexto, no entanto, o momento que sucede o estalo que ativa involuntariamente a sensação de constante interminável. A esporádica impressão de que 10 minutos podem demorar 10 dias para passar se o pensamento acompanha o desfoque. O silêncio cuida da agonia que arranha a respiração e se valer da consciência plena ajuda a desmontar o espelho que reflete apenas as oposições geradoras do anseio, resultando na quebra da paranoia que fortalece a ansiedade.
A resposta que pude evoluir com sensatez foi a de aceitar as consequências reais com o esforço da naturalidade. Por fim, não pode ser tão diferente do que está se configurando nos últimos tempos.
- Quer que o previsível faça aguçar ou curar? "vai passar... vai passar."
Rubens Barizon,
Crônica da ansiedade
Tudo me leva a crer que cada um de nós temos uma cota de ansiedade a ser batida ao longo da nossa história, sendo as fontes mais comuns as relações com as pessoas, trabalho, ocupações e responsabilidade. A agitação da vida fragiliza a nossa condição emocional, transformando a razão em uma ferramenta superficial da psicologia de controle, para justificar possíveis julgamentos às "irracionalidades do coração" (amor, paixão, química), afeto, estresse, nossos próprios erros e a convenção do outro como a sua verdade.
Essa escala é uma variável ampla e pode ser aplicada em diferentes níveis de desgaste das ramificações da sua vida. Já não é mais o contexto, no entanto, o momento que sucede o estalo que ativa involuntariamente a sensação de constante interminável. A esporádica impressão de que 10 minutos podem demorar 10 dias para passar se o pensamento acompanha o desfoque. O silêncio cuida da agonia que arranha a respiração e se valer da consciência plena ajuda a desmontar o espelho que reflete apenas as oposições geradoras do anseio, resultando na quebra da paranoia que fortalece a ansiedade.
A resposta que pude evoluir com sensatez foi a de aceitar as consequências reais com o esforço da naturalidade. Por fim, não pode ser tão diferente do que está se configurando nos últimos tempos.
- Quer que o previsível faça aguçar ou curar? "vai passar... vai passar."
Rubens Barizon,
Crônica da ansiedade
9 de nov. de 2017
O amor quando parece amor, se faz convicção. Quando é amor, não parece traição. Parece rima poética, mas não.
Queria explicitar as formas de amar que entendi da vida até então, ainda que apenas com esses trinta e poucos anos, foram distintas e as semelhanças pareciam amor ou eram amor. Como classificar? Não sei ao certo, no entanto, vamos considerar o tempo da relação, enquanto deu certo e quando nossas convicções nos traíram.
Normalmente, amar demais e dar um basta na relação, pode ser consequência dos erros em excesso por tentar acertar, achando que estava certo. Isso é correto? Seria egoísmo? Ou o outro foi quem não se adaptou a você? Querer estar com a razão é a autoridade mais cruel sobre o sentimento do outro. Compreenda o espelho dessa afirmação.
Comecemos pelo ciúmes e a contrariedade do sentimento. O espinho da relação tem a ver com posse e desdém sobre a opinião sentimental do outro. Li esses dias naquelas frases prontas que nós pesquisamos no Google, algo transformador para entender prioridade:
" A reciprocidade é a mesma para o amor, como para a indiferença" - amar não foge disso, tampouco as decisões tomadas sem o consenso de ambos, o que soa indiferença.
Pois bem!
Uma relação diplomática e serena demais, despreza a segurança que o amor provoca, diminui a intensidade e é possível que acomode uma das partes. O amor pegado demais gera conflitos, mas incendeia o corpo e o coração, ainda que nocivo algumas vezes, pode dar certo diante ao esclarecimento e prioridade para com o outro. O que parece amor e não é, dá uma boa transa e aparenta felicidade à sociedade - "desse tipo, aí eu estou fora!
O que procurar no seu par? Um molde perfeito, tentar uma lapidação, ou aceitar como é e abdicar do querer?
Uma certeza eu tenho... quando dá certo e é correspondido é muito bom! Quando da errado, se prepara, porque doi o coração.
Rubens Barizon
Queria explicitar as formas de amar que entendi da vida até então, ainda que apenas com esses trinta e poucos anos, foram distintas e as semelhanças pareciam amor ou eram amor. Como classificar? Não sei ao certo, no entanto, vamos considerar o tempo da relação, enquanto deu certo e quando nossas convicções nos traíram.
Normalmente, amar demais e dar um basta na relação, pode ser consequência dos erros em excesso por tentar acertar, achando que estava certo. Isso é correto? Seria egoísmo? Ou o outro foi quem não se adaptou a você? Querer estar com a razão é a autoridade mais cruel sobre o sentimento do outro. Compreenda o espelho dessa afirmação.
Comecemos pelo ciúmes e a contrariedade do sentimento. O espinho da relação tem a ver com posse e desdém sobre a opinião sentimental do outro. Li esses dias naquelas frases prontas que nós pesquisamos no Google, algo transformador para entender prioridade:
" A reciprocidade é a mesma para o amor, como para a indiferença" - amar não foge disso, tampouco as decisões tomadas sem o consenso de ambos, o que soa indiferença.
Pois bem!
Uma relação diplomática e serena demais, despreza a segurança que o amor provoca, diminui a intensidade e é possível que acomode uma das partes. O amor pegado demais gera conflitos, mas incendeia o corpo e o coração, ainda que nocivo algumas vezes, pode dar certo diante ao esclarecimento e prioridade para com o outro. O que parece amor e não é, dá uma boa transa e aparenta felicidade à sociedade - "desse tipo, aí eu estou fora!
O que procurar no seu par? Um molde perfeito, tentar uma lapidação, ou aceitar como é e abdicar do querer?
Uma certeza eu tenho... quando dá certo e é correspondido é muito bom! Quando da errado, se prepara, porque doi o coração.
Rubens Barizon
18 de out. de 2017
CRÔNICA, cabelos brancos de um cara jovial
A harmonia do envelhecer e as visíveis transformações naturais do corpo, te fazem posicionar-se de forma careta, corajosa e decisiva.
- Arranco, ou não, os fios brancos que aparecem na barba? Eis a questão: Retirados...
Entrei numa psicose particular com os cabelos. Sempre foram muitos e ainda são... Mas acreditando na cronologia biológica do corpo humano, não tem outra, somos obrigados perceber a perda e a mudança de coloração dos nossos pelos. Pois logo então, manterei o cabelo grande - a não ser os poucos que surgem isoladamente, esses eu puxo com a mão mesmo e segue o tom escuro.
O encontro do velho com pelos jovens da barba e do couro. Essa atração grisalha não me cativou neste entanto. Porém, adianto que quando se somarem em quantidade, pensarei este estilo orgânico proporcionado pelo passar do tempo. Por enquanto, não. Nem pelo gosto da parceira, eu sou capaz.
Negros! São bastante escuros os meus pelos fiapos alvos se realçam facilmente. Quando os cabelos são mais claros, essa transição da imagem acaba por se suavizar, reiterando que tem gente que nem se importa e nem leria sobre esse assunto - muita maturidade (risos).
Positivo: a idade
RBarizon
- Arranco, ou não, os fios brancos que aparecem na barba? Eis a questão: Retirados...
Entrei numa psicose particular com os cabelos. Sempre foram muitos e ainda são... Mas acreditando na cronologia biológica do corpo humano, não tem outra, somos obrigados perceber a perda e a mudança de coloração dos nossos pelos. Pois logo então, manterei o cabelo grande - a não ser os poucos que surgem isoladamente, esses eu puxo com a mão mesmo e segue o tom escuro.
O encontro do velho com pelos jovens da barba e do couro. Essa atração grisalha não me cativou neste entanto. Porém, adianto que quando se somarem em quantidade, pensarei este estilo orgânico proporcionado pelo passar do tempo. Por enquanto, não. Nem pelo gosto da parceira, eu sou capaz.
Negros! São bastante escuros os meus pelos fiapos alvos se realçam facilmente. Quando os cabelos são mais claros, essa transição da imagem acaba por se suavizar, reiterando que tem gente que nem se importa e nem leria sobre esse assunto - muita maturidade (risos).
Positivo: a idade
RBarizon
29 de set. de 2017
De repente
Sempre buscar argumentos para explicar o que nos acontece naturalmente, pode ser o indício de alguma indeterminação. O texto de um jornalista, por bem escrito, dá a impressão de diagnóstico, porém, esta, não passa de um crônica para a canalização do que não se é capaz de falar.
- Como as coisas mudam de repente, não é mesmo? Com nossas biologias, verdades e convicções, convívios determinados ou temporários, formas de respeitar os limites e por aí vai. As referências surgem para serem absorvidas da melhor forma e dificilmente você encontrará essa evolução em uma de suas leituras - o empirismo. A história das pessoas se desenvolvem por meio das relações com a sua aprendizagem - quem? como? quando... e por quê?
Ao transformar essas inúmeras variações humanas em algo simples e cognitivo, quando falado sobre tal assunto for, começa a fazer o sentido de contextualizar a opinião com seus dualismos particulares e assim justificar as análises: o costume, a rotina, o comodismo, o prazer etc.
Dar sequência é priorizar. Para as dores, há concorrência. Com ternura no que se propõe, o fluxo das melhores possibilidades surge. Nada cai do céu...
Rubens Barizon
- Como as coisas mudam de repente, não é mesmo? Com nossas biologias, verdades e convicções, convívios determinados ou temporários, formas de respeitar os limites e por aí vai. As referências surgem para serem absorvidas da melhor forma e dificilmente você encontrará essa evolução em uma de suas leituras - o empirismo. A história das pessoas se desenvolvem por meio das relações com a sua aprendizagem - quem? como? quando... e por quê?
Ao transformar essas inúmeras variações humanas em algo simples e cognitivo, quando falado sobre tal assunto for, começa a fazer o sentido de contextualizar a opinião com seus dualismos particulares e assim justificar as análises: o costume, a rotina, o comodismo, o prazer etc.
Dar sequência é priorizar. Para as dores, há concorrência. Com ternura no que se propõe, o fluxo das melhores possibilidades surge. Nada cai do céu...Rubens Barizon
28 de set. de 2017
Sussurro
Enquanto por perto,
tudo muito bom.
Ao longe,
sempre uma indecisão.
Ao pé do ouvido,
bate um coração.
Uma palavra arrastada,
violência da emoção.
Diante ao desconhecido,
uma defesa.
Com medo do sim...
quiçá, esperteza.
Para que pensar?
quando o intuito é sentir.
Com muitos problemas,
realmente é melhor partir.
O amor
soa como um refrão.
A harmonia das coisas,
que podem ser em vão.
Se for para desenvolver,
insistir e resolver.
Para que viver?
sem saber o que querer.
O caráter bem dito,
sem ilusão -
é o intuito desta poesia
para manter o pé no chão.
A memória sussurrada
tem prazer e tem carga.
Nada agressivo,
uma ligeira pancada.
Não falta sorriso,
carinho e "Gargalhada".
Talvez o momento,
não seja para graça.
Adiante e a seguir,
muito me interessa.
O que está por vir:
Eu vou descobrir... sem pressa.
Rubens Barizon
14 de jul. de 2017
Um Conto, um Vigário e um Egoísta
Parece verdade e é.
As lições mineradas,
que pertencem
a uma mulher.
O vigário e o vigarista.
Palavras tão parecidas,
com significados avessos,
que nos dão alguma pista.
O que toca o coração
é o sentido da religião.
Já o lado negativo,
te leva à ilusão.
Vale viver,
as possibilidades do não
e só assim entender,
a diferente interpretação.
O homem respeita,
em prol de evolução.
Logo o conto de vigário,
se torna uma invenção.
Não é preciso apego,
quando distância é a razão.
Mas tira sim o sossego,
encontre alguma opção.
Rubens Barizon
[Na razão do coração]
19 de abr. de 2017
Interpretação Polêmica Desnecessária
O movimento feminista tem que tomar cuidado para não se perder em arrogância.
Apontar o dedo para toda atitude falha de um homem só vai alimentar mais uma polarização na nossa frágil sociedade - a consciência não tem gênero.
Sou contra as atitudes machistas históricas e culturalmente presentes por aí. No entanto, também sou contra as mulheres prepotentes que pretendem concentrar a direção do mundo em seus umbigos.
Torcemos para que as próximas gerações não venham contaminadas por resquícios autoritários do homem arcaico e fertilizadas por mulheres desequilibradas.
RBarizon
Apontar o dedo para toda atitude falha de um homem só vai alimentar mais uma polarização na nossa frágil sociedade - a consciência não tem gênero.
Sou contra as atitudes machistas históricas e culturalmente presentes por aí. No entanto, também sou contra as mulheres prepotentes que pretendem concentrar a direção do mundo em seus umbigos.
Torcemos para que as próximas gerações não venham contaminadas por resquícios autoritários do homem arcaico e fertilizadas por mulheres desequilibradas.
RBarizon
29 de mar. de 2017
Pra depois do almoço
Naturalmente, o escritor utiliza de suas próprias experiências para contar histórias, ou ainda para construir narrativas a partir das observações que os pensamentos criativos lhes conduzem.
Muitas das vezes, o tema que me surge à cabeça é de uma peculiaridade desconhecida até mesmo para quem está a pensar cada palavra daquilo que escreve. Eu tento trazer para a prosa, alguma pitada de 'coisa nova', que nutre melhor o público deste meio digital e vai em favor da modernidade.
Já fazem alguns anos, rabiscar folhas (manuscrito) era um objetivo fixo na minha cabeça. Eu acreditava que aquela fertilidade e assuntos desconexos (enredo do blog) transformariam ao menos, a minoria que o lesse e fosse capaz de entender esses mais de 100 textos, com toda a subjetividade neles presente. E ainda mais, que realmente modificasse o olhar do nosso eu às mesmas situações que a vida impõe a todos de maneira distinta.
Devem estar se perguntando, cade a novidade nisso? Eu respondo, que o exercício de olhar para as nossas atitudes mediante a toda as conexões, amizades, confirmações e expectativas virtuais, acabam por conduzir a sua personalidade com a incrível, velha e conhecida alienação.
Raro demais eu iniciar um texto já sabendo qual título o darei. A minha abordagem principal deste aqui seria a 'paranoia digital' e toda aquela aflição que o outro na rede nos causa. Todavia, toda essa resenha tomou um rumo bem mais suave e eu acabo de modificar o cunho para "se eu soubesse o que escrever", assumindo a identidade de leitura para relaxar... sem pressão, mas com com a ideia de atrair o descompromisso do leitor que vem aqui e perde tempo com a prática da leitura, sem se preocupar com o que está lendo.
Tá aí! agora sim o título do texto...
Rubens Barizon,
Praticando o ofício de atrair o leitor com as crônicas de ler sem compromisso. Aplicação de conceitos mirabolantes como razão para a leitura, não faz parte deste contexto
.
Muitas das vezes, o tema que me surge à cabeça é de uma peculiaridade desconhecida até mesmo para quem está a pensar cada palavra daquilo que escreve. Eu tento trazer para a prosa, alguma pitada de 'coisa nova', que nutre melhor o público deste meio digital e vai em favor da modernidade.
Já fazem alguns anos, rabiscar folhas (manuscrito) era um objetivo fixo na minha cabeça. Eu acreditava que aquela fertilidade e assuntos desconexos (enredo do blog) transformariam ao menos, a minoria que o lesse e fosse capaz de entender esses mais de 100 textos, com toda a subjetividade neles presente. E ainda mais, que realmente modificasse o olhar do nosso eu às mesmas situações que a vida impõe a todos de maneira distinta.
Devem estar se perguntando, cade a novidade nisso? Eu respondo, que o exercício de olhar para as nossas atitudes mediante a toda as conexões, amizades, confirmações e expectativas virtuais, acabam por conduzir a sua personalidade com a incrível, velha e conhecida alienação.
Raro demais eu iniciar um texto já sabendo qual título o darei. A minha abordagem principal deste aqui seria a 'paranoia digital' e toda aquela aflição que o outro na rede nos causa. Todavia, toda essa resenha tomou um rumo bem mais suave e eu acabo de modificar o cunho para "se eu soubesse o que escrever", assumindo a identidade de leitura para relaxar... sem pressão, mas com com a ideia de atrair o descompromisso do leitor que vem aqui e perde tempo com a prática da leitura, sem se preocupar com o que está lendo.
Tá aí! agora sim o título do texto...
Rubens Barizon,
Praticando o ofício de atrair o leitor com as crônicas de ler sem compromisso. Aplicação de conceitos mirabolantes como razão para a leitura, não faz parte deste contexto
.
10 de mar. de 2017
Quem é quem?
Tem machista, tem homem, tem feminista, tem mulher, tem gente chata, tem gente sem escrúpulo, tem direitos, tem exageros, tem gente que concorda e discorda.
A vida segue...
Popularizar ideologia pode ser bom, pode ser, tem pró e contra. Tem história, tem luta, tem alienação e tem quem caga e anda.
Tem gente que fala uma coisa e age diferente (o que mais tem) e tem quem contra argumenta e é tachado pela vontade de estar certo do outro.
Tem A e B...ainda tem o C. E se parar pra pensar, vamos até o Z.
O excesso me cansa, ou melhor, cansei, de tanto encontrar lados com as palavras.
Rubens Barizon
30 de nov. de 2016
A Relação Contrária
E no Planalto,
- a cúpula do governo Temer aprova cortes nos direitos essenciais da população em nome de uma austeridade seletiva, alegando ser uma resposta financeira à crise. Enquanto também, legalizam o desvio de dinheiro aos que possuem foro privilegiado. Aqui no Rio de Janeiro, dois ex-governadores estão sob vigilância da polícia, o que pode ser um forte indício para investigação.
Até dinheiro no mar apareceu. Chuá chuá pra pescador - não vai ser coincidência se forem notas de uma mesma série do malote de arrego, para acerto de coisa graúda.
Capítulo LXXI: A patente do jeitinho brasileiro na economia dos políticos.
Rubens Barizon,
Em crônica e Jornalismo,
#JustiçaParaTodos
- a cúpula do governo Temer aprova cortes nos direitos essenciais da população em nome de uma austeridade seletiva, alegando ser uma resposta financeira à crise. Enquanto também, legalizam o desvio de dinheiro aos que possuem foro privilegiado. Aqui no Rio de Janeiro, dois ex-governadores estão sob vigilância da polícia, o que pode ser um forte indício para investigação.
Até dinheiro no mar apareceu. Chuá chuá pra pescador - não vai ser coincidência se forem notas de uma mesma série do malote de arrego, para acerto de coisa graúda.
Capítulo LXXI: A patente do jeitinho brasileiro na economia dos políticos.
Rubens Barizon,
Em crônica e Jornalismo,
#JustiçaParaTodos
Assinar:
Postagens (Atom)

