2 de ago. de 2015

Ao despertar do amor


Ao escrever sentimento, a linguagem necessária e espontânea, quando se trata de amor, vai de encontro às vias da poesia. Por essa razão, a leitura a seguir, puramente prosaica, sem devaneio do amor romântico, se concentra em fatos reais, com dose de sentimentalismo e verdade. O compromisso com o coração, a razão e a literatura aprendida com a vida. 

Amar tem suas advertências. Se está tudo bem, não há nada melhor. Se existem desconfianças, o que era esplêndido mostra-se Rodriguiano demais. Se o sentimento vasa por verdade, aí não vale o orgulho da decisão. Se a razão diz o caminho certo (valor lógico), raramente pode ser diferente. Se for amor, aí ... todos esses "se", não podem ser explicados. Somente a viver.

Aos cachos de uma morena com sorriso lindo e olhos mel, o deslumbre carnal e a interpretação alheia, passa a ser mero detalhe. Ainda mais, quando à beira dos trinta anos de idade, finalmente, compreendo a realidade do coração de um outro alguém. Essa mesma mulher pode causar tremores por amar demais e querer deixar de banda, uma decisão para com o futuro. Porque com esse amor, não cabe nada além de sucesso pelas histórias envolvidas. A escolha da palavra segue o raciocínio de algo bem sucedido. Mas, quando é amor, até se está errado vira certo. 

Alimentar o querer... não poder. Poder e não querer. Resolver contas com valor emocional, de despedida ou reconquista, faz eu ter a certeza de que amar não tem o mesmo significado de antes. Enxergá-la sem machismo, não precisar julgar suas imperfeições. Amar sem medo de ser feliz, passou de indecisão e planos pessoais, para o campo transcendental, o que me faz muito bem.

Aos sorrisos e dificuldades que a peça ensaiada pela vida prega. 
Com o coração leve e a razão moderada,
Rubens Barizon 

"- O retrato literal do momento de um homem."








9 de jul. de 2015

Noite na Taverna - Dia no Real

"A noite ia cada vez mais alta, a lua sumira-se no céu, e a chuva caía às gotas pesadas; apenas eu sentia nas faces caírem-me grossas lágrimas de água, como sobre um túmulo prantos de órfão."
Álvares de Azevedo - " Noite na Taverna, Macário"
História de um encontro de "convivas" que proseavam aos goles de vinho. A escrita bruta e rebuscada do autor, faz da linguagem um punhado de interpretações oníricas. O Romantismo do escritor tem veias interessantes, bem como a sua curta história de vida.

CONTEXtual:

O sentimento incontrolável visto na sociedade em sinergia com a mídia digital, garante a semelhança de iniciar um reporte pelo cunho de antítese, presente numa parte do Romantismo, que modificara de vez, a realidade de representação furiosa em meio às calmarias beira de mar da capital  ( ... )

Alguns outros pontos característicos do período que despontava o escrito em texto, Álvares de Azevedo morreu cedo. E outra vez, me parece semelhante o que acontece nos dias de hoje. Citando a descrição do período romântico em que o livro se dimensiona, em comparação com os dias reais: "Valorização das emoções, liberdade de criação, idealismo e individualismo".

Mas o valor da escrita e leitura rebuscada, separa os leitores mais objetivos. No entanto, a prática da leitura vai além dos termos técnicos ... uma melhor opinião.

Rubens Barizon,
Nas correntes da comunicação coletiva e aproximação com o real.

A propriedade moral é cada interesse qualquer. Já a intelectual se perde em desafios contra as cópias.  Consuma Boas Ideias.

1 de jul. de 2015

Televisão e Gastronomia. O Paladar na Mídia

O PALADAR SOFISTICADO ENTRA NA GRADE DE PROGRAMAÇÃO
DA TV ABERTA, MEXE COM A CRIATIVIDADE E FORMA PÚBLICO
Para quem gosta de cozinhar e comer bem, este é um bom momento para aprender novos sabores e técnicas culinárias. Previamente, os programas de competição culinária na televisão, restringiam-se apenas aos canais pagos. Agora em canal aberto, alimentos mais selecionados caem no gosto popular.
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Quinta feira, 18/06/2015 POR: Rubens Barizon


Comer bem é uma forma de sofisticação saudável, atraente aos olhos de quem observa, além de ser um requinte que modifica os padrões da alimentação corriqueira. A popularização do paladar sofisticado é uma fórmula cativante, capaz de atrair a atenção do expectador e tornar alimentos, antes desconhecidos, em novas opções para servir à mesa. 
Além do charme desconcertante, saber cozinhar dispensa maiores apresentações e naturalmente expõe a personalidade, o cuidado com os alimentos e o respeito do cozinheiro por quem come o seu preparo. O paladar entra na disputa dos sentidos, quando exibido para o expectador na televisão, desafiando a capacidade de reprodução do que é visto e ouvido nos programas de competição culinária, inseridos na grade da televisão aberta e dos canais pagos. A ação semiótica ultrapassa o valor da mídia e a barreira do sinal de televisão, ensinando o deslumbre que o bom trato dos alimentos pode causar; como se aqueles ingredientes estivessem bem pertinho de você. O sabor dos pratos, apresentados nesses programas especializados, dá água na boca.

 Em casa, muito das vezes, é normal não ter a mesma estrutura e ingrediente essencial, usado naquele momento do programa, o que aproxima ainda mais o expectador do paladar desconhecido até então. Quem vive o aprendizado junto com os participantes de alguma forma, transforma a falta de experiência em criatividade. A ousadia e o improviso são artifícios interessantes dessa relação da audiência com o programa.

De fato, que em época de crise econômica no país, as carnes diferenciadas e os alimentos especializados assustam um pouco quem não entende sobre gastronomia. No entanto, as combinações apresentadas nos programas de televisão levam o conhecimento ao público, como por exemplo, aprender a utilizar melhor os alimentos nas refeições mais elaboradoras, considerando a textura, o ponto ideal e as dicas que fazem a comida caseira mais divertida, saborosa e saudável.
Na mesma via de popularização da refeição diferenciada, chamada de gourmet neste segmento, vê-se o aperfeiçoamento do conceito de Food Truck, aquecendo o empreendedorismo, fomentando o interesse de novos empresários. Os eventos unem muitas pessoas em prol da boa alimentação e está em alta nos últimos tempos, juntando as pessoas e popularizando o paladar requintado. O Brasil como um todo está aceitando melhor essa experiência e abrindo as suas portas para as internacionalizações funcionais direcionadas ao comércio de alimentos.

Muitas pessoas provavelmente conhecem ou já ouviram pelo menos falar em coxa de coelho, ova de peixe e nos famosos produtos do mediterrâneo, como a trufa, óleos, molhos, peixes etc. Agora, a proximidade gerada pela televisão, feiras gastronômicas, blogs de nutrição e bem-estar, a valorização do paladar apurado está fazendo parte da rotina das pessoas. A decisão por uma cerveja artesanal, um prato mais elaborado, entra em discussão. Surge então mais essa escolha, que amplia o leque de quem já está acostumado com esse tipo de gastronomia, bem como para a camada emergente, que aprende com os derivados do mundo globalizado, a não só valorizar o que vê e ouve falar, mas a consumir algo que vai transformar o olhar para os alimentos.

Notícia Crônica Contextualizada


A combinação das histórias empíricas e ciência, dá um bom conhecimento, quando essa ideia não se perde no caminho do lucro e influência autônoma em demasia, ou se o narrador cair na tentação do espetáculo parcial... a habilidade de se comunicar por meio das palavras oralizadas ou escritas.


"Pra que opinar e ser bonito aos que a ti convém idolatria?"como tal conceito. 

Uma coisa é interessante na democracia...as opiniões que se chocam pelo bem (ideal), não se entendem. As contradições são maiores do que as lógicas ideológicas em trâmite corriqueiro, de oposição e situação. Também não pode esquecer das interferências de capital privado, na política econômica em crise.


Todas as classes assalariadas, empresários e empreendedores locais, mostram um confronto no momento da crise. No entanto, se o lucro estiver indo bem, aí ... por aí, a sociedade brasileira parece não se entender. Gasta-se a troco do corpo. A crise nunca passa quando se vive a saúde, segurança e educação. Vamos debater sempre, em harmonia ou em guerra. Sempre será necessário algum herói por um viés de espetáculo. Aqui neste tempo, ou há milhares de anos.

Trabalhar a mente consciente e oferecer o mínimo de retorno dos impostos cobrados em tudo no Rio de Janeiro, lugar de especulação olímpica e do mundo. Com todos os alimentos, transporte e qual queira, com preços exorbitantes. O jornalismo tem que cobrar por imparcialidade administrativa, ou se for chamado editorial, honrar ao menos, o público. O lucro deve vir pela qualidade da informação, por meio de reportagem narrativa do momento por ele só. Por si no valor informativo.

O choque midiático e as espetacularização da política...pelo menos a política dá fruto. A seleção de futebol fica para trás nesse interesse público. Não mais discussão administrativa política, ou futebol?

Rubens Barizon
#contextualizar

15 de jun. de 2015

Rio de Medo

Antes eu pensava que a mídia rotulava o RJ como um lugar sangrento para vender suas notícias e que toda espetacularização de insegurança era exacerbada. No entanto, quando leio os jornais, percebo que a situação está realmente complicada. Ninguém está livre de casos como o do link abaixo:
Com tanto assunto relevante: corrupção, peripécias do Eduardo Cunha e sua turma do PMDB, segurança e saúde pública; o Fantástico de ontem resolveu contar a história do Pablo Escobar - realmente não compreendo o critério de noticiabilidade utilizado.
Mais um pai de família morto diante de sua esposa e filha, de apenas 7 anos.
- Procure a calçada certa, reze antes de sair de casa, não reaja! Estamos à mercê da violência urbana. O que tem de maravilhoso nesta cidade maravilhosa? Na minha opinião, seria o meio ambiente, que também é tratado com descaso, assim como a sua vida!

Rubens Barizon

3 de jun. de 2015

Política virtual - a crônica do futebol

Coincidentemente, num típico dia de sol carioca, um grupo de amigos, que costuma reunir-se para momentos de esporte e socialização, estavam lá, à postos, vestindo os coletes que definiam os seus respectivos times.

Pra rolar o futebol é preciso ter uma organização, ainda mais quando a pelada corre soltinha; campo bom, bola boa e cervejinha (isotônico) antes, durante e depois do esporte propriamente dito. Até porque, "todos", em sua grande maioria, treinam ou qualquer que seja o suor já está valendo. Pois então, reunir toda essa diversidade comportamental e temperamental, requer uma comunicação efetiva, ainda mais se misturar as peças erradas na equipe certa. 


Num dos intervalos entre uma partida e outra, uma troca de ideia permitiu a construção de uma visão política dentro do futebol. O cara que estava muito bem durante as partidas - seu time não havia perdido ainda - admitiu que o seu melhor drible era para dentro, sendo ele destro (utiliza o lado direito do corpo) a sua melhor saída era mesmo cortar para a esquerda, mesmo sabendo que a sua melhor opção é abrir para a perna boa. Porém, vai saber qual era o seu real interesse. Não se pode nem indagar qual era a sua opção: mostrar a sua caída pela esquerda (melhor técnica), ou estar convicto do que poderia fazer, se fosse realmente bom, driblando para "o lado certo"?


Rubens Barizon
As comparações ficcionadas da realidade distorcida.

28 de mai. de 2015

O Brasil sacode a política e o mundo se liga na corrupção

O cenário nacional e internacional, no que se refere a economia e relações públicas, está quente. Na política nacional, o presidente da câmara, Eduardo Cunha (PMDB) abusa da autoridade parlamentar e chacoalha a democracia, com o adiamento de votações importantes ao interesse público.

 “A principal finalidade do jornalismo é fornecer aos cidadãos as informações de que necessitam para serem livres e se autogovernar” (Kovach e Rosenstiel)

Não importa a classificação do veículo e sua tendência público-privado, todavia, no que diz respeito as intenções escancaradas que discutem os empresários, com essa forma de fazer campanha e  logo governo político. A possibilidade de administrar a República Brasileira, sem a presença do capital de engrenagem das multinacionais é nítido que não, porém, ao pensar num povo que espera seriedade nos compromissos públicos, muito bem remunerados, não poderiam ser navegado em oceano tempestuoso da decisão autoritária e negociável, tudo dentro da lei, constituição, digamos que, no caminho da competição internacional de corrupção. O financeiro brasileiro, analisado friamente, conjuga deficiências da parte ordinária, por qual seja sua ótica, encontra-se incapaz de tributar tamanho investimento empresarial, no que faz garantir as eleições e os próximos 4 anos, ou mais de estabilidade do interesse da burguesia indomável - a opinião própria. Se existe votação, necessariamente se espera o retorno dos bens impostos com respeito e ética - a manipulação disso é desvirtuar uma política inteira para re estabelecer as correntes no horário que se bem entende como o melhor momento para decidir: "Ontem não era um bom dia". A atitude de adiamento e contorno (manobra) convencional do presidente da câmara, Eduardo Cunha, causou um mal estar àquelas entranhas do olhar público. A presidente de maneira discreta, ou apática, posicionou-se tímida com a mesma postura de durona. Afinal, seu vice, Michel Temer pertence ao mesmo partido que o tal presidente cheio de vontade da câmara.

A democracia brasileira sucumbe aos convênios com laços benéficos e em curto prazo, como sendo a maneira de intrigar as investigações, também em curto prazo, das ações políticas protocoladas. Já que está virando moda aos classe-médias de cima pra baixo do Brasil, aposentar-se na cadeia, deve ser a maneira de dar aquilo tudo o que os seus familiares - dos figurões como o ex-presidente da CBF e uma lista extensa - precisam para não serem como eles, homens que estram numa fria, vide alguns pela mídia, não há porque sensacionalizar além dos exemplos - não estou comparando futebol com política ... (?)


Com a segurança da opinião política e pública.
Rubens Barizon
Os blogs como #fontedeinformação  





17 de mai. de 2015

Poesia pragmática

Viver, sorrir e chorar.
Chorar.
Sorrir.
Viver.

Chorar, sorrir.

Viver!
Sorrir, chorar.

Sorrir

Chorar, sorrir, viver.

Viver, viver...

Viver.

Rubens Barizon





21 de abr. de 2015

X + Y

 O escritor tem um lado espiritual. Seja ele enrustido em meio as palavras ordinárias, ou pleno sobre os temas mais ásperos. Ou ainda pelo lado desnudo, com as letras que se referem a qualquer fé, religião ou crença, bem estabelecidas, sem mais preocupação.

"
 - Sabe aquele personagem do outro texto: é você. Sim, o mesmo que não gosta do próprio espelho. Mas fique tranquilo, pois outros o admiram.

- Por que o senhor fala assim? Seria um reflexo sobre aquilo que debatíamos?

[Lê-se a cena num grande casarão familiar, durante uma conversa em dia de feriado] 

- Porque as coisas são ditas pra quem interessa saber. Os gostos e pontos de vista, começam e terminam. Se essa vontade esbarra no desejo de alcançar novos conhecimentos, não vai dar para entender nada e a vingança detona a autoética. Opinar apenas por uma opinião, muito das vezes, reflete contra si. O mesmo do que almejar o verde que não florece em teu jardim.

- Todo mundo quer ter opinião, é verdade. É um direito do cidadão a liberdade de ir e vir, de expressão de ter o quê comer. Não sei para que tanta preocupação com a opinião dos outros, afinal o senhor também tem a sua.

[ambos personagens em pé -  a cena admite um pai e filho]

- Percebo que a sua voz está ativa, continue assim. Mas lembre dos percalços, não apenas a velhice cabe na desconjuntura. Você precisa conhecer bem as suas opiniões. Dois não se entendem, imagine um monte de gente?

- Se a opinião não me interessa, eu simplesmente ignoro.  

- Você mal sabe que os acontecimentos tornam a repertir, dia após dia... "

A variável que eu estudei em matemática foi X, demora a digerir;
Y parece carne branca, rapidamente dá fome.
X tem algo a dizer. Y tem uma opinião.
Logo, qual o futuro da comunicação contemporânea?


Rubens Barizon
Abrindo Abril. Abraço abrupto. Abroquelar.














17 de mar. de 2015

Superfluidade, uma dose de mentira para curar

A verdade soa como equilíbrio ético nas relações humanas. A palavra que tantos vocalizam, tem a sua caça em diversas circunstâncias da vida.

O que seria a verdade então, se eu assisto a um certo caso e em seguida, conto a minha versão para você? A bendita palavra tem uma comissão no parlamento, com juízes para julgá-la; serve (ou pelo menos deveria) de fundamento para o jornalismo e sustenta inúmeros vínculos sociais entre as pessoas, que querem porque querem saber da verdade. Nós reproduzimos a verdade de modo a utilizar o nosso 'ponto de vista', termo bastante utilizado neste boom da liberdade de expressão na rede social.

A realidade cada vez mais se aproxima das opiniões próprias, de modo a ampliar o pensamento lógico que atém o homem ao interesse mágico da verdade, com tabela e códigos que desmascaram a falácia como uma aberração a ser combatida. A filosofia pondera as formas de se chegar no mesmo lugar, com variadas possibilidades de verdade e flexibilização das contradições, o que derruba as barreiras de limite do pensamento crítico, sem  absolutismo. Decida a sua maneira de interpretação e permita-se tolerar a conclusão óbvia, que o fulano cisma em tratar como verdadeira.

Ficção, narrativa, opinião, lógica, história, subjetividade, produção, realidade, informação, propriedade, reproduzindo...

Acredite no que quiser, a verdade não depende de você.

Rubens Barizon



12 de mar. de 2015

Epopeia Poética


Quando um tempo da vida foi perdido.
Nao sobra um
amigo dessa entrega.

Perdas, exagero e problemas.
No mais,
dificuldades da vida desse homem.
Sozinho mesmo.

Não estava pronto ainda.
Desculpa... conscientização da necessidade,
vulnerável.

Os amigos para me abraçar?
de verdade, só os que estavam ocupados.
No então,
os doidos de bem.

Idas e vindas de um prazer oculto,
à rigor. No fim,
Torpor.

Poucos continuam.
Vi um caos de perto.
A bagunça,
o gosto pelo excesso.

O trânsito da prosa.
Com a narrativa própria,
da poesia sem volta.

Interpretar
faz-se uma ação,
quando neste adianto,
o debate franco, some em emoção.


Rubens Barizon
''As letras seguem fazendo sentido¡! ''

3 de mar. de 2015

Roteiro da vida padrão. Sucesso garantido LTDA

Um dos questionamentos que encasquetam minha reflexão sobre a sociedade é o padrão comportamental alienatório que se transforma em cultura.

Diante a todas as possibilidades na era da informação, parece que a originalidade, criatividade e naturalidade, são características cada vez mais suprimidas pelo conceito de aceitação ao esteriótipo da imagem, que impulsiona o meio ditador com moldes e costumes superficiais.
Vivemos no mundo onde a ideia de que tudo é possível se especula em diversos formatos, planejados para estimular nossa expectativa de sucesso. Porém, como nem tudo é como aparenta, muito bom estar atento a cartilha do 'politicamente correto', que deve ser seguida conforme o padrão exigido. Bem do jeito: seja excêntrico! MAS, procure tempo para cair no gosto de quem faz valer a sua necessidade. Senão, engula à seco, diariamente, toda lucidez do convívio social e mercadológico. Já que é assim e não há para onde fugir, faça essa mistura e arredonde para a média cravada, sem risco de variação - Não vá sair do padrão, viu?

Numa entrevista da Martha Medeiros (jornalista, escritora) para o programa da Marília Gabriela, na GNT, a colunista confessou sentir falta de pessoas diferentes e ainda disse enxergar que a maioria das pessoas são semelhantes e as relações entre elas, repetidas. Foi de um conforto sem dimensão, saber que essa percepção está sendo compartilhada - ufa! O problema é que ela também admitiu ser uma representante da sociedade 'integrada' e que gostaria de ser mais alternativa. Com esperança, prefiro crer que isso tem a ver com a necessidade que aprisiona.

A resignação a este contexto, que eu vou chamar de 'loucura bem trajada', talvez seja mais complexa do que acreditar no potencial singular de cada pessoa. Em vias por onde o mínimo detalhe distorce a realidade e o transforma em sensacionalismo, prefiro fantasiar-me de eu mesmo, apostando no futuro do indicativo da boa fé.

Rubens Barizon
*Crônica do cotidiano*

24 de fev. de 2015

Ao rótulo dos prêmios do Oscar 2015

 Birdman agradou com a história de reinvenção artística de Riggan
Thomsom - o Birdman, personagem interpretado por Michael  Keaton.


 O longa metragem tomou o gosto da academia hollywoodiana de cinema e levou as estatuetas de melhor Roteiro, Direção e Fotografia, que consagraram a de Melhor Filme, último prêmio da noite. Totalizando quatro para a equipe do projeto.

 Alejandro Iñarritu dirigiu com ousadia, arquitetou o filme em plano sequência e soube conduzir o roteiro, com intuição visual, as cenas bem amarradas fertilizavam o lúdico, num ritmo capaz de extrair o melhor da fotografia e do elenco, que também conta com Edward Norton.

 A história é sobre a aposta de Riggan Thomsom (Keaton), ator que investe numa peça de teatro na Broadway, para redirecionar sua carreira e se livrar do personagem, que carrega como carma.

 A linguagem do filme entusiasma, assim como as quebradas de bateria em certas cenas. Os efeitos gráficos e sonoros merecem destaque.

Rubens Barizon,
sobre cinema.


12 de fev. de 2015

Logo no carnaval, Eike?

Deixa eu falar:
[Política]

A economia não vai bem. Talvez, por conta dos empresários, público e privado, alimentadores do pensamento ecônomico moderno. "Modernos"?

Não sou PTista! senão, um sonhador da justiça para todos. A igualdade dá prazer aos meus, conceito e preceito.

Ver os tantos executivos, políticos e empresários, neste caso, o Eike, serem confiscados pela federação, passa-me um sentimento de saciedade, pelo fato de em nenhum outro governo, os 'intocáveis' serem perturbados.

Pois é carnaval! Tempo de chacoalhar.

Rubens Barizon
''É o confisco! eu confisco, esse é o meu trabalho, eu confisco"

27 de jan. de 2015

Admitir

O coração vazio e a leveza das confissões. A cabeça não segura o corpo. A posse da carne não adianta, se a tentativa de dentro do peito não for de verdade. Daquilo que faz bem, prefiro a fortaleza. O devaneio serve para antes dos trinta. Além, é exagero. A não ser a poesia, a vontade de amor compartilhado, sem a doença de amar mais o outro do que a si próprio. Investir em ilusão é um duplo erro, o de acreditar numa outra verdade e o de achar que vai dar certo.

A omissão trata com respeito, a sinceridade alia-se ao realismo, a mentira é quando a solução está bem ao seu lado e não há outro caminho. Siga o da verdade em caso de mudança...essa opção é a que vai te engrandecer. Usar todos os erros como uma forma de aceitação, daquilo que não tem como escapar. Ou então, o desprazer de deixar como está - o passar do tempo.

A bagunça precisa ser admitida, o controle é aceitar o inevitável. Remadas ao sossego é seguir o modelo individual que o fato de ser humano concede a nós; seres, singulares e humanos. O quê os olhos veem, o coração (des)aprova com certeza.

Seria fácil, se os erros da vida pudessem ser editados com cortes e as cenas maravilhosas dominassem do início ao fim, o filme que conta a nossa história. Não vai ser assim...

A inversão métrica faz parte deste estado embaralhado. As frases curtas e o valor sentimental de envelhecer.

Rubens Barizon


23 de jan. de 2015

Dicotomia

A comunicação passa na via de influência da opinião e arquiteta os tipos, cujo propósito da vida se decide em direção à zona de conforto da razão.

A natureza humana se contradiz quando tem o poder calculado pela quantidade exata, em variável X proporcional ao que os tipos acumulam e compram quando estão cansados da vida rotineira e amarga. Enumerar, omitindo a necessidade de sobra e falta do meio, que se retroalimenta com o argumento de poder e rejeição aos demais moldes, também inspirado pelo 'boom' informacional que o mundo globalizado desencadeia - separação ideológica, onde o potencial vem da métrica.

No entanto, quando o título deste texto propõe a oposição, a primeira voz busca o equilíbrio das admirações e qualidade individual. O exemplo é prático, na sexta-feira, a condição de bancar (o quê, quem) e/ou a prerrogativa do grupo, pouco admite a necessidade da sociedade plural, que emerge inúmeras propostas, revelações avessas ao conservadorismo e mantém o ciclo de tostões nas pequenas relações da estética; a originalidade, apenas como um respeito pelo todo.

 A visão é a de informar discrepância provocada pelo desejo da vitrine, que causa ilusão. Não é apenas na aparência, mas nas palavras formuladas por sábios do mercado, que empurram as pessoas, uma contra as outras.

Rubens Barizon
[repertório ensaiado]

"- Quem seria Deus no mundo de hoje?"

19 de jan. de 2015

Máscara de amor

Quando vem do ciúmes, não pode dar certo.
Nada se espera,
tudo bem perto.

Se o corpo esquenta,
a paixão flutua.

No que a cabeça tenta,
o interior indigesto,
tumultua.

O quê fere o amor,
não fica no ar.

Amor faz sentir,
o tempo que há,
na lacuna do olhar.

A boa fé do ciúmes
tem reação de gente má.

- "O que dizes para mim? "
- Com ciúmes, não dá.
O aroma fica, para os momentos lembrar.

Essa máscara de amor,
prefiro não usar.

Rubens Barizon
[a linguagem poética registra a plenitude]



12 de jan. de 2015

Turbidez


A linguagem da pressão em tempo de verão, agita o corpo e ebule o cerébro, que já em atraso com a estética da imagem, convenciona-se cujo movimento de sombra, água fresca e prazer. 

Chegando no ponto de conduta, em banda com a associação e a vontade de conhecer, o caminho para uma conjuntura de histórias pessoais e leitura, que eu chamo: literatura de reporte. Seu estilo e forma, dentro de tal versão do fato, gera uma narrativa do particular até a mais plural e avessa possibilidade. A variação linguística é a diferença da expressão/absorção diante a comunicação que se estabelece entre os envolvidos numa ação. Se há valores (racionais, físicos) o fator emocional vai disparar uma reação, nem que seja à força.

O controle e o estapafúrdio oscilam entre os tantos que estão submetidos ao calor, nesta ilha que provoca uma sensação altíssima de descontrole térmico e aumento de uma série de facilidades; a questão é a crítica. O antônimo desta ideia não chega em nenhuma oposição barata. Até porque, a censura deveria partir das absurdas relações de transparência com o modelo de vida, às escuras do equilíbrio - "ao aceitar, aplique-se como tal". 

A ocorrência seria o descompasso do desenvolvimento social e econômico. O de propriedade intelectual coletiva e histórica, deixemos com a França. Pois, terrorismo como o contra a redação do Charlie Hebdo, ainda não nos chegou o molde, mas de violência estamos bem(?).

Rubens Barizon
[No quê o geral fomenta com a intromissão do individualismo]




9 de jan. de 2015

Do geral para o particular radical. Sociedade, conclusão e as diferenças

Decisão de canal para uma história sustentável. Estou pegando a mania de ser cada vez mais objetivo, diante a direção das frases sincronizadas, no foco do que sou por um todo. Equilíbrio não se taxa em encontro urbano.

A literatura e a poesia da entrelinha modela, na forma mutável das novas mídias, o cerne da interpretação até hoje. O deslumbre narrativo, a frase bem colocada para um determinado fim. O tema é aquele simples. A sinalização do ato direcionado àquilo, afeta logo o que existe a ser rechaçado; a postura do momento cultural de criação. Se te parece calúnia, analise antes a deixa. O esclarecimento opera melhor. Saber ler os códigos de visão interpretativa com a razão orgulhosa de valor. A pressão acaba com a absorção e digestão, por si só. A não ser, quando se trata de terrorismo e liberdade de expressão.

- "Não darei sequência a polêmica internacional destes dias, quando rebeldes ultraradicais ameaçam a segurança com avisos equilibrados ao ponto de vista criado pelos cartunistas assassinados com rajadas. Onde se faz de um jeito e o outro reage conforme suas convenções, com Deus metido na conversa, ou por simples revolta interpretativa dos desenhos e seus significados para as partes - fica a variável nesse problema."

Vejo a sociedade global nas dimensões a partir do trânsito local dos meus costumes espaciais e digitais. As relações sócioeconômicas atraem o olhar mútuo de interrelação de princípios, política e patamares. Lê-se por metrópoles globais, o impacto em cadeia das informações que navegam de clique, em clique.

A literatura não se virou como apenas um clichê mecenas da web, mas as formas elaboradas de furor e unidades de valor, da linguagem menos técnica  até o acompanhar dos fatos sustentado pelo realismo útopico - o convívio do mundo e suas diferenças: do pilar ao dinheiro; interesses comerciais da cultura local. A realidade narrativa de esteriótipo, cada qual com sua correspondência e intenção. Contribuições e trocas de hegemonia (qual seja), nem sempre será amistosa quanto parece o cumprimento de uma lei.

 Nem sempre tão explicada, na França ... no Brasil. As armas, as instituições, as conclusões sobre as interpretações e: bang! O pavil chega ao fim em qualquer tipo de ralação. As constantes sofrem o mesmo que as repentinas, rotineiras ou casuais. Se tem canal, vai chegar a mensagem e a reação abrupta acaba em tragédia.

"Salve-se quem puder"

Reduzindo as gorduras.
Rbarizon, em Rio de Janeiro.
 





 

30 de dez. de 2014

Energia Boa

O caráter do diário digital e o propósito de confidência, conduz a contradição de pensar e escrever sobre este ciclo de doze meses que termina, com os votos e brinde ao novo ano. Um divã público na plataforma web.

Movimentado pela Copa do Mundo de futebol, e que deixou a decepção no ar, 2014 não consternou o meu propósito de desenvolvimento. Aonde a bola cair no mercado de comunicação, a posição vai ser a correta para empurrar para o gol, independente dos zagueiros que servem aqui, como pedras no caminho.

De certo que a idade vai passando, o vigor da maturidade chega para entender a vida e com clara evidência, nos cansa como antes não era sentido.

Pela motivação da vontade e desejo de prosperar, o ano de 2015, que soma 8, deixa o universo infinito de possibilidades - Oxalá!



No caminho,
Rubens Barizon

13 de dez. de 2014

Preciosismo


  Um alguém que transita pelo erudito ao popular, naturalmente abre o caminho do julgamento.

  Refiro-me então, sobre a afirmação inútil e o comportamento sem repertório. Escrever sobre a mudança de olhar repentino ajuda a interpretar os códigos e diferenciá-los da imposição do discurso.

  Textos autobiográficos me incomodam. Não que eu seja inclinado à ficção, mas é que a verdade que já passou, narrada pelo mesmo que a vivenciou, já sofre uma série de modificações estruturais da linguagem histórica, emocional e convencional.

  A versão original é a que vem da cumplicidade natural; a espontaneidade da informação parte da origem cultural do interlocutor - o conhecimento linguístico e a memória de transcrição para contar determinada história, à sua maneira mais pura e real, para que no entanto, a história não siga o interesse do locutor e a certeza perca o potencial de realidade

Manipulação e discurso de verdade

"- Quem fala do quê para quem", nos permite superficialmente cogitar direções. Outro sinal do discurso de autoridade é a referência do imediato - a resposta para o que é crucial em dado momento. A crença no que é falado por último em tom de afirmação do ponto de vista, retroalimentando paradigmas, do particular para o geral.


  A ideia do outro é quase sempre pitaco! se for de "verdade", a compreensão vem à tona. Ao reforçar o óbvio, a máscara cai e as intenções dão a largada ao jogo, que é relacionar-se com os fatos e comportamentos narrados pelo molde social de cada indivíduo.


Rubens Barizon

[29...]

3 de nov. de 2014

A modernidade e a filosofia da opinião

O mocinho faz o bem e não tem direito de errar senão o mal se instala. O vilão arma para conseguir os seus interesses egoístas e figura lapsos de consciência coletiva. É por meio destas frases a comparação do texto. O momento em que o extremo das ideias age.

A história parte da lógica vista nos pequenos círculos sociais. Quando a concórdia se instaura, supostamente, a aceitação ao plural dá um passo adiante. Seria simples assim, se a parcialidade das expressões fossem determinadas por um único ponto de análise. Partindo desta premissa, vê-se que uma ação coletiva de democracia envolve inúmeros elementos. O sim (vamos) e o de não (vamos de algum jeito) para que o conjunto faça sentido. Sem a sequência proposta, a oposição extrema se revela e o ser político rapidamente transforma suas ideias em atitudes radicais - sem coerência. Sobretudo no Brasil contemporâneo, de uma proposta midiática com razões econômicas e perfil resgatador de ideias perdidas, alimentando o conflito ético ao invés da discussão política.

A direção de governo, os questionamentos locais e o saneamento básico (conhecimento) ficam sempre para amanhã. As observações transformam-se em regras no quebra cabeça da administração pública brasileira. E as incontáveis opiniões ecoam como diretrizes a serem seguidas, sim ou sim.


20 de out. de 2014

A oportunidade de estar certo


 Cada dia que passa, tenho mais convicção sobre o poder da contradição nas relações humanas. 

 Seja lá o meio de comunicação utilizado, a constatação do avanço da contradição vem diretamente das pessoas que tenho escutado por aí. Em maioria, parecem sofrer uma crise necessária de afirmação da verdade e somente a verdade.

 Na narrativa da mesmice, em crise, não existe a possibilidade de erro, "pois esse é o meu ponto de vista e cada um tem o seu". Mesmo entre pessoas próximas, o tom das conversas parecem se polarizar em uma oposição desmotivante, que concorda com a moral esteriotipada criada pelo círculo de informações superficiais que lhes dão direito de opinião e pronto.

 A influência da mídia de massa vislumbra o poder conservador e interfere na interpretação da sociedade com seus modelos de padronização do consumo e da ideia, que afeta a discussão saudável da opinião pública sobre um assunto; se considerado um patamar abrangente. A opinião contrária é uma forma de equilíbrio e soma de valor, o exercício do ego e da tolerância que gera conhecimento.

 Se ter dinheiro na economia atual é para poucos. Por que não ter a razão (né mesmo)? 

Rubens Barizon
- a contradizer as certezas.


8 de out. de 2014

O Oriente Médio da política no Brasil

 O mulçumano segue o alcorão e seus cinco pilares. O brasileiro, segue o ciclo dos mesmos governantes. Seja lá ou cá, a roteirização parece estar pré-definida, cada um do seu jeito - pela guerra ou pela sobrevivência ao controle.

 A votação mostrou uma grande contradição no resultado dos votos, nessa que é uma parte boa das eleições, a velocidade da apuração. A segurança da contagem rápida é outro assunto. A contradição capaz de dar um exemplo para o eleitor é no caso da corrida para o cargo máximo da república, entre Dilma Rousseff e Aécio Neves. Houve uma inversão de valores no histórico dos governo e partido, PT e PSDB, consecutivamente.
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 Na região do ABC paulista, reduto do Partido dos Trabalhadores (PT), a atual presidenta Dilma não conseguiu a maioria dos votos. A insatisfação dos eleitores da região sede do partido, demonstra a rejeição. Em Minas Gerais, estado por onde Aécio Neves já ocupou o senado e o governo, mostra outra inversão e o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) perdeu onde deveria ser um eleitorado que apoiasse a candidatura do tucano à presidência.

" - Seria essa uma manifestação local do eleitorado democrático, tentando mostrar indicativos que devem ser levados em consideração no 2o turno? "

Acreditar na sequência coerente é ter esperança política. Se isso não funciona (e não funciona) continuaremos com a polarização das atitudes públicas. A governabilidade desse país plural, parece se caluniar e negociar, enquanto tudo segue. 

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Já sobre o que compete acreditar numa comparação ao Oriente Médio, observo que se em uma constituição federal (país enorme deste) temos basicamente os mesmos partidos e antigos candidatos reeleitos, faz-me associar um tipo de fundamentalismo, o de falsidade ideológica entre as sociedades, que com pouca diversidade entre seus representantes, não conseguem dar uma nova direção à política nacional.


Por Rubens Barizon - produção independente.
[O fundamentalismo da polarização]







6 de out. de 2014

E o Brasil gira a máquina política

 A engrenagem funcionou bem de acordo com o normal. O pluripartidarismo e as políticas de governabilidade passam seus bastões ao da vez e a mudança que se fala tanto, se perde em meio aos votos.

 Voto de ida e resposta direta. Tudo como se trama. A sociedade da polarização, do medo de não participar da festa da democracia, manteve a antiga forma de pensar eleição. O conservadorismo interfere  e novamente as mesmices - os candidatos desta eleição merecem um capítulo à parte. Até porque, seriam poucas as modificações possíveis com essa votação.

 Nada de surpreendente. Está tudo em controle.

30 de set. de 2014

O navegar da comunicação e o espaço público

"Ao próximo, ofereça o conhecimento. A qualquer outra intenção de alguém, algo ligado ao dinheiro"


Acima, a frase que deslocou um pensamento sobre o valor da vida em pingue pongue. Sem assustar ou tomar muitas conclusões, pare e racionalize apenas a problemática do texto; não a sua.

- Um rapaz tem a sorte de encontrar em seus momentos no meio social, as pessoas que fazem do universo a extensão do lar. Logo, na maioria das vezes o conhecimento se transpassa com fluidez moral, capaz de cultivar as doutrinas da argumentação, no espaço público, diante ao discurso - círculo de verdade e poder.

Quando essa pessoa, no caso da breve sugestão, o rapaz propõe (exposição) outros modelos de comunicação, quase sempre se associa ao dinheiro. Em seguida, os formatos de comunicação e consumo prendem a atenção de quem seja, mesmo diante a qualquer alinhamento. Desconsidere por uma interpretação ampla, as atividades didáticas, aquelas feitas fora de contato com outra pessoa.

Permeando ao cenário proposto, ficam os costumes da sociedade pública em relação ao meio eletrônico, digital do mundo em interação. Ao redor, um meio ambiente em cronologia com os avanços bruscos na maneira de identificar a característica verdadeira ... a de conhecimento empírico, a do lado cognitivo da relação interpessoal no espaço público

 Aos demais, ofereça algo ligado ao dinheiro ...


Rubens Barizon
[Modelos de comunicação]





29 de set. de 2014

O tema é política

O mês de setembro vai dando tchau no ano da Copa. Digestão do evento quase feita e de pronto, voltam aqueles mesmos problemas de sempre. Ao invés da organização,  as propagandas políticas.

Já para a próxima semana do segundo 'bro, temos eleição - para o dia 5 de outubro, parece existir um comitê especial para as inscrições de personagens pitorescos. E o melhor que se pode fazer,..., não sei bem. Para voto presidencial, podemos argumentar. Agora, para os outros cargos, admito um desprazer enorme com. A democracia dá preguiça quando temos o cenário de candidatos tão pobres de confiança como esses aí.

A mística de país do futuro transporta o meu olhar para uma unilateralidade de geração de políticos iguais aos de antes, como se houvesse que ser assim, uma manipulação ou modelo de gente. Ah! sim, a corrupção pode explicar. Mas, existe um percentual considerável de qualidade dos candidatos, atravanca e não vai pra frente. Nem são muitos anos de vida assim, mas essa me parece ser a eleição mais incompleta. Falta alguma coisa.

Temos alguns dias para decidir o que fazer com o destino político do Brasil para os próximos 4 anos.


26 de ago. de 2014

Outra vez

 As segundas chances conotam, em primazia na minha vida, um ar de orgulho e rejeição sobre um assunto tratado com atenção, por uma procurada. O 'não', possibilidade do 'sim', ataca o centro do umbigo. Neste caso o ego. Logo, uma próxima página.

"Obedecer ao caráter não é um exercício. De certo, testa a tolerância"

Rubens

'Rubro'











21 de ago. de 2014

Sociedade viral

 Atualmente, o poder está relacionado ao consumo. Quanto o indivíduo está disposto a investir para a construção de uma imagem, visto, o perfil de determinado grupo social.

 Dentro dos diferentes conjuntos de pessoas, avalia-se o estilo - a estética do capital. Há unânimidade direcionada, quase sempre visando interesses particulares, tendências e outras vaidades compartilhadas por meio das mídias de informação móvel, via plataforma digital, por onde surgem as novas facetas da indentidade humana descaracterizada de matéria e impulsionada também por uma hiper realidade.

O poder separa naturalmente os grupos com os esteriótipos assumidos por cada qual, enquanto analisados através da autogestão de cada ciclo/círculo social, que segue intenções estabelecidas pela capacidade do consumo sustentantável. Afinal, alguma vaidade é necessária para gabaritar e consequentemente obter a credencial de tal vínculo social. Podem ser indentificados nos vários moldes ligado à instituição formada.

 Porventura, os negócios são conjunturais. A vida se pauta em grupos com intenções, interesses e vínculos. As dependências de cada objetivo provocam o endividamento de controle que amalgamam as necessidades e as ostentações imagéticas das atitudes adequadas para o público alvo. Com o multidirecionalismo do sistema digital, as propagações tomam dimensões globais e o leque de classificação dos grupos, transitam os níveis de comportamento diante à condição do poder.

Rubens Barizon






20 de ago. de 2014

International Hard News

Tecnologia metida na guerra do leste europeu. O mundo fervilha ao som dos disparos da guerra e dos dispositivos móveis.

A prática do autoretrato ameniza e enaltece, quem vê diante do problema real um modo de protestar e registrar aquilo numa prova real da imagem dentro de toda a situação de risco. Um ato curioso que chama a atenção para o radicalismo, os dispositivos móveis e o comércio bélico que espalha mortos pelo mundo.

A tecnologia é tanta, que o senhor Obama manda atacar os rebeldes iraquianos por meio da vídeo conferência, com o sinal, o clique de comando explode centenas de pessoas. São muitas mortes no mundo nesses últimos tempos. É guerra no leste europeu, guerra das UPPs, guerra no Oriente médio e guerra para comprar um celular e mantê-lo pronto para registrar a co-autoria da vida pessoal e histórica.

Contudo, a guerra globalizada do sistema programático da informação codificada e customizada pelas organizações transnacionais, deveria prestar atenção nas selfies tiradas por aí. Por exemplo, a do funeral do Eduardo Campos para avaliar o significado de respeito, o do edifício em Kremlin na Rússia (mostrado no link). E se puder, também avaliar as formas da ética política internacional, como o dever de casa da soberania disciplinar em controle, quase uma selfie dos problemas.

Atento ao mundo pelos subsídios mídiáticos.
Rio, 20/08/2014 - Rubens Barizon

Selfie ucraniano - imagem seguida da matéria do G1, que inspirou esta resenha com intenção de fazer uma paralelo entre a invasão selfie nos problemas sóciopolíticos globais.

15 de ago. de 2014

Conjunto segmentado - os impactos das novas mídias na maneira de agir

  O resultado na prática de um padrão modular, servindo à classificação das pessoas espalhadas pela camada urbana e que por meio das novas mídias,  pluralizam as suas intenções junto ao avanço tecnológico.

 Não surpreendente, as metrópoles brasileiras aplicam o conceito world wide web. Há tempos seguimos os modelos importados e o aumento do acesso ao aparato digital causa impacto no âmbito social. Sobretudo, durante esta crise econômica do final dos quatro anos da presidente Dilma Rousseff à frente do país. A previsão comportamental se baseia no consumo que politiza os integrantes da engrenagem do dia-dia, que fragmenta o consciente do indivíduo hipotético e configura a sua vida em sub funções, de acordo com o próprio interesse pessoal, econômico e social.

A personalização da vida em comunicação etérea forma um embargo sistemático. O próximo lucro e a vida diante à capitalização do presente até o futuro -  a segurança do curto ao longo prazo, tudo ao mesmo tempo. Ou senão, sinta-se apenas um afeto. A vida tem estado em ritmo volátil. Demais para a intenção e atual pane de padrão na comunidade social brasileira - qual seja. Tinha Estado. Agora tem poder ou não poder.

 Não vos parece também que existe uma absência? a de discernir as evoluções técnicas e a transposição para o palpável.  A introspecção do controle, autoestima e as oportunidades de conexão numa esquizofrenia de interesses. Um canal de informação e a produção digital que transforma a carência em uma razão espacial e afetiva, como se fosse uma constante psicologia de um conjunto segmentado.

 Aproximação oportuna para uma série de constatações...

[Rubens Barizon]











5 de ago. de 2014

Absorção de comunicação multidirecional com relação à natureza humana

 As prateleiras e as marés. Esta combinação me conduziu a comparar por método associativo, o entendimento profundo e consciente das palavras: subjetivismo e empirismo.

 O fato da comparação é para que a direção da análise faça valer metaforicamente o sentido que as prateleiras com o subjetivismo, significado de conhecimento desconhecido, como livros em prateleiras horizontamente perfiladas que sobem e descem, formassem a variação também encontrada no movimento das marés. O continuismo da natureza forçou-me a crer na semelhança do empirismo encontrado na ecologia, em contato com o experimento das ocasiões humanas que se transformam e objetivam um patamar limite. A natureza mais eficiente diminui os ciclos. O ser 'racional' cada vez se interconecta mais com o passado curto de tempo e a informação do presente (streaming) e passam a determinar por onde se ramifica o futuro programado da conivência, que interefere diretamente ao próximo passo de nós, atentos em 2014 e usuários dos novos meios de comunicação.

 A subjetividade está inserida em qualquer informação. Desconfie da exatidão com respeito ao julgamento. "We are not always right" -
Desenvolvimento produtivo de varanda
sobre os pontos de vistas supeficiais e sobre o olhar interpretativo do outro. As diferentes formas de conduta diante a pluralização globalizada se alinha com o fluxo de informação e seus significados formam elementos singulares dentro da massificação de perfis criados por um todo.

 O fantasioso falsete desgovernado; a outra opção da subjetividade é a figura de linguagem, a mensagem que conota os significados da publicidade, a intenção pré estabelecida, o mesmo que a importância real impulsiona dentro da economia.

 A sugestão acadêmica é verificar a complexidade das interações e reaçõs humanas dentro da Comunicação Social vigente. Ferramenta de mediação das estruturas de um sistema tecnológico informacional.


Com o espírito comum e caráter científico,
Rubens Barizon




30 de jul. de 2014

DNA do meu sorriso

 Ao acordar, o único momento em que respeito as minhas bochechas, tanto de falar como de sorrir, é quando percebo como o passar das horas vão transcorrer. Se a possibilidade de me manter sério não existe, a alegria está transbordando.

 Ter bom humor e alto astral requer muita energia. E é sério o que eu digo. As pessoas cobram sorriso já cedinho pela manhã. Geralmente, com o argumento: "Mas você sorri o dia todo. O que houve? você está bem?" Eu educadamente respondo que no início do dia eu sou daquele jeito mesmo, sério e com postura diferenciada. Alguns até certificam uma melhora no meu perfil, outros passam o dia querendo saber se algo sério me aconteceu. Começa aí o consumo de energia.

 O lado pessoal responde às pressões externas: "Tento manter esse comportamento matinal diferente do meu ser essencial?"

Eu às 8h15 da manhã
9h 30 da manhã. Normalmente, é esse o horário que alguém cruza o meu caminho. Assim, fácil como a canção do Jota Quest, o primeiro sorriso voluntarioso e um desejo de bom dia. Logo em seguida, a minha configuração original desperta as associações com o passado e os pensamentos mais introspectivos transparecem o bom humor, que só para agora na hora de dormir.

Ah! quase esqueço. Nos dias em que eu acordo sorrindo, as pessoas acham que eu não sou normal. Pensando bem, nos outros dias também.

Rubens Barizon
[Deixa eu seguir a vida... rs]




24 de jul. de 2014

Nossos escritores estão morrendo

   O meio digital impulsiona a produção de conteúdo e não há contestação. No entanto, nesse modelo de bombardeio superficial de informação, eu amargamente não creio que haja uma substituição para os nossos tantos literários mortos.

   O título do livro na imagem sintetiza bem o que eu friso em dizer com palavras. A literatura, assim como a pimenta, é capaz de provocar um incêndio em nossa imaginação.

Atrasado com a promessa de escrever uma obra literária,
Rubens Barizon

8 de jul. de 2014

" Brasil, assim...Brasil, pra mim..."

Uma semi final de Copa do Mundo no Brasil. Não consigo imaginar outro favorito, senão a nossa seleção.

O confronto é tenso, mas se for pensar no clube que escolhemos para torcer, essa superação é mole. Não falo somente do ilustre Flamengo, que vai de vilão no uniforme do adversário hoje, mas de todas as equipes brasileiras, com pouquíssimos representantes na Copa.

A Alemanha tem um time experimentado em Copas do Mundo, com peças que atuam no próprio futebol alemão - na mesma equipe (Bayern Munique), o que cria uma identidade e entrosamento, o ponto mais complicado de superar. Evidente que a ausência do Neymar dificultou nossa jornada, porém, o camisa 10 fica na torcida. Após a explosão no travessão do chute do atacante chileno na prorrogação das oitavas de final, o Brasil assumiu a sorte de campeão e a fama de que Deus é brasileiro.

A final é aqui no Rio de Janeiro e um sonho de criança está prestes a ser realizado. Uma disputa entre Brasil x Argentina no Maracanã, dia 13 de julho.

Rubens Barizon
(Com o coração verde e amarelo e a imparcialidade de lado)

1 de mai. de 2014

Na mira da flecha

A personalidade do sagitariano como determinante é considerar o espírito de liberdade e desapego ao que os demais têm por sentimento ou matéria.

Não precisarei falar de terceiros para ir à fundo e argumentar sobre o que é 'viver' na última casa do zodíaco. Isso significa completar um ano de vida depois de todos. Assoprar a vela por último é ser mais novo do que todos os nascidos no mesmo ano, o que nos faz entender bem o que significa a idade que estar por vir. É o signo que completa o ciclo de 12 meses. É comemorar o natal e mentalizar as expectativas para a chegada do novo calendário.

A condição de ser sagitariano é aceitar a intensidade como característica. É querer abraçar o mundo sem poder. É querer estar e partir ao mesmo tempo. Entender a contradição como uma unidade, pois a vontade é a de decidir positivamente por tudo e por todos. É aceitar a carência quando a opção for o isolamento necessário do ímpeto animal, que se mescla com a razão humana na figura que representa o signo. É sorrir enquanto todos enxergam problemas. É a busca da alegria nos momentos mais inesperados.

Descrever este signo de elemento fogo do horóscopo tem uma razão. A minha neste caso é a de querer estar próximo para sorrir e afastado, por interpretar os padrões e não concordar.


Rubens Barizon
Aos termos da exposição.


23 de abr. de 2014

Cálculo do X

Se é possível, está sujeito a acontecer. A condição moderna da vida contemporânea carrega consigo uma imensidão de variáveis capazes de modificar o rumo de um plano. São muitos os caminhos que chegam no mesmo lugar, só que um tanto deles são apenas ilusão, que nos conduzem até realizarmos que estamos parados.

A possibilidade circunda nossas opções. Se estamos 'certo', parece mesmo que demos um passo adiante. Sobretudo, quando a opinião pública decide como sucesso essa escolha. No entanto, se a impressão tida for a de vários sucessos consecutivos e ao olhar pessoal, ainda estiveres mergulhado no fracasso, é porque alguma parte da reta se rompeu e você caiu bem por aquela pequena fresta, que parecia minúscula às suas atitudes assertivas e opiniões populares.

O medo de errar, por si só é de um campo expansivo imensurável e eclode cada vez mais em uma multiplicidade de forma e direção. A concordância de uma outra pessoa, com uma análise feita sobre o solicitado, de pronto faz-se discordar da planificação previamente esperada pelo autor. Quase ninguém é capaz de falar o que realmente vê sobre o que se está fazendo. Se existir um laço de cumplicidade com o agente de opinião, aí mesmo que a conveniência dispara a superestima, reconfigurando a identidade real da atitude em sua essência moral.

O medo foi o sentimento que me motivou a escrever este texto. Ter coragem de perguntar sobre uma feitoria em produção é algo que enfraquece a vontade de construir algo original. Mas, o meu medo ultrapassa o autolançamento em território desconhecido e parece encruar as convicções simplórias do padrão exigido pela gordura social.

Rubens Barizon
(Rio de Janeiro nublado é dia para escrever)

15 de abr. de 2014

I don't want. We don't care

The silence fills enough, when what's spoken determines a subject. Patience comes along to the rythm of ideologies.

Each step foward demands a kind of behavior. Until, an enthusiasm forces us to act surrounded by our self inner, and social psycology. The contradiction integrates methods of thinking about unity.  Aiming to find out my way to organise communication, It (diary reflection) clarifies to me people's relationship in favor of reaching control of reality. Also, the imperceptible hipocrisy of desires. Develop manners to not involve the core of who is matter. On this hand, the respectful living together takes over and, a simple conversation during the day, becomes more significant.

To politics progress toward the tendency of moral, one by one should think out the meaning of having things to satisfy the identity as brand of human standard.

Rubens Barizon -writing in a rainy day.

"O futuro do singular faz parte da pluralidade "

10 de abr. de 2014

Por meio e modernidade

Resolvido. Vou falar de doença moderna (ou pós) entre os adultos que estão no trânsito da definição pessoal e profissional. O cronograma segue à risca a teoria hipodérmica, se a massa permitir. Pensando tanto no científico como no empírico, ou ainda na imagem pública.

A moral do envelhecimento é perceptível. Todavia, inúmeros fatores nos fazem decidir racionalmente. A moral Kantiana é de fato uma observação coerente. Se contudo, abnegarmos do convívio no raio dos sentidos, e deixarmos de experienciar para agir racionalmente, a chance da emoção ética (família interna) saudar com a bondade feita ao próximo e de efeito contrário à contradição se anula pelo preceito ético. O orgulho se calcula nessa vasta possibilidade de interação e de sequência com a natureza ética de cada um. Prosperidade no coletivo, apenas quando é mútuo e visível, bem como se um medidor de respeito pairasse na figura de um termômetro imaginário, nos tirando a dúvida sobre as infinitas possibilidade em um determinado tempo, espaço e contexto. Neste atual mundo, a convergência dos meios produzem formatos mais rápidos, sem dar tempo de racionalizar.

Os passos adiante são inevitáveis e transmutam ao coletivo. A discussão inicia a cartilha dos propósitos. Entretanto, com o fator de inter relacionamento, a percepção é aguçada por poder expressar a identidade cultural por meioda comunicação e os caminhos comuns, à via de conectividade entre si; que unem ciclos pessoais dentre os sortidos grupos sociais, editados pelo mundo de cunho virtual em meio ao presencial/real (no sentido de tato). A tecnologia só não pode avançar ainda mais. O 'em busca' da conciliação por progresso de cada ser deve vigorar. Sociabilizar com o palpável do que os humanos ofertam. Aos erros de nós, agentes sociais? a técnica oficial e categórica que se aplique no contrato com o Estado, economia, nação, anarquia ou utopia - 'E que sirva de exemplo'.

Tentei contar sobre a doença que é passar os anos com um propósito a atingir, e continuar observando as modificações entre o fim dos anos 90s e os anos 2000.  E também, como temos queimado a saúde vital (à toda) nesta competição de consumo e consternação do sistema de normas, regras e convenção. Biologia de um olho esquerdo.

Rubens Barizon
[acúmulo de reflexão]

31 de mar. de 2014

Percepção do tempo

Ficar velho é ver os mais novos crescerem.

Ficar para trás é não fazer o que os mais velhos fazem.

A mente velha sem obstinação pensa como a de um novato.

A beleza dos jovens contornam a miopia do velho.

Sagacidade transformada em sabedoria.

Egos.

17 de mar. de 2014

Converse com o destino

Havia muito que eu não iniciava um texto com título premeditado. Leitura do pressuposto.

O lado sozinho. Aquela resignação ao plano de reconhecer o durante ( o tempo ) que temos para concluir coisas até a morte. Endossando - o singular. Uma pró ação intencionada.

Aí, estando mesmo diante desta composição, me toca um saxophone agradabilíssimo. Toda a correspondência que eu queria. Poder é inconsciente; todavia, não me refiro ao certo e errado. Até porque limitaria a moral perante aos outros cognitivos e afetivos. O equilíbrio da psicologia com o corpo sendo alma.

Embora, não satisfeito com o que vai suceder com o passar do verão, resta-me planejar. E verificar bem os caminhos, que por consequência (busco), traga uma construção legítima - carne, osso e verdade, esta última, não passando de carinho, respeito e amor.

Tá. Basta! sabe-se que o tal desenvolvimento sócio econômico seja a meta. Mas afinal, do que vale uma moral sem ética?

Que o travesseiro inquieto, seja apenas uma comparação ao que de bom for.

Rubens Barizon - em conversa com o destino.

16 de mar. de 2014

Conclusão

Começa por ali, onde dói o direito de liberdade do próximo; do si próprio.

[As coisas sem matéria, as que não fazem parte do nosso planisfério]

Pretendo iniciar essa conversa de limites dos hábitos por essas duas linhas acima e discorrer pela convenção do olhar público sobre qualquer ponto de vista.

O uso da linguagem e os hábitos alimentares

Comer carne, ingerir álcool e outros afins, conflituam em diversas formas o humor e o espaço de zelo. Ao questionar, rume pelo estudo científico do que ingere e faça essa experiência. Além de te fazer respeitar o que diz, aumenta a espiritualidade. O outro agradece.

O amor leve como uma flor

Não se pesa a quantidade de amor. Irredutivelmente, afirmo essa medição. A matéria sim, ela corresponde ao palpável. Já os sentimentos, a fome, a dor de cabeça e a sensação de catarse ao ouvir uma cantiga, são formas de questionamento do amor.

Solicitação de pesos e medidas -  ciúme e o querer

E é quando se chega no estapafúrdio da normalidade, que o leilão de certo e errado impera. O tom de voz, a pressa em escutar e falar o que convir para creditar mais uma batalha de argumentos vencida.  Enquanto o que nos importa é o quanto de amizade ou contato e amores temos - como medidas do que se faz e entende.

(parece uma doença comum nos dias em que memória virtual tem preço e o apalpável também)

Parece que março é o mês que engrena o ano de verdade.

[Guardando em texto o sentimento bom do mês. Que sirva como uma releitura de diário]

RBarizon

A dinâmica em proporção sólita das transformações










"O turbilhão de informação. É disso que quero falar. Ou sobre a constante corrida pela independência. Talvez pode ser que seja sobre os meus repentinos conceitos que traduzem o sistema econômico internacional e até mesmo quem sabe, sobre a psicolinguística, ética e comunicação".
 Sem o compromisso de descoberta da substância que combate o câncer, as palavras, digo as minhas, servem para efervescer animosamente em mim a vontade de escrever. Quando as releio e o sentido consciente me espeta aos arrepios catárticos, aí sim entendo o porque escrevo. Admito que em alguns momentos, como este, não me dará o direito de sentir nada, até porque este texto não passa de uma prática corriqueira da escrita.
 Li umas coisas do Freud sobre ID, Ego, Superego. E tudo o que pude perceber foi que as ações ocorrem através da intenção e que todas as teorias comportamentais e filosóficas se equilibram como as moléculas de um composto químico. O consciente e inconsciente me faz remeter a Justiça, que mesmo vedada, camba para o lado que pesar a sua balança, com a moral de uma decisão cega.
 Quanto a comunicação, parece que os pensadores estão no caminho certo, sem comprometer a opinião "imparcial" do comichão que é o jornalismo e a apuração da verdade. A saturação dos negócios caminham na mesma calçada da opinião, seja editorial ou ética. Entretanto, a mistura da hegemonia cultural, jornalismo e a importância de contar uma história, vem alimentando o que já nos foi dito no passado estudantil sobre o que vem por aí -  o padrão perfilado;  agora também, no modo de quantificar o conteúdo da informação pelos veículos.
 A repercussão de uma medida monetária tomada pelos EUA, o que afetaria o mundo dentro do controle de coerção econômica da Pax Americana, seria algo grandioso para os economistas, que nas bolsas especulariam quedas e aumentos cambiais como o blefe num jogo de pôquer . A doutrina do poder, Monroe ou qualquer outra, traduz de for realista que, vai ser potência quem possuir mais do que os outros. A ponto de ameaçar os demais com pujança inconsciente. Mas, esse não é apenas o Tio Sam - somos nós! absorvedores da indústria com produção de opinião em massa, nos fazendo crer que a falta de remédio é uma cura.
 A ligação dos parágrafos se amalgama pelo leitor. Enquanto encontras a meada do que pensei em alertar, me satisfez a falta do que escrever. Eu li certo dia que o Rubem Braga se olhava no espelho e escrevia sobre o seu bigode, ou olhava pela janela e caia no poço de palavras e começa assim a lançar a grafia sobre o que lhe vinha na telha. A explosão de linguagem completou a lacuna deixada por um assunto íntimo.

Com o termômetro ligado,
Rubens Barizon













6 de mar. de 2014

Custo das Coisas


- O que é coisa?

Para mim são as contas que nos chegam após o desfrute em seus diferentes prazos de tempo.

- O que são as tarefas?

São aquelas que requerem uma atenção determinada. E normalmente, nos custam estresse.

- E os bens comuns?

O caso dos Garis em greve. Dá para associar, se o pensamento seguir o ponto de vista coletivo de cunho preguiçoso. Não digo deles, digo do todo cidadão. Like a Flag Progress.

- O que é a Copa do mundo?

O Maracanã lotado na final.

- Os políticos?

Alguém tem que estar lá. Todo mundo no fim das contas precisa marcar o nome nesta história. Senão, crave a própria vida em simplicidade ou falta de originalidade.

Enfim, não confio na política entre os homens do terceiro mundo, tão pouco em manipuladores de opinião.

Quem eu admiro não é candidato.

- Um número?

116.

- É esse mesmo?

O de agora. Quer outro?
]
Diálogo de alguém para o outro eu
[